O rapto - parte 1 (reeditado)

  • Temas: incesto
  • Publicado em: 22/03/25
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  • Autoria: vera_A
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O rapto




Levava uma vida normal, casada com dois filhos já quase adultos. Meu marido tinha um cargo elevado numa farmacêutica e gozávamos de um padrão de vida confortável. Com meus 42 anos já não sabia se eu ainda o amava, me casei muito jovem e o cotidiano de nossas vidas simplesmente fez que meu marido se tornasse quase uma pessoa estranha em minha vida. Meu filho mais velho, Pedro, estava no primeiro ano da faculdade, tinha 19 anos. Minha caçula, com 15 anos apenas começava seu ensino médio.


Vida corrida com os compromissos de sempre. Cuidar da casa, ir ao supermercado, levar os cachorros para passear, academia. Praticamente trabalhava no meu “tempo livre” como professora do 1° ano do curso de arquitetura de uma faculdade particular na cidade onde vivíamos.


Se supõe que a vida nos traz circunstâncias excepcionais que ninguém pode entender. Pois é, isso aconteceu comigo. Em meio à minha rotina diária não sabia que eu estava sendo vigiada, o que eu fazia, meus horários, minhas responsabilidades. Hoje posso dizer que fui escolhida a dedo pelos meus raptores. Eu compartilhava meu carro com meu filho que nessa época estudava no curso noturno na sua faculdade. Então nas segundas, quartas e sextas eu precisava do carro para ir a academia, então ajustei meu horário para pegar meu filho na volta e irmos juntos para casa.


Aconteceu numa quarta-feira, assim que encostei meu carro e abri a porta para meu filho entrar, a porta do passageiro que ficava atrás de mim também se abriu e outro homem entrou sem avisar. Achei que devia ser algum amigo do meu filho que pegaria carona, mas quando meu filho entrou no carro pelo banco de trás tinha outro homem com ele. Apenas percebi que algo estava errado quando alguém pôs um lenço sobre minha boca e nariz e desmaiei. Tudo foi muito rápido.


Acordei no dia seguinte deitada numa cama. Abri os olhos e não identifiquei o lugar. Lentamente recuperei minha memória e de um salto me levantei assustada. Olhei ao meu redor e vi outra cama onde meu filho ainda dormia. Nesse momento percebi que estava nua. Olhei ao meu redor e além das camas tinha somente uma mesa com duas cadeiras. Vi duas portas e uma janela que estava totalmente coberta com fitas adesivas. Uma das portas dava acesso a um banheiro completo, a outra se encontrava trancada. Entrei no banheiro buscando algo com que me cobrir, mas não tinha absolutamente nenhuma toalha. Bati na porta, gritei e bati na porta de novo, pedi que devolvessem minhas roupas e minhas coisas, mas não obtive nenhuma resposta.


Acordei meu filho e vi que ele também estava nu. Foi estranho, pese a situação em que nos encontrávamos, não pude evitar sentir certo constrangimento por estar nua diante do meu filho. Mesmo assim nos abraçamos, tentei segurar o nó na garganta para não começar a chorar. Nesse momento já sabia que se tratava de um rapto.


Ficamos ali esperando a manhã inteira sem notícias. Finalmente a porta se abriu e uma mulher encapuçada entrou com uma bandeja com dois pratos de comida bem servidos, água e suco. Ela estava acompanhada por outros dois homens também encapuçados.


- O QUE VOCÊS QUEREM? NÃO TEMOS DINHEIRO! ONDE ESTÃO MINHAS COISAS?


- Calma Vera, está tudo bem. Não vamos fazer mal algum a vocês. Somente vim trazer o almoço, vocês devem estar com fome.


Ela pôs a bandeja sobre a mesa e saiu trancando a porta logo em seguida. Sem acreditar no que estava acontecendo preferi pensar que tudo ia terminar bem. Sentia fome e fui ver o que tinha para comer. Fiquei impressionada: um bife suculento em corte argentino, salada e batatas. Era comida de restaurante. Comemos tudo, bebi muita água e novamente ficamos esperando.


No meio da tarde a porta se abriu novamente, desta vez era um homem diferente. Era alto e sua máscara somente me permitiu ver que tinha olhos verdes.


- Vocês comeram bem?


- PRECISAMOS VOLTAR PARA CASA, MEU MARIDO DEVE ESTAR PREOCUPADO, DEIXA EU LIGAR PARA ELE?


