Desejos proibidos, vizinhos perigosos e o prazer de ser compartilhada
- Temas: Traição
- Publicado em: 01/10/25
- Leituras: 5110
- Autoria: Cornodamulata25
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A noite estava quente, e o pequeno apartamento de Jô e Fabrício estava iluminado de forma aconchegante para receber os vizinhos do prédio, May e Everaldo. O jantar era uma tentativa de estreitar a amizade, já que haviam se mudado há pouco tempo, mas, para Fabrício, tudo aquilo era também um teste: queria ver como a sua esposa, tão linda e provocante, reagiria à presença do casal.
Jô surgiu da cozinha com uma garrafa de vinho nas mãos. A saia curta colava em seu quadril, deixando as pernas morenas e lisas à mostra. O tecido leve balançava a cada passo, revelando mais do que deveria quando ela se inclinava para servir. A blusa justa e decotada deixava claro o tamanho de seus seios — pequenos, mas firmes, que se destacavam pelo contraste com a cintura fina e a bunda empinada. O cabelo cacheado caía nos ombros, e o sorriso iluminava o ambiente.
— Se acomodam, May, Everaldo — disse ela, colocando a garrafa sobre a mesa.
May também parecia ter se produzido para a ocasião. O vestido curto colava-se ao corpo como uma segunda pele, desenhando a curva da bunda grande e das coxas grossas, que se dividem de forma provocante a cada cruzada de pernas. Morena, de cabelo liso e sorriso encantador, ela não ficava atrás de Jô em beleza. Ali, lado a lado, as duas mulheres chamavam a atenção de qualquer homem que ousasse olhar.
Fabrício notava os detalhes. Orgulhava-se da esposa, mas também sentia um aperto no estômago quando percebia os olhos de Everaldo demorando demais sobre Jô. Ele mantinha o sorriso, servia o vinho, mas, por dentro, lutava contra o misto de ciúme e excitação que o consumia.
— Vocês vão adorar a vizinhança — comentou Fabrício, tentando puxar conversa. — O bairro é tranquilo, apesar de pequeno.
— Ah, sim — disse Everaldo, aceitando a taça de vinho. — E o melhor é termos vocês aqui. A gente precisava mesmo de amigos perto.
May completou, olhando para Jô:
— Ainda mais que vamos trabalhar juntas na clínica. Descobri isso essa semana, fiquei tão animada!
Jô riu, levando a mão aos lábios carnudos.
— É sério? Que coincidência boa! Vai ser ótimo, pelo menos vou ter alguém para dividir os estresses do dia.
— Isso é, se a gente não se estressar uma com a outra — brincou May, com uma piscadela.
As duas riram juntas, e Fabrício observou a cumplicidade que surgia. O sorriso de Jô sempre o deixava sem ar, mas vê-la lado a lado com outra mulher tão atraente o fazia imaginar coisas que nunca teria coragem de confessar em voz alta.
Enquanto a conversa avançava — trabalho, mudanças, lembranças engraçadas — os copos de vinho iam se esvaziando. Jó se levantava de vez em quando para buscar algo na cozinha, e era nesses momentos que Everaldo parecia hipnotizado pelo balançar de sua saia curta. Seus olhos percorriam cada detalhe: as pernas torneadas, a curva do quadril, o decote que ameaçava revelar os seios pequenos.
Fabrício percebeu. Estava ao lado do amigo e, quando se virou para ele, encontrou o olhar fixo de Everaldo cravado na bunda de Jô. O sangue ferveu. Uma parte dele quis levantar e encerrar aquela situação, mas outra, escondida e sombria, sentiu um calor inesperado. Era como se ver outro homem desejando que sua esposa acendesse nele uma chama proibida.
May também notou. O sorriso no rosto se desfez por um instante, e ela enrijeceu a postura. Não comentou nada, mas os olhos dela seguiram o marido como se quisessem arrancar dele uma confissão silenciosa.
A tensão aumentou. Fabrício, desconfortável, tentou mudar de assunto.
— Everaldo, você ainda anda de moto, não é? Vi você chegando com ela outro dia.
— Sempre. Minha paixão desde moleque — respondeu ele, sorrindo, mas ainda com os olhos em Jo. — Se quiser, qualquer dia eu ensino vocês a pilotar.
— Acho ótimo! — disse Jô, animada, sem perceber o clima. — Sempre quis aprender, mas morro de medo de cair.
