Eu, Renata, Kátia e Mônica, a amiga fofinha

  • Temas: Sexo oral, anal, lesbianismo, menage
  • Publicado em: 30/03/25
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  • Autoria: CaioContosReal
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25. Eu, Renata, Kátia e Mônica, a amiga fofinha.

Depois do encontro com Carla durante um jantar em um restaurante, resolvi conversar com as meninas. Eu queria saber como reagiremos aos convites e os limites do nosso relacionamento.

Kátia: "Amor, nosso relacionamento não mudou nem vai mudar nada. Se aparecer algo que for bom para os três, ótimo. Se não for bom para um, não vai rolar, pronto. O bom pode ser, um casal, uma mulher ou um homem. Nosso relacionamento não é aberto como Carla pensou, não tem traição nem bom só para um. Os três ou dois tem que participar e se o terceiro não concordar, não vai rolar, certo? Fui clara. E fiquem atentos assim que voltar da Alemanha muita coisa boa vai acontecer para os três. Amor pode ficar tranquilo, não vai se separar de sua esposa, mas sua vida será outra. Renata, como advogada, está sabendo de uma parte. Mas tudo após eu conversar com minha filha. Agora vamos jantar, hoje estou com fome e elétrica."

Renata: "Concordo 100%. Amor, esta loira é apaixonada por você e eu também. " Eu: "Concordo com nosso pacto, também amo muito vocês."

Kátia: "Hoje pela manhã minha secretária perguntou como deveria proceder quando o Sr. Caio estivesse me aguardando. Porque outro dia eu estava numa reunião com os gerentes do banco e ele me aguardou por quase 2 horas. Eu tinha pedido para não ser interrompida. Eu falei para ela que a falha tinha sido minha, que a partir de hoje não existe reunião importante para o Sr. Caio. Ele chega, ela anuncia e ele entra. Disse que ele é um primo querido e que em breve terá um cargo na empresa. Trate-o muito bem. Ela: "Sim Dra." Mal sabe ela que às vezes dou para ele naquele sofá." Rimos.

Quase acabando o jantar Kátia recebe uma ligação, era a tal de Mônica, uma das seis amigas.

Kátia disse para ela se acalmar que estávamos indo busca-la. Kátia: "Meus amores vamos pagar a conta e vamos buscar Mônica" Na mesma hora outra ligação da amiga. Ela disse para esperarmos no restaurante que ela iria de Uber, parecia muito nervosa. Alguns minutos depois, uma loira de cabelos ondulados, vem até nossa mesa e abraça as amigas chorando. Em resumo, o filho tinha obrigado o pai a sair de casa e ir morar com a amante. Disse que não houve briga, mas ela não queria estar lá e o filho sugeriu que ela fosse para um hotel fazenda ou para casa se amigas. Na segunda iriam conversar mais.

Renata: "Fez muito bem, vamos para minha casa." Ela disse que não queria atrapalhar. Disse que era o fim de semana que elas teriam comigo. Kátia: "E vai ser. Ele não atrapalha em nada. O que tivermos que fazer vamos fazer. Temos duas suítes e um quarto no apartamento de Renatinha. Dormimos os três juntos. E não vai ser você que atrapalhará." Eu: "Se for melhor eu não fico lá hoje." Renata: "Vai ficar sim, você vai diverti-la com seus casos. Você é nosso equilíbrio. Vamos."

