Catarse, Parte II, o Receptáculo
- Temas: novinha, velho, exibicionismo, submissão, dupla penetração
- Publicado em: 02/10/25
- Leituras: 1987
- Autoria: Liviamor
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Essa é a segunda parte da minha história "Catarse".
Geralmente, digo que não precisa ler o anterior para aproveitar, mas seria bom pra entender toda a história. =)
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Parte 2: Receptáculo
Do latim 'receptaculum',
Lugar em que se recolhem coisas de várias procedências; recipiente.
Local usado como abrigo, refúgio;
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Uma noite bem mal dormida, cheia de ansiedade e desejos complexos.
Eu acordei nesse dia aproximadamente às oito horas da manhã. Ao abrir os olhos, meu coração já palpitava; eu já tinha plena consciência do que faria nesse dia.
A primeira coisa que fiz foi preparar os lanchinhos e juntar tudo o que eu precisava para aquele dia: garrafinhas de água, cachaça, colchonete, cobertor, alguns brinquedos eróticos e uma considerável quantia de dinheiro. Preparei e guardei tudo no carro de forma organizada, conforme iria precisar.
Levei o carro quase duas quadras de distância de onde moro; era necessário para deixar uma marca.
Separei meu vestido bege claro florido e minha sandália de salto alto, cor nude, e, após isso, fui tomar um banho, caprichado ao ponto de lavar parte da alma, ficando apenas as intenções maliciosas. Finalizei, sequei meu cabelo com o secador, passei o babyliss, resultando em um penteado de salão de tão bonita que fiquei. Gastei algumas horas com a minha maquiagem: blush, máscara, sombra, cílios. Poderia ser facilmente confundida com um anjo e, para finalizar, um perfume de grife, aquele que sempre deixamos guardado para usar em ocasiões especiais.
Vocês já sabem o que vou fazer, sabem exatamente para onde vou.
Eu já brinquei outras vezes de cumprir ordens, mas eram vagas, curtas e pouco planejadas, mas essa eu queria fazer diferente, uma ideia que acabou virando um roteiro, ordens a serem seguidas e ações a serem realizadas. Eu estava apta a me dedicar a cada objetivo e foi com essa mentalidade que eu saí da minha casa, um pouco mais de meio-dia, e fui caminhando em direção ao carro que estava estacionado próximo de uma escola particular.
Por ser cidade pequena do interior, não tinham muitos vizinhos na rua, eram poucos aqueles que me viram descer aquela rua com a aparência de uma deusa, uma jovem arrumada, linda e cheirosa. Fiz questão de cumprimentar cada um no meu caminho, homens e mulheres, todos aqueles que me notaram, uma singela criatura mítica na terra.
Já dirigindo, com as mãos trêmulas ao volante, a ansiedade aumentava conforme o meu objetivo se aproximava. Eu olhei, procurei, tive certeza, ele estava lá como sempre, barba cumprida, usando boné, roupas rasgadas e pedindo dinheiro para os poucos carros que paravam por aí. Com os vidros fechados, passei direto para que ele não me visse. Após contornar, eu estacionei não tão longe daquele cruzamento, eu desci do carro e caminhei em direção a ele. Ao mesmo tempo que era igual às outras vezes, essa também era diferente; eu seguiria algumas regras, cada passo já foi planejado.
Eu já não imaginava que ele me observaria de tão longe. Eu estava me aproximando; ninguém nunca vai conseguir entender como eu me senti nesse momento. Ele fixou os olhos em mim enquanto eu me aproximava do cruzamento onde ele estava. A intenção era caminhar até ele, mas ele atravessou a rua até chegar ao lado em que eu estava e parou ao meu lado, adiantando o nosso encontro. Eu tentei manter a minha compostura.
— Mendigo: Boa tarde, moça bonita.
Apenas olhei para cada um dele e sorri, não respondi, eu estava nervosa e toda trêmula, minhas mãos suavam. Eu imaginei tantas vezes esse momento na minha cabeça, passei e repassei várias vezes o que precisava ser feito, eu só precisava me oferecer, mas...
— Mendigo: Tem dez centavos?
Era o destino, isso já estava determinado a acontecer. Eu tive alguns segundos de ausência, não esperava que ele me pedisse isso. Eu olhei para a avenida, tinham outras pessoas, estavam distantes, os carros eram poucos, mas dos poucos que passaram, não havia um motorista que não fixava os olhos em mim. Mas eu estava ali, eu precisava continuar.
— Eu: Dez centavos eu não tenho, mas posso te dar algo mais interessante.
Eu levantei o vestido, mostrando que não estava usando nada por baixo dele e expondo minha boceta branca bem depilada para ele. Esse homem simplesmente travou, tentando entender o que acontecia, os olhos dele ficaram espantados, então ele olhou para ambos os lados da avenida, voltou a olhar para o meu das minhas pernas e então eu abaixei o vestido.
— Eu: Você quer?
Ele olhou para mim, ainda espantado, dava para ver que ele queria dizer algo e não conseguia; ele não estendeu a situação.
— Eu: Eu parei o carro ali, vamos lá comigo que eu dou minha boceta para você, eu deixo você fazer o que quiser comigo.
Apertei para ele onde estava o carro, então sorri, virei as costas e comecei a andar em direção ao carro. Quando olhei para trás, ele ainda estava paralisado no lugar.
— Eu: Vem comigo, moço, pra você me comer.