— Eu te ensino direitinho, Jô. Pode confiar. — Everaldo disse, com uma ênfase que não passou despercebida a Fabrício.
O coração dele acelerou. Naquele instante, entre o ciúme e a raiva, surgiu outra coisa: tesão. Ver Jô recebendo atenção, desejada, cortejada, o deixava dividido, mas excitado. Ele disfarçou, bebendo mais um gole de vinho.
O jantar terminou entre risadas e trocas de olhares escondidos. Quando os vizinhos se despediram, May parecia mais distante, fria. Everaldo, por outro lado, não conseguia esconder o brilho nos olhos.
Assim que a porta se fechou, Fabrício puxou Jô para perto.
— Você percebeu, né? — murmurou, a voz baixa, entre o ciúme e a excitação.
— O quê? — ela perguntou, inocente.
— O jeito que ele te olhou a noite toda.
Jô deu de ombros, mordeu o lábio com um sorriso malicioso e sussurrou:
— Eu percebi, sim. E confesso que gostei de ver sua reação… você ficou excitado.
Fabrício não respondeu. Apenas a beijou com força, como se quisesse tomar para si a mulher que todos desejavam.
Na manhã seguinte ao jantar, o clima na clínica já não era o mesmo. May, que na noite anterior parecia ter criado uma cumplicidade imediata com Jô, agora se mostrava fria, cortante, respondendo apenas o necessário.
Jô percebeu.
— Bom dia, May — disse, forçando o sorriso de sempre.
— Bom dia — respondeu a colega, sem sequer olhar nos olhos.
O dia mal havia começado e o ar já estava pesado. Jô tentou ignorar, mas não demorou a perceber a razão. May não conseguia esconder os olhares atravessados. Era como se toda a noite anterior tivesse despertado nele uma raiva silenciosa. O ciúme a consumia, o medo de perder Everaldo para a vizinha mexia com sua sanidade.
No entanto, a forma que encontrou para reagir foi se entregar a um impulso perigoso.
Mais tarde, quando todos estavam ocupados em seus afazeres, May bateu à porta da sala do dono da clínica.
— Com licença, doutor Márcio, trouxe os relatórios que pediu.
Márcio era um homem de presença forte, acostumado a impor respeito. Alto, corpo trabalhado, olhar que desarma. Sempre tive uma quedinha por May e nunca disfarcei. Naquela manhã, ao vê-la entrar de uniforme justo, não resistiu.
— Obrigado, May… mas você anda muito tensa, não anda? — disse, com um sorriso insinuante.
Ela hesitou, fingindo surpresa. — Tensa? Imagina.
Márcio levantou-se da cadeira e se aproximou devagar, deixando o cheiro amadeirado do perfume ocupar o espaço entre os dois.
— Não precisa fingir. Eu noto o jeito que você fala comigo. E eu sei que você me deseja.
— Doutor… — May tentou protestar, mas a voz saiu fraca.
Ele segurou sua cintura com firmeza, puxando-a contra o corpo. As mãos fortes percorreram a curva da bunda, e o beijo veio em seguida, urgente, invasivo. May gemeu, rendendo-se sem resistência.
As mãos de Márcio subiram pelos seios pequenos e firmes, apertando-os com força. Ele chupou seu pescoço, mordendo, enquanto a empurrava contra a mesa. Em segundos, o uniforme já estava no chão, revelando a pele morena, lisa, o corpo escultural que até Everaldo invejava.
— Você é deliciosa, May — murmurou, chupando os mamilos até deixá-los duros.
Ela gemeu, arqueando as costas, sentindo-se perder o controle. — Se alguém entrar…
— Então que vejam — respondeu, descendo os beijos pela barriga até encontrar o centro molhado entre as pernas dela.
May agarrou os cabelos dele quando a língua a percorreu devagar, sugando o clitóris com força. Gemeu alto, esquecendo onde estava. Márcio chupava sem pressa, explorando cada detalhe, até deixá-la tremendo. Quando não aguentava mais, ele a virou de costas e a inclinou sobre a mesa.
— Abre as pernas pra mim, gostosa.
Ela obedeceu, sentindo a glande grossa e quente roçar em sua entrada. O gemido escapou quando ele a penetrou de uma vez, preenchendo-a por inteiro. Márcio socava forte, cada estocada ecoando pelo consultório silencioso. O som da pele batendo contra a pele se misturava aos gemidos de May.
— Isso, doutor… mais forte! — implorava ela, completamente entregue.
