Casal 1127 – Pós treino
- Temas: sexo, casal, casada, safada, puta, anal, orgia, putaria, corno, menage
- Publicado em: 06/11/25
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- Autoria: casal1127
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Naquela manhã fria de São Paulo, apenas Marina foi para academia, ela já estava acostumada com as aulas de Spinning logo pela manhã e ele tinha uma reunião por vídeo com um cliente de outro estado.
O combinado era ela sair da academia e dar uma passada no Studio onde ele sempre se hospedava quando ia para a cidade dela.
Assim que ela terminou a sua aula, se despediu das amigas e viu pelo relógio que a reunião já deveria ter acabado. Seu coração ainda estava acelerado devido a aula puxada, adrenalina lá em cima e o tesão pulsando entre suas pernas.
Cinco minutos a pé separavam a academia do local onde Pedro estava, mas essa distância parecia não ter fim. Parecia que o tempo não passava.
Quando a porta do apartamento 503 se abriu, lá estava ele, usando uma camisa de linho branca, uma bermuda bege, relógio no braço esquerdo, óculos de grau, descalço, perfume exalando pelo corredor. Pedro sorriu enquanto a comia com os olhos.
Marina estava usando um Top cinza, um short que deixava suas pernas a mostra e tênis. Ainda sentia o suor escorrer pelas suas costas. Na sua cabeça ela pensava num banho, na cabeça dele os planos eram outros.
Assim que a porta fechou ele a beijou, empurrou seu corpo de encontro a parede e começou a beijá-la com fome, com pressa. Suas mãos deslizavam pelo corpo suado.
- Me deixa tomar um banho? – Tentou ela sem sucesso.
- Quero você assim. Suada, salgada, com adrenalina ainda lá em cima.
A boca dele desceu pelo pescoço dela, as mãos dele já estavam encarregadas de tirar seu short, seu top e sua calcinha. Enquanto as roupas eram jogadas pelo chão ele a conduziu lentamente até um sofá de dois lugares que havia no canto da sala. Ela entendeu, ficou de quatro, empinou a bunda e se abriu para ele.
Numa fração de segundos ele se despiu, sem dar chances para que Marina o tocasse. Rapidamente ele se ajoelhou atrás dela e começou a sugar a sua buceta molhada de tesão e suor. O gosto era intenso, o cheiro parecia dopa-lo. A língua de Pedro percorria de ponta a ponta, os dedos massageavam seu clitóris fazendo Marina uivar de tesão.
- Me fode! – Ela implorava.
- Ainda não. – Respondia ele seguindo o roteiro calculado.
Depois que ela gozou em sua boca, ele se levantou, levou seu pau para perto do seu rosto e ela entendeu. Começou a chupá-lo com volúpia, engolia até onde era possível, lambia, mordia, fazia uma pressão na cabeça que deixava Pedro a beira do gozo.
Ele literalmente fodia a sua boca segurando Marina pelos cabelos longos. O tesão era tão intenso que ele sem notar lhe dava tapas no rosto enquanto a chamava de “minha puta”. Marina delirava, adorava ser tratada dessa forma. Ela era de fato a puta dele.
Antes que o gozo explodisse em sua boca ele pegou uma caixa, dentro um vibrador, tamanho normal, grosso, com formato que lembrava um pau cheio de veias. Os olhos dela brilharam, ele pincelou seu pau na sua buceta, mas quem entrou foi o amigo de borracha.
Marina arfou, empinou mais ainda pressentindo o que estava por vir. Quando ele se ajoelhou atrás dela o vibrado já estava enterrado na sua buceta. Agora era a língua dele que chuva e lubrificava seu cu para iniciarem uma dupla penetração.
Posicionado atrás dela, o pau foi entrando, com cuidado, sem pressa, mas invadindo cada centímetro até que Marina estivesse totalmente preenchida.
- Fode, safado! Fode a sua puta.
A senha foi dada e Pedro passou a esfolar o cu de sua amada puta. A pica entrava com força, o vibrado parecia derreter dentro da sua buceta.
- É isso que você gosta puta? Safada, cachorra. Essa buceta e esse cuzinho agora são meus. Ninguém mais pões a mão aqui. – Fala ele com um tom possessivo que ela jamais havia visto.
Marina não tinha nem mais força para responder. Apenas sentia seu corpo respondendo com orgasmos intensos. Ela tremia, gemia, tentava manter o controle do corpo, mas tudo em vão.
Pedro acelerou, queria gozar, berrou seu nome quando os jatos de porra começaram a invadir seu rabo com um líquido quente, grosso, volumoso.
Quando terminaram, ela deitou no sofá, estava exausta, melada, sentindo seu corpo ainda reagindo. O vibrador caído no chão sua buceta melada, sem ar. Ainda sentia seu corpo arder devido ao sexo anal, mas a sensação era incrível.
- Quer um banho? – Perguntou Pedro sentando no canto da sala com o corpo todo suado.
- Só se você der banho em mim. – respondeu ela cm cara de quem queria mais.
Fim

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