Ao chegar a Mônica tinha esquecido o pijama. Renata disse que ela usaria um dos dela que caberia. E que no sábado sairiam para comprar. Ela conversando conosco, disse que o marido havia trocado ela por outra bem mais nova. E que o filho tinha descoberto que a moça estava grávida. Eu: "Desculpa, mas que besteira ele fez. Você é uma mulher linda, elegante, educada. Eu fiz ao contrário. Troquei uma mais nova por duas velhinhas." Rimos o que deu uma amenizada no clima. Quando eu acordei, as duas já tinham levantado, escuto Morena discutindo com a visita. Era algo sobre pijamas. Sei que a amiga estava com vergonha. Mas a Renata ganhou a briga. Quando cheguei na copa para o café estavam as 3 me esperando. Kátia levantou e me beijou. Renata fez o mesmo. Mônica me deu bom dia. Assim que começamos a tomar café Kátia: "Amor, com sinceridade a Mônica é gorda e feia?" Eu: "Tenho diversas palavras que se encaixam melhor para descrever a Mônica, e nenhuma delas são essas" Renata: "Está vendo Mônica, deixa de bobagem. " Mônica: "É, mas ele não disse as outras palavras. " Kátia: "Ferrou, não devia ter questionado, amor está liberado. Pode falar." Eu: "Longe de mim constranger a amiga de vocês. Mas se insistirem." Renata: "BO é comigo, insisto." Eu: "A Mônica é muito gostosa, vou ficar por aqui, não insistam." Ela ficou vermelha. Kátia: "Insisto, o que te agrada nela, agora aguenta Moniquinha." Eu: "Posso, Renata." Renata: " Deve." Eu: "Você é bonita, cabelos ondulados lindos, lábios grossos, olhos cor de mel. Seios médios, aparentemente bonitos. Um bumbum de causar inveja, coxas grossas. Em resumo, gostosa. " Kátia: "Viu boba, você é gostosa." Renata: "Naquele dia que contamos para vocês sobre sermos um trisal. O que você pensou." Ela: "Na minha situação, me perdoem, tive inveja. Gente transar para mim é um luxo que não tenho a 2 anos e pouco. Aí vocês com estas peles ótimas me jogam na cara que transam os três. Isto se não aparecer algo a mais. Foi forte para mim."

Renata: Se fosse uma mosquinha, veria a gente transando." Ela pela primeira vez sorriu. Ela: "Veria, pousaria em cima. Já que sou mosca, ia tirar minha casquinha." Rimos muito. Eu: "Minha querida, acabo de te conhecer não leve a mal minhas palavras, mas quem tiraria casquinha era nós em você. Última vez, você é gostosa." Ela ficou vermelha novamente. Ela: "Depois desta, com este pijama apertado da Renata em mim. Fiquei até com vergonha de levantar e decepcionar o amigo." Renata: "Liga não, com certeza ele já observou o seu bumbum e se você ameaçar em levantar vamos ter problema, nosso amor ama uma bunda." Ela: "Ai Renata. Meu rosto esquentou. " Kátia: "Vai ficar aqui hoje e outra coisa vai esquentar. Hoje e amanhã você é nossa. Te amamos Moniquinha." Ela: "E agora, preciso levantar, este calção está muito apertado. Eu: "Eu vou lá para o quarto, prefiro não ver, já que vão sair e eu vou ficar sozinho, não quero ficar em apuros." Renata: "Está vendo Moniquinha este coroa é tarado. Amor vamos trazer almoço para você, só vamos comprar umas roupinhas para Moniquinha. Se comportar direitinho ganha um desfile."

Eu: "Pode deixar, não vou jogar bola na rua nem soltar papagaio. Falando sério vou aproveitar para ver o projeto que Carla mandou, depois converso com Kátia. Aproveitem." Cada uma das meninas me beijou e eu fui trabalhar no escritório de Morena.

