Meu Patrãozinho me comeu

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  • Publicado em: 06/01/16
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  • Autoria: Belzinha
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Private Muse

Comecei a trabalhar como babá cuidando de um menino lindo. Nessa época eu namorava o Vagner, era louca por ele e transávamos todos os dias; acho que por isso amo sexo. Meu patrão recebia muitos amigos na casa dele e quase todo dia a cervejada rolava.


Naquela noite, o bebê estava dormindo em seu berço, eu fiquei mais tranquila e fui assistir TV na sala. Como ia passar a noite lá, eu já estava de pijama. Ficava olhando aqueles homens gostosos bebendo e conversando...


Teve uma hora que fui tomar água e meu patrão me ofereceu uma cerveja. Eu recusei de primeira, mas logo aceitei na segunda. Sentei ao lado daqueles homens e comecei a beber. Uma cerveja vai, outra vem e percebi que todos já me olhavam com desejo. Sou baixinha, nem gorda nem magra, tenho uma bunda grande que todas têm inveja e todos desejam. Eu louca para ser fodida por um daqueles caras, eu já estava com muito tesão de vê-los me secando. Conversa vai, conversa vem, fomos interrompidos pelo telefone. Meu patrão vai atender e fala que era sua esposa dizendo que não dormiria em casa, pois teve que ficar no patrão dela. Eu decidi ir dormir; deitei na cama de solteiro que tinha em um quartinho perto da cozinha e dormi.


Mas quando foi 02:30, acordei com uma mão já na minha bucetinha lisinha. Me levantei assustada e meu patrão estava lá falando: "Calma, Belzinha, só vim te fazer um carinho".

— O senhor está doido? Eu tenho namorado e você é casado.

— Calma, Belzinha, eu não vou fazer nada que você não queira, só quero te dar um pouco de carinho.

— Não precisa, senhor, eu estou bem. Agora saia do meu quarto, por favor.


Mas sem chance; ele falou que só iria sair dali se eu desse um beijo nele.

— Vai, Belzinha, só um beijo e eu saio e te deixo em paz.

— Não, senhor, eu não quero, me respeite, por favor.

Meu patrãozinho fingiu que iria sair e voltou com tudo me agarrando e me beijando à força.

— Não, senhor, por favor.

— Vai, Bel, eu vi como você estava olhando pro meu pau e pro dos meus amigos.

Me tremi toda de tesão. Quando me dei por mim, estava agarrada no pescoço do meu patrão.

— Eu sabia, Bel, que você me queria. Agora vou te fazer gozar como nunca.


Começou a me beijar, a me acariciar até pôr a mão em minha xaninha que já estava escorrendo.

— Minha putinha, assim que eu gosto. Deita aí para eu te chupar todinha, gostosa. Que delícia de buceta, hummm... isso, rebola na minha cara, sua puta gostosa.

— Ai, senhor, está gostoso, chupa mais, vai! Que delícia sua língua me fodendo.

— Você gosta, né, vadia? Sua cara não me engana. Vem me chupar.

Fui logo segurando e colocando aquele pau na minha boca. O patrão fodia minha boca, enfiava na minha garganta e voltava.


— Vem, minha putinha, fica de quatro pro seu patrão, vem. Que cuzinho bonito, vermelhinho.

Meu patrão foi logo chupando meu cuzinho e colocando a língua lá dentro.

— Que delícia, patrãozinho, hummm, que gostoso. Mas coloca na minha buceta, vai.

— Não, putinha, cala a boca.

Patrãozinho começou a pincelar aquele pau gostoso no meu cu. Fiquei louquinha de vontade de sentir aquele pau entrando em mim, apesar de ter um medinho de que ia doer. Mas eu estava querendo muito e deixei. Ele começou a socar. Socava até entrar tudo. Eu já tinha me acostumado com aquele pau dentro do meu cu e pedi mais. Ui! que gostoso que tava sentir entrando no meu cu. Tava latejando, mas era bom demais!

— Vai, patrão, me fode gostoso, hummm, que delícia, vai, filho da puta, fode com meu cuzinho.


— Sabia que você gostava, putinha. Vai, rebola com esse cu no meu pau, vai, sua puta vadia, minha cachorra! Vai, vai, vou gozar... vai, putinha, vou gozaaaar! Hummm, que delícia de cuzinho, minha putinha.

Patrãozinho gozou muito no meu rabo. Fiquei ali toda tremendo de tesão ainda. Queria mais, só que não dava. Ele já tava bem saciado de me foder.

Ele me deu um beijo na boca e um tapa na bunda e saiu me chamando de puta.

— Agora você vai ser minha putinha e vou te pagar por isso.


Agora sou a putinha dele e ainda ganho para fazer o que gosto. Beijos da Belzinha!


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