Ema e Célia:Sedução à distância
- Temas: Descoberta, flerte,virtual,madura
- Publicado em: 28/08/25
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- Autoria: Baixinha20
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Meu primeiro contato com Célia, nossa primeira ligação por áudio e a amizade com Adilson estavam me fazendo muito feliz. Tudo isso trazia uma diferença enorme nos meus dias e nos meus pensamentos. Eu ainda era adolescente, estudava na escola e, sim, era virgem — e não tinha vergonha de admitir.
Minhas conversas com Célia eram sempre carregadas de flertes, mas também de muita cumplicidade. Ela estava sempre ali, pronta para me ouvir e me aconselhar. Inclusive, o primeiro conselho que me deu aconteceu na nossa primeira chamada de vídeo.
Mas antes de chegar nesse momento, preciso explicar um pouco sobre mim e minha família. Nasci em uma casa simples de classe média baixa; meu pai era caminhoneiro e minha mãe, dona de casa. Eles queriam o melhor para mim, claro, mas o que eles chamavam de ‘melhor’ nunca foi o mesmo que eu sonhava para mim. Eu nunca quis fazer faculdade, nunca acreditei que meu futuro precisasse depender de um diploma, e meus pais não aceitavam essa ideia. Para piorar, eu era a filha mais velha, a considerada ‘rebelde’.
Naquele dia específico, eu tinha discutido com minha mãe por esse motivo. Logo depois comecei a conversar com Célia. Ainda não tínhamos feito nossa primeira chamada, mas ela logo percebeu que eu estava diferente e me perguntou o que tinha acontecido.
Quando Célia perguntou o que tinha acontecido, tentei resumir a briga com minha mãe, mas as palavras saíam cheias de mágoa. Eu estava cansada daquela pressão toda, da sensação de que eu nunca seria o que meus pais esperavam. Célia ouviu em silêncio por alguns segundos, e então me escreveu algo que até hoje guardo comigo: ‘Você não precisa provar nada pra ninguém. O que importa é o que você quer ser de verdade.’
Naquele instante, eu senti vontade de olhar nos olhos dela, de ver seu rosto enquanto me dizia aquelas coisas. Foi então que, pela primeira vez, surgiu a ideia da chamada de vídeo. O coração disparou quando vi o celular chamando… minhas mãos suavam e eu me perguntava se eu estava pronta.
A imagem dela na tela me deixou sem reação por alguns segundos. Eu já conhecia sua voz, já tinha imaginado mil vezes como seria olhar para ela, mas nada me preparou para aquele momento. Célia me deu um sorriso que parecia atravessar a tela e disse, com aquele tom seguro que sempre me desmontava:
— Agora posso ver seus olhos quando falo com você.
Conversamos de tudo: da escola, da minha briga com minha mãe, dos sonhos que eu tinha. Ela me ouvia com atenção, fazia comentários que me faziam rir, e em alguns momentos me dava conselhos que soavam mais sábios do que qualquer coisa que eu já tivesse escutado em casa. Era cumplicidade pura, como se a gente já tivesse uma intimidade antiga.
Mas, junto com isso, tinha algo mais… algo que escapava em cada olhar, em cada risadinha solta. Não demorou para os flertes surgirem ali também. Os olhares demorados, as provocações, os gestos sutis que cada uma fazia para testar a outra. Eu corava, mas não desviava. Ela percebia meu nervosismo e, em vez de recuar, parecia gostar.
Enquanto conversávamos, senti meu olhar sendo irresistivelmente atraído para ela. Célia, sem perceber completamente o efeito que me causava, ajeitava o cabelo, cruzava os braços e riu de um jeito que me deixou vermelha de tesão. Mas foi quando seu decote apareceu na tela que tudo mudou. Eu fiquei hipnotizada pelos seios dela: grandes, não tão firmes, com auréolas rosadas, lindos demais. Meu coração disparou e uma mistura de desejo e vergonha tomou conta de mim.
Ela percebeu meu olhar e, em vez de se constranger, sorriu maliciosamente.
— Gosta do que vê, minha gostosa? — perguntou, a voz baixinha, quase sussurrando, e eu senti meu corpo todo reagir instantaneamente.
Eu engasguei, tentando disfarçar a excitação, mas ela não deixou. — Pode olhar, não precisa se segurar — disse, inclinando-se ligeiramente, fazendo os seios se moverem ainda mais provocantes na tela. Não conseguia parar de olhar para ela, para aqueles seios que me deixavam completamente hipnotizada.
— Não desvia o olhar, pequena… — ela sussurrou, firme, como se fosse uma ordem. O sorriso malicioso de Célia só confirmava isso. Ela ajeitou a câmera, inclinando-a de propósito, deixando o decote ainda mais evidente. O movimento lento, calculado, fez meus lábios se entreabrirem sozinhos.