Fiz o gesto com as mãos chamando-o para me seguir e continuei andando por alguns metros até chegar ao carro. Sentei-me no banco do motorista e abri a porta do passageiro, esperando ele chegar. Pelo retrovisor, vi que ele caminhava lentamente para o meu lado, desconfiado e curioso. Eu subi o vestido até a cintura para deixar as minhas pernas e o que tem no meio delas à mostra e soltei as alcinhas do meu vestido, ficando com os peitos para fora. Quando ele chegou, parou na porta e olhou para dentro do carro. Foi a segunda vez que eu o deixei em choque; ele paralizou pela segunda vez. Eu continuei sorrindo, sendo amigável com ele.
— Eu: Entra, vamos no rodelão lá em cima, lá você pode me comer bem gostoso, você sabe onde é, né?
Ele deu mais uma olhada para ambos os lados da rua, como se estivesse desacreditando no que via.
— Ele: Eu posso mesmo ir com você?
— Eu: Claro que sim, pode entrar.
Ele, ainda cético, ficou parado na porta do carro.
— Eu: Entra, você pode ficar passando a mão até a gente chegar lá, o que acha?
Ele esticou a mão e passou em um dos meus seios que estavam à mostra e, sem querer, eu já soltei um gemido. Quando ele percebeu que eu não o impedi, finalmente ele entrou no veículo.
— Eu: Pode ficar passando a mão em mim onde quiser, até a gente chegar lá.
Ele entrou no carro sem desgrudar os olhos de mim e, assim que sentou, começou a explorar todas as partes do meu corpo que estavam expostas. Uma de suas mãos foi direto para o meio das minhas pernas, ele estava ofegante como um animal selvagem, ele estava gemendo só de passar as mãos em mim.
Então liguei o carro e comecei a dirigir em direção ao rodelão, onde ele e eu poderíamos ficar mais à vontade. Tive dificuldades para dirigir, tentava manter a compostura, era difícil dirigir com mãos e pernas tremendo descontroladamente, além de ele ficar passando a mão em mim. Mas eu sabia exatamente o que precisava fazer.
— Eu: Pode enfiar o dedo dentro da minha boceta também.
Era como se ele nem sequer escutasse as minhas palavras; ele só gemia enquanto passava fortemente as mãos em mim. Mesmo estando difícil de dirigir, eu não o impedi de socar o dedo na minha boceta molhada e depilada. Assim como ele, o meu tesão já estava no limite do extremo.
— Eu: Como eu não tenho dez centavos, vou deixar você meter com força, tá bom?
— Ele: Ahhh, ahhh, você é muito gostosa. Ahhhhh.
Ele tinha uma voz porca, meio rouca e desagradável, estava com a língua para fora e explorando meu corpo com as mãos e tentando enfiar o dedo dentro da minha boceta. O cheiro dele estava bem forte, suado e sujo, minha visão até escurecia e eu comecei a ficar preocupada com o desfecho, comecei a duvidar de mim, mas eu precisava aguentar, eu precisava ser capaz de seguir o plano, tirar essas amarras morais que eu ainda tinha, mas ainda assim estava difícil.
— Eu: Pode meter o dedo com força, não precisa ter medo.
Ele aceitou o convite de tal forma que ele veio para cima de mim, ele meteu o dedo dentro da minha boceta com tanta força que ele até se levantou em minha direção, como se quisesse enfiar a mão toda dentro de mim, a pressão foi gigantesca, ele gemeu e veio para cima com tudo, socou o dedo do meio sem dó. Foi tão intenso que eu pisei no freio do carro com tudo que até derrapou; a freada brusca fez ele ser jogado um pouco para frente, contra o painel. Ele olhou para minha cara todo assustado, eu olhei para a cara dele também, espantada, mas não pelo que aconteceu e sim pela forma que ele enfiou os dedos em mim.
— Eu: Nossa... você está bem? Não se preocupe, eu vou dirigir mais devagar, você quase me rasgou, mas pode continuar enfiando o dedo igual fez agora.
Ele só acenou com a cabeça e voltou a passar as mãos em mim e continuou bem próximo, com aquele odor me intoxicando, gemendo próximo ao meio ouvido, eu não acreditava que estava deixando aquele homem, com aquele cheiro, fazer isso comigo. Eu precisava aguentar, mas era difícil ignorar esse odor. Ele voltou a me passar as mãos, primeiro nos meus seios, assim que o carro começou a andar. Ele voltou com os dedos na minha boceta e já foi logo socando com tudo. Ele ia com os dois dedos do meio e socava com força pra dentro. Minha visão alternava entre nítida e turva. Aquele homem fedido começou a me dedar, arrancava o dedo e forçava com tudo lá dentro, socando, girando e torcendo o dedo dentro da minha boceta. Era tão abusivo que já estava me segurando pra não ter um orgasmo naquele momento. Era intenso, a cara de safado desesperado dele, com a língua pra fora e gemendo daquele jeito estava me dando muito prazer.
— Eu: Olha... aqui pra mim... olha...
Estava difícil de falar e ele não parava, estava difícil dirigir morro acima e prestar atenção ao volante, eu estava na rua com ele fazendo isso comigo.
— Eu: A gente está quase chegando, nossa... Eu quero que use mais força... Pode ir com força que eu aguento. Aiinn...