Márcio puxava seus cabelos, dava tapas na bunda grande que se oferecia a cada investida. O corpo de May se chocava contra a mesa, os seios balançando sob o ritmo intenso. Gozou gritando, mas ele não parou. Continuou metendo até se satisfazer, gozando dentro dela com um grunhido rouco.
Quando terminou, ela estava ofegante, despenteada, mas com um brilho no olhar que não tinha antes.
— Isso fica entre nós — disse ele, com firmeza.
Ela assentiu, ainda sem fôlego. — Sempre…
O que May não imaginava era que Jó havia visto tudo.
De início, Jô apenas passava pelo corredor quando ouviu os gemidos. Curiosa, encostou-se na porta entreaberta. E ali ficou, observando cada detalhe. O corpo de May sendo chupado, dominado, fodido com força. O pau grosso de Márcio desapareceu dentro dela a cada estocada.
O coração de Jó disparou. A excitação tomou conta. Sentiu as pernas tremerem, o sexo pulsar. Precisou morder os lábios para não gemer junto. Saiu dali desnorteada, a mente repleta de imagens proibidas.
Horas depois, incapaz de guardar o segredo, contou tudo para Ingrid.
— Ingrid, você não tem noção do que eu vi hoje… — começou, a voz trêmula de excitação. — May… ela estava dando pro Márcio, na sala dele. E não era qualquer transa. Ele comendo ela com força, chupando, batendo… eu vi tudo!
Os olhos de Ingrid brilharam. Baixinha, loira, de curvas generosas, ela sempre escutava as confidências de Jô, mas daquela vez não conseguiu esconder a reação. Apertou as pernas, sentindo o calor subir.
— Meu Deus, Jô… só de você contar eu já estou toda molhada.
— Sério? — Jô riu, surpresa.
— Sério… você não sabe o tesão que me deu imaginar isso. — Ingrid se levantou às pressas, murmurando — Eu preciso ir ao banheiro. Agora.
E Jô ficou sozinha, sorrindo de canto. Tinha certeza do que a amiga ia fazer lá dentro.
Ingrid trancou a porta do banheiro com pressa, o coração disparado. Encostou-se na pia, respirando fundo, mas não resistiu: a mão deslizou pela saia do uniforme até encontrar a calcinha já encharcada.
Fechou os olhos e deixou-se levar pelas imagens que Jó havia acabado de descrever. May, curvada sobre a mesa, recebendo cada estocada de Márcio. O pau grosso desapareceu entre as pernas dela. Os gemidos, os tapas, o gozo derramado sem pudor.
— Ahhh… — gemeu baixo, enfiando os dedos por dentro do tecido molhado.
Apressada, puxou a calcinha para o lado e afundou os dois dedos dentro de si, escorregando fácil pela excitação acumulada. A outra mão apertava os seios grandes por cima do sutiã, os mamilos duros exigindo atenção.
— Márcio… Jô… Ai, que tesão… — sussurrou, o corpo inteiro tremendo.
Imaginava-se no lugar de May, sendo dominada, usada, possuída. Mas também imaginava Jô ali, nua, se oferecendo, os cachos caindo sobre o rosto, os seios pequenos roçando contra seu corpo.
A velocidade dos dedos aumenta, os quadris se movendo em sincronia, e logo Ingrid mordeu os lábios para abafar o gemido mais alto. O orgasmo veio forte, fazendo seus joelhos fraquejarem. Gozou ali mesmo, apoiada na pia, a respiração descompassada e a calcinha completamente molhada.
Levantou a cabeça diante do espelho, ajeitou o cabelo loiro, respirou fundo para recuperar a compostura e voltou para junto de Jô, como se nada tivesse acontecido. Mas o brilho nos olhos e as bochechas coradas denunciavam tudo.
— Você está bem? — perguntou Jô, sorrindo de canto.
— Tô… mais do que bem — Ingrid respondeu, ainda ofegante. Sentou-se, cruzando as pernas grossas, tentando disfarçar. Mas não aguentou e, de repente, soltou: — Jô, eu não aguento mais fingir.
Jô arqueou as sobrancelhas. — Fingir o quê?
— Que está tudo bem com meu casamento. — Ingrid respirou fundo, as palavras saindo em desabafo. — O Jorge… ele não me toca, não me deseja. Eu me sinto invisível dentro de casa.
Jô a olhou com compaixão. — Amiga… eu não sabia que era assim.
