Uma última viagem de Táxi

  • Temas: novinha, velho, exibicionismo, taxista, interracial, submissão
  • Publicado em: 02/07/25
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  • Autoria: Liviamor
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Private Muse

Depois da minha primeira dupla penetração, que na verdade acabou virando um gangbang surpresa, eu já não era capaz de ter nenhum relacionamento normal, estava deturpada e sentia que eu nunca seria mulher de um homem só, minha mente estava toda estragada com esses desejos, o que eu sentia evoluía de forma cada vez mais intensa e ousada. Meu comportamento tinha mudado bastante, estava até usando algumas roupas curtas no dia a dia, peças que nunca teria coragem de usar há poucos meses atrás, mas usava somente para ir em locais próximos ou quando saía de casa sozinha. Já na escola, não tinha como, eu ainda me comportava por medo das consequências que meus desejos poderiam causa. Uma coisa também ficou muito evidente, eu não tinha nenhum tipo de desejo com meninos da minha idade. Dessa forma, eu diariamente usava uma máscara que escondia o que estava me tornando, a maioria me via como uma menina tímida, introvertida e inocente, somente aqueles homens mais velhos que tiveram contato comigo sabiam o que eu era de verdade, uma vadia sem vergonha, que adora um sexo intenso, submissa e que gosta de se exibir. Essas seriam as duas máscaras que, com muita dificuldade, uso até nos dias de hoje.


Mas depois dessa viagem absurda em que não só aceitei, mas deixei quatro homens fazerem o que quiser comigo, revezando meu corpo como um pedaço de carne durante mais de oito horas, as coisas mudaram de rumo. Porém, as viagens de táxi para minha cidade foram poucas, mas quase todo dia o Nivaldo mandava um taxista diferente me buscar na saída da escola ou do cursinho. Eu estava tendo encontros sexuais com quatro a sete parceiros diferentes toda semana, todos eles sendo taxistas que iam me buscar e que sempre estavam cientes de que poderiam transar comigo antes de me deixar no meu destino. Era rápido e prazeroso, eu sempre tinha regras a cumprir, o Nivaldo me dizia o que eu deveria fazer em cada táxi que eu entrava e uma vez dentro, eu ia direto ao ponto, sem enrolar. Mas só isso não matava a minha vontade, o que eu realmente queria era fazer mais daquelas viagens com um monte de homem dentro do carro, eu chegava até a implorar para ele marcar esse tipo de viagem para mim, mas não era fácil acontecer.


Teve um dia que ele mandou uma mensagem perguntando se eu queria ir para minha cidade no próximo final de semana, disse que tinha uma surpresa e que iria gostar. Eu não contive a felicidade, pois era exatamente o tipo de coisa que eu queria. Nesse dia, a chama e o desejo de pecar já tinham se apoderado de mim, eu estava nua frente ao espelho, admirando a minha própria imagem e alimentando meu lado narcisista, experimentando vestidos curtos e saias minúsculas para mais uma madrugada de pecado. De forma mais ousada, vesti apenas meu cardigan preto para esconder a indecência do meu corpo nu, apenas ele e nada mais, sem calças, camiseta, meias, sutiã ou calcinha. Eu iria entrar dentro do táxi apenas desse jeito. Antes, eu provocaria os homens que iriam sentados ao meu lado, até pararmos em um motel, onde teriam a liberdade de realizar os seus desejos mais profundos, mas eu estava viciada na facilidade de já chegar dentro do táxi já me entregando. Então, tirei meu casaco assim que entrei e comecei a servi-los, já caindo de boca em um deles, eu já não conseguia me conter. Só que para essa viagem, os planos eram outros, quando chegamos em Campinas, o Nivaldo pediu para que eu pegasse o celular dele e ligasse para um número.


- Nivaldo: Rogério? ... E aí, cara, tranquilo? Parabéns, cara, já eu estou chegando aí com seu presente.


Ele desligou o celular e me devolveu o aparelho.


- Nivaldo: Livia, hoje é aniversário do meu primo, ele mora aqui em Campinas, vamos dar uma passadinha rápida lá só para entregar o presente dele, tudo bem?


- Eu: Tudo bem, sem problema... Preciso fazer alguma coisa?


- Nivaldo: Bem... Você pode fazer o que quiser. Hehe.


Em poucos minutos chegamos à casa desse primo dele, eram quase duas horas da madrugada. Naquele momento, todos desceram do carro e foram em direção à porta, sobrando apenas meu taxista e eu, que logo me chamou para segui-lo. Meu coração bateu mais forte quando ouvi o barulho de algumas pessoas conversando dentro daquela casa. Assim que entrei, eu me senti diferente por estar com apenas aquele cardigã cobrindo o meu corpo.


- Nivaldo: Livia... Sobe a escada e vai até a última porta, tem um quarto com um banheiro, toma um banho lá e fica bem limpinha. Já eu subo para te buscar.


- Eu: Ei, o que está acontecendo?


- Nivaldo: Relaxa, vadia, é só uma paradinha.


- Eu: Mas devo me preocupar?


- Nivaldo: Só relaxa. Sobe lá que vou pegar uma toalha para você.


Obediente, fiz o que foi me sugerido e fui até o banheiro, liguei o chuveiro e comecei a tomar banho naquela casa desconhecida. Passados alguns minutos, o Nivaldo bateu na porta do banheiro, ele entrou e me deixou uma toalha. Mais alguns minutos de banho, desliguei o chuveiro, comecei a me secar e assim que saí do banheiro, o Nivaldo me pegou pelo braço e me empurrou para o quarto que estava logo ao lado.


