Depois de dez anos, o sexto encontro.

  • Temas: sexo, anal, oral, puta, casada, safada, corno
  • Publicado em: 07/10/25
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  • Autoria: casal1127
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Private Muse

Para quem ainda não leu os contos anteriores, Pedro e Marina são casados, ela mora no estado de São Paulo e ele no Espírito Santo, cada um com seus cônjuges. São sócios numa agência de publicidade e vivem uma relação intensa recheada a briefings, planejamentos e muito sexo.


Após um fim de semana a sós numa pousada pé na areia, ambos voltaram a sua rotinha. Ele seguiu para o seu estado e ela para a sua casa.


Esse sem dúvidas era o momento mais difícil da relação, era quando eles sentiam que a relação já tinha deixado de ser apenas trabalho, apenas sexo e tinha se transformado em algo muito maior do que eles imaginaram.


Em compensação, quando eles se lembravam que em trinta dias estariam juntos em São Paulo novamente, a sensação mudava, a tristeza virava tesão, o estomago apertava novamente e a excitação tomava conta.


Quinta-feira, 13h.

Marina estava em São Paulo enfiada numa planilha de planejamento, concentrada. Usava apenas um robe e mais nada. de repente uma mensagem no seu celular, era Pedro. Inicialmente o assunto era trabalho, mas rapidamente o terreno mudou, passaram a se provocar e Marina passou a se masturbar, seus dedos entravam e saiam na sua buceta com extrema facilidade. Do outro lado da linha, Pedro também sentia seu gozo se aproximar, a intensidade era tão grande que Marina deixou escapar que sentia vontade em ser amarrada para que Pedro pudesse fazer o que bem quisesse com ela.

- Tudo? Posso fazer tudo que eu quiser? - Perguntou ele, ainda incrédulo.

- Tudo. Eu sou sua sócia, sua mulher sua puta.


Bastou essa resposta para que Pedro começasse a maquinar algo novo para o próximo encontro deles. Teria que ser algo mais intenso, com uma dose de mistério, pequenas gotas de maldade e muito suspense.


Na cabeça dele, Marina teria que deixar o lençol ensopado de tanto gozar.


Os dias se arrastavam, o relógio parecia não contribuir em nada e ansiedade de Pedro aumentava vertiginosamente. Na noite anterior à sua viagem, ele começou a arrumar a mala, além das camisas sociais, gravatas, sapato, perfumes, roupas para academia, ele tinha um arsenal escondido. Cordas, vendas, incensos, óleos, um vibrador elétrico e um plug anal. O plano era simples: fazer Marina gozar até perder os sentidos.


Segunda-feira, 7h40

O avião tocou a pista exatamente as 7h40, Marina já aguardava por ele no saguão. Pedro usava um terno preto, camisa azul petróleo, gravata na mesma cor. Sapatos impecáveis, óculos escuros, cabelos cortados e barba aparada. Ao abraça-lo Marina sentiu o cheiro do seu perfume novo, ele havia comentado sobre um perfume árabe o que fez Marina elogia-lo e provoca-lo ao mesmo tempo:

- Esse é o tal perfume que a vendedora chamou de derruba calcinha?

- O próprio. – Respondeu ele percebendo uma dose de ciúmes dela.


Entraram no carro e enquanto o motorista dirigia, eles se entreolhavam, as mãos deles em cima da sua perna era pura provocação. Para retribuir a provocação de Pedro, Marina mordia os lábios, ela sabia que isso o derretia por dentro.


Depois de vencerem o transito de São Paulo, finalmente eles chegaram no estúdio onde ele sempre ficava hospedado. Pegaram o elevador com mais uma moradora do prédio fazendo com que eles segurassem ainda mais a vontade de se devorarem ali mesmo.


Quando a porta do apartamento se abriu, Pedro fe sinal para que Marina entrasse, logo em seguida ele entrou e o clique da porta e fechando era o sinal que eles precisavam. Nada de frases, de conversa, de meias palavras, eles se atracaram ali mesmo.

- Estava louca para te beijar inteiro.

- Então beija, porque eu também estou louco para sentir seu gosto.


Daí em diante foi só loucura. Pedro despiu Marina quase que em câmera lenta, as peças foram sendo jogadas pelos quatro cantos do apartamento. Ao vê-la só de calcinha e salto alto ele sorriu maliciosamente, ajoelhou-se diante dela como quem se ajoelha diante do sagrado. Beijou-lhe os pés, foi subindo pelas suas pernas lentamente, sem pressa. Marina se amparou na parede, já sentia seu corpo ferver e a calcinha molhar de tanto tesão que aquela acena lhe dava.


Quando Pedro se aproximou da sua calcinha, ele fez questão de retira-la com a boca. O tecido fino com rendas já estava ensopado.


