A traição do marido
- Temas: Marido, esposa, amante, traição, anal, recomeço
- Publicado em: 21/11/25
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- Autoria: new_lorde
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Capítulo 1: O Encontro Inesperado
Edson sempre foi um homem de hábitos. Acordava cedo, tomava café da manhã com a esposa Sheila e seguia para o trabalho. O seu dia a dia era previsível e monótono, algo que ele sempre achou reconfortante. Sheila, por outro lado, era uma mulher cheia de vida e energia, sempre pronta para novas aventuras. Ela trabalhava como designer gráfica e passava longas horas no estúdio, criando obras de arte que refletiam a sua alma vibrante.
Essa dedicação toda da Sheila tinha um preço, o distanciamento do marido, já que estava totalmente absorvida pelo seu mundo de cores e formas. Edson passou a sentir falta da proximidade que um dia compartilhou com a esposa, da conexão especial que os unia. Desiludido com a situação, algo inesperado aconteceu e mudaria tudo na vida do Edson. Ele conheceu Ariela em uma conferência de negócios. Mulher elegante e sofisticada, com um olhar perturbador, parecendo ver além das aparências. Ela era editora de uma revista de moda e mantinha-se atenta a tudo ao seu redor. Edson, que era um arquiteto bem-sucedido, ficou imediatamente intrigado por ela. Eles trocaram cartões de visita e, na semana seguinte ele recebe um e-mail dela, convidando-o para um jantar.
Edson hesitou por um momento, sempre fora fiel à esposa e esse convite vinha carregado, segundo ele, de segundas intenções. A hesitação cedeu lugar para a curiosidade e o desejo de algo novo. Ele aceitou o convite e marcaram o local. Quando ele chegou a Ariela já o esperava. Ela usava um vestido vermelho, justo, realçando suas curvas, ele sentiu um frio percorrer sua espinha:
- Edson, que prazer em revê-lo – disse Ariela, com um sorriso enigmático.
- O prazer é meu, Ariela e obrigado pelo convite – respondeu o Edson, tentando manter a calma.
Eles conversaram sobre trabalho, viagens e sonhos. Ariela era uma ótima ouvinte, e o Edson se sentiu à vontade para compartilhar detalhes da sua vida, o que raramente mencionava. A noite passou rápida e antes que percebessem, estavam sozinhos no restaurante, aconchegante à luz de velas. Ariela inclina-se ligeiramente para frente e diz:
- Edson, você é um homem interessante, mas sinto que você não está feliz.
Edson sentiu seu coração acelerar, ele sabia que estava brincando com fogo, mas a tentação era irresistível:
- Ariela, eu... eu não sei o que dizer – murmurou sentindo-se desarmado.
Ariela estendeu a mão e tocou a dele:
- Não precisa dizer nada, mas sinto que no seu íntimo você anseia por algo novo, não deixe de viver o momento.
Capítulo 2: A Queda
Apesar de amar a esposa, a ausência dela o empurrou para o abismo da traição. Sentia-se profundamente atraído pela Ariela, uma mulher irresistível, de curvas tentadoras, seios empinados, boca sensual e o olhar então, ele se sentia nu toda vez que ela olhava para ele, não resistiu e sucumbiu:
- Ariela, podemos nos encontrar?
- Claro, venha na minha casa – ela passou o endereço.
Naquela mesma tarde ele foi encontrá-la.
Ariela era uma mulher experiente, vivida, ela sabia muito bem o que iria acontecer naquela tarde, por isso facilitou os acontecimentos. Assim que a porta do apartamento se abre o Edson quase perde o fôlego, a Ariane vestia um body aberto, em tule preto, totalmente transparente. Muito cavado, na frente mal cobria a rachinha e atrás apenas um fiozinho escondido entre as nádegas. O decote deixava à mostra boa parte dos seios e a transparência do tecido permitia ver os mamilos, já eriçados. Nas pernas, meias pretas 7/8, presas nas coxas pela barra rendada e nos pés, sapatos pretos de salto alto e fino. No rosto uma maquiagem um pouco mais carregada e nos lábios um batom vermelho carmim realçava seus lábios carnudos.
