Claudia a viúva

  • Temas: viuva
  • Publicado em: 17/10/25
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  • Autoria: Estrela47
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Private Muse

Me chamo Cláudia, sou viúva há cinco anos, tenho 38 anos. Sou uma mulher autêntica e muito extrovertida.


Sou conhecida no bairro não apenas pela minha elegância, mas pelo ar misterioso que carregava desde que fiquei viúva. Aos 38 anos, meu corpo parecia desafiar o tempo, curvas bem marcadas, pele macia e um olhar intenso que misturava tristeza e desejo escondido.


Eu levava a vida com discrição, mas despertava olhares por onde passava. Homens casados me espiavam pelas frestas das janelas, jovens fantasiavam comigo em silêncio, e até as mulheres comentavam sobre minha beleza juvenil e exuberante.


Numa tarde de calor, decidi cuidar do jardim de minha casa. Vestia apenas um vestido leve, sem nada por baixo. Enquanto regava as flores, o tecido colava no corpo, revelando muito mais do que deveria. Foi então que Lucas, o vizinho de 25 anos, passou e não conseguiu evitar me encarar.


Eu percebi, sorri de canto e continuei meu gesto lento, como se exibisse de propósito. O rapaz, nervoso, cumprimentou:


— Boa tarde, dona Cláudia... Está calor hoje, né?


Eu aproximei, os olhos cravados nele e respondi num tom baixo:


— Calor demais... às vezes dá vontade de se livrar de tudo.


Lucas engoliu seco. Eu passei meus dedos pelo pescoço, descendo até o decote, e completei:


— Quer entrar para tomar um suco bem gelado?


Minha casa silenciosa, que por anos guardara luto, agora parecia carregar um convite perigoso. Ele sabia que, se entrasse, nada seria mais o mesmo.

Então, Lucas entrou, eu ofereci um copo de suco de laranja.

Hum, gostoso...

Será que posso experimentar você...


A tensão explodiu.


O corpo já estava suado pelo calor do dia. Lucas sentiu o aroma que exalava do meu corpo.


Ele foi chegando perto, eu sentia uma faísca pela pele.

Ele me segurou firme pela cintura, me puxando contra ele, e eu gemi baixo, quase implorando por mais.


Seus beijos desciam pelo meu pescoço, mordendo de leve, deixando minha pele arrepiada. Minhas mãos deslizavam sob a camiseta dele, sentindo os músculos tensos, e quanto mais eu tocava, mais ele me agarrava com força.


O vestido subiu rápido, e o atrito da pele contra a pele me fez perder o ar. Eu não conseguia controlar os gemidos, e ele parecia se excitar ainda mais com meus sons, abafando minha boca com beijos intensos.


A cada investida, o cheiro do meu corpo se misturava ao do nosso suor, criando um ambiente proibido e irresistível. O tempo parecia não existir: só havia respiração ofegante, mãos explorando, corpos colados e a sensação de que nada poderia nos parar.

Lucas me colocou de quatro, empurrou minha calcinha de lado e lambuzou minha bucetinha apertada que há cinco anos não recebia uma pica.


Airimirim delicia aí, que pau gostoso.


Mete com força, mete o pau, seu tarado.


A cabeça entrou e deslizou um pouco e ficou apertada. Lucas puxou a rola para trás, empurrou um pouco mais e entrou totalmente.


Eu gemi...! Gemi baixinho.


Lucas podia sentir minha boceta relaxando e meus dedos agitando o clitóris, enquanto ele me penetrava.


O ritmo de Lucas ficou um pouco mais rápido e mais forte, a minha respiração começou a ficar mais difí­cil e meu rosto fazia caras e boca.

Eu grunhia.


" Seu gostoso...!"


Seu, delícia...


O meu desejo era gritar e gritar; antes que gozasse com a pica dentro da minha buceta. .

Não resisti e gritei:


"Estou gozando, estou gozando",

.

Enfim, Lucas matava minha fome de pica e de prazer...


Quando finalmente gozamos juntos, ainda estávamos grudados, ele sorriu ofegante e disse no meu ouvido:

— Essa foda vai ser a mais difícil de esquecer.


E eu sabia que ele tinha razão...


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