- Nivaldo: Aí, Rogério, essa aqui é o seu presente, trouxe para você comer.


Ele puxou minha toalha, me deixando nua na frente daquele outro homem, ele me despiu e me jogou em direção ao seu primo e saiu do quarto sem falar nada. Aquele homem me olhou de cima para baixo, deu uma rodeada em mim, apertou minha bunda e sorriu.


- Rogério: Então você é a putinha de quem ele sempre fala?


- Eu: Bem... Depende, o que ele falou?


- Rogério: Falou muitas coisas.


Eu não era inocente, já sabia o porquê de eu estar ali, eu dei uma afastada dele e me aproximei da cama de solteiro que estava naquele quarto, ele ficou apenas me olhando e coçando o pau por cima das calças, então coloquei meus joelhos sobre a beira da cama e fiquei de quatro, mostrando a minha boceta e balançando a bunda.


- Eu: Você vem?


- Rogério: Então é uma puta mesmo.


- Eu: Enquanto me come, por que não me conta o que ele te falou sobre mim?


- Rogério: Duvido de algumas coisas... Quanto ele está te pagando?


- Eu: Bem... Até hoje nada... Posso garantir que minha boceta sempre foi de graça. Haha.


- Rogério: Então você vai deixar eu encher sua boceta de porra?


Ele tirou a camisa e se posicionou atrás de mim, deu um forte e gostoso tapa em minha bunda, abaixou e começou a me chupar.


- Eu: Hmmm... Você quer... Me levar para a minha cidade... E me foder no caminho?


- Rogério: Não quero te levar... Quero só comer essa boceta rosadinha sua... Gostosa...


Ele enfiou um dedo na minha xoxota e começou a me masturbar lentamente.


- Rogério: Tem problema em só te comer?


- Eu: Claro que não... Pode socar o que quiser em mim... Pode até me encher de porra...


- Rogério: Ele me contou que já te comeu várias vezes... E que levou vários amigos junto para te foder gostoso. É verdade?


- Eu: Sim... Mas eu quero bem mais... Ahhhh.... Ele levou vários... Sou a putinha dele... Hmmmm...


- Rogério: Então você gosta de dar para vários?


- Eu: Hmmm.... Sempre... Adoro vários montando em mim... Ahhhh...


Após, ele se levantou e subiu na cama na minha frente, retirou a calça e botou o pau para fora, batendo a cabeça bem na minha cara, já estava até com aquele caldinho salgado na ponta.


Diferente das vezes que comecei com delicadeza, dessa vez fui chupando com tudo, com muita sede e com o coração ardente, na primeira chupada que dei ele já me pegou pelo cabelo e me puxou, enterrou aquele caralho todo no fundo de minha garganta, me deixando até mesmo com ânsia e sem ar, o pau dele entrando daquele jeito era tão delicioso que deixei ele botar tudo aquilo dentro de mim sem qualquer resistência. Aquele pau em minha boca era roliço e comprido, dava pra sentir aquelas veias grandes e grossas com o passar da língua, o meu maxilar se esforçava pra abrir totalmente enquando ele socava o mais fundo possível em minha garganta, ele me puxava cada vez com mais força e segurava tudo que podia na minha boca, me impedindo de respirar. Ele não parecia se importar com o que fazia comigo, era mais violento e dominante do que o Nivaldo. Quando me senti sufocada, desesperada, eu tentava me soltar e ele não deixava, sua rola dura arregaçava minha garganta e bloqueava minha respiração. Ele só tirou tudo aquilo de dentro de mim quando eu estava ficando roxa.


- Rogério: Você é uma putinha bem treinada mesmo.


- Eu: Nossa, caralho, você tá louco? Aahhhh.... Assim você me mata...


- Rogério: Vem, sua putinha... Vamos lá embaixo um pouquinho...


- Eu: O que? Agora? Mas não vai me comer primeiro?


- Rogério: Agora não, quero desfilar com você lá embaixo antes de te comer, meu primo disse que você gosta de mostrar sua boceta para os outros.


- Eu: De jeito nenhum, ali tem bem mais pessoas do que eu estou acostumada...


- Rogério: Vadia linda, não se preocupa, ninguém vai lembrar de você depois.


- Eu: Não sei... Não sei se tenho coragem... Cadê o meu casaco?


- Rogério: Acho que ele levou quando saiu... Mas aqui ó... Vai enrolada nessa toalha mesmo.


- Eu: ASSIM NÃO, DE JEITO NENHUM.


- Rogério: Vai sim, vamos logo.


- Eu: Só com essa toalha?... Assim você me mata de vergonha.


Não sabia a quantidade de pessoas que tinham lá embaixo, pelas vozes não pareciam ser muitas, mas estavam bêbadas. Eu me enrolei na toalha e desci com ele, que me segurava pelo cabelo como uma puta domada. Aquilo era diferente para mim, não estava sendo abusada dentro de um táxi ou em um motel, era na casa de um desconhecido. Ele foi me arrastando pela casa até chegarmos à cozinha, onde ele pegou uma cerveja e depois me levou para o sofá. Aqueles que estavam lá ficavam só olhando como se eu fosse um tipo de atração, alguns pareciam até não se importar com minha presença, como se fosse algo normal. Algumas mulheres me olhavam com grande desprezo. Depois de ser arrastada da cozinha para a sala, ele tirou alguns do sofá e sentamos nele, depois me puxou bem perto para me beijar, aquela toalha revelava o bastante de mim para todos. A vergonha era grande, mas estava tão excitada que não cheguei a me preocupar.