— E tem mais — Ingrid hesitou, mas o tesão era mais forte que a vergonha. — Eu penso em você. Muito mais do que deveria. Cada vez que você me conta alguma coisa… eu fico imaginando a gente. Eu e você. — mordeu o lábio, encarando-a. — Eu desejo você, Jô.
O silêncio que se seguiu parecia infinito. Jô sentiu o coração acelerar. Nunca tinha se envolvido com mulheres, mas as palavras de Ingrid acenderam uma chama inesperada. A lembrança do corpo dela, das curvas, dos seios fartos, das coxas grossas… tudo se juntou ao calor que já trazia do que virá entre May e Márcio.
— Ingrid… — começou, sem saber como responder.
Mas, antes que pensasse, a amiga se inclinou e encostou os lábios nos seus. Foi um beijo suave no início, hesitante, mas carregado de desejo.
Jô congelou por um segundo. E então correspondeu.
As línguas se encontraram, tímidas no começo, depois urgentes. Ingrid a puxava pela cintura, apertando a bunda empinada por cima da saia curta. Jô, surpresa, deixou-se levar. Sentiu o gosto doce na boca da amiga, a maciez dos lábios carnudos.
Quando se afastaram, ofegantes, os olhos de Ingrid brilhavam.
— Eu não devia… mas não consigo resistir a você.
Jô tocou os lábios ainda úmidos, um sorriso tímido surgindo. — Eu nunca tinha beijado uma mulher antes… e eu gostei.
O ar ficou carregado. As duas sabiam que haviam cruzado uma linha invisível.
Ingrid suspirou, ajeitando o cabelo loiro atrás da orelha.
— Jô, se você quiser… eu posso te dar o que o Fabrício não dá. Eu posso cuidar de você.
Jô sorriu, encostando a testa na dela. — Eu tenho tudo com ele, Ingrid… mas confesso que esse beijo me deixou com vontade de mais.
A confissão pairou entre elas, cheia de possibilidades. O desejo estava lançado.
A noite caía silenciosa no apartamento. Fabrício já estava deitado, o corpo cansado, mas a mente de Jô girava em espiral. Deitada ao lado dele, mordia os lábios, as lembranças voltando como um filme erótico sem fim.
A imagem de May, curvada sobre a mesa, gritando com cada estocada de Márcio. O beijo quente de Ingrid, a língua macia explorando sua boca. E o olhar de Everaldo naquela noite, o volume marcando a calça quando a observava de saia curta.
Cada cena a deixava mais molhada. Ela fechava os olhos e quase podia sentir: o pau grosso de Márcio dentro dela, as mãos de Ingrid apertando sua cintura, o olhar faminto de Everaldo.
Não aguentava mais guardar aquilo. Virou-se para o marido, decidida.
— Amor… eu preciso te contar uma coisa.
Fabrício abriu os olhos devagar, surpreso com o tom sério.
— O que foi, Jô?
Ela respirou fundo. — Hoje eu vi a May transando com o Márcio. Eu vi tudo, Fabrício. Ele chupou ela com força, depois virou contra a mesa e meteu fundo, com um pau enorme… grosso. Eu fiquei hipnotizada.
Fabrício arregalou os olhos. O ciúme latejou no peito, mas, junto dele, veio uma onda de calor, uma excitação proibida.
— Você… você gostou?
— Gostei — Jô respondeu sem medo. — Eu fiquei molhada só de ver. E não foi só isso… eu contei tudo pra Ingrid. Ela enlouqueceu. Disse que pensa em mim, que se masturba imaginando a gente juntas. E eu… — mordeu o lábio, hesitando. — Eu beijei ela.
O coração de Fabrício disparou.
— Você beijou a Ingrid?
— Sim. Foi a primeira vez com uma mulher. E eu gostei, Fabrício. Eu gostei muito.
Houve um silêncio pesado no quarto. O marido respirava fundo, tentando processar, mas o pau já latejava dentro da calça do pijama.
— Caralho, Jô… você está me deixando louco.
Ela deslizou a mão pelo peito dele, sorrindo safada.
— Eu não quero esconder nada de você. Eu quero voltar a ser compartilhada, mas dessa vez com a sua permissão. Eu quero viver isso de novo, Fabrício. Eu quero ser desejada, comida, sentida… por outros homens, por outras pessoas. Mas sempre voltando para você.