Quase 14hs elas chegaram, trouxeram almoço para mim e me prometeram me recompensar mais tarde. Assim que almocei elas me chamaram para sala, Renata como sempre pediu para eu deitar a cabeça em suas coxas. Kátia colocou umas almofadas no chão e sentou colocando a cabeça em minhas coxas. Mônica estava sentada em outra cadeira. O dia estava muito quente então resolvemos fechar a sala e ligarmos o ar. Ninguém quis ver o filme, ficamos escutando músicas e conversando sobre a situação de Mônica. Como sempre nestes momentos as pessoas ficam sensíveis, choram, riem, ficam bravas. Mas o assunto foi ficando mais leve. Vimos que o sol já se punha, resolvemos abrir a sala e ver o pôr do sol magnífico que se via no apartamento de Morena. Kátia assou uns pães de queijo e tomamos o café da tarde. Mônica já ria de meus casos. Renata como sempre me pediu para contar um caso de quando eu fazia swing. Eu: "Pode mesmo, Moniquinha não vai ficar sem graça?" Kátia: "Não vai mais não, conversamos muito com ela. Podemos ter surpresa né Mônica?" Ela: "Ai ai, só vocês duas. Em menos de 24hs de esposa traída para...deixa para lá, conte o caso, é, nossa quase chamei o Caio de amor, de tanto vocês ficarem, amor isso, amor aquilo, amor aquilo outro. Conte querido." Eu: "Pode chamar de amor, elas não ligam. Mas estava eu e Lúcia fazendo troca com outro casal. Ela tinha um corpo bem parecido com a Mônica, bem branquinha. Ele era forte e moreno, bem-dotado e um tanto convencido. Mas eram pessoas muito legais que já conversávamos há quase um ano. Finalmente o dia do encontro. Ela era delicada, e ele mais bruto, mas sem ser ignorante. Fomos a um Motel famoso. Lá depois de um tempo abriremos os serviços. Detalhe, era a primeira troca deles e na época eles tinham 58 e ele 60 anos. Eu e Lúcia éramos bem mais novos. A mulher ficou meio sem graça de transar na frente dele e me chamou para a hidro. Tinha diferença de altura nos pisos. Nós os víamos bem, mas eles só viam as nossas cabeças. Ele pegou Lúcia, sentou no pau dele e ela cavalgava muito. Ele estava se sentindo, ela era uma delícia e novinha. Ele estava realizando um sonho. A mulher dele de levinho foi encaixando em mim. Eu mamava nos peitos enormes dela e metia com ela sentada no meu pau. Ela pediu para eu bater na sua bunda. Eu bati e ela pediu mais. Até que ela gozou e deitou no meu peito e não mexia mais. Depois do nada ela começou novamente. E ficamos assim. Ela estava doida para me dar a bunda, mas tinha medo, dele ou de dar. Lúcia não daria a bunda para ele, só dava para mim, parecido com a Renata. Descemos, ela pegou outra camisinha e colocou em mim. Ela ficou de quatro na cama que eles estavam. Ela fazia tudo tranquilamente. Parece que para tomar coragem. Levantou aquela bunda linda branquinha como deve ser a da Moniquinha - ela: olha que safado, continua - eu coloquei meu pau na entrada do cuzinho dela. E ele encostado na cabeceira e Lúcia sentada nele. A Lúcia sentiu uma dor na coxa e saiu de cima dele para mudar de posição. Ele tirou a camisinha e começou a se masturbar. Lúcia vem até mim, me acaricia e diz: "Nossa amor que cu rosinha o dela, comi ele Amor, quero ver." O cara que estava encostado na cama se masturbando e já quase gozando, assusta com o que Lúcia diz, abre os olhos e abre a boca para falar algo, só que goza. Ele gozou tão forte que um jato de porra foi direto para a boca dele. Puta que pariu ele cuspia, virava o pau para o lado. Lúcia ria, eu ria, a mulher dele ria. Não teve quem recuperasse o clima. Pagamos a conta e fomos embora."

Parecia que jogaram uma granada na sala. Renata se jogou no chão, Kátia rolava de rir. Mônica chorava de rir. Elas riram muito e eu também. Quando estou triste eu penso neste caso. Assim que recuperaram o fôlego a Mônica disse que precisava ir ao banheiro, estava passando mal de rir. Kátia: "Mônica, aproveita e toma banho como te falamos, pode fazer lá. E coloque aquela roupa." Ela: "Ai gente, vocês tem certeza. Não é loucura?" Renata: "O que falamos Moniquinha. Vai ficar aqui. Vai logo. Nós três vamos tomar banho. Em 40 min estaremos aqui na sala." Mônica voltou, sentou no braço do sofá e disse: "Naquele dia que disseram a nós sobre a situação se vocês, foi um ato de muita coragem, todas éramos muito preconceituosas. Acho que tive um sentimento misturado de preconceito e inveja. Carla, pelo olhar, o sentimento foi de admiração. Conversem com as outras duas separadamente, não me disseram nada, mas o que pensei elas pensaram. Sei que para vocês não vai mudar nada, mas conversem. Eu, estou maravilhada com a convivência de vocês. São alegres, unidos, amorosos, íntegros e independentes. O sexo devia ser assim para todo mundo, mas esta regra da sociedade nos castra. Vou defender vocês contra qualquer preconceito. Vivam, deixem as pessoas sem graça e amargas, como eu era até ontem, para lá. São insignificantes. Eu sempre amei as duas, amo ainda mais. E ganhei um amigo, o mais alegre e sincero. Desculpa. Vou tomar meu banho." Elas correram em direção da amiga chorando, a beijaram e abraçaram. Confesso que um cisco caiu nos meus olhos. "