- Rogério: Parece que gostou de desfilar desse jeito.


- Eu: Olha... é uma sensação diferente.


- Rogério: Eu poderia chamar uns amigos e fazer algo legal para você.


- Eu: Sei... "Uns amigos", quantos?


- Rogério: Depende... Hehe, quantos você aguenta?


- Eu: Olha, sinceramente, eu não sei.


- Rogério: Tô falando sério. Quantos você aguenta?


- Eu: O máximo que fiz foi com quatro e até dei uma apagada. Tirando as marcas que eles me deixaram... Haha


- Rogério: Meu primo falou que você gosta de levar muita rola, que tal o dobro, uns oito só para você. O que acha?


- Eu: OITO? HAHA. Se com quatro fiquei daquele jeito... Imagina com oito, HAHAHA.


Ficamos ali mais um tempo jogando conversa fora e falando mais sobre mim, sobre o que eu gostava. Até o momento em que ele não aguentou mais.


- Rogério: Mas chega de conversa, vamos subir que eu quero meter em você, o Nivaldo disse que você gosta com força. Certo?


- Eu: Hmm... Eu amo quando me pegam com força...


Levantei do sofá e fui acompanhando-o até o quarto, em meio aos olhares de quem estava lá. Quando chegamos lá em cima, ele nem mesmo fechou a porta, só me deitou na cama e depois tirou as calças. Fiquei deitada na beirada e de barriga para cima, ele ergueu minhas pernas para o alto, botou a cabeça do pau em direção à minha boceta e começou a me comer.


- Rogério: Então, meu primo dizia a verdade sobre você, vadia safada...


- Eu: Hmm.... Isso... Me come... Me fode...


- Rogério: Sabe o que você é?


- Eu: Hmmm... Eu sei, sou sua puta... Sua vadia... Mete gostoso em mim... Ahhhh...


- Rogério: Geme alto, sua vadia... Geme mais alto para todo mundo que está lá embaixo ouvir...


- Eu: HMMM... SOU SUA PUTA, EU SOU SUA VADIA... ME FODE COM FORÇA... ACABA COMIGO, SEU FILHO DA PUTA... AHHHHH....


- Rogério: Isso mesmo, sua putinha,... Quer seu leitinho... Quer?


- Eu: DÁ SUA PORRA PARA MIM... ENCHE SUA VADIA DE PORRA.... HMMMMM...


- Rogério: Ahhhhhhh... Toma sua porra... Vadia...


Aquela sensação quente ia fluindo dentro de mim, ele despejou aquela porra toda bem no fundo da minha boceta, seu pau duro e grosso pulsava o mais profundo que conseguia em minha boceta.


- Rogério: Já eu tiro ele de dentro de você... Só ter certeza de que ficou tudo bem no fundo. Hehe.


- Eu: Hmmm... Que pena que já saiu... Queria mais. Haha


- Rogério: Quando eu tirar... Você vai lá buscar uma cerveja para mim. Hehe


- Eu: Ah não... Lá embaixo de novo?


- Rogério: Vai sim... Mas vai sem se limpar e sem usar nada...


- Eu: Sem toalha... De jeito nenhum...


Ele tirou o pau de mim e me puxou para ficar em pé, quando levantei, ele pegou uma de minhas pernas e ergueu, esperando sua porra escorrer.


- Rogério: Agora sim... Vai lá desfilar com minha porra.


- Eu: Haha... Sem toalha, não.


- Rogério: Vai logo.


Ele me deu um tapa na bunda e me empurrou para fora do quarto, me forçando a descer as escadas. Sem usar nada para cobrir meu corpo, fui em direção à cozinha escorrendo porra pelo caminho, eu tentava me cobrir com as mãos, aqueles pessoas me olhavam da cabeça aos pés, foi vergonhoso e embaraçoso, nunca pensei que me exibiria dessa forma, com tantos olhos em mim. Mas, sem perceber, eu não estava mais me importando em andar nua na frente daqueles desconhecidos, foi uma experiência diferente, ter meu corpo vazando aquele leite branco e pastoso é melhor que o anonimato dentro de quatro paredes.


Na volta, quando cheguei no quarto, além do Rogério, o Nivaldo estava lá nu e de pau duro esperando para me comer. Fui colocada de quatro na cama e ele veio com tudo, me fez gritar igual uma vadia entre aquelas quatro paredes, enquanto ele me fodia com gosto, o primo dele socou o pau na minha boca, aqueles dois negros me fodiam com força, um socava dentro da minha boca ou o outro dentro da minha boceta molhada e cheia de porra, usaram toda força que podiam, revezaram e abusaram até do meu cu com a mesma força que foderam a minha boceta.


Depois de todo abuso, quando vi as horas, eu estava exausta. Por convite do Rogério, decidi ficar lá mais um pouco e seguir viagem apenas pela manhã. Passei aquela noite com negões me fodendo toda vez que tinham vontade, o cansaço não impediu nenhum dos dois de continuar metendo em mim. Só consegui tirar um cochilo quando os dois não aguentaram mais.