O peito dele subia e descia rápido. Por dentro, uma guerra. Parte dele queria dizer “não”, parte dele ardia de tesão só de imaginar. E foi mais forte que ele.
— Você sabia que, no jantar, eu vi o Everaldo duro olhando para você?
— Eu sabia — Jô respondeu, provocante. — E você? O que sentiu?
Fabrício desviou o olhar, mas confessou.
— Fiquei de pau duro também. Só de ver como ele te desejava.
O sorriso dela se abriu ainda mais.
— Então você também gosta, amor. Assim como eu.
Ele engoliu seco. — E se eu te disser que também pensei na May? O corpo dela, aquela bunda…
— Então a gente está no mesmo barco. — Jô se aproximou, encostando os lábios nos dele. — Vamos abrir o relacionamento de novo. Mas, dessa vez, juntos, sem mentiras.
Fabrício segurou o rosto dela com força, os olhos ardendo de desejo.
— Você é minha, Jô. Mas, se isso te excita… eu aceito. Eu quero ver você sendo fodida por outro, quero sentir você me contando cada detalhe.
Ela gemeu baixo, roçando a perna na ereção dele.
— E eu quero voltar inteira pra você, sempre.
O beijo veio urgente, línguas se encontrando, mãos explorando. Fabrício virou o corpo dela, puxando a saia curta para cima, expondo a calcinha molhada.
— Você fica desse jeito só de imaginar, né? — ele sussurrou, enfiando os dedos por baixo do tecido encharcado.
— Sim… eu gostei só de lembrar. E agora eu quero gozar de você.
Fabrício não resistiu. Afundou a boca entre as pernas dela, chupando a boceta molhada com força. Jô gemia alto, agarrando os cabelos dele, enquanto confessava entre gemidos:
— Eu quero o Márcio… quero o Everaldo… quero a Ingrid… mas é você quem eu amo… ahhh!
As palavras eram gasolina no fogo dele. A língua trabalhava rápido, sugando o clitóris, enquanto os dedos entravam fundo. Ela gozou forte, tremendo, sentindo o corpo todo vibrar.
Quando recuperou o fôlego, puxou o pau dele para fora. Estava duro, latejando. Fez uma punheta lenta, olhando nos olhos dele.
— Agora é você, meu amor. Goza pensando em tudo que eu te contei.
Ele gemeu, o tesão explodindo com cada palavra.
— Porra, Jô… eu quero ver você com eles… eu quero ouvir você gritar…
O gozo jorrou forte, respingando no ventre dela. Jô sorriu, lambendo os dedos sujos de porra.
— Então está decidido. Vamos abrir de novo.
Fabrício caiu exausto ao lado dela, mas o sorriso no rosto entregava: a chama estava reacendida.
Era sábado de manhã quando Everaldo chegou buzinando na frente do prédio de Jô e Fabrício. O ronco da moto ecoava pela rua quase deserta. Fabrício abriu a janela e acenou.
— Chegou o professor! — ele brincou, olhando para a esposa.
Jô saiu do quarto ajeitando a saia jeans curta e uma blusinha leve. O sorriso no rosto disfarçava o frio na barriga.
— Desejo sorte para sua aluna, amor.
Fabrício beijou sua boca.
— Vai com calma. Confio no Everaldo.
Ela piscou. — Eu também.
Montou na garupa, e logo a moto partiu. O vento batia forte no rosto dela, mas o que a deixava inquieta eram as mãos grandes de Everaldo segurando sua cintura com firmeza. Ele ensinava como se equilibrar, como inclinar nas curvas, e, a cada toque proposital, o corpo de Jô reagiu.
Passaram por ruas tranquilas, depois por uma estrada mais vazia. Ele parou num mirante.
— Está indo bem — disse, olhando nos olhos dela. — Mas acho que você ainda precisa se soltar mais.
— É só a primeira aula… — ela respondeu, mordendo o lábio.
Everaldo riu. — Eu posso te ensinar a relaxar.
A mão dele escorregou um pouco mais para baixo, quase na borda da saia. Jô segurou o pulso dele.
— Everaldo… não faz isso.
— Você não gostou? — ele sussurrou no ouvido dela.
Ela ficou em silêncio. A respiração acelerada entregava.
— Eu sei que gostou, Jô. Eu vi como você me olhou no jantar.
O coração dela disparou. — Você está enganado…
Ele apertou mais a coxa dela, firme. — Eu não tô. Eu vi o pau do Fabrício duro também. Ele sabe que eu quero você, só não tem coragem de admitir.