E fomos tomar banho. As duas estavam emocionadas, choravam e se abraçavam. Eu logo saí deixando as duas lá dentro. Renata e Kátia tinham a mania de deixar a roupa que elas queriam que eu usasse dobrada sobre a cama. Tinha apenas um calção largo e curto e uma camiseta básica. Pensei que estavam mal-intencionadas. Elas demoram no banheiro sinal que estavam fazendo uma higiene mais elaborada. Foram direto para o closet. Saíram lindas, maquiadas, cheirosas e de babydoll. Kátia sentou no meu colo e disse: "Não preciso dizer, mas seja ainda mais amoroso com Mônica. Marque este dia na vida dela. Te amo!" Renata: "Amor, confio em você. Te amo. Vamos para a sala esperar Moniquinha. "

Passados uns 5 minutos Mônica apareceu na sala. Estava deslumbrante, usava um babydoll vermelho, com alguma transparência. Os seus seios não eram grandes como pensei, eram médios. Sua xoxota era alta, seu bumbum era redondo e muito grande. Ela não era magra, tinha um corpo grande e lindo. Sua pele era muito branca. Ainda não vi sua xoxota como está. O conjunto era harmonioso. Levantei, fui em direção a ela, segurei sua mão, puxei para junto de mim, lhe dei um beijo na face, a conduzi até o centro da sala e comecei a dançar com ela. Ela me olhava dentro dos olhos. Eu:" Está confortável? " Ela: Sim, achei que estaria travada, achei que teria de tomar algo forte, mas não, estou tranquila, me sinto segura com vocês, me sinto protegida." Eu: "Fico feliz. Você dança bem, tem um molejo gostoso. Eu já te disse hoje, mas vou repetir, você tem um belo corpo, os seus seios são lindos, seu bumbum é espetacular, agora eu confirmo, gostosa." Ela: "Você é muito gentil. Suas noivas me disseram que você me trataria com muito carinho. Você, Caio, é um cavalheiro. " Eu: "Sempre vai depender do momento, hoje quero que me deixe te conduzir. Quero saborear este momento, quero sentir seu cheiro, seu sabor, a maciez de sua pele. Você é um tesão de mulher." Ela: "Em falar em tesão, tem algo vivo entre nós dois, e está deixando alguém que eu achava que estava morta, muito viva e quente." Eu: "Me dê o prazer de te beijar, sentir seus lábios." Ela colocou os lábios suavemente nos meus - nesta hora senti um tremor em seu corpo, uma leve alteração na sua respiração - apertou seu corpo ainda mais no meu e ofereceu sua língua a mim, eu a sugava lentamente, começamos a explorar cada um a boca do outro. Deixei minha mão descer até suas nádegas e apertei fortemente a puxando contra mim. Ela se esfregou em mim como se estivesse errado um passo de dança. Eu coloquei minha boca em seu pescoço e fui dando pequenos e rápidos beijos. Senti mais um tremor no seu corpo, desta vez mais intenso, e um acelerar de sua respiração. Ela: "Que presente minhas amigas me deram. Que presente. Como posso retribuir a elas." Eu: "Fácil, elas ficaram felizes vendo a amiga gozar." Ela: "Já podem ficar felizes, eu já gozei silenciosamente. Entre minhas coxas já está molhada." Eu: "Vamos para a cama, preciso fazer algo com você, que só faço com pessoas especiais. " Ela: "Chame as meninas, sei que Kátia não te perde de vista, mas eu também não perderia." Elas estavam dançando no mesmo ritmo que nós. Eu: "Meus amores, vamos para o quarto?" Kátia: "Vai na frente, estamos namorando. Depois vamos." Chegando no quarto eu disse: "O que espera que aconteça, aqui? " Ela: "Tudo, tudo que você queira me dar." Eu: "Vou tirar sua roupa, finalmente vou ver seus seios e sua xoxota. Vou apagar as luzes e quero que se concentre no toque que irá receber." Tirei sua blusa e vi aqueles lindos seios, com auréolas e bicos rosa. Beijei e acariciei os seus seios. Tirei sua calcinha e descobri uma xoxota alta que tinha apenas um risquinho. Virei ela e encostei meu pau na sua bunda e apertei. Ela: "Nossa, já estou com vergonha de tão molhada minha xoxota está." Eu passei a mão entre as suas pernas e estava encharcada. Eu alisei sua xoxota e ela dava pequenos espasmos e mordia os lábios. Deitei ela de barriga para cima, beijei os seus olhos e comecei a