Quando acordei, eram quase 11 horas da manhã. Desesperada, fui procurando o Nivaldo para a gente ir embora, mas meu susto foi quando estava apenas o Rogério e eu na casa. O Nivaldo simplesmente me deixou lá e voltou para São Paulo. Quando perguntei sobre minhas coisas, o Rogério disse que ele não deixou nada lá, pedi o celular e liguei para o Nivaldo, que disse para aproveitar e que me buscaria só no domingo. Fui abandonada pelada na casa de um cara que eu não conhecia, em outra cidade e sem poder fazer qualquer coisa a respeito. Enquanto eu entrava em desespero, o Rogério me pegou, me virou de costas para ele, botou o pau para fora da cueca e voltou a me foder.


- Eu: Não... Está louco? Meus pais estão me esperando... Preciso das minhas coisas.


- Rogério: Foda-se, agora eu vou te comer.


Ele me pegou, me virou no sofá, deu aquela cuspida na mão, passou na minha boceta e enfiou o pau em mim com toda força.


- Rogério: Isso, vadia... Que boceta gostosa...


- Eu: Me solta... Tem que me ajudar...


- Rogério: Robola, sua vadia... Vai ficar aqui pra eu te foder... A hora que eu quiser...


- Eu: AIII... Tá doendo... Vai devagar...


- Rogério: Tá doendo, é? Sua puta, deita aqui e abre as pernas para mim que vou te fazer chorar.


Me virei e deitei no sofá com as pernas abertas, mesmo relutante, eu estava totalmente submissa. Foi assim praticamente por todo o sábado, ele me fodia toda vez que tinha vontade, não pedia ou perguntava, apenas se aproximava do meu corpo, me virava na posição que ele queria e depois metia a rola na minha boceta. Toda vez que ele percebia que eu ia chegar perto de ter um orgasmo, ele parava de me foder e fazia eu mamar até ele gozar.


O domingo passou e foi a mesma coisa, eu tinha me entregado por completo à situação, estava quase implorando para ter um orgasmo. Mas quando chegou a noite, o primo dele ainda não tinha voltado com minhas coisas e, quando falei com o Rogério que estava preocupada, ele sorriu pra mim e apontou para atrás da porta da cozinha. Quando me aproximei e puxei pra ver o que tinha atrás, percebi que minhas coisas estavam ali o tempo todo. A primeira coisa que fiz foi ligar meu celular, tinha algumas chamadas perdidas dos meus pais, foi difícil ligar de volta e inventar uma desculpa pela minha ausência.


- Eu: Mas que merda, agora estou encrencada...


- Rogério: Vai dizer que não gostou de ficar aqui?


- Eu: Nossa... Não foi isso que eu combinei com o seu primo.


- Rogério: Esquece ele, agora é só nós dois.


- Eu: Você está adorando tudo isso, não é?


- Rogério: Por mim, você ficaria mais um tempo aqui.


- Eu: Não tem como eu ficar mais.


- Rogério: Vai fazer o que agora?


- Eu: Preciso ir para a rodoviária, meus tios vão brigar comigo quando eu chegar, amanhã eu tenho aula cedo... Nossa... Você vai me levar?


- Rogério: Hehe, isso depende de como você quer chegar até lá.


- Eu: Por favor, não dificulte...


- Rogério: Vai embora sem gozar?


- Eu: Eu quero gozar, mas tem que ser agora.


- Rogério: Podemos fazer uma coisa diferente.


- Eu: Lá vem... O que?


- Rogério: Meu primo disse que você gosta muito de taxista, que tal chamar um e deixar ele fazer você gozar?


- Eu: Ah... Estava demorando. Claro que não vai dar, preciso muito ir embora.


- Rogério: Dá para ver na sua cara de vadia que você está louca para gozar.


- Eu: Claro que eu quero, você só me iludiu esse fim de semana.


- Rogério: Então, por isso mesmo.


- Eu: Não vai rolar, preciso ir embora, não dá mesmo...


- Rogério: Relaxa, olha só, já vou pegar um número de táxi para você ligar, empresta seu celular...


Ele pegou o meu celular e foi até umas gavetas da estante que estava ali na sala, procurou por uns papéis e então discou um número no meu celular e me entregou.


- Rogério: É de um ponto de táxi, fala para ele vir te buscar.


- Eu: Eu quero ir embora...


- Rogério: Você vai, pega logo e fala com ele.


Alguém do outro lado atendeu e eu levei alguns segundos para falar, perguntei se era do ponto de táxi e ele respondeu que sim, pedi para aguardar um minuto.


- Eu: Mas eu queria tomar um banho antes de ir embora...


- Rogério: Fala para ele te pegar daqui meia hora.


O Rogério me passou o endereço para que eu repassasse para o taxista, que me buscaria dentro de meia hora.


- Eu: Pronto, já ele chega aqui.


- Rogério: E você vai dar para ele?


- Eu: Ah não... Eu estou muito cansada.


- Rogério: É sério, dá para ele sim.


- Eu: Você não vai me deixar em paz, não é?


- Rogério: Só quero confirmar o que me contaram. Aproveita e veste uma coisa mais sensual para ele.


- Eu: Quando eu vou para a casa dos meus pais, não levo roupas muito reveladoras... Hoje não trouxe nada muito ousado.


- Rogério: Não tem nada mais curto?


- Eu: Talvez, só uma saia que é um pouco curtinha, mas nada demais...


- Rogério: Então, veste ela e faz o cara feliz. Hehe


Corri e tomei um banho rápido, me sequei e vesti exatamente como o Rogério pediu. Conversamos mais um pouco, ele apenas contando coisas absurdas para mim, principalmente o que queria fazer comigo e que queria me ver sendo fodida pelos amigos dele. Passados alguns minutos, pela janela vimos que um táxi estava passando em frente à casa e buzinou. Ajeitei minhas coisas e saí pela porta da frente acenando para o taxista, o Rogério me deu um beijo no rosto de despedida.