Ainda embasbacado diante daquela visão de uma deusa, ele só retorna à realidade quando ouve:
- Entra querido.
Ela fecha a porta, abraça o Edson e diz:
- Gostou da surpresa?
- Nem sei o que dizer Ariela, você está linda.
Ela o beija e as bocas se devoram numa necessidade enlouquecida, num desejo insano de se consumirem. As línguas se unindo e trocando sensações íntimas, eles se queriam e foram assim até o quarto.
Ela abre os botões da camisa do Edson, alisa seu peito másculo, desliza as pontas dos dedos e as unhas bem feitas causam um frisson que percorre todo o corpo do Edson. Ela se ajoelha diante dele e faz a calçara cair aos seus pés. Só de cueca, o pau do Edson pulsava tamanha era a expectativa do que estava por vir. Sem tirar o olhar do macho, a Ariele acaricia a rola ainda sob o tecido da cueca, pressiona levemente e diz:
- Tinha muita vontade de fazer isso.
A respiração do Edson era ofegante, aquela sensação do proibido, o deixava preocupado, mas também excitado. O sexo com sua esposa sempre foi bom, mas agora era o diferente, a novidade e ele estava se entregando por completo, sem receio, sem pudor:
- Chupa meu pau sua putinha.
Ela sorri, sentia-se dona da situação, ouvir o macho implorar era seu desejo:
- Quer que eu seja sua puta, é isso?
- Sim, quero muito.
Ela se excita em ser tratada como uma vagabunda, tira a rola para fora da cueca e abocanha a glande, fazendo-a sumir na sua boca. Ela suga, chupa, lambe e cospe naquele cacete pelo qual tanto ansiara. Ela estava alucinada, lambeu o saco, engoliu as bolas, bateu com o pau na cara dizendo:
- Quero surra de pica meu putinho safado.
O Edson já estava entrando em êxtase, mais um pouco e ele gozaria na cara daquela mulher maravilhosa. Ele a puxa para cima e se beijam, um beijo lascivo, molhado e cheio de tesão. Ele a joga sobre a cama, puxa o fino e ínfimo tecido que cobria a racha e surge uma buceta completamente molhada.
Ele se posiciona entre as pernas da Ariele, desliza um dedo na racha melada, esfrega o grelinho duro e a mulher geme:
- Ai que bom, faz mais forte.
Ele troca o dedo pela boca e se farta em lamber, chupar e sugar o grelo que implorava por prazer. Sua língua rígida penetrou fundo no íntimo da Ariele que se contorcia de prazer. Fora de si o Edson pedia:
- Goza na minha boca vagabunda, mela minha cara.
Descontrolada e sem condição se suportar mais, a Ariele solta um profundo gemido, quase um urro de prazer e tem o seu primeiro orgasmo, forte, intenso, proporcionando a ela um caleidoscópio de luz multicoloridas que cintilavam diante dos seus olhos. O corpo da mulher entra em convulsão, treme todo e a respiração acelerada aos poucos vai voltando ao normal. Os dois se beijam como amantes apaixonados. Os corpos colados misturando o suor, promoviam uma sensação de bem estar. As mãos corriam pelos corpos, trocando carícias. Sem ter gozado, o Edson permanecia de pau duro, roçando nas coxas da Ariele.
Ela o segura com uma das mãos e sussurra ao ouvido do amante:
- Vem, me fode.
Ele vai para cima do corpo dela, sente o cacete posicionado, ele força e a penetração acontece. Em movimentos lentos e cadenciados, os corpos vão se ajustando na dança do sexo. A Ariele sentia cada centímetro da penetração e o Edson desfrutava do prazer em sentir uma bucetinha muito apertada, como nunca tinha experimentado antes. Com ele todo dentro ela diz:
- Deixa ele ali, fica parado e sinta.