fazer minha mão deslizar pelos seus seios. A princípio ela sentiria o toque de minhas mãos. Depois ela não saberia se eu estava tocando ou não. Sentiria a eletricidade da palma das minhas mãos, percorrer o seu corpo. Eu sempre começava pelos seios. Assim fiz. Ela começou a respirar pela boca, puxava o ar e soltava soprando. Estas respirações foram acelerando. Vi que já podia ir descendo pelo seu corpo. Passei minhas mãos em cada cm daquele corpo. Quando cheguei perto de sua xoxota eu notei o quanto ela estava lisinha. Deixei minha mão deslizar sobre o seu ventre. Nesta hora ela ameaçou levantar seu tronco, soprou sua respiração com mais força, balançou a cabeça de um lado para o outro e levantou os quadris empurrando minha mão ao encontro de sua xoxota. Desci meu corpo, afastei suas coxas e com a ponta da língua fui explorando sua grutinha. A cada toque era um movimento dos quadris. Enfiava mais forte a língua e escutava um sopro mais forte. Ela era silenciosa para gozar. Logo senti mais do seu mel na minha boca. Era muito. Quanto mais eu sugava mais saia. Deitei ao seu lado e lhe beijei. Ela estava entregue. Eu beijava e sugava os seus seios. Ela levou pela primeira vez a mão no meu pau. Segurou firme e estremeceu novamente. Parece que reaprendia tudo. Afrouxou a mão e começou a me punhetar com suaves movimentos. Virei ela de bruços, interrompendo sua punheta, comecei a passar minhas mãos na sua bunda branquinha e enorme. Ela começou a arrepiar. Mais uns minutos e ela já se esfregava na cama. Comecei a escutar os sopros dela e o arrepio não passava. Fui até seu rosto e a beijei enquanto acariciava suas costas. Voltei com as mãos até seu bumbum e pela primeira vez escutei sua voz. Ela: "Amor, me beija" Eu voltei a colocar minha boca junto a dela e a beijei. Era tudo em câmara lenta. Comecei a acariciar sua nuca. Ela parou de me beijar e começou a se esfregar na cama e a soprar o ar. Eu mordi sua nuca e ela gemeu, era o primeiro gemido alto dela. Desci da cama, puxei o seu corpo ainda de bruços para a beirada. Coloquei dois travesseiros embaixo dela, abri suas nádegas e explorei seu cuzinho rosa. Ela tinha usado algo que tinha o gosto e o cheiro de canela. Era o mesmo cheiro de minhas mulheres. Eu lambia e ela gemia bem baixinho. Eu comecei a enfiar a língua no seu ânus e ela começou a rebolar. De novo escuto a vozinha melosa dela: "Amor, está gostoso, tá muito bom." Era o sinal. Peguei o meu pau e esfreguei em sua xoxota. Ela levantava o corpo. Eu enfiava e tirava de sua xoxota ensopada. Todo o lençol embaixo dela estava molhado. Eu pensava, como uma mulher goza tanto praticamente em silêncio. Me deu muita vontade de chupar novamente aquela xoxota. Chupei, mas chupei muito. Achei seu grelinho e suguei ele. Não cansava de chupar aquela xoxota. Ela gemia um pouco mais alto. Voltei a colocar e tirar de sua xoxota. Enfiava e tirava. Coloquei ele na entrada de seu cuzinho para ver sua reação. Meu único pensamento era gozar naquela bunda. Para minha alegria ela deu uma reboladinha. A senha. Fui empurrando devagar, não usei lubrificante, seu cuzinho estava molhado de minha chupada e de seu gozo. Meu pau estava lubrificado por seu mel. Empurrei mais. Escutei sopros, escutei gemidos e mais escutei ela mandando eu empurrar. Aí meus amigos, empurrei tudo que eu tinha de pau naquela bunda incrivelmente grande e linda. Era um tesão. Ela começou a rebolar e eu a meter. Ela rebolava e eu metia. Ela devagar colocou dois dedos em sua xoxota e segundos depois eu vi escorrendo mais gozo. Era incrível a maneira dela gozar. Eu anunciei que tinha que gozar. Ela: "Goza, meu amor, goza, goza gostoso no meu rabo." Senti uma corrente elétrica passando pela minha espinha e urrei e gozei dentro daquela bunda magnifica. Tenho certeza que minhas mulheres escutaram o meu urro. Eu ainda sentia uma corrente elétrica passando pelo meu corpo. Parecia um calafrio. Fui soltando suas nádegas e tirando meu pau. Ela disse que eu tinha enchido seu cuzinho de porra. Fui até ela