- Já estamos em contato com seu marido. Ele já sabe o que aconteceu desde ontem a noite.


- O QUE VOCÊS QUEREM?


- Se você pensa que é dinheiro está equivocada, mas sim queremos algo de vocês dois.


Nesse momento comecei a sentir um frio estranho na barriga, se não dinheiro então o que poderia ser? Nem me atrevi pensar no que poderia ser. O homem fez um sinal e aquela mesma mulher encapuçada entrou no quarto trazendo toalhas.


- Queremos que vocês tomem um bom banho e vistam esse roupão. Se vocês fizerem tudo que pedirmos no domingo de manhã já estarão liberados.


- E O QUE VOCÊS QUEREM QUE A GENTE FAÇA?


Eu falava buscando cobrir meu corpo nu tapando os bicos dos meus seios com meu antebraço e meu monte de vênus com a outra mão. Era o que podia fazer – o colchão não tinha sequer lençóis.


- Eu quero que você dê ao seu filho o que todo adolescente quer!


Com voz trêmula e antecipando qual era sua verdadeira intenção disse:


- E o que um adolescente pode querer da sua mãe?


Pelo movimento dos seus olhos vi que ele apenas sorriu e deu uma boa olhada para o meu corpo.


- E o que você acha que ele pode querer de uma mãe assim, tão gostosa?


- Mais tarde serviremos um jantar leve, com muita salada e frutas, porque mais de noite vocês terão muita atividade física.


Então ele se levantou e pôs sobre a mesa uma pílula:


- Melhor você tomar isso, não queremos que fique grávida, certo?


Assim que ouvi a palavra “gravida” minha pressão caiu e senti tontura. Me sentei na cama enquanto aquele homem saia do quarto fechando novamente. Minha cabeça dava voltas e mais voltas, buscava alguma explicação para isso estar acontecendo comigo. Me levantei e peguei uma toalha e me enrolei nela. Olhei para meu filho, o pobre estava tão confuso como eu:


- VOCÊ SABIA DE ALGUMA COISA SOBRE ISSO?


- Não mãe, eu não sabia de nada.


Me sentia tão nervosa. Me deitei na cama e tentei esquecer o que estava acontecendo. Ficamos em silêncio deitados por uma ou duas horas, até que a porta se abriu, era aquela mulher trazendo a prometida salada com frutas.


- Vejo que vocês não se banharam, não tem problema, pode ser sem banho mesmo, mas acho melhor você tomar a pílula. De um modo ou de outro os dois farão muito sexo esta noite, só não sei com quem né!


Disse isso e começou a rir. Olhei para ela sentindo ódio.


Ela pôs a bandeja sobre a mesa e se sentou numa das cadeiras e explicou:


- A situação é bem simples, além de mim tem outros três homens aqui, dos quais dois deles já estão doidinhos para comer você e o outro está de olho no seu filho. Ou bem você faz com seu filho, ou .... já deu para entender, certo?


- MAS ELE É SÓ UMA CRIANÇA!


A mulher soltou uma gargalhada e disse:


- Por que não deixa ele montar em você para ver o quanto ele é criança? É melhor que seja seu filho, não acha? Pensa bem.


Ela então se levantou e disse:


- Olha, daqui mais ou menos uma hora eles levarão vocês para outro quarto. Estarão sozinhos lá, tem câmeras por todo lado. Nesse momento mais vale que façam o que pediram ... se soltem .... é circuito fechado, não se preocupem, é um público muito seleto que pagarão muito bem para ver vocês dois. Mais vale que não decepcionem.


Olhei para meu filho, estava sentado na outra cama enrolado na toalha. Parecia tão assustado quanto eu. Pensei que o melhor seria fazer o que eles pediam, melhor com meu filho do que sermos estuprados por desconhecidos.


- Se fizermos o que nos pedem, domingo estaremos livres?


- Sim, é promessa!


- Vocês já fizeram isso antes?


Ela riu e disse:


- Já, muitas vezes, com mãe e filho, pai e filha, entre irmãos ... as vezes dá certo, outras vezes não! Cada um é responsável pelas suas escolhas e consequências. Não deixem de tomar o suco, é de goiaba, lhes asseguro que vai ajudar vocês a se soltarem.


- Tá bom!


Disse de forma rude desejando que ela fosse embora. Assim que ela saiu do quarto fui tomar uma ducha para ver se conseguia me acalmar.


Sai do banho vestindo o roupão que tinham deixado, meu filho estava sentado na mesa comendo as frutas.


