A vizinha nova e a escada do prédio

  • Temas: lésbicas, siririca, masturbação, vizinha
  • Publicado em: 04/11/25
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  • Autoria: Sapphiction
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Private Muse

Morar em um apartamento cheio de gente não é seguro pra quem é viciada em bater uma siririca gostosa no conforto do quarto. Como uma boa universitária no último período, eu ainda não tinha grana pra arranjar um lugar só meu, e meu pai e minha madrasta não se importavam de eu ainda morar com eles. Difícil era dividir o quarto com a filha irritante da minha madrasta. Zero privacidade. Perdi as contas de quantas vezes fui pega me trocando por uma das duas.


“Ô Sara, pega as cervejas que eu esqueci na pia da cozinha, por favor!” minha madrasta gritou da sala e eu, como uma boa enteada, fiz o que ela pediu.


Aos fins de semana, quando não estava reclamando com a vizinha nova, e muito gata, sobre os barulhos noturnos que vinham do seu apartamento, meu pai amava receber os amigos pra ver futebol. Enquanto eles torciam e xingavam a TV, minha madrasta e a filha, que também se amarravam no esporte, sentavam-se com eles e curtiam umas cervejas e petiscos. Era uma gritaria só e minha cabeça já estava a mil com os trabalhos da faculdade. Eu precisava de um tempo só para mim, nem que fosse pra escutar uma música e procrastinar.


Enquanto eles se divertiam na sala, troquei a blusa e os shorts por um vestido soltinho, peguei meus fones de ouvido, o celular, e saí do apartamento à francesa. Dentro daquele prédio velho, tinha um lugar, sem câmeras, que quase ninguém utilizava: a escada de emergência. Desde que a nova síndica passou a se importar com o bom funcionamento do elevador, ninguém mais se dava ao trabalho de subir vários lances de escada. E eu morava no último andar.


Me sentei no canto para onde a porta abria. Desse modo, caso alguém passasse por ela, eu perceberia a tempo. A porta também fazia um ruído tenebroso, que serviria de alerta. No conforto do meu cantinho, verifiquei inocentemente minhas redes sociais e o tédio logo bateu. Não teve jeito. Conectei o celular com os fones de ouvido, abri a aba anônima e entrei em um site de vídeos pornôs, indo direto para a tag de lésbicas.


Minha boceta piscou só de eu olhar os previews.


Às vezes, eu até via um ou outro pornô hétero, mas nada me deixava mais molhada que mulheres em momentos de prazer, sozinhas ou não. Escolhi um em que as atrizes já começaram se beijando e chupando os peitos uma das outra. Dei uma apertada no meu, brincando com o biquinho por cima do tecido, enquanto elas gemiam. A fricção era uma delícia.


Não demorou muito pra minha calcinha ficar molhada. A sensação era tão gostosa, especialmente pelo risco de eu ser pega a qualquer instante.


Meio desajeitada, tirei a calcinha e a deixei do meu lado, deslizando o dedo entre os grandes lábios. Porra, eu tava encharcada. No celular, uma das mulheres deu uma chupada na outra e eu não aguentei. Meu grelinho já tava pulsando, doido por uma atenção. Dei uma lambida nos dedos molhados e voltei a brincar com a minha boceta, bem devagar, aproveitando o momento pra não gozar rápido. Mordi meu lábio inferior pra não gemer. Tudo o que eu queria era uma gostosa daquela com a boca habilidosa me sugando até eu esguichar.


Meu coração tava acelerado, minha pele, suada.


“Ai, caralho…” deixei escapar quando uma sentou na cara da outra.


Eu já tinha beijado homens e mulheres, mas nunca tive uma experiência daquela com uma mulher. Por um instante, fechei meus olhos e acelerei os movimentos no meu grelinho, só ouvindo os gemidos e as palavras sujas que elas trocavam. Papo de um minutinho só. Esse foi o meu erro… ou não.


Quando voltei a abrir, vi minha vizinha nova me encarando, com uma sacola de compras no braço. E eu, toda arreganhada, pingando de tesão e gemendo baixinho, fechei minhas coxas e tirei os fones de ouvido. Não sabia onde enfiar minha cara. Ou melhor, até sabia, mas supus que a vizinha não deixaria eu esconder meu rosto nos peitões dela. O pior foi o sorrisinho sacana da safada. Ela devia ter uns trinta anos, curvilínea, cabelão preto na cintura.


“Pode continuar,” ela desceu o olhar para as minhas pernas. “Também amo uma siririca.”


Pra minha surpresa, ela se aproximou e sentou do meu lado. Quando encarou a tela do meu telefone, riu.


“Mulher é bom demais, né?”


A mão quente dela alisou a minha perna, puxando a barra do meu vestido até o tecido se acumular no meu quadril. Os dedos brincaram com a parte interna da minha coxa e eu suspirei.


“Mostra essa bocetinha pra mim, mostra…” ela sussurrou no meu ouvido. Quando afastei as coxas mais uma vez, ela sorriu. “Que gostoso… Toda babada.”


Meus olhos reviraram quando os dedos dela tocaram meu clitóris inchado com vontade, brincando com ele como quem tinha experiência no assunto. Aquilo era loucura. A gente nem se conhecia direito, tirando uns esbarrões rápidos pelos corredores e no elevador. Mesmo assim não consegui parar de gemer baixinho, querendo mais e mais aquela siririca.


“Alguém já tocou uma pra você?”


Eu neguei com a cabeça, vendo-a erguer os dedos à altura dos meus olhos pra me mostrar o fio da minha própria lubrificação cremosa entre eles. Ainda me fez chupá-los, fodendo minha boca num vai e vem lento.


“Que desperdício. Deve brincar com essa boceta todo dia pra dar conta de tanto tesão, né?”


A vizinha voltou a brincar com meu grelinho e eu rebolei na mão dela. Minhas coxas tremiam e eu ofegava sem qualquer tipo de pudor. Quando ela deslizou um dedo pra dentro de mim, só a pontinha já foi o suficiente pra me perder a linha.


“Isso, goza bem gostoso pra mim, goza,” ela mordiscou minha orelha. “Mela meu dedinho todo.”


Naquele instante, não me importei se alguém ouviria meus gemidos ou se nos pegariam no flagra. Minha boceta só faltou sugar o dedo dela de tão forte que se contraiu quando gozei. Senti os lábios dela no meu pescoço e depois uma lambida devagar, que chegou na minha boca. Fiquei na vontade, esperando que fosse me beijar, mas não rolou.


“Quando quiser gozar de novo, não precisa se esconder aqui. Dá um pulo no meu apartamento. Na próxima, a gente toca uma siririca juntas.”


Então ela se levantou, pegou a sacola de compras e foi embora, me largando na escada, toda arreganhada e molhada.


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