A reação dele ainda era nula, eu não sabia se ele ouvia o que eu dizia, era difícil até de falar naquelas circunstâncias. Mas a gente estava ali, no rodelão, a gente chegou. Quando parei o carro, eu soltei as mãos do volante, joguei o corpo para trás no encosto do banco, botei a mão na testa e dei um longo gemido, gemido o qual estava segurando pelos últimos dez minutos até chegar naquele lugar. Quando ele viu isso, ele veio com o corpo em cima de mim, esse não era o plano, então eu usei as duas mãos para segurar ele, mas ele estava vindo com muita força.
— Eu: Nossa... espera... espera...
Acabei levantando um pouco a voz; ele olhou espantado para minha cara.
— Eu: Calma... Nossa... Assim me deixa doida. Só um minutinho, deixa eu só fazer uma coisa, encosta aí no banco, tá bom, fica paradinho.
A expressão dele era insana, um homem possuído pelo desejo, estava cego de prazer. Foi difícil fazer ele ficar no lugar; em outra ocasião, eu teria deixado ele ir até o fim, mas eu queria me esforçar a realizar o maior número de objetivos que eu tinha em mente. Eu precisava manter o controle para depois, o perder, era um mal necessário.
— Eu: Espera... Pode deixar que você vai fazer tudo comigo, vou deixar você me comer, mas deixa eu fazer uma coisa primeiro, tá? Está me ouvindo? Consegue me entender, moço?
— Ele: "Tá bom, tá bom."
Deu para perceber que ele estava frustrado e um pouco nervoso, eu destravei as portas e pedi para ele esperar, arrumei o meu vestidinho, então abri a porta do meu lado.
— Eu: Espera aí, só um pouquinho, não sai daí, tá!
Ele me observava de forma desconfiada enquanto eu saí do carro e caminhei pela frente até o outro lado. Eu caminhei, abri a porta do lado dele e pensei comigo: "É agora". Eu precisava de muita coragem para fazer isso dessa forma, tinha muita coisa em risco, mas eu iria seguir em frente, precisava arriscar. Eu me abaixei, curvei ali do lado de fora, coloquei as mãos nas calças sujas e rasgadas dele e dei uma puxada. O pau cabeludo dele estava bem duro, estava com a cabeça toda melada, até esticou um caladinho grudento. Ao mesmo tempo que fiz isso, subiu aquele cheiro, era forte, era pesado, eu não acreditei que estava naquela situação. Para aguentar, eu imaginei que tinham linhas saindo do meu corpo, me controlando igual a uma marionete. Eu decidi botar na boca tudo de uma vez; isso ajudaria a aguentar, talvez, aquele forte odor. Eu fechei os olhos e desci com tudo. Aquele pau fedido começou a entrar na minha boca, eu não precisei nem mesmo me esforçar. Quando ele percebeu o que eu estava fazendo, ele me puxou e eu caí de boca, me deu aquela ânsia. Era difícil de aguentar, mas estava decidida em cumprir o meu papel de marionete. Eu fiz o combinado, comecei a engolir com tudo; ao mesmo tempo, ele me pressionava para ir mais fundo. Foi selvagem e agressivo. Então eu ouvi aquilo, o maior gemido que eu ouvi um homem dar até os dias de hoje.
— Ele: ARHHHHHHHHH, QUE DELICIAAAAAAAA...
Quando ouvi isso, meus olhos se abriram sozinhos, como se estivessem despertados, subiu aquele fervor pelo meu corpo e eu fiz, comecei a chupar para entrar mais fundo, estava sufocada no odor daquele pau sujo, eu fazia força com meus pés contra o chão e agarrei o banco com as mãos e puxei para fazer entrar o mais fundo possível na minha garganta, eu estava descendo nele com tanta força que minhas sandálias até deslizavam no asfalto, era difícil de respirar, mas eu segui e me esforcei pra aguentar, já ele, não parava de gemer.
— Ele: Arggghhhhhh! Aghhhhhhhh! Ahhhhhhhhh!
Eram gemidos extensos que nunca tinha ouvido, diferenciados, como se o prazer daquele homem fosse utópico. Era esse o meu verdadeiro poder? Eu realmente era capaz de fazer ele se sentir assim? Nessa vida foram tantos que abusaram e se aproveitaram de mim, o que faz essa vez ser diferente? Talvez eu estivesse tão excitada pela ideia que me perdi na minha própria realidade. Mas eu tinha muitas coisas para fazer com ele, foi como se minha alma voltasse para o corpo, eu comecei a deslizar a boca para cima e para baixo bem lentamente naquele pau, eu estava mamando um mendigo sujo e fedido e mesmo assim meu estado era calma e serena, minha mente estava cristalina como a água.
Comecei a pagar um belo boquete no mendigo; eu apenas ouvia ele gemer e gritar, enquanto os dedos dele se contorciam. Mas era hora de parar, essa preliminar era o suficiente, muita coisa ainda precisava acontecer e eu precisava de cautela.
Ao me levantar, eu nem sei se eu tinha me mijado, mas minhas pernas estavam bem molhadas, muita coisa escorreu de mim e eu não tinha percebido, até o asfalto naquele rodelão estava molhado. Ver isso me deixou ainda mais em estado de transe, eu peguei ele pela mão e o puxei para sair do carro, nem mesmo ele parecia estar acreditando no que acontecia, os olhos dele estavam possessos, como se ele estivesse em um estado diferente de espírito.
— Eu: Vem comigo... vamos achar um lugar pra você arrebentar minha boceta.