Automaticamente ela abiu as pernas, colocou um dos pés em cima da cadeira e gemeu quando sentiu a língua de Pedro lhe invadir a sua intimidade.


Marina arfou, sentiu as pernas fraquejarem, o coração disparou exatamente como o dia em que ela o viu pela primeira vez. Seus gemidos ecoavam no apartamento, Pedro explorava todo seu sexo usando a boca, a língua e os dedos.

- Não consigo mais ficar em pé. – Disse ela com a voz embargada.

- Deita putinha. Deita que a gente só está começando.


Marina se jogou na cama e se abriu toda a espera de Pedro. Mas os planos dele eram outros. A sessão de língua ainda duraria um tempo considerável e sempre que ela se aproximava do orgasmo ele parava e pedia para que ela segurasse, ainda não era hora de gozar.


Ao mesmo tempo que isso a irritava, aumentava consideravelmente o seu tesão. Era como se estivesse acumulando para explodir de uma forma arrebatadora. Marina estava acesa, derretendo de prazer, molhando a cama e com uma vontade absurda de gozar com Pedro.


De repente o telefone dela tocou, era um cliente importante e o tesão daquele momento foi interrompido. Era urgente, Marina precisava ir até a sua casa enviar um arquivo, saiu nervosa, com o estresse estampado em seu rosto e prometeu voltar. O que era ruim para ela, era ótimo para os planos de Pedro que aproveitaria esse tempo para colocar em prática tudo aquilo que havia planejado.


Já passava das 14h quando Marina retornou e quando ela entrou no estúdio entendeu bem o que estava por vir. Na cama haviam quatro pedaços de cordas, dois na cabeceira e dois nos pés, uma venda preta, incenso aceso, iluminação a base de velas espalhadas pelo quarto e ao lado da cama um vidro de óleo, um plug anal, um balde de gelo e uma pena, como se fosse de pavão.


Marina olhou surpresa, excitada e ao mesmo tempo excitada, ela já havia entendido tudo e seu corpo regia de várias formas. Seu coração disparou novamente, sentiu um calor entre as penas e ao mesmo tempo um certo receio de ficar amarrada às cegas a mercê das vontades de Pedro, afinal de contas, ele nunca tinha demonstrado esse lado tão dominador. E o que mais chamava atenção de Marina é que Pedro havia pensado em tudo e até a sorte estava do lado dele, afinal de contas aquele telefonema só serviu para que ele tivesse tempo para colocar tudo em prática na sua ausência.


Marina ainda viajava diante do cenário quando Pedro saiu do banheiro de banho tomado, barba aparada, cabelos molhados, cheirando a hidratante corporal quando lhe abraçou por trás e beijou a sua nuca.

- Gostou da surpresa?

- Estou impressionada. Quais são os seus planos?

- Te fazer gozar de uma forma que você jamais gozou.


Enquanto falava, Pedro beijava seus ombros, suas mãos deslizavam sobre o tecido fino do seu vestido. Era possível sentir a pele de Marina arrepiando a cada toque. Aos poucos ele soltou as alcinhas e o teido escorregou pelo seu corpo indo até os seus pés. Ele beijou suas costas, desceu em direção a a sua bunda e suas pernas se abriram sem ela ao mesmo tem pensado nisso, era como se seu cérebro estivesse lhe traindo.


Marina gemeu quando sentiu a língua de Pedro invadir sua bunda, o plano era chupa-la até ela ficar pronta para a primeira parte do plano: receber o plug anal.


Marina se segurava na parede, gemia, arfava, sentia seus músculos travarem, mas ao mesmo tempo o prazer que tomava conta do seu corpo parecia ir além da carne, era como se ele estivesse pronto para possuir a sua alma.


O quarto tinha um cheiro leve de canela, apenas as velas iluminando, os gemidos de Marina se juntaram a play list preferida do casal tocava numa caixinha em cima da mesa. Marina parecia em transe, sequer sentiu dor quando Pedro lhe penetrou com o plug, ela apenas sentiu as reações do seu corpo ao ser tocada pelo metal frio devidamente lubrificado pela saliva dele.

- Deita! – Disse ele om um tom de voz sério.


Marina deitou, Pedro beijou seus lábios demoradamente, deslizou suas mãos por toda extensão do seu corpo, passou a língua em torno do bico de um dos seus seios antes de começar a segunda parte do seu plano.

- Está preparada?


Ela apenas acenou positivamente com a cabeça e mordeu os lábios. Pedro então amarrou suas mãos no alto da cabeça, quase que esticados, depois os pés a deixando totalmente exposta, como se fosse uma estrela na cama. Mais um beijo e ele vendou seus olhos.