Ele atendeu ao pedido da amante e em seguida começou a sentir sensações nunca antes sentidas. Era como se o pau fosse abraçado, através de contrações como se estivesse sendo pressionado por uma massagem relaxante. Com os corpos colados, eles pareciam um único ser, fundido num prazer compartilhado. No comando da ação, a Ariele pede que ele mova seu corpo de novo:
- Agora meu querido, me fode forte, soca bem fundo na minha buceta.
Os dois estavam no ápice do prazer, o orgasmo era iminente, não tinha mais como segurar e em poucos movimentos os dois atingem o gozo simultâneo, entre gemidos, sussurros e palavras desconexas de puro tesão.
Ficaram assim, extasiados, um dentro do outro, saboreando aquele momento mágico, onde palavra alguma poderia significar o que estavam sentindo. Aos poucos foram se recompondo. A Ariele se levanta para buscar água e caminha em direção à porta. O Edson não consegue tirar os olhos daquele corpo longilíneo, bem feito, com a bunda se unindo às coxas perfeitas e grossas, que mulher encantadora. Ele sorriu sozinho, não conseguindo acreditar, o que tinha feito para merecer uma mulher como ela, ele estava apaixonado.
Ela retorna, ele toma água, ela senta sobre o corpo do amante, se debruça, beija sua boca carinhosamente com seus lábios carnudos, macios e pergunta:
- Já meteu em outra bucetinha como a minha?
- Nunca, foi maravilhosa a sensação de sentir meu pau abraçado.
- Sua mulher não sabe fazer assim?
De repente ele ficou sério, até aquele momento não havia pensado na sua esposa, mas agora, a sensação de angústia tomou conta dele, da sua atitude de traição. A Ariele percebeu a mudança no seu semblante:
- Arrependido, meu querido?
Ele refletiu por uns breves instantes e falou que de forma alguma, mas que nunca tinha traído a esposa, talvez por isso ao lembrar dela veio esse momento de tristeza. Ariele sabia da situação delicada pela qual passava o casamento dele, com distanciamento da esposa, ela diz:
- Edson meu querido, já fui casada, sei bem como são essas fases do casamento, passei por elas, traí e fui traída, mas cada um deve achar o seu caminho, a melhor solução de vida, simpatizei com você, quero você para mim, mas tem que ser por inteiro.
Ela o beija na boca e é correspondida, mais uma vez a excitação começa a tomar conta deles, o desejo de possuir e ser possuída se tornou presente.
O tesão fez o Edson esquecer o sentimento de culpa, aquela mulher o enfeitiçara, o seu mundo certinho estava ruindo, mas naquele momento nada disso importava. Ariela se esfrega no corpo dele, de tal forma que o pau do Edson deslizava na sua racha melada, ele queria, ele precisava penetra-la de qualquer maneira. Tenta com movimentos do seu corpo, mas ela o rejeita com o seu, seu desejo era outro:
- Gosta de comer um cuzinho, meu querido?
O Edson não estava acostumado a isso, sua esposa sempre rejeitara a ideia, alegando doer e não ser natural.
No entanto, sem que ele pedisse aquela mulher tesuda estava lhe oferecendo esse prazer, que loucura. Sem que ele nada dissesse, Ariela segura o pau dele com uma das mãos, o direciona para a entrada do seu cuzinho e diz:
- Fique quietinho meu amor, eu vou comandar tudo.
Ela vai cedendo o corpo lentamente e o Edson sente seu pau ser engolido. A Ariela apoia as mãos no peito dele e rebola no pau, fazendo o mesmo penetrar aos poucos no seu rabo. Quanto ela sente que nada mais restava de fora, ele beija a boca do amante e diz:
- É assim que eu gosto, ser a dona das ações e dar prazer ao meu homem.
A união dos corpos era total, o Edson sentia as contrações em torno da sua pica, deixando-o com mais tesão ainda. Suas mãos corriam pelo corpo da mulher, tocando seus seios, suas ancas, enquanto ela cavalgava absoluta. A união dos corpos era perfeita, se fundiam em um único ser, ultrapassando a conexão da carne e alcançando a energia mais profunda dos amantes, suas almas se entregando ao mais puro desejo. Em movimentos cadenciados, o ápice do prazer era a busca mútua e não tarda em chegar, entre urros, sussurros e gemidos da mais pura expressão do êxtase, eles gozam sem pudor.