- Como você se sente?


Ele olhou para mim de uma forma tão diferente.


- Nunca fiz sexo com ninguém.


Pus um pedaço de mamão na minha boca:


- Você acha que consegue?


Ele ergueu os olhos e me olhou de forma tão penetrante e disse:


- Se você deixar sim, eu consigo, mas você vai ter que me ajudar! Melhor toma a pílula que eles deram, já sabe né!


Sentia tanto ódio pela aquela situação, mesmo assim pelas dúvidas decidi tomar a pílula e comecei a comer a salada. Olhei para a jarra de suco, ela devia ter colocado algo ali. Servi os dois copos e dei um deles para meu filho.


- Melhor toma esse suco, deve ter afrodisíaco nele.


Meu filho terminou de comer antes de mim. Sem que dissesse nada ele mesmo foi tomar uma ducha. Fiquei sentada na mesa beliscando a salada, me sentia tão nervosa. Como disse antes, não me levava bem com meu marido e simplesmente não me lembrava a última vez que tinha feito sexo com ele. Sentia medo, uma mistura de sentimentos, me questionava sobre deixar meu próprio filho me comer. Aquilo parecia tão absurdo, tão fora da lógica, tão longe da minha realidade. Por outro lado, se eles fizessem o que disseram se acaso não conseguíssemos, seria algo muito pior. Eles nos deixaram sem nenhuma escolha.


Esperamos ali por umas duas horas até que a porta se abriu, era aquela mulher chamando nós dois para segui-la.


Nos levantamos e saímos do quarto, foi quando pude perceber que a casa era enorme. Descemos uma escada, vi uma sala enorme com lareira e uns sofás. Atravessamos uma porta e vi outra sala tão grande quanto a primeira com uma mesa redonda, uma mesa de sinuca e várias cadeiras s sofás. Entramos por um corredor com acesso a vários quartos. Tudo estava escuro com muita pouca luz. Finalmente ela parou na frente de uma porta e fez um sinal para que entrássemos. Assim que entramos ela disse:


- Agora é com vocês!


E fechou a porta. Engoli seco. Sentia algo diferente em mim, uma excitação estranha, devia ser efeito do suco. No quarto uma cama enorme, parecia ser king-size com um espelho que cobria toda a parede. Dois abajures laterais iluminavam o quarto com uma luz amarela. Olhei ao redor buscando as câmeras, mas não encontrei nada. Tudo parecia ser muito discreto. Então uma voz masculina metálica vindo de algum sistema de som disse:


- Podem ficar à vontade ... entrarão no ar em poucos minutos. Tentem relaxar e não pensem em mais nada exceto o que podem fazer um com o outro.


Tentei relaxar, mas era difícil. Olhava para todos os cantos do quarto como quem busca uma fuga, mas não tinha por onde sair.


- Mãe?


- Já sei!


Olhamos um para o outro, sabia que eu era quem devia tomar a iniciativa, mas me sentia tão atrapalhada, não sabia como nem o que fazer. Eu e meu filho estávamos ali, pelados, com os corpos cobertos somente por aquele roupão de toalha. Foi nesse momento que vi algo estranho no meu filho, pela abertura das alças do roupão vi algo se erguendo, duro e vermelho.


- Você está de pau duro?


Ele moveu cabeça e me disse de forma confusa:


- Não era para eu estar?


Comecei a rir da situação, de repente tudo aquilo parecia ser tão ridículo. Olhei de novo para o pau dele:


- É ... dada a nossa situação não era para ser diferente né!


Ainda rindo um pouco me aproximei dele e desfiz o nó do roupão afastando as laças laterais e olhei para baixo. Precisava saber com o que estava lidando. Eu esperava ver um pau como o do meu marido, não tão grande e fino, mas o que vi não tinha nada que ver com o que esperava.


- Caramba Pedro! Que pau é esse?


- Que mãe?


- Olha esse pinto, tá muito grande, o que é que vou fazer com tudo isso?


- Não tenho culpa mãe!


Soltei um suspiro e toquei seu pau com a palma da minha mão. Bastou o toque e senti ele pulsar. Segurei ele e fiz pressão.


- Puta merda Pedro, você tinha que estar assim tão duro!


Comecei a acariciá-lo suavemente, se sentia tão grosso e além disse estava grande. Olhei para ele e percebi que ele tinha os olhos na direção da fresta do meu roupão, fixo nos meus seios.