Marina estava quase nua, apenas uma calcinha preta com rendas ainda protegia seu sexo. Pedro então espalhou óleo em suas duas mãos e começou a massagear seus pés, Marina tremeu ao sentir o primeiro toque, as mãos deles iam subindo pelas suas pernas e a sensação de não saber qual seria o próximo movimento dele a deixava ainda mais excitada. Com movimentos lentos, precisos e friamente calculado, Pedro passou perto da sua buceta, mas não tocou, subiu pela barriga massageou seus seios, passou a mão em sua nuca e desceu repetindo cada movimento.


A calcinha de Marina já dava sinais que ele estava no caminho certo, o orgasmo avassalador estava a caminho, mas sem pressa, quando mais demorasse, melhor.


Pedro passou a lhe beijar os pés, o gosto do óleo era adocicado. Sua língua provocava arrepios, a sua boca percorria o mesmo caminho das mãos e ao alcançar a calcinha ele modeu, tirou com os dentes e logo em seguida arrancou.


Seus dedos passaram a massagear a buceta de Marina. Estava ensopada, cheirando a tesão. Ela implorava para ser fodida, mas os planos eram outros. Um dedo, depois dois passaram a entrar e sair lentamente de seu sexo, o óleo esquentava quase que ardia. De repente o calor da buceta foi invadido por uma língua gelada. Com uma pequena pedra de gelo na boca ele passou a chupa-la com vontade, sem pudores e chamando Marina de “minha puta”.


Quando ele pressentiu que seu gozo estava prestes a acontecer, ele desacelerou e Marina surtou. Ela não suportava mais aquela sensação de quase gozo, estava excitada demais para esperar.


Pedro seguia friamente com seu plano. Já totalmente despido passo a esfregar seu corpo no corpo dela, quase que uma massagem, quase que um ritual. Em alguns momentos a cabeça do seu pau roçava na porta da sua buceta e ela se abria na esperança de ser penetrada, mas ele recuava. Passava a cabeça do pau já melado no grelo, Marina se contorcia em vão. ela não podia se livrar, nem ver, apenas sentir as reações do seu corpo.

- Me fode! Me faz gozar amor, eu não aguento mais.


Pedro nada flava, apenas seguia metendo os dedos quentes de óleo na sua buceta e depois chupava com a boca gelada.

- Quer gozar putinha?

- Por favor, me deixa gozar.


Ele acelerou as estocadas na sua buceta usando os dedos, ao mesmo tempo que sugava seu grelo com muita pressão, junto a isso o plug anal deixava Marina totalmente preenchida. O tesão fi crescendo dentro dela como um vulcão prestes a entrar em erupção. Marina tremia de prazer, gemia, não conseguia elaborar uma frase sequer.


Os dedos dele entravam e saiam numa velocidade frenética e quando o primeiro orgasmo veio, foi brutal. Marina gemia, seu corpo dava espasmos intenso e em até certo ponto preocupante, a cama estava ensopada, o gozo tinha sido tão forte que qualquer desavisado acharia que se tratava de urina.


Quando Marina acalmou o corpo, Pedro a desamarrou, tirou-lhe as vendas e beijou os lábios. Sem perguntar se ela estava bem, ele girou seu corpo e a colocou de quatro na beirada da cama, pincelou o pau na buceta molhada e meteu fundo, forte, preciso.

- Minhas pernas estão bambas. – Ela tentou argumentar.

- Cala boca e goza de novo.


O pau começou a entrar e sair num ritmo alucinante, os tapas foram marcando a pele branca de Marina. A cena era perfeita. Marina de quatro, totalmente entregue, espetada num plug anal com uma pedra verde em formato de diamante e Pedro a fodendo com força. Marina gozou de novo, ele não parou, ele não queria parar.


Mandou que ela deitasse de barriga para cima, abriu-lhe as pernas e caiu de boca na sua buceta fazendo Marina gozar de novo. Novamente ele voltou a meter, desta vez com as pernas dela em seus ombros, o pau indo fundo, quente, duro, perfurando sua buceta com facilidade. Outra sessão de chupada e Marina gozou em sua boca novamente.

- Putinha! – Dizia ele sorrindo ao ver o estado em que ela se encontrava.


Outra sessão de estocadas e ele anunciou que ia gozar, sentiu seu corpo quente, fervendo, as pernas ficando cada vez mais pesadas até que explodiu dentro da sua buceta em jatos de porra quente, grossa e farta.


Minutos de silencio tomaram conta do quarto. Cada um de um lado da cama que certamente precisaria de novos lençóis. Marina se levantou lentamente, foi até o banheiro, tomou um banho, tirou o plug e voltou para a cama totalmente nua.

- Você acabou comigo, mas eu te amo Pedro.

- Também te amo, Marina


Continua.




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