Ele saiu do carro como um boneco de pano, eu o puxei com força, era tudo tão estranho. Quando o tirei do carro, lembrei de pegar a cachaça que trouxe para ele, abri o porta-luvas, peguei, bati a porta do carro e fui puxando-o pelas mãos, procurando por um lugar para adentrar a mata.
Ele me seguiu igual a um zumbi, cambaleando, totalmente desconectado da realidade. Eu sei que eu iria trazê-lo de volta em breve.
Achamos um início de trilha, que talvez há muito tempo já não passava mais ninguém ali. Fomos para dentro da mata, não muito longe dali. Eu tive muita dificuldade de andar de salto naquele caminho. A mata não estava densa, mas o salto entrava na terra, que estava um pouco úmida. Mas ali era o lugar ideal, grama baixinha, estava seca. Eu soltei da mão dele, coloquei a garrafa de cachaça ao lado, deitei no chão, abri minhas pernas para o ar e fiz o convite.
— Eu: Vem me comer, faz o que quiser comigo, pode meter onde quiser, mas vem com força, quero que meta com toda força que conseguir!
Ele abaixou as calças até as canelas e deitou sobre mim, posicionando-sedeitou-se no meio das minhas pernas. Ele usou um dos braços para se apoiar e nós dois olhamos para baixo, enquanto ele segurava o pau com a outra mão na entrada da minha boceta. Quando encaixou e começou a entrar, ele então se apoiou com as duas mãos nas minhas laterais e começou a forçar mais para dentro, voltando a gemer. Eu revirei meus olhos.
— Ele: Arhhhh... que delícia... desgraça... Ahhhhhhhhhh
Com as duas mãos, eu comecei a puxar a camiseta dele, tirando-a. Ele aceitou e me ajudou movendo os braços. Eu estava vendo aquele mendigo sujo todo pelado, com as calças nas canelas, dentro de mim.
— Eu: Você está me ouvindo agora?
Ele abriu os olhos e olhou para mim.
— Você está gostando, é?
— Ele: Ahhh... Ahhh... está muito gostoso.
— Eu: Você consegue me comer com força?
— Ele: Consigo.
— Eu: Então fode a minha boceta com força, eu quero que vá com tudo, tenta me rasgar no meio.
Ele se ajeitou mais um pouco e começou a meter, o pau sujo do mendigo começou a entrar dentro da minha boceta depilada, primeiro devagar, ele se ajeito mais um pouco e se segurando com as duas mãos sobre o meu corpo, começou a mover pra cima e para baixo, o pau dele começou a bater no fundo da minha boceta, eu estava com as penas flexionados e sentia aquela bolas batendo na minha bunda, da preocupação pelo desfecho desse encontro, o prazer enquanto ele me comia começou a tomar conta, eu estava perdendo a habilidade de me procupar com o momento, o cheiro já não me incomodava mais, minha mãos estavam segurando naquele mato com toda força, os dedos do meus pés estavam dobrados, então eu levantei a minha pélviz pra facilitar ele ir mais fundo, na mesma hora ele abriu os olhos e olhou pra minha cara de vagabunda, daria até pra esquecer a forma como eu sai de casa, esse era só o começo da minha desconstrução.
Olhando para mim, ele começou a dar umas marteladas: "PLOK!..." PLOK! ... "PLOK!", eram ao mesmo tempo intensas e dessincronizadas, mas fortes o suficiente para me arrastar pela grama. Eu tentava me segurar, mas estava deslizando pouco a pouco em cada metida que ele dava em mim. Eu estiquei meu braço, peguei uma perna e comecei a puxar para o meu lado. Ele parou para entender o que eu estava fazendo. Em seguida, eu peguei minha outra perna e comecei a puxar, me deixando com as duas pernas atrás da orelha em uma posição de perfeita submissão.
— Ele: Minha Nossa Senhora...
— Eu: Tenta bater lá no fundo, o máximo que conseguir, não precisa se segurar.
Ele fortaleceu os braços, já na primeira descida ele já arrebentou, cravou no meu útero, quase que eu grito de dor, mas eu me segurei, eu sorri e olhei para ele com meus olhos maliciosos, nem ele mesmo percebeu que naquele momento eu estava tendo um orgasmo, minhas pernas tremiam mais que tudo e eu estava babando e gemendo igual uma vagabunda enquanto o pau desse mendigo me arrebentava, talvez ele não estava entendo o que estava acontecendo comigo, ou talvez até mesmo não se importava, então ele começou a descer com mais força e de forma constante, no meio daquela mata ele me fodia com força, eu tremendo e gemendo em um delicioso orgasmo e o pau sujo do mendigo arregaçava minha boceta, era exatamente assim que tinha que ser, estávamos os dois gemendo desesperados e entorpecidos de prazer.
— Eu: Ahhhhh... AHHHHH... FODEE... AHHH... FODE COM TUDO... AAAHHHH... ME ENGRAVIDA... AIII... AIII... AIII... QUE GOSTOSO... AIII... AII...
— Ele: ARHHH... QUE DELÍCIA... É MUITO BOM... ARHHH... ARHHH...
Além dos nossos gemidos, o som do impacto molhado era sinfônico: "PLAK, PLAK, PLAK". Os braços dele até tremiam, os gemidos ficaram mais intensos e ele começou a meter cada vez mais rápido. Eu sabia o que ia acontecer e, quando eu percebi que ele começou a gozar, eu soltei minhas pernas, dei uma chave de perna nele, cruzei meus braços em volta do pescoço dele e puxei para que colasse em mim. O gemido dele era tão intenso e alto que parecia que só faltava ele chorar de alegria e desejo.