- Rogério: Não esquece de me ligar depois que sair do táxi para contar como foi. Hehe


- Eu: Haha... Eu estou muito cansada, não vai rolar nada não.


- Rogério: Eu sei que você quer, não ia se vestir assim à toa.


- Eu: Nada a ver, vesti assim porque você pediu.


Fui em direção ao táxi, coloquei minha bagagem no banco de trás e sentei no banco da frente. Cumprimentei o taxista e confirmei o meu destino, a rodoviária de Campinas. Enquanto esperava ele falar alguma coisa, ficava pensando nas coisas que o Rogério tinha me falado, isso me fez dar aquela secada no taxista, ele aparentava ter a idade que eu me sentia atraída, sem contar o cabelo bagunçado e o bigode por fazer, era um homem comum, com um corpo mais gordinho. Passados poucos segundos de silêncio, já começamos a conversar.


- Taxista: A noite está boa hoje.


- Eu: Está mesmo... Bem fresquinha, mas não vejo a hora de chegar em casa.


- Taxista: Está indo para onde?


- Eu: Pra São Paulo... Acabei passando o fim de semana aqui.


- Taxista: E veio visitar o namorado?


- Eu: Haha... Acabei vindo no aniversário de um amigo.


- Taxista: Ah, sim.


Alguns minutos depois, enquanto conversava com o taxista, o Rogério me mandou uma mensagem, falando para eu mamar o taxista e dar um jeito de ter um orgasmo porque eu estava precisando. E confesso que eu precisava mesmo, mas estava tão cansada e frustrada que só queria ir para casa. Mas esse pensamento ficava ecoando em minha cabeça, ficava pensando no que fazer e me imaginando mamando aquele homem do meu lado, depois ele me comendo até eu ter aquele orgasmo.


- Taxista: (falando algo que eu não estava prestando atenção)


- Eu: Moço...


- Taxista: Oi?


- Eu: Desculpa... Eu estou muito cansada...


- Taxista: Desculpa, menina, vou te deixar quieta.


- Eu: Não é isso... Eu queria saber se você deixa eu ir te mamando até chegar na rodoviária.


Ele deu uma gaguejada, olhou para as minhas pernas e deslizou os olhos pelo meu corpo até olhar nos meus olhos.


- Taxista: Bom... Isso é muito bom... Posso parar em algum lugar?


- Eu: Isso... Para em uma rua mais tranquila.


- Taxista: Tem uma mais pra frente que é bem vazia.


- Eu: Perfeito... Quero mamar bastante, preciso relaxar.


- Taxista: Então vai deixar eu gozar na sua carinha? Você é bem bonita.


- Eu: Na cara não, porque preciso viajar... Mas se gozar dentro da minha boca, eu tomo tudinho.


Não demorou muito para ele parar em uma rua, ele estava com pressa de meter seu pau em minha boca. Ele escolheu uma rua pequena e com pouca iluminação, que tinha apenas um balcão em um dos lados, um campo cercado e cheio de mata do outro. Assim que ele estacionou, ele passou a mão no meu rosto e foi desabotando a calça. Com o pau para fora, ele deu apenas aquela balançada.


- Taxista: Aqui para você mamar!


- Eu: Nossa... Parece ser bem gostoso.


Quando comecei a me aproximar, ele já agarrou atrás da minha cabeça e me puxou para o pau dele, não deu tempo de eu brincar ou controlar os movimentos, ele já foi metendo o pau todo em minha boca e me forçava para baixo.


- Taxista: Isso... Chupa tudo... Menina bonita... Ahhhh....


Com uma mão ele segurava minha cabeça e a outra passava em meus seios.


- Taxista: Gostosa... Além de bonita, é bem gostosa...


Depois de algumas apertadas, ele viu que eu não falei nada, nem mesmo o impedi de meter a mão por dentro da minha camiseta e apertar meus seios. Ele foi descendo a mão pelas minhas costas, depois passou a mão pelas pernas até chegar na minha cintura.


- Taxista: Não vai falar nada? Posso pegar onde eu quiser?


Sem tirar o pau dele da boca, dei uma virada no rosto e olhei para a cara dele enquanto o mamava e dei uma balançada, acenando que "sim". Então, ele foi puxando a minha saia bem para cima. Enquanto isso, eu chupava aquele pau roliço e bastante cabeludo. Como ele forçava minha cabeça para baixo, eu até dava umas engasgadas.


- Taxista: Que gostosa, deixa eu arrancar sua calcinha, posso?


- Eu: Nossa... Que pau mais gostoso.


- Taxista: Gostou, é? Já acabou de mamar?


- Eu: Claro que não, você ainda não gozou.


- Taxista: Pode mamar bastante. Você é muito linda, que gostosa.


- Eu: Não quer ir para trás? Para ter mais espaço?


- Taxista: Sério? Você deixa eu chupar sua boceta?


- Eu: Deixo você chupar e fazer o que quiser.


Eu abri a porta e saí primeiro, estava do lado da calçada, ele saiu para o lado da rua. Eu estava ali, de frente para aquele terreno, naquela rua vazia e pensei no que eu queria fazer.


- Eu: Por que não vem para esse lado aqui?


- Taxista: Não vai entrar atrás?


- Eu: Não... Vem aqui...