- Olha para mim!


Ele me olhou assustado!


- Tudo que acontecer aqui ficará aqui entre nós dois, combinado?


- Sim


- A gente vai fazer o que eles pediram, mas ....


Ele ficou me olhando esperando o que eu ia dizer, então simplesmente desfiz o nó do meu roupão e o afastei deixando cair no chão. Era a segunda vez que ficava nua diante dele, mas desta vez era muito diferente.


- Vamos devagar .... faz o que eu te disser, ok?


- OK.


Então envolvi seu pescoço com meus braços e pedi a ele que me abraçasse também. Com a aproximação dos nossos corpos houve o primeiro toque de pele. Sentia seu pau duro pressionando meu ventre. Pedro era bem mais alto que eu. Ele tinha como 1,85m enquanto eu era baixinha, 1,65m. Tive que ficar na ponta dos meus pés para que meus braços envolvessem por completo seu pescoço.


Ele então levou seus braços pela parte baixa de minhas costas e me abraçou puxando meu corpo contra o dele. Sentia uma sensação tão estranha. Envolvi seu pescoço com meus braços e o abracei como uma mulher abraça um homem.


Foi tão inesperado para mim. Aquele toque de pele e a maneira que meu filho me abraçou ... não sei .... a forma com que seus braços fortes me puxaram contra seu corpo, causou certas reações em mim. Pensei no suco de goiaba. O fato foi que comecei a me sentir muito excitada. Me afastei dele imediatamente, como se lutasse contra isso.


- ESPERA!


Disse sentindo um suor frio escorrer pelo meu corpo. Olhei novamente para o pau dele, estava logo ali, duro estendido na posição horizontal como que me esperando, levemente torcido para o lado direito. Olhei novamente para ele e fixei minha atenção no que tínhamos que fazer, então me sentei na cama e pedi para ele ficar de pé na minha frente. Segurei seu pau na minha mão novamente sem acreditar no que estava acontecendo. Então fiz uma carícia nele com um toque suave e firme, disse baixinho olhando para ele:


- Não se preocupe, tente relaxar!


“Já que é para ser que seja do meu jeito” Pensei comigo mesma. Me aproximei e comecei a explorar seu pinto com minha língua lambendo a cabecinha, depois a lateral, beijava e lambia ele inteiro, meu filho soltava suspiros ao sentir minhas carícias .... depois deixei que seu membro deslizasse entre meus lábios. Apenas o pus dentro da minha boca e ouvi meu filho soltar um gemido abafado pela contração dos seus lábios, senti ele puxar sua cintura para trás, mas eu o puxei de volta e logo em seguida um esguicho intenso encheu completamente minha boca, seguido de outro e outro .... Pedro soltava um grunhido abafado a cada ejaculada, tentei engolir o que pude, mas era muito – nunca tinha feito isso com meu marido, ele pedia mas eu sempre negava isso a ele - então tive que deixar que o excesso saísse por entre meus lábios deixando escorrer pelo meu queixo. Deixei que ele terminasse de gozar, acho que nunca engoli tanta porra na minha vida.


- Está tudo bem?


Disse olhando para cima na direção dele. Então somente ouvi ele respondendo com respiração ainda ofegante e um sorriso largo nos lábios:


- SIM!


Passei a mão no meu queixo limpando o excesso que escorria. Olhei para baixo e meus seios e coxas estavam toda melada. Eu ri relaxando um pouco pela primeira vez:


- Filho ... olha como você é exagerado!


- Desculpa mãe, não pude evitar!


- Está tudo bem, faz parte!


Respondi sorrindo para ele. Nesse momento vi que ele não perdeu a ereção. Então pedi a ele se deitar de costas na cama. Olhei para seu corpo nu, depois para o pau dele, “que merda, está muito grande” pensei comigo mesma, “como é que eu vou aguentar tudo aquilo dentro de mim?”


Tomei coragem e me sentei em cima dele, sobre suas coxas. Segurei seu membro na minha mão, ainda estava tão duro como no começo.


- Só relaxa e quando for gozar você goza, tá bom?


- SIM!


Respondeu com um misto de excitação e medo. Segurei seu pau e o acomodei, senti sua cabecinha roçando a parte interna dos meus grandes lábios, pincelei uma vez mais .... respirei fundo e deixei que começasse a me penetrar.