e deitei ao seu lado. Ela virou para mim e ficou olhando dentro dos meus olhos. Pegou no meu queixo e me beijou, foi aumentando o ritmo do beijo. Passou a explorar com força a minha boca. Depois voltou a olhar para mim e disse: "Segunda quando encontrar meu filho vou abraçar tanto ele, vou beijá-lo tanto. No final, ele sem querer me deu um dos maiores presentes da minha vida. Principalmente nos últimos 40 anos, só o nascimento dele foi maior. Kátia e Renata vão ganhar meu beijo hoje. Você meu amigo, meu amado amigo, me fez sentir mulher, desejada, amada, gostosa. Sei de sua fama, de comedor de rabo. Mas elas me avisaram, ele pode te tratar como princesa, mesmo comendo sua bunda ou pode te foder como uma puta. Nunca saberá porque, mas ele sabe. Obrigado, hoje fui sua princesa." Eu: "Era o que você precisa, tinha que se sentir segura. Me fale uma coisa, você gozou muito ou estou louco?" Ela: "Gozei muito, desde lá na sala, gozei dançando. Foi maravilhoso. Estou com vergonha das meninas, olha o lençol, está todo molhado. Renata vai ficar brava." Eu: "Ela vai estar feliz. Em falar nisso, onde estão elas. Vamos lá." Fomos bem devagar, A cena era linda. Kátia sugava os seios de Renata que apertava o bumbum de Kátia. Mônica me puxou para dentro e voltamos para a cama molhada. Pegamos outro lençol e colocamos na cama. Deitamos abraçados e dormimos. Acordamos com Renata nos chamando: "Os pombinhos precisam comer algo. " Não tínhamos noção das horas. Renata já tinha colocado a mesa com salgados e frutas. Eu: "Vocês não foram até nós. Aí viemos e vocês estavam fazendo amor. Voltamos e dormimos." Katia: "Amor, você é fantástico, tem uma inteligência espetacular. Mas não entendeu que você está por conta de nossa amiga. A noite é de vocês. Eu e Renata também estamos nos divertindo. Você sabe o quanto gostamos de transar só nós duas. Quantas vezes ficou só olhando. Mesmo que depois eu queira dar para você, eu e Renatinha gostamos de namorar. " Eu: "Entendi. Mas não fecha. Você não foi sentar no meu colo. Mônica goza muito do seu prestígio." Ela saiu da cadeira dela e me beijou, sentou no meu colo e disse: "Ganhei meu dia, meu amor sentiu minha falta." Me beijou e ficou sentada no meu colo. Olhou para a amiga e disse: "Fala mulher, fala, conta o que rolou." Mônica: "Ele é tudo e muito mais do que me falaram. Gozei, sei lá, muitas vezes. Inclusive tive que trocar o lençol, viu Renata. Estou morrendo de vergonha, encharquei sua cama. Estou vermelha mas vou falar. Ele comeu minha bunda e foi de uma delicadeza que eu gozava a cada movimento dele. Tomando literalmente no rabo e gozando. Esperei por isso 40 anos. Disse ao Caio que foi primeiro um presente do meu filho depois de minhas melhores amigas. Sabe o que é mais legal disso tudo. É que sei que se na segunda eu encontrar com ele, vai apenas me cumprimentar. Como vocês conseguiram isso? " Renata: "Sabíamos que ele lhe proporcionaria este prazer. Aquele urro que ele deu quando gozou, foi comemorado por mim e Branquinha. É a marca do meu amor. Só urra quando goza com muito prazer. Ele dedicou a você porque ele sabia que queríamos isso dele. Você, gozou, ele gozou, eu gozei e Kátia gozou. Estamos aqui falando naturalmente do assunto. Sabemos que ele continua nos amando, ele sabe que o amamos. Não houve traição, tudo consentido, se uma não quisesse você não tinha a menor chance com ele. Porque complicamos tanto algo tão simples. E eu quase o matei por ciúmes. Este caso você já sabe. Olha o quanto eu perdi. Só ganhei meus filhos. Meus amores. E eles já respeitam o Caio e sempre respeitaram a Comadre. É lindo! E hoje por toda a noite ele é seu. Eu e Kátia vamos dormir na outra suíte, molhe mais lençóis minha amiga, eu tenho muitos. Hoje resolvemos mostrar para você que pode ter prazer e não ser dono de ninguém. Negocie, converse, não deu, vá embora." Kátia: "Daqui a uma hora ele vai te fazer gozar muito. Cuide dele, cuide muito bem dele. Ele mudou minha vida, você sabe disso. E hoje você vai ficar diferente. "