— Eu: Isso, goza dentro da sua puta, goza, deixa tudo lá no fundo para eu ficar grávida. Me engravida, me engravida.
Ele começou a tremer ainda mais durante o orgasmo, o corpo dele inteiro estava dando espasmos, ele simplesmente jogou todo o peso sobre mim enquanto me enchia de porra.
— Ele: Ahhnnnn... Arhhhnnnnn.... Arhhhhh..... Ai que delícia.... Que delícia.... Ahhhhhh... Nossa senhora... AHHGHHHH...
O prazer do orgasmo dele era tão intenso que ele até engasgava. Fiz questão de mantê-lo travado até o fim. Esse mendigo sujo fodeu e gozou dentro do meu útero de tão fundo que foi. Eu ainda tremia junto com ele por causa do orgasmo que eu ainda estava sentindo.
A respiração dele foi se acalmando pouco a pouco, eu ficava olhando para a cara dele e sorrindo, isso só demonstra o quão sem vergonha e pervertida eu sou.
Enquanto ele estava recuperando o fôlego, eu estiquei o braço e peguei a cachaça. Ele virou a cabeça e ficou observando o que eu ia fazer. Quando peguei, soltei o pescoço dele até que tirei a garrafa da embalagem.
— Eu: Você gosta, né? Eu estava com ela no carro. Acho que vai gostar.
Ele tentou se levantar; quando se moveu, eu reforcei a trava de pernas que dei nele.
— Eu: Não tira o pau de dentro de mim, espera um pouco antes de tirar, que assim eu vou engravidar mais rápido.
Ele arregalou os olhos e olhou para mim com cara de assustado, apenas sorri e demonstrei que não ia soltar.
— Eu: Gostou de comer minha boceta? Gozou bem no fundo.
— Ele: Ahh... Ah... eu gostei, estava uma delícia.
— Eu: Então minha boceta estava deliciosa, é?
— Ele: Estava bem deliciosa.
—estava Eu: Já eu te solto, fica assim mais um pouco.
— Ele: Você quer engravidar?
— Eu: Quero sim, nossa. Acho que gozou bastante dentro de mim.
Deu para ver que ele ficou pensativo, ao mesmo tempo que ficou olhando para a garrafa de cachaça.
— Eu: Quer experimentar?
— Ele: Quero.
Tentei abrir a cachaça e não consegui, então ele pegou a garrafa da minha mão.
— Eu: Espera, não sai de dentro de mim ainda, tá bom?
— Ele: Certo... É só para eu abrir.
Ele foi mexendo as pernas, colocou uma das mãos por trás das minhas costas e meio que jogou o próprio corpo para trás, me puxando. Ele acabou ficando sentado e eu parei no colo dele. Dessa vez, fui eu quem arregalou os olhos; ele me puxou e foi tão rápido que achei que ia ser jogada para o outro lado.
— Eu: Nossa...
— Ele: "Está bem?"
— Eu: Estou, só fiquei impressionada.
Foi a primeira vez que ele sorriu. Ao mesmo tempo, deu para perceber que ele estava louco para pegar a cachaça.
— Eu: Abre a cachaça, mas não toma ainda, vou pedir para você fazer uma coisa.
Ele deu só uma viradinha na tampa e fez aquele barulho de lacre rasgando.
— Ele: Pronto, o que vai fazer?
— Eu: Quero que você tome um gole e segure na boca, sem engolir, consegue?
Rapidamente ele encheu a boca de cachaça.
— Eu: Agora faz assim, tipo gargarejo.
Ele fez o que eu pedi, meio que fazendo careta por segurar a cachaça na boca.
— Eu: Agora eu vou deitar de novo e você vai derramando a cachaça bem dentro da minha boca, tá? Faz bastante gargarejo antes de me dar. Mas vai despejando devagarinho na minha boca, entendeu?
Ele fez joinha com a mão, a gente se desgrudou, eu deitei no chão novamente e ele veio com o rosto por cima do meu e fez "uhn?", perguntava se eu estava pronta, então eu abri a minha boca e ele começou a despejar. Eu senti o álcool queimando, era cachaça misturada com saliva e toda aquela sujeira que tinha dentro da boca daquele mendigo. Eu não precisei nem derramar a cachaça propositalmente, como fui instruída, pois, na posição em que eu estava, era difícil engolir tudo. Parte da cachaça voltou e me fez até engasgar. Quando terminou de despejar tudo, ele começou a rir da minha cara.
— Ele: Achou forte?
— Eu; haha, engasguei, é por causa da posição.
— Ele: Quer que eu faça de novo?
— Eu: Melhor, vem aqui.
Eu peguei ele pelo rosto e puxei para a gente começar a se beijar, já fui enfiando a língua dentro da boca dele, passando a língua nos dentes e em tudo que conseguia alcançar, ele devolveu enfiando a língua dentro da minha boca, nossas línguas dançavam iguais cisnes em um lago. A barba daquele homem era grande, cheirava forte, assim como o resto, era grisalha e pinicava o meu rosto, mas eu estava excitada demais para me sentir incomodada com isso. No calor do beijo, por causa da posição que estávamos, ele foi se posicionando novamente em cima de mim. Quando eu percebi que ele já estava ficando excitado de novo, poderia usar isso a meu favor para ir para o próximo passo. Então eu parei de beijá-lo.