A cabecinha deslizou para dentro sem dificuldade. Tentei relaxar e me preparei para receber o resto. Relaxei minhas pernas e deixei que a gravidade fizesse o trabalho. Sentia seu pau entrando como um trem rompendo barreiras: “que merda, está muito grosso”, pensei. Na medida que entrava sentia como ele ia me alargando mais e mais. Durante todo tempo não tirava os olhos do meu filho, me preocupava se ele estava bem. Senti uma dor forte – como disse antes não estava acostumada – segurei um pouco e ergui meu corpo aliviando a pressão. Logo em seguida novamente relaxei e deixei que entrasse um pouco mais .... novamente senti dor, mas decidi forçar um pouco mais e me segurei como pude. A pressão era enorme, olhei para baixo e pensei “não é possível”, vi que ainda não tinha entrado nem a metade. Nesse momento senti meu filho segurar forte minhas coxas ao mesmo tempo que me avisou que ia gozar, ergui um pouco meu corpo aliviando a pressão e um urro forte do meu filho ecoou nas paredes do quarto vazio. Já estava gozando dentro de mim. Foi tão estranho, ver as expressões do rosto do meu filho enquanto gozava em mim. Saber que era meu corpo que estava dando aquele prazer a ele. A cada ejaculada ele soltava um urro forte, suas mãos apertavam a lateral das minhas coxas com força, seu corpo se torcia e estremecia todo enquanto esguichos intensos me enchiam inteira por dentro. Podia sentir sua energia, sua força, seu poder em mim. Fiz um movimento com meu corpo e fiz ele entrar em mim até onde pude aguentar e meu filho continuava gozando em mim. Sabia que ele ainda gozava, o corpo inteiro dele denunciava isso.


Esperei que ele terminasse de gozar. Com seu pau ainda dentro de mim me curvei sobre ele e acariciei seu rosto.


- Está tudo bem meu filho?


Ele olhou para mim e seus olhos brilhavam ...


- Não sabia que era tão bom!


Eu ri do seu comentário ...


- Você gostou?


- Sim mãe, gostei muito, muito mesmo.


Tinham sido os 5 minutos mais intensos da minha vida. Ergui levemente meu corpo e deixei que ele saísse de mim. Muitíssimo sêmen escorreu de mim, não me importei. Me deitei ao seu lado acomodando minha cabeça sobre seu peito. Podia ouvir as batidas fortes do seu coração. Não sei o que me deu e comecei a rir.


- O que foi? Está tudo bem?


- Não foi tão mal assim não acha?


Ele sorriu para mim e eu voltei a rir


- E o que foi agora?


- Você é um exagerado ... olha como me deixou, estou toda lambuzada de você!


- Nossa, eu mesmo não sabia que podia gozar tanto assim!


- Estou vendo!


Respondi rindo muito.


Ele riu comigo. Olhei para baixo e vi que seu pau já não estava duro, tinha murchado, mas tampouco se via mole. Pela primeira vez me senti mais relaxada, um alívio me invadiu, aquela tensão toda tinha se dissipado, ao menos naquele momento.


- Acha mesmo que estão nos gravando?


- Acho que sim, deve ter câmeras por detrás desse espelho.


- Também naquele quadro!


Não tinha reparado que ao lado da porta tinha um quadro grande. Me virei na cama e me deitei de costas. Ficamos assim uns minutos quando Pedro se virou de lado e começou a alisar meu corpo com suas mãos.


- Você é linda mãe!


- Obrigada filho!


Pedro começou a lamber e chupar meus seios ao mesmo tempo que suas pernas se entrelaçaram com as minhas. Ele já não me buscava como um filho ou um menino, e sim da forma com que um homem busca uma mulher. Suas carícias me fizeram sentir desejada por ele, eu mesma não sabia que eu estava tão carente assim.


Como disse antes, meu filho tinha 19 anos. Tipo atlético com braços e pernas fortes. De minha parte, eu era meio baixinha, como 1,65m, sempre fui magra. Meus seios eram médios, como abacates maduros, com bicos grandes, rosados e centrados, meio que saltados para fora.


As carícias de suas mãos alisando meu corpo, seus lábios explorando o bico dos meus seios, seu cheiro, sua respiração, parecia que tudo que vinha dele me excitava, me fazia sentir mulher novamente. Apenas senti seu pau roçando a parte externa da minha coxa e vi que já estava duro novamente. Pedro foi se acomodando entre minhas pernas e se posicionou por cima de mim. De forma meio desajeitada buscou posicionar seu membro em mim, tive que ajudá-lo a acomodá-lo. Nos entreolhamos um ao outro, eu sorri para ele e disse:


- É só empurrar para dentro!


