A viúva pediu e realizei seus desejos. Ela foi maravilhosa!
- Temas: Sexo, amizade, romance
- Publicado em: 24/03/25
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- Autoria: Dakeng
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Aos 32 anos passei por uma situação inacreditável.
Sou Thiago, moro em uma cidade com aproximadamente 12 mil habitantes, onde sou muito conhecido, prestando serviços de dia e algumas vezes até à noite conforme a necessidade do cliente.
Sou o prestativo MARIDO DE ALUGUEL. Estou sempre à disposição do cliente para troca ou reparo em chuveiro queimado, manutenção ou troca de torneiras, pequenos serviços elétricos, e as vezes com o carro da pessoa levo para consultas em hospital, médicos ou clínicas em outras cidades, enfim, tantas outras coisas.
E foi levando pessoas ao médico que minha amizade com dona Otilde foi crescendo. Dona Otilde já estava viúva há 4 anos, o marido a havia deixado em boa situação financeira. Aos domingos sempre presente na missa da Igreja central, sempre a via em quermesse ajudando, fazia parte da diretoria do Clube da Melhor Idade.
Dona Otilde era professora aposentada, 65 anos, alta, um corpo elegante e vistoso ainda pela sua idade, seus cabelos brancos realçava com seu bonito rosto, uma dama. O casal de filhos foram para a capital trabalhar em suas profissões. Ela já era avó.
Numa 4. A feira, meu compromisso era levá-la a uma Clínica Médica para exames de rotina. Uma viagem de 138 quilômetros.
E foi nessa viagem que aconteceu o inusitado. Em certo momento, ao meu lado no veículo, ela se virou e disse... Thiago, quero lhe confidenciar um assunto, mas preciso a garantia que isso permaneça em segredo para não sujar minha reputação, e posso confiar em você? O tom da voz dela me deixou intrigado e lhe respondi... Dona Otilde, com meu trabalho entro em centenas de casas e nunca saí de uma casa comentando o que vi ou conversei por lá, portanto pode, com certeza, confiar em mim, e tem mais, a senhora sempre me gratificou muito bem quando faço essas viagens para a senhora.
Então Thiago, vou abrir meu coração confiando na sua discrição. Você conheceu meu marido, era uma boa pessoa, mas era meio rude e de pouca conversa. A nossa situação sexual era insatisfatória, aquele tipo de homem que na cama sobe em cima da mulher, faz o serviço e já cai de lado, não tem beijo, não tem carícias, não tem preliminares.
Por causa da próstata piorou ainda mais, seis anos de tratamento, mesmo assim não resistiu, demorou para procurar assistência médica. Portanto, há mais de 12 anos não tive mais uma relação sexual, mesmo assim, com minha idade, sinto vontade mas não posso me expor perante aos amigos de nossa cidade. E por tudo isso, gostaria que você tivesse uma noite de amor e fizesse comigo tudo que faria com uma namorada em um Motel.
Nossa, dona Otilde, estou surpreso demais com essa conversa, sempre a respeitei e jamais pensaria numa coisa dessa, apesar da senhora ser bem cobiçada, mas a senhora não vai se arrepender? Não Thiago, não vou não, estou decidida, que quero isso, preciso disso, minha vida não pode terminar sem que eu não possa me sentir uma verdadeira mulher.
Portanto Thiago, podemos nos encontrar na 6. A feira. Você só precisa ser bem discreto para chegar em casa e vou fazer uma janta simples para nós, mas deliciosa. Chegue por volta das 19: 30 horas.
O dia chegou, coloquei a melhor roupa que tinha, me perfumei, já tinha comprado um buquê de rosas vermelhas e uma garrafa de vinho e para disfarçar levei dentro de uma sacola de supermercado. Procurei ir a pé, para o carro não chamar atenção defronte a casa dela, e por sorte chovia nesse dia e estava tudo deserto nas ruas.
Cheguei e fui recebido com beijos na face, e retribui e lhe entreguei o buquê de rosas, e ela disse... Nossa, um cavalheiro romântico e completou... Estava ansiosa, pensava que você não vinha.
A mesa já estava preparada, um jantar simples, uma lasanha com aparência deliciosa e saladas de verduras e legumes, a conversa agradável foi fluindo e a garrafa de vinho foi entornada, e com isso dona Otilde estava mais sorridente, mais solta e percebia um brilho diferente em seu olhar.
Daí ela me levou para a sala, ligou a televisão e sentamos juntos no sofá. Foi um momento complicado, ninguém sabia como iniciar, mas resolvi e acabei passando meu braço em seu ombro e a puxei para mais perto, ela sorriu e encostou sua cabeça em meu ombro. Coloquei a mão em seu rosto, trouxe-o para mim e dei-lhe um beijo de leve, ela não ofereceu resistência e então lhe dei um beijo mais longo e nossas línguas se encontraram.