Ela se levantou, nervosa. — Para com isso. Vamos voltar.
Everaldo a olhou com um sorriso malicioso, colocou o capacete e ligou a moto. Mas, em vez de pegar o caminho de volta, seguiu por outra rua, entrando em um bairro mais afastado.
— Onde a gente está indo? — Jô perguntou, desconfiada.
Ele não respondeu. Parou em frente a um motel discreto, com luzes vermelhas piscando.
— Aqui você vai aprender de verdade a se soltar.
— Everaldo! — ela protestou. — Você está louco!
Ele desligou a moto e tirou o capacete. Os olhos ardiam de desejo.
— Eu sei que você quer. Se não quisesse, já teria descido da moto no mirante.
Jô ficou paralisada, mordendo os lábios. Parte dela queria gritar e voltar para casa. A outra, mais forte, latejava de tesão.
Ele estendeu a mão. — Confia em mim. Uma vez aqui dentro, você nunca mais vai esquecer.
O coração dela batia como um tambor. No fundo, já sabia que ia ceder. Pegou a mão dele e entrou no quarto.
O quarto tinha luz baixa, cama larga, espelho no teto e um cheiro forte de incenso. Jô entrou devagar, como se estivesse atravessando uma linha sem volta.
Everaldo fechou a porta e encostou nela, o corpo grande pressionando o dela contra a parede.
— Eu disse que você ia gostar… — sussurrou, mordendo a orelha dela.
Jô tentou manter a pose. — Eu não devia estar aqui…
Mas a respiração denunciava. A cada beijo que ele roubava, os lábios dela se entregavam mais. Everaldo agarrou sua cintura, deslizando as mãos para a bunda empinada. Apertou forte, arrancando um gemido debaixo dela.
— Você tem noção de como eu pensei em comer essa bunda desde o jantar? — ele disse, já mordendo o pescoço dela.
Jô fechou os olhos, sentindo a pele arder com o toque. — Você é louco… se a May descobre…
Ele riu. — Ela que cuide do macho dela. Agora você é minha.
Everaldo empurrou Jô para a cama. Ela caiu de costas, a saia subindo e revelando mais da pele morena. Ele se inclinou, tirando a blusa dela com violência. Os seios pequenos ficaram expostos, os mamilos já duros.
— Olha isso… — ele roçou a língua num deles, chupando devagar, depois mordendo forte. — São meus agora.
Jô gemeu alto, arqueando o corpo. Everaldo puxou os braços dela para cima e amarrou com uma faixa que tirou da mochila. Os pulsos presos contra a cabeceira.
— Eu quero você submissa. — A voz dele era grave, firme. — Você vai obedecer a cada ordem minha.
Ela, ofegante, apenas assentiu.
Ele desceu pela barriga dela, beijando, mordendo, até abrir a saia e arrancar a calcinha. O cheiro de tesão dela encheu o ar.
— Já tá toda molhada, safada…
Jô tentou fechar as pernas, mas ele segurou e abriu com força. Enterrou o rosto entre as coxas, chupando com violência. A língua dele se movia rapidamente no clitóris, sugando, lambendo fundo.
— Ahhh, Everaldo… para, eu não vou aguentar…
Ele levantou o rosto, sujo do gozo dela. — Você vai gozar quando eu mandar.
Deu um tapa forte na coxa, depois outro no meio da bunda. Jô gritou, mas o gemido veio junto.
— Você gosta, né? — Ele bateu de novo. — Gosta de apanhar como puta.
Ela mordeu o lábio. — Eu… eu gosto…
— Então chupa. — Ele tirou o cinto, abriu a calça e deixou o pau latejando. Grosso, pesado, quase assustador. Segurou a cabeça dela e enfiou na boca.
Jô engoliu, engasgando, mas continuou. Os olhos marejados enquanto chupava forte, língua envolvendo cada veia. Ele puxava o cabelo cacheado dela, ritmando a boqueta como se fosse foder sua garganta.
— Isso, engole meu pau… mostra como você adora ser usada…
Ele atirou de repente, batendo com o pau molhado no rosto dela. Depois virou Jô de bruços, deixando-a de bunda para cima, ainda com os pulsos presos.
— Essa bunda é minha. — Deu um tapa estalado que deixou a pele vermelha. — Vou te marcar toda.
E foi assim: tapa, estalou, gemido. Cada vez mais forte, a pele dela queimava, mas o prazer só crescia.