Exaustos, saciados e satisfeitos com aquela intimidade toda, eles ficaram abraçados, trocando beijos e carícias. O Edson se entregou de tal forma que não se deu conta da hora, iria quebrar sua rotina de chegar sempre no mesmo horário. Ao entrar em casa foi logo se desculpando:
- Sheila, desculpe, mas tive que trabalhar até tarde – ele disse tentando soar natural.
Sem desconfiar de nada, a inocente esposa traída apenas sorriu e falou que nada tinha a desculpar. Edson e Ariela passaram a se encontrar secretamente, motéis, hotéis, restaurantes retirados. O Edson tinha a consciência de que estava errado, mas só de pensar em ter a Ariela em seus braços a sensação era inebriante.
Ele se tornou mestre em inventar desculpas convincentes que justificassem suas ausências ou atrasos. Sua esposa apenas balançava a cabeça e dizia:
- Tudo bem meu amor, apenas tome cuidado para não trabalhar demais.
Nesses momentos o coração dele batia mais forte, mas a excitação de estar com a Ariele era mais forte do que qualquer arrependimento. Ele vivia uma vida dupla, dividindo-se entre a esposa e a amante. Se por um lado ele tinha receio que a esposa descobrisse sua traição, a Ariele por sua vez não se importava com as consequências. Ela estava completamente envolvida com o Edson, cada encontro era uma nova aventura. Eles exploravam os prazeres do corpo e da mente, deixando-se levar pelo desejo e pela paixão.
Capítulo 3: O despertar
Tudo caminhava bem para o Edson, mas a vida dupla começou a cobrar um preço. Exausto, em casa, quando a esposa o procurava na cama, seu desempenho já não era o mesmo, ainda que o sexo entre eles nunca fora como o que praticava com a Ariela, era calmo, sereno, a Sheila passou a reclamar:
- Você anda trabalhando demais, não tem força para mais nada.
Ele se desculpava:
- Muita pressão e estresse, minha querida.
Constantemente preocupado com a possibilidade de a esposa descobrir algo, ele não tinha a mínima concentração naquilo que era necessário. Suas mentiras e desculpas estavam cada vez mais complicadas de serem sustentadas. Por mais cuidado que se tome, toda traição, todo ato ilícito tem seus deslizes. Certo dia, ao chegar em casa, encontra a esposa chorando no sofá. Seu coração disparou:
- O que aconteceu meu amor?
Isso mesmo, ele amava a esposa, o que sentia pela Ariele era uma profunda admiração, paixão, tesão, que o dominava:
- Eu... eu recebi uma ligação anônima – soluçou a esposa – alguém me disse que você tem outra mulher.
Edson ficou paralisado. Ele não sabia o que dizer, sentindo-se envergonhado e traído por uma ligação anônima. Um nó apertava sua garganta e balbuciou:
- Eu posso explicar.
- Explicar o quê, Edson? Você me traiu. Como pôde fazer isso comigo? – Ela com olhar de dor e raiva.
Suando frio, boca seca ele ainda tentou:
- Me perdoa, eu fui um fraco e me perdi.
O olhar dela foi fulminante:
- Se perdeu ou não me ama mais?
Ele não conseguia encarar a esposa:
- Claro que eu ainda amo você, mas eu sentia você tão distante, envolvida nas suas atividades, me senti só, precisando de algo mais, não quero perder você.
Sheila respirou fundo, tentando controlar as emoções, o momento era de dor, ela estava com raiva, não conseguia raciocinar:
- Eu preciso de um tempo para pensar.
Mesmo com um vazio no peito, Edson concordou:
- Eu entendo e sinto muito.
Capítulo 4: O término
Edson viu seu mundo desmoronar, ele precisava fazer alguma coisa e procurou a Ariela:
- A Sheila descobriu tudo, ela está arrasada.