Comecei a beijar seu pescoço, suas orelhas, percebi que ela ficou toda arrepiada, comecei a passar a mão por todo seu corpo, peguei a mão dela e a coloquei em meu pinto por cima da calça e ela ficou apertando e acariciando, aos poucos fui levantando sua saia longa e fui acariciando suas coxas e com suavidade por cima da calcinha acariciava sua bucetinha. A coisa estava esquentando, mas ela se levantou e disse... Thiago, aguarde um pouco, tenho que ir ali no quarto e já volto.
E logo voltou e me surpreendeu, surgiu com duas taças e uma garrafa de champanhe, mas trajando uma camisolinha preta que ia até a metade de sua belas coxas, uma calcinha preta minúscula e sem sutiã que mostrava seus seios, claro, não tão durinhos como de uma jovem mulher, mas eles eram atraentes e desejados. Meu pinto estava explodindo de tesão e disse... Meu Deus, que surpresa maravilhosa, você está linda, que lindo corpo, e ela sorriu e agradeceu.
Sentou novamente ao meu lado, deu-me uma taça, abriu a garrafa de champanhe, encheu os copos e a taça dela vinha em minha boca e a minha taça na boca dela e ela disse... Isso é para comemorar o nosso encontro e vou fazer de tudo para agradá-lo. Tomamos e colocamos as taças numa mesinha ao lado, e os amassos retornaram. Enquanto a beijava, as vezes sugando seus seios, destravei a fivela de minha cinta, me livrei do botão da calça, abaixei o zíper, coloquei ele para fora, ela deu um olhada e parece não ter ficado decepcionada com o que viu, o pegou e o acariciava. Eu alisava suas coxas, já estava com uma mão por dentro de sua minúscula calcinha e com um dedo acariciava os lábios de sua bucetinha e o grelinho, já estava encharcada pelo tesão, e no meu ouvido ela disse... Vamos para a cama que já não estou aguentando mais.
E fomos para o quarto, e ela tornou a falar o que disse durante a viagem ao médico... Faça comigo tudo o que faz quando leva uma garota ao Motel e eu sei o que tenho que fazer com você, me entregar de corpo e alma para lhe satisfazer e você faça o mesmo comigo, mas estou com medo, pois não sou mais jovem.
Ela começou a desabotoar minha camisa, beijou meus mamilos, destravou a cinta, desabotoou minha calça, a abaixou até o joelho e viu minha zorba com o volume do pinto e disse... Nossa, esse pinto está entusiasmado hein, se abaixou tirou meus sapatos, aí tirou toda a calça e jogou na cama, só faltava a zorba, e ali abaixada começou a descer a zorba e o pinto pulou para fora completamente duro e já até "babando" de tesão, pegou-o nas mãos, passou a língua na cabecinha e depois o colocou na boca e começou o vai e vem, e eu disse... Pare senão eu já vou gozar, está gostoso demais.
Completamente pelado, fui até ela, tirei sua camisolinha, abaixei e comecei a tirar sua minúscula calcinha preta, e a bucetinha estava raspadinha e lisinha, uma delícia, e dei um beijo em sua bucetinha, e nesse momento ela perguntou... Está decepcionado com meu corpo? E eu disse... Você tem um corpo espetacular, atrativo e delicioso. Peguei-a no colo e a coloquei na cama.
Comecei dando-lhe um carinhoso beijo, beijava seu pescoço, lambia sua orelha e ela ficava com os poros arrepiados, desci e mamei nos peitos dela e ela de tesão chegava a fechar os olhos. Cheguei em sua bucetinha e minha língua percorria os lábios vaginais e o grelinho, ela se contorcia... Contorcia..., colocou sua mão em minha cabeça e forçava minha boca em sua bucetinha e logo gemendo disse... Vou gozar meu Deus, tire a boca, vou gozar, eu não tirei, continuei chupando e ela toda melosa... Estou gozando outra vez, estou gozando, meu Deus que sensação maravilhosa, suas pernas tremiam, sua barriga contraía e praticamente desfaleceu com as duas gozadas simultâneas. Obrigado Thiago, você está fazendo eu me sentir novamente uma mulher.
Esperei um pouco e acabei colocando meu pinto na boca dela e ela mamou gostoso, mas gostoso mesmo, meu pinto deslizava dentro daquela boquinha. Tirei e disse a ela... Agora vou comer essa bucetinha que já há anos um pinto não entra nela. Abri suas pernas, peguei o pinto e fiquei um tempo pincelando para cima e para baixo na sua bucetinha, parei e forcei, a cabeça entrou e de leve fiz um vai e vem, e aí guardei tudo até o saco, ela gemeu. Fiquei uns 10 minutos no entra e sai, disse a ela... Agora vou tirar e gozar em seus peitos, e ela disse... Pode gozar dentro, não tem perigo, quero sentir essa porra quentinha em minhas entranhas, e aí gozei gostoso. Ali em cima dela fiquei até o pinto amolecer e quando saiu a porra escorreu para fora.