Everaldo enfiou devagar no início, mas logo começou a mexer com violência, segurando a cintura dela. O espelho no teto mostrava a cena completa: o corpo magrinho dela sendo dominado pelo corpo forte dele, a bunda empinada balançando a cada estocada.
— Isso, geme alto… deixa todo mundo saber que você é minha putinha.
Jô gritou, sentindo a cama tremer. O pau grosso preenchia tudo, tocava fundo. Ele alternava tapas no rosto e na bunda, puxões de cabelo, e enfiadas cada vez mais violentas.
Quando ela estava prestes a gozar, Everaldo segurou, tirando o pau e esfregando na boca dela de novo. — Engole meu gosto. — E voltou a foder, mais bruto, até que Jô não aguentou e gozou gritando, o corpo inteiro tremendo.
Ele continuou, implacável, até encher ela de porra. Depois passou o pau melado no corpo dela, marcando os seios, a boca e o rosto.
Jô estava exausta, marcada, amarrada, mas o sorriso de prazer denunciava: tinha amado cada segundo.
Já passava das onze da noite quando Jô entrou em casa. O corpo ainda doía, cada tapa deixava a pele latejando, e a calcinha estava encharcada, grudando entre as pernas. O cabelo bagunçado, a boca inchada, o gosto de porra ainda presente.
Fabrício estava no sofá, inquieto. Quando a viu, arregalou os olhos.
— Meu Deus, Jô… Olha o estado que você está.
Ela mordeu os lábios, fechando a porta devagar.
— Foi… intenso.
Ele se levantou e foi até ela. O cheiro de suor e sexo tomou conta da sala. Jô tirou a blusa, mostrando as marcas vermelhas nos seios e nos ombros. Depois virou de costas e baixou a saia. Cada tapa na bunda tinha deixado um desenho.
— Ele te bateu assim? — Fabrício tocou devagar, quase com medo de machucá-la.
— Sim… e eu adorei. — Os olhos dela brilhavam, cheios de tesão.
Fabrício engoliu seco. A mão percorreu a coxa dela, sentindo as marcas quentes.
— Você está toda fodida, Jô.
— Toda gozada também… — Ela abriu a calcinha, mostrando a mistura escorrendo das pernas. — Quer provar?
Ele ajoelhou-se sem pensar. A boca colou na pele dela, lambendo cada gota que escorria. Passou a língua devagar pelas coxas, pela bunda marcada, chupando até o último vestígio da gozada de Everaldo.
Jô gemeu alto, segurando os cabelos dele. — Isso, amor… limpa tudo com a boca…
Ele a deitou no sofá, abrindo as pernas dela. O cheiro forte de sexo invadiu o ambiente. Fabrício chupava cada marca, cada parte suja, como se fosse um ritual de posse e cuidado. A língua dele explorava, lenta e profunda.
— Você gosta de ver o que ele fez com você, né? — ele disse entre uma chupada e outra.
— Gosto… mas gosto ainda mais de você me cuidando assim…
Ela pegou o pau dele, já duro, e começou a punhetar. Os olhos fixos nos dele, enquanto contava em detalhes:
— Ele me amarrou, me bateu, me fez engolir ele até eu quase chorar… — a voz dela tremia de tesão. — Mas eu só pensava em vir aqui e te mostrar cada marca…
Fabrício gemeu, os olhos semicerrados, o prazer crescendo.
— Continua… conta mais…
Jô acelerou a punheta. — Ele me fodeu de quatro, me chamou de puta… me fez gritar o nome dele. E eu gritei, Fabrício. Gozei tanto que perdi a noção…
Fabrício gemeu mais alto, sentindo o corpo estremecer. Jô se inclinou, lambendo a cabeça do pau dele enquanto continuava com a mão.
— Goza pra mim, amor… mostra que você gostou de ouvir…
E ele não resistiu. Gozou forte, jatos quentes sujando a barriga dela. Jô espalhou com a mão, sorrindo, e depois lambendo devagar, saboreando.
O silêncio caiu por alguns segundos, só a respiração dos dois ecoava pela sala. Jô deitou sobre ele, o corpo ainda quente e marcado.
— Eu sou sua, Fabrício. Mas agora você sabe… eu preciso ser nossa também.
Ele passou a mão pelos cabelos dela, ainda tentando recuperar o fôlego.
— Eu sei… e eu quero isso com você