— Eu: Nossa... espera, deixa eu levar só um pouquinho. Minhas costas estão doendo.
Ele me liberou e me ajudou a levantar e, sim, minhas costas estavam todas doloridas, minha boceta estava toda suja e encharcada de porra de mendigo, minha virilha estava toda melada. Dei uma ajeitada no vestido e estendi a mão para ele.
— Eu: Vem comigo.
Ele vestiu a calça que estava presa apenas em uma das pernas, pegou a camiseta e me seguiu. Fomos andando até o carro. Do jeito que eu me ajeitei, parecia que a gente iria embora e era isso que eu queria que ele pensasse.
— Eu: Você gostou de me comer? Se divertiu?
— Ele: Já vai embora?
— Eu: Você aguenta mais? Quer me comer de novo?
— Ele: Quero.
Eu me aproximei dele, fui me abaixando e puxei as calças dele para baixo. Assim que o pau duro dele apontou para minha cara, eu comecei a mamar aquele mendigo mais uma vez. O pau ainda estava fedido e todo sujo de porra misturada com os líquidos da minha boceta. Já fui de forma gulosa e ele já começou a gemer no mesmo instante.
— Ele: Arhhh... Aghhhhh... isso é bom demais.
Após uma mamada breve, só para preparar, eu o soltei, de joelhos, olhei para cima.
— Eu: Gostou de comer minha buceta?
— Ele: "Gostei."
— Eu: Gostou do quê? Fala para mim.
— Ele: "Gostei de comer sua buceta, é uma delícia."
— Eu: Fala assim... "gostei de comer sua boceta de puta".
— Ele: "Gostei de comer sua boceta de puta!"
— Eu: Isso... gostou de me chamar de puta?
— Ele: Eu gostei.
— Eu: Então diz que eu sou uma puta, que eu sou vadia e que gostou de comer minha boceta.
— Ele: Eu gostei de comer você, vadia, puta... é... vadia... o que era mais mesmo?
— Eu: Você já comeu uma puta?
— Ele: Faz muito tempo... já...
— Eu: Então, você pode me chamar de puta, pode me comer do jeito que quiser, entendeu?
— Ele: Está certo, entendi.
— Eu: É sério, eu sou a sua putinha, tá?
— Ele: Então pode te comer de novo?
— Eu: Você promete que vai ir com toda a força que tem?
— Ele: Eu quero fazer com força.
— Eu: Mas eu quero mais forte do que foi antes, bem mais forte que aquilo.
— Ele: Pode deixar, deixa eu te comer de novo.
— Eu: Eu deixo, vou até mostrar que eu sou sua puta, vem aqui...
Eu abri a porta de trás do carro, entrei e deitei de costas sobre o banco e fui me ajeitando com a cabeça para fora do carro.
— Eu: Você vai comer a minha boca agora, pode meter com força que eu aguento, tá?
— Ele: Nossa senhora... Que isso...
Me ajeitei mais um pouco, com a cabeça toda fora do carro. Ele se aproximou de mim, o pau duro estava sobre a minha cabeça. Ele chegou um pouco para trás, flexionou os joelhos e começou a enfiar o pau na minha boca. Foi entrando com vigor, estava bem duro e dava para sentir alargando e passando pela minha garganta. Eu segurei no quadril dele com ambas as mãos, então ele começou a se mover, pra frente a para trás, no que ele se movia, meu corpo era jogado na mesma direção, tive que me segurar pra não deslizar no banco, então comecei a sentir a rola do mendigo arregaçando a minha garganta, ele botou as duas mãos nos meus peitos e começou a aperta-los, dessa vez ele gemia de forma mais mas safada, também era agresivo nas metidas, em um momento ele parou e tentou alcançar a minha boceta com as mãos e enfiou dois dedos nela, ele se forçou tanto contra mim que quase senti deslocar meu maxilar, minhas cabeça estava no meio das pernas daquele homem, com as bolas deles sobre o meu nariz, eu sentida um grande fedor, eu estava com falta de ar e ao mesmo tempo me sentia sufocada pelo cheiro, era dificil usar as mãos pra me segurar e meu maxilar estava queimando de dor.
Em um momento que achei que ia apagar, ele acabou afrouxando e tirou os dedos da minha boceta. Ele deu mais uma paulada na minha garganta e me soltou.
— Eu: Ahhhhhh... cof cof cof...
Comecei a tossir sem parar, quase vomitei, a ânsia bateu muito forte, o cheiro era quase insuportável.
— Ele: "Moça, quero meter na sua boceta."
Ele me pegou pelas mãos e foi me puxar. Do jeito que estava, ele ia meter em mim ali mesmo. Ele estava agressivo, muito fogoso e excitado. Mas eu consegui dar uma esquivada.
— Eu: Vamos lá na mata, quero ver se você vai com a força que disse que ia.
— Ele: "Delícia, eu vou com força."
Quando vi o reflexo da minha cara no vidro do carro, eu me dei conta de como eu estava, quase cinco horas me arrumando e, em menos de uma hora, aquele mendigo feio desmanchou minha aparência. Eu estava sorrindo para o meu reflexo, estava julgando as minhas decisões, eu ficaria perdida nesse momento se eu não sentisse a mão dele me puxando, me arrastando para a mata para ser abatida. Talvez, mesmo que eu diga não para aquele homem, nesse momento nada pararia ele. Fomos rápido até o mesmo lugar; praticamente fui jogada no chão ao chegar lá.