Ele então fez um movimento desajeitado e ... AFFFF .... ele meteu de uma só vez, senti dor pela forma que ele me penetrou, mas preferi aguentar. Ele aliviou a pressão e voltou a investir metendo ainda mais fundo ... senti uma pressão enorme, entrelacei minhas pernas o redor da sua cintura puxando seu corpo contra o meu, então ele repetiu o mesmo movimento uma vez mais e meteu tudo dentro de mim.


PUTZ .... tenho certeza de que vi estrelas. O abracei forte cravando minhas unhas nas costas dele. Pedro segurou dentro de mim por uns segundos, sentia seu pau cutucar o colo do meu útero. Então ele aliviou a pressão até deixar somente a cabecinha e voltou a investir fazendo seu pau duro deslizar inteiro para dentro de mim novamente. Soltei um gemido forte que retumbou nas paredes do quarto. Pedro se assustou e aliviou a pressão e com seu corpo e ainda entrelaçado ao meu, disse:


- Está tudo bem mãe?


- SI ... SIM ....


- Te machuquei?


- PODE METER FILHO ... VEM PARA MIM ... VEM ... ME COME!


Aquela metida dele me tirou do sério, ele me fez conhecer espaços do meu corpo que eu não conhecia. Assim que dei sinal verde ele não perdeu tempo e fez seu pau enorme deslizar inteiro para dentro de mim novamente, até o talo arrancando outro urro dos meus pulmões. Ele repetia esse movimento e a cada metida sentia como ele ia me alargando toda ao mesmo tempo que me invadiu uma sensação tão boa, de estar sendo comida. Não sei. Pedro me segurava forte pelos ombros enquanto fazia seu pau deslizar dentro de mim, sentia seu cheiro, sua respiração ofegante no meu pescoço, o peso do corpo dele sobre o meu, uma sensação de que não podia fazer nada exceto deixar que ele fizesse o que queria comigo. Era sensação de ser possuída por um homem, algo que que eu não conhecia, porque meu marido nunca fez eu sentir nada parecido. A cada metida que levava dele sentia como se desfizessem certas amarras do passado que me impediam de eu ser eu mesma. Me sentia completamente fora de mim mesma. Quando comecei a sentir minhas pernas formigarem ouvi meu filho soltar um urro forte bem no meu ouvido dizendo:


- AI MÃE .... AHHHH ..... MÃE .... URGHHHH ... TÔ GOZANDO DE NOVO ... ARGHHHH


O abracei com força usando braços e pernas, a cada ejaculada ele metia ainda mais fundo com força, que loucura, ele gozava e não parava de meter em mim ... como se sua vida dependesse disso. Eu gemia muito alto junto com ele, era algo que estava fora do meu controle. Será que finalmente consegui me soltar? Será que aceitei ser eu mesma? Nunca gemi assim com meu marido.


Então ele foi diminuindo a força das suas investidas até que parou de se mexer. Ficou deitado em cima de mim, sentia sua respiração ofegante no meu pescoço, seu corpo estava suado. Eu respirava ao mesmo ritmo dele, sentia como se meu coração e o dele pulsasse juntos, na mesma batida como se estivessem em ressonância.


Ficamos ali deitados nos recuperando até que ele ergueu seu corpo e acariciou meus cabelos e ainda dentro de mim disse:


- Está tudo bem?


Eu soltei um sorriso cansado, me sentia tão exausta.


- Sim ... estou bem!


Então ele saiu de cima de mim e se deitou de costas na cama bem ao meu lado. Olhei para ele sem acreditar no que meu filho tinha acabado de fazer comigo. Jamais pensei que ele fosse capaz de assim ... tão bem comida!


Estávamos assim quando vi a porta quarto se abrir e apareceu aquela mulher.


- Perfeito! Podem se vestir e eu os levo até seu quarto.


Foi tão estranho vê-la entrar no quarto, foi como se algo interrompesse um sonho bom. Queria continuar ali deitada com ele.


Assim que chegamos no quarto ela se despediu e disse:


- Descansem bem, amanhã vai ser o dia todo!


Me deitei na minha cama, me sentia tão exausta, pela tensão do dia e o relaxamento extremo típica da prática do sexo. Nem tirei o roupão, assim que me deitei cai num sono profundo.


*Publicado por vera_A no site climaxcontoseroticos.com em 22/03/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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