Eu: "Nossa, só agradeço meus amores. Agora vamos para a sala, tenho casos para contar. Querem de sexo ou trivialidades?" Contei uma história de sexo, não divertida mais interessante. Elas tinham me dito que com Mônica eu seria o único a encostar nela. Pelas conversas que tiveram a vida toda ela repudiaria sexo com mulheres. Então deixaram ela à vontade comigo. Mas depois do meu caso. Elas ficaram meio acesas. Nem Katia e nem Renata fizeram qualquer menção de tocar em Moniquinha. Eu estava dançando com Morena, Kátia sentada na namoradeira e Mônica deitada no sofá. Renata estava com uma camisolinha curtinha que eu adorava. Eu aproveitei para dançar com ela. Trocamos beijos, e eu passava a mão na bunda dela.

Renata sussurrou no meu ouvido: "Amor, seu pau está muito duro, tadinha de minha amiga Moniquinha." Eu: "Amor, você está tão gostosa. Eu queria fazer amor com você. Adorei a Mônica, mas estou tarado no seu bumbum. Como você ficou gostosa." Ela me beijou e disse para a Mônica: "Moniquinha, pegue o seu macho emprestado, ele está quase me convencendo a fazer amor com ele." Mônica: "Porque não vamos os quatro fazer amor juntos." Renata: "Mas você tem aversão a mulheres te tocar. E nós respeitamos." Ela: "Você falou da Mônica sem graça e amarga que faleceu ontem. Hoje sou a Mônica que viu como as amigas são felizes, a que fez amor e gozou inúmeras vezes com um amigo fantástico. Um amigo carinhoso, que entendeu o que eu precisava. Talvez ele tenha me feito ver ou lembrar de como o sexo é bom quando é feito com a pessoa certa. Este amigo que deu uma gozada tão forte que senti cada jato bater dentro de mim. Ele me beijou me abraçou, me encheu de carrinho e quis saber onde vocês estavam. Viu vocês fazendo amor e ficou muito feliz. É justo separar ele de vocês? É justo causar aflição na Kátia? É justo separar você de seu amor? Não. Então eu quero experimentar outras formas de amor." Kátia: " Poxa Mônica que surpresa, estou muito feliz. Quanto a minha aflição é verdade. Me responda, não é fácil gostar dele?" Ela: "Facinho, facinho."