— Ele: Abaixa aí, faz aquilo com as pernas de novo.
— Eu: Assim?
Puxei minhas pernas e fiz a posição submissa com as penas atrás das orelhas, que permite uma penetração mais profunda. Ele já foi se ajeitando em cima de mim, dando aquelas gemidas porcas e com sua voz rouca.
— Ele: Arhh... Argghhh...
— Eu: Usa toda a força que tem, arrebenta minha boceta, me trata igual uma puta, vai!
Ele se jogou para cima de mim, quase quebrando minhas pernas de tanto me pressionar no chão. Eu estava sentindo os estalos que eu queria: "PLAK! PLAK! PLAK! "PLAK!", ele estava raivoso, estava selvagem, descontrolado, era assim que era para ser.
— Eu: Tá... gostando... de... comer... minha... boceta...?
Era um estalo, uma palavra, a pressão dele sobre mim era extrema, minhas costas doíam naquele chão duro. Eu gemia de dor e de prazer.
— Ele: Arggg... Aghhhh... Ahhhh... boceta boa... Ahhhh... Ahhh...
— Eu: Isso... come... gostoso... come... com... força... Ahhh... Ahh... Ahh...
Ele estava fora de si, até babava em mim, era sujo, ofegante, seria absurdo qualquer um ver eu fazendo aquilo, talvez não aguentassem e desmaiassem ao ver um mendigo me comendo daquele jeito, mas eu já estava estragada, boa parte daquele charme que eu carregava já se foi, não era mais um anjo, eu perdi minhas asas e minha aura, agora eu era uma criatura do submundo sendo devorada, enquanto para ele, o momento era o paraíso, um sonho impossível. Eu mostrei para ele o caminho para os seus sonhos mais selvagens; ele estava na borda do universo. A minha alma nunca deixou de ser vermelha, cor do pecado e do prazer.
— Eu: Mete... você... quer... comer... meu... cu?
Ofereci para ele mais um orifício, com um sorriso largo, maligno, sedutor. Mas ele estava perdido em seu próprio desejo, eu mal sabia se ele estava escutando as minhas palavras, ele só gemia, metia e babava, sem parar, como uma máquina. Por curiosidade, tentei separá-lo com as pernas. Quando fiz isso, ele segurou o meu braço e fez mais força sobre mim, fazendo uma expressão de quem não gostou e uma cara selvagem. Quando vi que ele estava aproveitando ao máximo, entendi que eu estava pensando demais, então eu me entreguei ao momento, destensionando o meu corpo e deixando rolar. Quando fiz isso, comecei a sentir todo o desejo e prazer acumulado dos últimos dias e comecei a gemer mais forte. Finalmente, eu era dele. "PLOK! PLOK! PLOK! PLOK".
— Ele: Aghhhh... Agghhhh...
— Eu: Aiiii... Ai... Ai... Hmmm... Ahhhh... Ahh...
Do meio daquela mata, só se ouvia esse som de gemido e corpos se encontrando. De olhos fechados, eu sorria levemente, aproveitando todo momento único daquela tarde. Minha boceta estava sendo arrebentada. Eu já não sei mais o tempo que passou, já não importava nem mais pelo roteiro, eu deixei-me levar e fiquei sentindo aquele prazer que tanto busco, o pau do mendigo entrando e saindo, ele gemendo e babando, mesmo se alguém visse aquele momento, não iriam acreditar em seus próprios olhos. Olhem para mim, é isso que eu sou agora, acredite no que quiser, somente... me observe, acredite, eu estou andando sobre as águas cristalinas de um prazer surreal.
O meu segundo orgasmo foi ousado, não tinha como parar, intenso, sujo, estávamos conectados, mas perdidos em nossos desejos mais profundos, não sei em qual momento, mas estávamos nos beijando, não sei quando começou, não me recordo, já não era mais sexo, estávamos fazendo amor.
Quando ele deu o grito e começou a gozar, ele continuou me beijando, segurando minhas pernas, acho que eu não precisaria mais me preocupar, ele não sairia dali. Dessa vez os gemidos eram mais intensos que a primeira vez; ao mesmo tempo que demonstravam prazer, revelavam uma dor, frustrações, desesperança. Senti que ele estava despejando as coisas ruins dentro de mim, eu era um receptáculo, nada mais.
Eu parei de beijá-lo, olhei para os olhos dele, coloquei a mão em seu rosto e sorri.
— Eu: Isso... deixa sair tudo... você merece.
— Ele: Ahhhnnnngggg... Agghhhhnnn...
Ficamos ali, não por cinco... não por dez... não por vinte... mas por talvez quase uma hora. Eu não sabia quanto tempo tinha passado, isso já não importava mais, talvez seguir um roteiro predeterminado me deu mais tempo para sentir e menos tempo para me preocupar, os meus passos já foram traçados. Quando eu pensei, tinha algo mais ali, tinha conexão, entendimento do meu papel ao abrir as pernas para o mendigo, ele precisava aliviar a desgraça que o mundo despejou sobre sua cabeça, ali sou apenas uma ferramenta. Não existiram sentimentos, é apenas o sabor da carne crua, era submissão, era pecado. Me entregar para esse tipo de homem era uma sensação grande de prazer, alguém que não tem nada, um miserável, qual o meu valor para ele? Eu nunca vou saber. Mas, atracada com ele, alguém sujo e fedido daquele jeito, em uma posição extremamente submissa, com ele jorrando porra no meu útero, trocando beijos e olhares, talvez tenha um significado.