Ele deu a volta no carro e veio em minha direção. Antes dele chegar, apoiei meus braços no banco da frente, fiquei com a bunda de fora e puxei minha saia até minhas costas e a calcinha para o lado. Esperei até ele se aproximar de mim.


- Eu: Vem... Não precisa ser gentil, pode meter na minha boceta... Mete com força.


- Taxista: Que safada... Posso meter na sua boceta mesmo? Não tem problema?


- Eu: Claro que não tem problema, eu quero, vem e soca com toda força que conseguir.


Posicionado atrás de mim, ele abriu o porta-luvas e procurou por algo. Como vi que ele estava dando uma demorada, quando olhei para ver, ele já tinha aberto uma camisinha e estava colocando no pau.


- Taxista: Agora sim... Estou pronto...


- Eu: Espera... Encosta a cabeça do seu pau na minha boceta.


- Taxista: Assim?


- Eu: Isso... Deixa só tirar isso aqui...


Fui puxando o pau dele até tirar a camisinha.


- Taxista: Menina... Você está tirando comigo?


- Eu: Quero sentir você me esfolando... Mete tudo em mim... Mete até as bolas...


- Taxista: Vou socar tudo nessa sua xoxota mesmo. Se doer, você fala.


- Eu: Então soca de uma vez que eu estou molhadinha.


Com uma das mãos, ele guiou seu pau para minha boceta e a outra segurou minha saia, me puxando, ele me penetrou com muita sede, eu ia gemendo e seu pau ia entrando cada vez mais fundo. Com as duas mãos, ele me puxava para o seu lado. Eu estava tão sensível que já estava tremendo de prazer, ele apertava minha bunda e me dava uns tapas bem doloridos, estava me deliciando com ele me fodendo ali do lado de fora do táxi.


- Taxista: Isso... Gostosa... Rebola pra mim, sua safada.


- Eu: Que gostoso... Hmmmm... Rebolo... Sim... Hmmmm...


Comecei a rebolar e ele diminuiu o ritmo, enfiei uma das mãos por baixo e cheguei até as bolas dele, dando uma massageada. Aproveitei e comecei a passar os dedos no pau dele, sentindo aquela rola melada entrando e saindo de dentro de minha boceta, toda grossa e dura.


- Eu: Seu pau... Que delícia... Mete com mais força... Hmmmm...


- Taxista: Menina gostosa... Safada...


- Eu: Vai... Fode minha boceta com força... Eu gosto... Hmmmm


- Taxista: Safada, vou meter com força sim, toma isso, sua safada!


- Eu: Isso! Vai com força, me machuca... Nossa... E sabe... O que você vai fazer? .... Sabe?


- Taxista: O que... Sua cadela safada?


- Eu: Vai encher... Encher minha boceta... Com sua porra... Pode me encher toda...


- Taxista: Vou encher sim... Encher essa xoxota gostosa de porra...


- Eu: Vem... Me enche de PORRA... Hmmmm...


Estava em uma sensação gostosa dentro de mim, ele me penetrava com a força que podia e eu, apoiada no banco, segurava para não sair do lugar e cair dentro do táxi, o barulho dos nossos corpos batendo era alto, era gostoso e sedutor, levar aquela pancada por trás estava uma delícia. Suas mãos continuavam apertando minha bunda, eu recebia beliscões e ele não se segurava, dava muitos tapas na minha bunda que até ardia, eu olhava por baixo e mesmo naquele lugar escuro eu conseguia ver suas bolas batendo na minha boceta. Com tesão, eu esfregava meus dedos no meu clítoris, queria ter um orgasmo com aquele homem desconhecido e, quando ele começou a gemer, ele apoiou suas mãos sobre minhas costas e começou a despejar sua porra dentro da minha xoxota, eu continuava me masturbando e me movimentando para trás e para frente, estava louca para ter um orgasmo ali. Eu precisava tanto quanto ele. Eu estava quase lá, na loucura em que eu me movimentava, ele começou a esfregar o polegar no meu cu, era a gotinha que eu precisava para me fazer ter um orgasmo, minhas pernas começaram a tremer e a visão escureceu, sem forças acabei me debruçando no banco enquanto ele tentava manter seu pau dentro da minha xoxota, me segurando pela cintura.


- Taxista: Isso, menina safada... Goza com minha porra na sua boceta... Cadela...


Na tremedeira, eu sentia que algo estava diferente, enquanto eu tremia, o pau dele continuava dentro de mim, ele ainda esfregava meu cu, o orgasmo foi tão forte que acabou fazendo eu me mijar toda e eu não conseguia me segurar, eu tremia muito enquanto jorrava aquele líquido incolor como água espirrando para todos os lados e que escorria pelas minhas pernas. E em vez de parar e se afastar, ele continuou se movimentando para dentro de mim, eu estava molhando nós dois com o meu orgasmo e ele ali continuando a meter, mostrando toda a sua virilidade, o dedo dele estava praticamente todo dentro do meu cu, ele até puxava para o lado, tentando abrir.


- Taxista: A sua vadia... Você é muito boa... TOMA MAIS...


- Eu: Hmmm... AIII..... Aiiii.... Hmmmmm.... Ahhhhh.... Ahhhh.....