— Tá me olhando como se fosse me devorar… — ela provocou, passando a ponta dos dedos pelas próprias clavículas, descendo lentamente até o início dos seios. Eu quase gemi só de assistir.
Meus dedos se apertaram contra a coxa, tentando encontrar algum tipo de controle, mas o calor entre minhas pernas já me denunciava. Eu mordi o lábio, tentando disfarçar, mas ela não deixou.
— Não finge que não tá se molhando aí, eu sei o que tá acontecendo desse lado da tela. — A voz dela estava carregada de desejo. Baixei um pouco a câmera, só o suficiente para que ela visse minha respiração acelerada, meus seios subindo e descendo, o bico duro marcando a blusa fina.
Ela arregalou os olhos e riu baixinho. — Isso… assim que eu gosto. Mostra pra mim, neném.
Meu coração parecia explodir, mas obedeci. Puxei a barra da blusa devagar, revelando a pele, sentindo o ar frio arrepiar minha barriga, até que deixei meu sutiã à mostra. A respiração dela ficou pesada do outro lado.
— Que delícia… olha como você é linda — murmurou, apertando de leve os próprios seios na tela, como se fizesse de propósito para me enlouquecer.
Eu não aguentei mais. Minha mão desceu sozinha, por dentro do short, tocando onde eu já estava encharcada. Soltei um suspiro alto, que fez ela morder o lábio com força.
— Isso, minha gostosa… se toca pra mim. Quero ver você perder a vergonha. — A cada palavra, minha resistência ia embora.
Meu corpo reagia a cada palavra dela. Minha mão subia e descia em movimentos cada vez mais rápidos, e eu não tirava os olhos da tela. Ela agora tinha deixado a câmera pegar todo o colo, os seios balançando quando ela os apertava com força, os dedos brincando com os próprios mamilos.— Tira o sutiã — ela ordenou, sem rodeios.
Obedeci. O pano caiu, revelando meus seios duros, e eu ouvi o gemido dela escapar baixo. Foi a coisa mais excitante que já ouvi na vida.— Ai, minha menina… você não sabe a vontade que eu tenho de enfiar a boca nesses peitinhos agora… — ela arfava, as palavras saíam entrecortadas. Eu já não tinha controle. Minhas pernas tremiam, o calor subia e o prazer me consumia rápido demais. Meus dedos se moviam com desespero, e eu gemia cada vez mais alto, sem me importar com nada além dela me assistindo.
— Goza pra mim, neném… quero ver sua carinha se desfazendo só de pensar em mim… — ela sussurrou, se inclinando ainda mais para perto da câmera, como se pudesse atravessá-la. Foi a gota final. Um espasmo tomou conta de mim, minha boca abriu num grito abafado e o prazer explodiu em ondas que me deixaram arquejando. Minha mão tremia entre minhas pernas, o corpo inteiro latejando.
Do outro lado, Célia também se contorcia, apertando os seios, gemendo meu nome até gozar junto comigo, a tela tremendo levemente quando ela deixou o celular cair de lado. Por alguns segundos, o silêncio foi só de respirações pesadas, risadas tímidas escapando entre gemidos que ainda ecoavam. Eu me cobri rápido, envergonhada, mas ela logo sorriu, com aquele jeito que desmontava qualquer defesa minha.
— Agora sim… posso dizer que vi seus olhos como queria — ela disse, maliciosa, enquanto eu ainda tentava recuperar o fôlego.
Fiquei alguns segundos em silêncio, respirando fundo, tentando me recompor.— Eu não acredito que fiz isso… — murmurei, rindo nervosa.
Célia, ainda arfando do outro lado, passou a mão pelos cabelos bagunçados e abriu um sorriso preguiçoso, malicioso, mas ao mesmo tempo cheio de ternura. Meu coração disparou de novo, dessa vez não de tesão, mas de algo quente que me encheu por dentro. Ri baixinho, tentando disfarçar a emoção, mas não consegui.
— Você me deixa louca, Célia…
Ficamos ali, olhando uma para a outra em silêncio por alguns instantes. Não tinha mais gemidos, não tinha mais pressa — só aquele sentimento de que algo tinha mudado para sempre. A tela brilhava entre nós, mas parecia que ela estava ali, do meu lado, respirando junto comigo.
— Promete que não vai sumir? — perguntei baixinho.
— Prometo. Agora que provei da sua coragem, não te largo nunca mais.
Rimos juntas, cúmplices, como se aquele fosse o começo de uma história que nem nós duas sabíamos aonde ia dar. Mas, no fundo, eu já sentia: depois daquela noite, nada mais seria igual.

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