Depois desse intervalo infinito, não falamos nada, foi quase uma hora de silencio, nós dois atracados naquela posições, a gente olhava aos arredoras, olhava pra mata, trocavamos olhas e nos beijavamos, nenhuma palavra foi dita, quando ele saiu dentro de mim, eu não conseguia me levantar, as pernas estavam travadas, a cãibra era forte, eu não lembro qual foi a última vez que tive uma, esse momento foi sensacional, me sentir arrebentada, minha boceta estava larga, jogava porra, eu estava suja, usada e abusada, com terra nas pernas e nos braços, aquela porra escorreu da minha boceta e por causa da minha posição com a pélvis elevada, escorreu pelo meu cu e dava pra sentir escorrendo até no meio das minhas costas, tinha mato no meu cabelo e grudado no meu corpo, tinha terra na minha cara.
— Ele: Agora você engravidou, com certeza.
— Eu: será? Tomara que sim, nossa.
Nós rimos, foi divertido, foi um sexo sensacional. Demos uma ajeitada no que deu, eu estava completamente do avesso, acho que era assim que a pessoa que puxou as cordas do meu corpo queria que eu ficasse.
Voltamos para o carro, eu estava extremamente satisfeita, fui trocando passos, tropeçando, meu corpo estava leve, talvez seria ousadia demais eu tentar segurar ele mais um pouco.
Mas tinha mais coisas por vir, ainda era cedo, eu ainda tinha tarefas a cumprir, mas antes de seguir, dei uma água e peguei uns lanchinhos para ele. E cumpri minha palavra, não me limpei, nem sequer lavei as mãos, eu ia ficar assim até o momento de ir para casa.
Ali no banco, enquanto o admirava, sim, fiquei encantada por aquele homem, eu fiquei feliz de dar minha boceta para ele, em ter deixado ele me tratar dessa forma, meu corpo ainda estava entorpecido pelos meus orgasmos e prazer que recebi e agora queria seguir para a segunda parte do que foi planejado.
Fomos voltando para o ponto em que eu o encontrei pela primeira vez; nós dois estávamos dopados de prazer.
— Eu: Gostou de comer minha boceta, né? Haha.
— Ele: "Boceta de puta deliciosa... você que pediu para falar que você é puta."
— Eu: Haha, sim, eu sou sua puta, sabia?
— Ele: Não entendi.
— Eu: Eu deixei você me comer com força, fazer de tudo comigo, não deixei.
— Ele: Ah, sim.
— Eu: Você vai contar para alguém sobre o que fez comigo? Que chegou uma novinha e deu a buceta e deixou você gozar dentro?
— Ele: Não sei... Pode contar?
— Eu: Pode sim, eu quero que conte para todos os seus amigos.
— Ele: Então, vou contar.
— Eu: Mas é para contar mesmo, você conhece mais alguém?
— Ele: "Tenho, de vez em quando ele fica ali comigo no farol."
— Eu: Ah, ele não está ali hoje com você?
— Ele: Às vezes ele sai.
— Eu: Ahhh, antes que eu esqueça, aqui para você...
Estacionei o carro, abri o porta-luvas e peguei minha carteira, pensei um pouco para fazer alguns cálculos. Ele gozou duas vezes dentro de mim e eu tive dois orgasmos. Como prometido, ia dar R$ 100 para ele, mas R$ 100 por cada gozada dentro de mim e R$ 300 por cada orgasmo que eu tive. Fiquei surpresa, não que seja difícil eu ter orgasmos com um mendigo, a situação toda para mim já é super excitante, mas, porra, duas vezes com um homem só? Mais do que merecido. Quando eu peguei os R$ 900 e entreguei nas mãos dele, simplesmente travou, não acreditando no que eu acabei de fazer.
— Eu: Isso é para você, para te ajudar.
— Ele: "Moça... não precisa disso, não."
Agora foi minha vez de ficar surpresa; ele demonstrou querer recusar, isso me deixou excitada e me sentindo com superpoder, eu sou uma boa ferramenta, um bom receptáculo.
— Eu: Não, eu insisto, pode ficar, vai te ajudar.
— Ele: Não tem problema eu ficar com tudo isso?
— Eu: Claro que não, é para você.
Ele pegou o dinheiro, folheou as notas e guardou no bolso da calça.
— Eu: Não vai perder, tá?
— Ele: Fico muito agradecido.
— Eu: Nossa, falar em agradecer, eu que fico agradecida, arrebentou minha boceta, amei.
— Ele: Foi gostoso mesmo.
— Eu: Demais... você me pegou de jeito. Comeu com força, nunca mais vou esquecer.
— Ele: É que você é muito gostosa.
— Eu: E você, bem gostoso também, seu pau é uma delícia, a gente se beijou bastante também e, naquela hora, quando você meteu na minha boca no carro, nossa, foi muito forte, você é muito bom em comer boceta, a minha tá cheinha do seu leitinho. Você viu, né? Olha aqui, ensopada!
Acho que eu estava mais feliz do que ele por tudo que aconteceu e agora só preciso de mais um para continuar cumprindo meus objetivos do dia.
(continua)

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