Eu me contorcia desesperadamente e ele me fodendo igual cachorro quando vê uma cadela no cio, ele socava aquele pau em mim de forma bruta e meu orgasmo se prolongava cada vez mais. Senti ele pegando o meu cabelo e me puxando para trás, eu pensava que não poderia ficar mais gostoso do que aquilo que estava sentindo. Uma mão no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás e um dedo no meu cu, sua boca respirava em meu ouvido, minhas pernas estavam abertas e eu me segurando contra o banco do táxi sendo fodida por aquele homem sem saber o que estava acontecendo comigo, aquele orgasmo tinha me matado. Aquela rola saía e entrava deliciosamente dentro de mim, fui subjulgada completamente pela situação, ele continuou metendo em mim até gozar mais uma vez, dentro da minha boceta, não sei dizer quantos orgasmos eu tive naquele momento. Ele estava com a respiração forte e ofegante atrás de mim, eu senti o gosto e o prazer de ser preenchida com aquela porra mais do que merecida.


- Eu: Nossa... Moço, o que você fez comigo... Nossa...


- Taxista: Caralho, isso foi gostoso. Foi bom demais...


- Eu: Nossa, foi muito gostoso.... Tô acabada, espera... Nossa...


Ele tirou a rola de dentro de mim, despejando aquela porra e espirrando tudo pra fora. Minhas costas estava molhada de suor, minhas pernas estavam todas lambuzadas com tudo aquilo que saiu de dentro de mim e tinha uma grande poça no chão, até a calça dele, que estava abaixada, acabou molhando com meu orgasmo.


- Eu: Molhei tudo... Meu Deus...


- Taxista: Isso foi bem gostoso.


- Eu: Nossa... Eu não sei o que aconteceu, tem algum papel para eu me secar?


- Taxista: Acho que não, deve ter um jornal no porta-luvas, serve?


- Eu: Serve sim... O que é isso meu deus...


Ele abriu o porta luvas e me entregou o jornal, me seguei como consegui e usei uma das folhas pra ir sentada em cima pra não melar ainda mais o banco do taxi daquele homem. Ficamos ali por alguns minutos, parados e conversando dentro do taxi. O momento foi seguido por um silêncio muito prazeroso e confortável, a gente se olhava e sorria.


- Taxista: Menina, e agora?


- Eu: Não sei moço, peciso ir pra rodoviária.


- Taxista: Não quer ir lá pra casa? Eu moro sozinho.


- Eu: É que tenho aula amanhã cedo. Preciso ir para São Paulo.


- Taxista: Mas se quiser, pode ficar mais um pouco.


- Eu: Querer eu até queria, não imaginei que isso ia acontecer comigo, não sei como vou entrar dentro do ônibus assim.


- Taxista: Faz assim, fica lá em casa um pouco e descansa. Pode tomar banho se quiser e, quando for a hora, você avisa que eu te levo para a rodoviária.


- Eu: Posso mesmo?


- Taxista: Pode sim.


- Eu: Já estava preocupada em como iria assim dentro do onibus... Nossa...


- Taxista: Então vamos.


Fui para a casa do cara que eu nem conhecia, mais uma vez. Chegando lá ele me deu uma toalha e fui direto para o banho, ele perguntou se podia me acompanhar. Entramos no banho juntos, eu primeiro e ele em seguida.


- Eu: Você gozou bastante...


- Taxista: Não foi só eu não, você também.


- Eu: Está se achando só porque fez aquilo comigo, né? Haha


- Taxista: Você é muito safada, sua xoxota é deliciosa demais.


- Eu: Que bom que gostou. Confesso que valeu muito a pena te chamar.


- Taxista: Ainda bem que resolvi pegar a sua corrida, aquela hora estava quase indo embora.


- Eu: Adorou comer uma novinha, não é?


- Taxista: Claro! Safada desse jeito eu nunca vi.


- Eu: Claro que viu, haha... Conheço varias histórias de taxista


- Taxista: Posso te afirmar que nunca vi assim.


- Eu: Mas confessa que já pegou algumas vadias.


- Taxista: Poucas, mas novinha e safada igual você, primeira vez.


- Eu: Eu até fico lisonjeada por ser sua primeira novinha.


- Taxista: Pelo jeito, você está acostumada a fazer isso.


- Eu: Não vou mentir, eu só entro em táxi para fazer isso. Haha


- Taxista: Fez muito isso aqui em Campinas?


- Eu: Aqui em Campinas é a primeira vez, estou só de passagem... Nossa... Tem muita porra sua dentro de mim ainda.


- Taxista: Espero que não saia tão cedo. Hehe.


- Eu: vai ficar aqui dentro uns três dias ainda.


Terminamos o banho, juntei minhas coisas e ele me levou pra rodoviária, não demorou muito pra chegar, conversamos um pouco sobre o que aconteceu e sobre eu estar indo embora, inclusive acabamos combinando um segundo encontro para uma próxima vez.


- Eu: Chegamos be rápido.


- Taxista: Vou ficar com saudade.


- Eu: Eu te ligo quando voltar, pra gente se divertir um pouco.


- Taxista: Vou ficar esperando. Quer que te acompanhe na rodoviária?


- Eu: Não precisa, vou correr lá para ver se pego alguma passagem.


- Taxista: Então é isso, vai lá.


- Eu: Toma, aqui pra pagar a corrida.


- Taxista: Mas você não deu pra mim em troca da corrida?


- Eu: Claro que não, haha. E era para ser só o boquete, mas acabei não resistindo...


- Taxista: Você é bem safada mesmo.


- Eu: É... Adoro ser vadia. Haha.


- Taxista: Isso eu percebi.


- Eu: Então é isso. A gente se vê na próxima vez.


Antes de sair do veículo dei um beijo de línguas nele e peguei minhas coisas no banco de trás.