Otilde deve ter gostado muito, pois me abraçou com força e me beijava. Ali na cama ficamos conversando por uma meia hora para nos recompor. Eu a beijava, ela me beijava e começou a acariciar meu pinto que logo ficou duro de novo, ela virou de costas para mim, encostei nela, subi um pouco uma de sua pernas e comecei a meter de "conchinha" e acariciava seus peitos, bolinava seu grelinho. Parei e pedi para ela ficar de "gatão" na cama, fui por trás e enfiei até o talo e fiquei por um bom tempo no vai e vem, mas eu queria mesmo é gozar de outro jeito, fiquei de costas na cama e pedi a ela para vir por cima. Ela veio, o pinto entrou e a cavalgada começou, e que cavalgada, logo anunciou que ia gozar e gozou, continuou cavalgando por mais um tempo e acabou gozando outra vez, gozou me beijando e logo em seguida também eu disse que já ia gozar, então começou uma cavalgada mais rápida e gozei gostoso enchendo novamente sua bucetinha de porra, e disse a ela... Você é sensacional, e ela disse... Você gostou mesmo, eu... Claro que sim, você é maravilhosa.
Nova pausa, mas com carícias e beijos, ficamos ali abraçadinhos conversando, mas chegou um momento onde falei que para deixar essa noite ainda mais espetacular faltava agora o ANAL, mas só se você quiser, e ela simplesmente respondeu... Eu lhe disse que quero tudo como quando você leva uma garota para o Motel, sei que vai doer, mas será você o primeiro que vai estrear ele, meu marido nunca quis, e eu tinha curiosidade como seria um pinto entrando em meu buraquinho, mas antes quero lhe fazer um pedido e se você aceitar. Qual é esse pedido querida? Gostaria que você chupasse minha bucetinha novamente, gostei muito, a sensação de sua língua nela é maravilhosa, e eu... Claro que sim que faço... Então vou lá ao banheiro lavar ela pois anda tem porra saindo. Foi e voltou, abriu as pernas e caí de boca, ela devia gostar muito, pois logo gozou.
Aí ela perguntou para mim... Qual posição você quer que eu fique, mas vá com cuidado, seja carinhoso, pois você vai estrear um cuzinho de 65 anos que nunca foi usado. Fique de "gatão" querida, vai ser a melhor posição. Antes porém, bem de leve, comecei a passar a língua em seu cuzinho e ela trancou e disse... Nossa que gostoso, faça mais, mas eu fazendo isso ia babando no cuzinho dela para facilitar a entrada, como também cuspi na cabeça do meu pinto, coloquei no buraquinho e forcei, o pinto dobrou e não entrou, coloquei de novo, forcei e a cabecinha entrou no anel do rabinho dela, ela deu uma refugada, mas segurei no quadril e enfiei mais um pouco e ela gemeu... Está doendo muito querida... Está sim, mas continue. Foi mais um pouco e parava para ela se acostumar com tudo dentro e aí devagar comecei o vai e vem e ela já não mais reclamava e continuei o vai e vem, e para minha surpresa ela começou a tremer as pernas e disse... Meu Deus, vou gozar, sempre duvidei que uma mulher pudesse gozar pelo ânus e eu estou gozando e gozou. No vai e vem mais intenso, meu saco batia na bunda dela e acontecia aquele ... Flop... Flop e não demorou muito e enchi aquele cuzinho apertadinho de porra. O pinto foi amolecendo... Amolecendo... E acabou saindo sozinho lambuzado de porra.
Permanecemos ali na cama exaustos e nos recuperando. Fomos tomar um banho e ali nos abraçamos, nos beijamos muito, mamei seus peitinhos e ela se agachou e deu outra chupada gostosa em meu pinto amolecido e dessa vez ele não levantou, estava momentaneamente derrotado pela bucetinha e o cuzinho de dona Otilde. Perguntei a ela se tinha gostado e ela disse... Foi uma noite maravilhosa, você é realmente um "marido de aluguel", gozei várias vezes, estou com o corpo todo dolorido com essas posições de "gatão" e "cavalgando", minha bucetinha está "batendo palmas" de tanta felicidade, já estou me sentindo outra mulher, tudo o que eu queria você fez, foi amoroso e me respeitou, não me tratou como uma mulher qualquer, uma mulher vulgar.
Saí da casa dela por volta das 4 horas da manhã, com cuidado olhei para cima e para baixo na rua para ver se não tinha ninguém, nos beijamos e ela anda disse... Se eu te chamar de vez em quando para fazer algum reparo em casa, você vem e aí podemos dar uma transada rapidinha, você vem? Claro que sim, você é maravilhosa, você é uma delícia.
Transei com dona Otilde ainda por um bom tempo, e ela foi ficando mais ousada na cama. Infelizmente, ela se mudou para a capital para ficar com os filhos. Nunca a esquecerei!
*Publicado por Dakeng no site climaxcontoseroticos.com em 24/03/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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