- Sinto muito meu querido, não queria que isso acontecesse.
Com muito pesar ele diz:
- Preciso repensar minha vida Ariela, eu amo minha esposa.
Ariela assentiu, com lágrimas nos olhos:
- Eu entendo, Edson. Eu sempre soube que você a amava, só queria que você fosse feliz e ser feliz com você ao meu lado.
- Eu sei disse minha querida, mas preciso seguir minha vida.
- Claro – Ariele disse resignada – cuide-se.
Capítulo 5: O recomeço
Edson voltou para casa decidido a reconquistar a confiança da esposa, sabia que seria um caminho difícil, mas faria qualquer coisa para conseguir:
- Sheila meu amor, terminei tudo, quero provar para você todo o meu amor.
Consternada a esposa falou:
- Você me machucou demais, partiu meu coração.
- Eu sei, mas vou passar o resto da minha vida provando meu amor por você.
- Vamos tentar então – ela disse de forma singela.
Sozinha com seus pensamentos e ainda triste, nos dias seguintes a Sheila fez uma reflexão sobre o passado e concluiu que ela também tivera sua parcela de culpa, tinha colocado o marido em segundo plano. Chamou-o para uma conversa séria:
- Devo confessar que fui descuidada com você, coloquei meu trabalho em primeiro lugar, mas, se vamos recomeçar, eu preciso saber tudo.
- O que quer saber?
- Tudo, não me esconda nada, quero os detalhes da sua aventura com a Ariele.
Edson ficou constrangido, o que a esposa quis dizer com saber os detalhes:
- Que detalhes quer saber?
Pela primeira vez a Sheila sorria depois do incidente:
- Começando: o sexo era melhor com ela ou comigo e seja sincero.
Edson ficou pálido, não havia comparação, mas como dizer isso para a própria esposa, tentou ser dissimulado:
- Era diferente.
- Diferente como – ela insistiu.
- Aqui em casa sempre fomos muito comportados, com ela valia tudo.
- Esse tudo incluía você comer o cuzinho dela?
Era a primeira vez que ouvia a esposa falar tão abertamente essas palavras, sempre fora tão contida, ele ficou assustado:
- Caramba, nunca ouvi você falar assim!
- Essa vai ser a nova Sheila, se não gostar diga logo.
- Muito pelo contrário amor, vou adorar.
- Então diga logo, comia o cu da sua amante?
- Sim e foi ela que quis – foi uma resposta lacônica.
A Sheila pensou: porque será que ele nunca pediu para comer o meu rabo? A resposta foi dela mesma: porque nosso sexo sempre foi morno, mas ela decidiu que tudo seria diferente a partir de agora:
- Me conta como foi.
O Edson percebeu que a esposa tinha curiosidades e estava colocando isso abertamente, por isso decidiu entrar no jogo:
- A primeira vez ela veio por cima, se esfregou bastante e quando pensei que ia meter na buceta ela guiou meu para o rabo e sentou.
A Sheila visualizou a cena e para seu espanto ficou excitada, mas queria saber mais:
- Gozava na boca dela também?
- Sim, ela tinha verdadeira paixão por isso e engolia tudo.
A Sheila se imaginou no lugar a Ariele e sua buceta melou:
- Pelo jeito era uma verdadeira puta para você.
- Ela adorava que eu a chamasse de puta, vadia, vagabunda.
- Agora entendo porque se apaixonou por ela, acho que eu e você fomos dois idiotas ao longo do nosso casamento.
- Com certeza perdemos muito tempo.
A Sheila usava um vestido, ergueu pela barra, tirou a calcinha, passou um dedo na racha e de lá ele saiu melado. Levou-o à boca do marido que lambeu com ela dizendo:
- A partir de hoje eu serei sua puta, farei você esquecer sua amante.
E assim aconteceu, o casamento do Edson com a Sheila teve uma reviravolta inesperada, jogaram por terra todos os tabus e preconceitos do passado e passaram a desfrutar de uma nova realidade, a da liberação total, sem limites para a felicidade.