- Eu: Obrigado por me trazer até aqui.


- Taxista: Posso dizer que o prazer foi meu.


- Eu: Eu ia te chupar mais uma vez, mas aqui tá muito cheio de gente, então até mais. Haha.


Virei as costas e fui andando para dentro da rodoviária, fui até a bilheteira e comprei uma passagem de ida para São Paulo, foi um fim de semana exaustivo e muito diferente. Nisso, tinha algumas mensagens do Rogério no meu celular. Fui para um lado mais tranquilo e liguei para ele.


- Eu (celular): Cheguei.


- Rogério (celular): Que demora, chegou só agora? Onde está?


- Eu (celular): Só agora, estou na rodoviária aqui de Campinas.


- Rogério (celular): Achei que ia com ele até São Paulo.


- Eu (celular): Na verdade não pensei nisso.


- Rogério (celular): Você não é muito esperta, hehe... Fez ele feliz pelo menos?


- Eu (celular): Haha... Um pouco.


- Rogério (celular): O que fez? Mamou? Deu para ele?


- Eu (celular): Eu ia só chupar, mas sabe como é, você me deixou ir embora muito excitada.


- Rogério (celular): Deixei nada, você já chegou assim aqui em casa. Aliás, já que deu sua xoxota branca para ele, por que não pediu para ele te levar até São Paulo em troca?


- Eu (celular): Isso nem passou pela minha cabeça.


- Rogério (celular): Com essa xoxota aí você vai até onde quiser de graça.


- Eu (celular): Mas não queria que ele pensasse que eu era uma puta.


- Rogério (celular): Mas você não é?


- Eu (celular): Claro que não né? Cobrei alguma coisa de você?


- Rogério (celular): Você não, mas o Nivaldo cobra dos caras que te fodem toda vez.


- Eu (celular): Como assim, ele cobra?


- Rogério (celular): Sério que você não sabe?


- Eu (celular): Claro que não, nunca cobrei nada de ninguém. Ele também nunca falou nada.


- Rogério (celular): Não deveria te contar, mas até onde eu sei, ele cobra dos taxistas no fim da viagem, às vezes até antes, esses que ele manda te pegar na escola, todos tem que pagar.


- Eu (celular): Que merda, eu não sabia que ele tava fazendo isso, eu juro pra você, que babaca, ele nunca me falou disso, se eu soubesse eu não ia aceitar.


- Rogério (celular): Faz tempo que ele esta tentando te vender pra mim, ele não é exatamente meu primo, além disso, ele te trouxe aqui em casa porque ele está me devendo, ele usou você para pagar a dívida.


- Eu (celular): Que raiva, viu... Tenho que desligar agora porque o ônibus está chegando, mas vou querer saber mais detalhes depois.


Eu desliguei o celular, fiquei com muita raiva e me sentia traída. Eu achava que estava arrasando com o meu lado sedutor, mas na verdade, eu não passava de uma prostituta ingênua. Foi um longo caminho de ansiedade até chegar em São Paulo. Além de ter mentido para os meus pais, acabei extrapolando no final de semana, não tinha como voltar o tempo e corrigir as coisas que aconteceram. Quando finalmente cheguei em São Paulo eu embarquei em um metrô para a casa dos meus tios. Quando cheguei lá, recebi um segundo sermão, a mesma desculpa que usei com os meus pais não deu muito certo com eles. Depois de dar muita satisfação, finalmente consegui cair na cama e absorver tudo o que aconteceu comigo naquele fim de semana, foi uma boa experiência, adotar da decepção.


Eu acabei conversando bastante com o Rogério depois disso, eu fui muito ingênua em confiar no Nivaldo, com isso algumas coisas acabaram fazendo sentido, como por exemplo, a regra que o Nivaldo me impôs de ter que seguir sempre as suas ordens e fazer o que ele me pedia com os taxistas que ele mandava me buscar, entao já era tudo combinado, a forma que eu ia servir aqueles homens dependendia do que eles tinham pagado pra ter, as vezes era só um boquete, as vezes era sexo anal, as vezes eu tinha que deixar gozar dentro e ainda ficava bravo quando eu deixava acontecer mais coisas do que o combinado, enfim, ele sempre dava ordens no que eu deveria fazer quando entrasse no táxi. Provávelmente tinha regra até os taxistas, já que a minha idade poderia trazer graves problemas para todos eles. Eu sei que viajar até a minha cidade tinha um custo para ele, pedagios, gasolina e sem contar as quase 5 horas de viagem de ida e volta, mas se ele tivesse conversado comigo, teria pensado em algo pra ajudar, mas não foi isso que ele fez, se aproveitou do meu desejo e da minha ingenuidade. E mais, eu nunca deixei de pagar as corridas que fiz com os taxistas, isso até explicava porque eles sempre ficavam surpresos quando eu pagava no fim da corrida, alguns até recusavam, mas sempre insisti.


Já o Rogério, concertava com ele sempre que podia, até criamos uma certa amizade, mas eu não tinha mais o esquema dos taxistas para me levar pra minha cidade ou apenas realizar meus fetiches. Eu fiquei tão irritada que não consegui nem mesmo entrar em um táxi, eu bloqueei todo mundo, apaguei todos os contatos que tinha.


Os próximos meses foram... Digamos que bem complicados, foi o meu período de seca, onde tentei botar minha vida nos eixos e fingir que nada tinha acontecido.


É isso, espero que tenham gostado.

Beijos. 3


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