Sarah: Minha primeira experiência com uma trans
- Temas: Travesti, história real
- Publicado em: 25/11/25
- Leituras: 8432
- Autoria: Ruanzin
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Olá, meu nome é Ruan e, assim como a experiência que irei relatar, essa também é minha primeira vez escrevendo para esse site.
Naquela época eu era um jovem de 19 anos, 1,75m, pardo, moreno, magro definido, com cabelos cacheados e uma boca bem torneada. Desde antes dos 18 eu já tinha esse desejo por mulheres trans. Quando estava no auge da puberdade, assistia vários pornôs de travestis e sempre gozava mais com essa categoria.
Um dia, de bobeira no Twitter, descobri que dava pra se relacionar com mulheres trans pelo Grindr. Baixei na hora. Mal sabia eu que estava entrando no aplicativo mais fácil pra conseguir sexo no meu estado naquela época.
Logo que entrei, fui direto na categoria de travestis. Quando vi o perfil de uma moça chamada Sarah: uma mulher negra de 30 anos, com luzes loiras no cabelo liso, peito natural de tamanho médio, uma bunda bem grande e redonda… e estava a apenas 1 km de distância de mim.
Mandei mensagem com foto de rosto e um nudez. Cinco minutos depois já estávamos marcando de nos encontrar na casa dela. Ela morava uma quadra acima da minha. Nunca andei tão rápido na vida.
Chegando lá, vi que ela era ainda mais feminina do que nas fotos: blusa branca sem sutiã, marcando os bicos dos peitos, saia preta curtinha e um cheiro delicioso. Fiquei de pau duro na hora. Ela percebeu imediatamente e já foi pegando enquanto entrávamos.
No quarto, ela tirou a blusa rapidinho. Os peitos saltaram na minha frente e eu já me joguei pra chupar. Ela se assustou e falou:
— Calma, amor, eles são sensíveis…
Comecei a passar a língua bem devagar na auréola. Ela começou a gemer baixinho, me chamou de safado, levantou meu queixo e me deu um beijo daqueles… um beijo quente, de quem já tá louco pra foder gostoso.
Logo percebi que ela estava sem calcinha e o pau já tava duro, marcando na saia. Ela desceu beijando meu pescoço, meu peito, até chegar no meu pau ainda dentro do short. Deu uma mordidinha provocante por cima do tecido, abaixou o short e viu meus 20 cm bem veiudos e grossos na cara dela.
Não perdeu tempo: meteu na boca tentando engolir tudo. Nunca na vida tinha recebido um boquete tão gostoso. Não me segurei e gemi alto, chamando ela de putinha enquanto ela se engasgava com meu pau na garganta, pedindo leitinho de novinho.
Segurei a cabeça dela e comecei a guiar, descendo devagar até o fundo. No começo ela engasgava um pouco, mas logo se acostumou. Quando vi, já estava fodendo a boquinha da minha vadia com força. Entre os gemidos avisei que ia gozar. Gozei uma quantidade absurda dentro da boca dela e, como boa putinha, ela engoliu tudo e ainda veio me beijar com gosto de porra.
Depois de mais um beijo daqueles, apertei aquela bunda redondinha e ela já ficou de quatro, ainda de saia, e falou:
— Tá na hora de retribuir o favor, gatinho.
Levantei a saia e vi aquele cuzinho piscando. Caí de boca ali, enfiando a língua, fazendo movimento circular. Ela pegou no pau dela (uns 13 cm) e começou a se punhetar enquanto eu lambia cada vez mais fundo. A bunda enorme dela quase me sufocava, mas eu não parava de chupar aquele cu gostoso.
De repente ela, já com um pouquinho de vergonha na voz, avisou que ia gozar. Gozou tudo na cama, fazendo uma sujeira bonita.
Ainda de quatro, perguntou:
— Vai me comer com camisinha ou sem?
Respondi que ia de camisinha. Ela fez carinha de triste e falou:
— Amor, só com você eu quero sem… quero sentir esse pau grosso no meu cuzinho sem nada.
Fiquei meio desconfiado (achei que ela falava isso pra todo mundo), mas ela me mostrou vídeos dela com outros caras sempre de camisinha e perguntou se podia filmar nós dois. Autorizei.
Posicionou o celular no criado-mudo, pegou o lubrificante na gaveta e já foi se preparando. Eu nunca tinha comido cu antes, então achei que podia meter tudo de uma vez. Ela deu um grito e falou:
— Vai com calma, amor! Meu cu é apertado e esse pau é muito grosso!
Fui enfiando devagarinho. O cu dela piscava a cada centímetro, me deixando louco. Quando finalmente engoliu tudo, comecei a meter devagar e fui aumentando o ritmo. Dava tapas naquela bunda enorme e ela gritava que adorava ser tratada como vadia.
Depois de um tempo fodendo de quatro, avisei que ia gozar. Ela começou a gritar pra eu encher o cu dela de porra. Segurei fundo e gozei tudo lá dentro. Quando tirei, escorreu um pouco na cama.
Descansamos uns minutinhos nos beijando. Meu pau já estava duro de novo. Ela percebeu, subiu em cima de mim e montou. Ver aquela mulher linda, peitos naturais balançando, cavalgando em mim… parecia que eu estava no céu.
Ela pegou mais lubrificante, ajeitou a cabeça do meu pau no cu dela e começou a cavalgar como se eu fosse um touro mecânico. Eu chupava aqueles peitos enquanto o pau dela babava na minha barriga. Ela percebeu que eu olhava e falou:
— Pode pegar, amor, não tem vergonha não… bate uma pra mim.
Não precisei de muito: ela gozou gostoso na minha barriga e eu gozei de novo dentro do cu dela, quase ao mesmo tempo. Ela caiu suada em cima do meu peito.
Ficamos conversando um pouco até meu pau endurecer outra vez. Ela me levou pro banheiro, lavou ele todinho e começou a mamar de novo, pedindo mais leitinho de novinho. Claro que não deixei minha putinha na vontade: gozei mais uma vez na boca dela.
Depois do banho, conversamos mais um pouco. Já satisfeitos, decidi ir embora. Ela me acompanhou até a porta e nos despedimos com um beijo bem quente e demorado.
Essa não foi a última vez que nos vimos. Tivemos outras aventuras bem gostosas, mas isso fica pra outro texto.
Espero que tenham gostado da minha primeira experiência com uma mulher trans — que, aliás, só fez meu tesão por elas aumentar mais ainda. Depois dessa, saí com quase todas as trans da minha cidade (e várias delas também podem virar texto aqui).

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