Renata: "Posso te tocar?" Ela: "Deve e muito, quero tudo, você, Kátia e Caio. Vamos para o quarto, o lençol é mais fácil de trocar do que mandar lavar o sofá." Assim que chegamos no quarto Renata abraçou a amiga e deu um selinho nela. Mônica puxou Morena e deu um beijo de língua nela. Kátia foi atrás de Mônica e ficou acariciando a amiga. As três deitaram e eu sentei na poltrona de leitura de Renata. Elas se revezaram nos beijos em Mônica. Kátia começou a beijar os seios da amiga que imediatamente começou a se esfregar na cama. Renata desceu, abriu as pernas de Mônica e começou a lamber os pés da amiga até atingir suas coxas grossas, rapidamente estava passando sua língua na xoxota da amiga. Mônica começou a rebolar na boca de Morena e soprar, Kátia mamava os peitos dela alternando com beijos no pescoço. Renata: "Olha amor, ela já gozou na minha boca, que delícia. Olha, está escorrendo o melzinho dela. Que amiga safada." Mônica: "Eu estou tendo sucessivos orgasmos. Kátia me dá sua xoxota. Vai ser a minha primeira. Aí Morena, aí Morena, vou gozar." Morena dava mordidas e enfiava a língua e vinha explorando a xoxota de dentro para fora. Ela chupava a xoxota de Kátia que rebolava na amiga. Kátia deitou sobre a amiga e esfregava a sua xoxota e o cuzinho na boca dela. Ela enfiou a língua no cuzinho lindo da minha mulher. Kátia tremeu, eu sabia que Mônica estava provando o primeiro gozo de uma mulher em sua boca. Meu pau parecia que ia explodir. Renata tirou a boca da xoxota de Mônica e veio até mim. Kátia aproveitou e começou um 69 com a amiga. Morena tirou o meu short e sentou com aquela xoxota quente e molhada. Segurou nos braços da cadeira e levantava e abaixava apertando sua vagina no meu pau. Ela tirou sua xoxota do meu pau, tirou uma das mãos dos braços da cadeira e posicionou meu pau no seu cuzinho. Foi descendo e rebolando até entrar todinho no seu cuzinho. Aí ficou apertando ele com o seu ânus. Subiu o corpo até a cabeça ser toda exposta e soltou o corpo até sentar no meu colo. Rebolava e tocava uma siririca. Ela gemeu e gozou muito. Tirou meu pau do seu cu, virou para mim, me beijou e disse para eu comer a buceta de Mônica e gozar nela. Eu fui até Mônica que já havia molhado outro lençol e coloquei meu pau junto com a língua de Kátia. Fui empurrando e entrou fácil. Kátia passou a chupar o grelo da amiga. Comecei a meter naquela buceta vermelha. Mônica que gozava em silêncio desta vez gemeu e falou: "Ai, vou gozar, estou tremendo, vou gozar. Goza Caio, goza comigo. Vou gozar." Eu gozei muito na xoxota quente de Mônica." Meio bambo fui abraçado pela Renata. Logo ela e Kátia chupavam a minha porra e o gozo de Mônica. Mônica ainda gozou mais. Foi uma foda do caralho.

Kátia e Renata ficaram acariciando a amiga. Kátia levantou, sentou no meu colo e disse que no domingo eu seria só dela.

Mônica ainda transou com as meninas e Kátia gozou comigo.

Votem e comentem.

Bjs

*Publicado por CaioContosReal no site climaxcontoseroticos.com em 30/03/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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