Minha irmã postiça e meus pincéis de maquiagem
- Temas: lésbicas, bissexuais, siririca, masturbação, sexo oral, irmã postiça
- Publicado em: 26/11/25
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- Autoria: Sapphiction
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Já era a terceira vez, só naquela semana, que eu não encontrava meus pincéis de maquiagem. Sabia que tinha dedo da Júlia, enteada do meu pai, só não tinha como provar. Todas as vezes que a indaguei sobre, ela negou, dizendo que sequer gostava de se maquiar. Era sempre o mesmo pincel: um curto e bem gordinho. E ele sempre reaparecia na minha penteadeira, magicamente, após eu reclamar do sumiço; algumas vezes, com as cerdas macias molhadas sabe-se lá de quê.
Naquela noite, depois de hidratar a pele, procurei pelo pincel para aplicar a base e não estava em canto nenhum. Catei nas gavetas, no armário, no chão, no banheiro. Nada. Eu já tava atrasada pra aula na faculdade. Era a única que eu assistia no turno noturno, porque a professora, além de uma grande gostosa, era a melhor dentro do assunto que lecionava. Àquela altura, eu devia estar, pelo menos, dentro do ônibus.
Para a minha sorte, vi umas notificações chegando no meu celular e resolvi olhar. O grupo da turma não parava de enviar mensagens, reclamando que a professora tinha faltado. Suspirei de alívio, mas ainda tava irritada com o sumiço do meu pincel. Sem ter mais o que fazer pelo resto da noite, resolvi entrar no quarto da Júlia sem me importar em bater antes.
“Idiota, tu pegou o meu…” Eu congelei.
Júlia, que estava deitada na cama, puxou a coberta sobre ela mesma, mas não antes de eu ver meu pincel enfiado na sua boceta depilada.
“Tu não sabe bater antes de entrar, não, caralho?”
Eu ainda tava em choque pelo que presenciei, mas agi rápido, pra que Júlia não inventasse alguma desculpa. Ignorei a reclamação dela e agarrei a coberta, jogando-a no chão. A calcinha e o short da minha irmã postiça estavam nos tornozelos, deixando a xoxota toda exposta. A safada tava tão molhada que meu pincel escorregou para fora e ela aproveitou para fechar as coxas grossas, como se a imagem daquela fenda suculenta não estivesse impressa na minha mente.
“E tu não tem um vibrador, não? Daí você para de ficar gozando no meu pincel. Quer saber, eu devia contar isso pra tua mãe.”
Mesmo nós duas sendo adultas, Júlia tava sempre escondendo as coisas da mãe pra pagar de santinha. Tanto que, no instante em que comentei sobre conversar com a minha madrasta, ela ficou aflita.
“Mas… Mas você não pode fazer isso. Ela vai me matar!”
Cruzei meus braços e a encarei, antes de pegar meu pincel de volta. Tava todo melado.
“Eu compro outro pra você,” Júlia acrescentou e eu neguei com a cabeça.
Ela era bonita. Cabelos longos, castanhos, rostinho de boneca, quadril largo, coxas grossas. Um pecado, ainda mais coradinha do jeito que tava. E nem tinha gozado, porque interrompi a siririca.
“Teu namorado não tá dando conta?” Sentei ao lado dela na cama e acariciei seu tornozelo, sentindo a pele arrepiar no mesmo momento.
“A gente não tá mais junto,” ela suspirou quando minha mão subiu pela panturrilha. “O que cê tá fazendo?”
“O que você acha? Toda vez que eu usar esse pincel, vou lembrar dele atolado na sua boceta. Sem contar que tu vive encharcado as cerdas. Em vez de ficar estragando meus pinceis, melhor gozar na minha boca, não acha?”
Os olhos de Júlia arregalaram e ela balbuciou algumas coisas, mas nada que fizesse muito sentido. Dei uma apertada firme na sua coxa e Júlia mordiscou o lábio.
“Prometo que não vou contar pra sua mãe,” meus dedos deslizaram pela parte interna da coxa dela e as afastei devagar, expondo sua boceta de novo. “Você quer? Quer minha boca nessa xoxota gostosa?”
Beijei seus joelhos e me posicionei entre as suas pernas. Quando me inclinei à frente, Júlia não se afastou, então deixei um rastro de beijos do pescoço até sua clavícula, respirando seu perfume. O coração dela batia tão rápido quanto o meu e piorou quando passei a língua no mamilo, sobre a camisa.
“Quer ou não quer?” perguntei, enfiando a mão por baixo do tecido e apertando o seio macio dela.
Júlia franziu a testa, pensativa, e, segundos depois, concordou com a cabeça. Eu sorri, brincando com o mamilo durinho. Levantei a camisa de uma vez e caí de boca nos peitos dela. Eram menores que os meus e se arrepiaram quando passei a língua. Lambi, chupei, mordisquei, fiz a festa nos dois até Júlia ter que segurar os gemidos com a mão.
“E eu nem cheguei na tua boceta ainda. Vê se não vai gritar, hein? Já imaginou tua mãe ouvindo, entrando aqui e vendo a filha gemendo na boca da enteada?”
“Cala a boca, idiota, e me chupa logo,” Júlia deu uma risadinha ao empurrar minha cabeça pra baixo.
Ela gemeu baixinho quando percorri sua fenda molhada com a língua. O gosto salgado preenchendo meu paladar.
“Porra, que delícia…” murmurei contra a sua carne antes de sugar devagar seu clitóris.
Continuei lambendo toda aquela extensão quente enquanto acariciava sua coxa, sussurrando como Júlia era gostosa. A entrada dela não parava de piscar, implorando pra ser preenchida, então deslizei um dedo pra dentro, provocando o grelinho inchado com a ponta da língua. A mão dela voou no meu cabelo, agarrando com força, quase perdendo a linha antes de hora.
“Ai… Isso… Isso, não para…” Ela começou a mover os quadris, roçando a xoxota na minha boca.
Sua barriga se contraiu e os olhos reviraram quando enfiei um segundo dedo. O melzinho só faltou gotejar da entrada apertada. De longe, aquela era a boceta mais gostosa que já chupei. Talvez fosse todo o lance do segredo, do proibido, misturado com a beleza da minha irmã postiça e o jeito que ela se entregou totalmente ao momento.
“Tá gostando, cachorra?” Aumentei o ritmo da meteção, curvando os dedos dentro dela e sorrindo ao encontrar o ponto macio que a fez gemer mais alto do que devia. “Cala a boca, porra, e continua rebolando,” disse antes de voltar a mamar com vontade naquele grelo duro.
Júlia soltou o meu cabelo e cobriu a boca com as duas mãos. As coxas dela começaram a tremer de forma incontrolável enquanto sua entrada mastigava os meus dedos, quase sugando-os pra dentro. Então o tremor se espalhou por todo o seu corpo suado, como se estivesse convulsionando, e ouvi seus gemidos abafados.
Eu não parei de chupar até Júlia empurrar minha cabeça pra longe, superestimulada, e um fio de saliva e gozo continuou conectando meus lábios ao clitóris dela. Minha boca e meu nariz estavam melados quando dei um beijo na testa de sua boceta.
“Agora vê se deixa meus pincéis em paz, por favor,” dei um tapinha na perna dela, sorrindo.
“Se eu parar de usar, tu vai me chupar de novo?”
Me inclinei a frente e dei um beijo lento em Júlia, deixando que ela sentisse o próprio gosto na minha língua.
“Vou pensar no teu caso.”
