Andressa: a loira casada

  • Temas: traição, anal,
  • Publicado em: 04/12/25
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  • Autoria: Genius
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Private Muse

Andressa nunca foi mulher de dar liberdade pra ninguém, mas foi só descobrir a traição do marido  foi logo buscando dar o troco. Loira de olhos castanhos,  seios fartos e bunda redondinha ela fazia qualquer homem deseja-la, e quantos foras eu já havia levado daquela mulher, rsrs.

Loira como os amigos costumava chamá-la havia descobrido  a traição do Lucas, e só queria uma coisa: dar o troco!

Eu e a loira fomos amigos de faculdade e fui até padrinho de  seu casamento. O fato que nunca gostei de seu marido, talvez porquê ele havia tirado a sorte grande em se casar com ela.

Já fazia mais de ano desde a última vez  que havia falado com ela,  mas uma mensagem me deixou doido.

- Oi Paulo, ainda lembra de mim?

Como haveria de esquecer? Andressa sempre foi meu sonho de consumo, e também já havia levado várias invertidas ao tentar um xaveco furado.

- Oi! - respondi surpreso.

Andressa só queria desabafar, e foi quando me contou sobre a traição do marido; o filho da puta tava comendo a secretária.

- Eu não sei o que fazer.

- Mete um par de chifres nele! - Respondi com raiva.

Durante as mensagens fui comendo sua mente, até  que: BINGO! Eu havia convencido ela a dar o troco no marido adúltero.

- Esse vai ser o nosso segredo viu!

- Pode deixar.- Respondi.

"Quem come quieto come duas vezes", foi o que ela me disse naquela ocasião.

Marquei com a loira no estacionamento de um shopping da cidade onde parei o carro ao lado do seu, eu nem acreditei que era ela, estava mais linda do que eu conseguia me recordar.

- Vamos pra outro lugar. - Disse abrindo a porta do carro para ela.

Um beijo no rosto  daqueles que pegam no canto da boca e saímos em direção à um motel próximo. Coração a mil, mão no volante e outra revezando no câmbio e em sua perna.

- Que nervoso, rsrs. - disse ela.

- Eu também! Coloca a mão no meu peito que você vai sentir meu coração querendo sair pela boca.

Andressa colocou a mão no meu peito e foi descendo até meu pau onde ficou alisando até chegarmos.  Mal fechamos a porta já a puxei em meus braços  dando um beijo sedento em sua  boca apertando su bundimha gostosa.

- Caralho!

Nossas línguas duelavam numa dança erótica enquanto tentava se livrar das roupas que logo estavam espalhadas pelo chão daquele quarto de motel. Ela era a coisa mais linda de se ver, sua pele branca com peitos grandes  de bicos rosadinhos me enchiam a boca d'água.

- Você é muito gostosa. - disse beijando sua boca e apertando seus seios.

Andressa segurou meu pau acariciando e logo ficou de joelhos abocanhando a vara que babava em sua boca.

- Chupa, ssss. Caralho!

Sua boca subia e descia engolindo até engasgar enchendo meu pau com sua saliva; segurei seu cabelo como se fosse rédeas guiando sua boca sentindo seus lábios macios na cabecinha que parecia querer explodir de tesão, enquanto ela me olhava nos olhos com cara de safada.

- Humm, hummm. - Gemia ela com o pau na boca.

Novamente guiei sua boca de encontro a minha colando seu corpo ao meu segurando sua bunda tentando invadir sua buceta com os dedos.

- Me fode vai!

Fui descendo lentamente a boca pelo seu corpo chegando até seus mamilos rijos, os quais chupei e mordisquei arrancando gemidos enquanto a loira tentava encaixar meu pau na sua buceta  molhada.

- Ainda não! Disse levando ela até  a cama onde entrei no meio suas pernas chupando seu mel e dedilhando sua gruta molhada que piscava como se quisesse morder minha língua.

- Hummm! Porra!

Eu sugava seu grelinho e mordia seus grandes lábios arrancando gemidos fazendo seu corpo tremer e retorcer em minha boca.

- Humm, Sss.

Andressa tremia, sua bucetinha rosa pulsava  despejando seu líquido entre gritos e gemidos.

- Me fodeeee! - Gritava ela.

A loira logo ficou de quatro feito uma cadela no cio, sua bundinha era perfeita, redondinha com uma bucetinha que parecia um babalu no meio das pernas.

Mas uma chupada na gruta e uma linguada no seu cuzinho rosa e...

- Toma! - Disse ao dar aquela cravada seca empurrando de uma só vez até o saco.

A loira, gritava, gemia e tentava rebolar na pica que pedia passagem enquanto segurava em sua cintura começando a bater estaca em sua raba.

- Toma! - Disse após  o estalo de um tapa em sua bunda deixando as marcas dos dedos em sua pele branca.

Batidas de coxas, gemidos e gritos eram a sinfonia da traição naquele oquarto de motel.

- Vou gozar! - Disse ao sentir o pau engurgitar dentro de sua buceta.

- Dentro não! Goza na minha cara.

Quase gozando tirei de dentro, bati com o pau em seu rostinho lindo enchendo sua carinha de puta de esperma.

Andressa lambia os lábios sentindo o gosto do macho que havia ejaculado em sua cara.

- Chupa!

Após uma farta gozada, ela chupava deixando em riste novamente.

- Você me acha uma puta? - Perguntou me olhando nos olhos voltando a por o pau na boca.

- Não,  não acho. - Respondi querendo agradar.

- O que falta pra eu ser uma puta vadia?

Novamente beijei sua boca enquanto minhas mãos apertavam e separavam as duas metades de sua bunda onde coloquei o dedo no anel presssionando a entrada.

- Falta a sobremesa. - disse fazendo movimentos circulares em seu cuzinho apertado.

- Vai devagar, não tô acostumada fazer anal. - Disse apoiando as mãos na cabeceira da cama.

Aquela raba branquinha apontada para o céu, me deixou louco; beijei sua bundinha linguando seu anel deixando bem molhadinho e fui pincelando a cabeça forçando a entrada.

- Ai meu cufilho da puta, devagar, hum, caralho...

- Calma relaxa, rsrs.

- Ai, ai, humm.

- Devagar,  aiii!

Peguei o gel e lubrifiquei a cabecinha e a entrada de seu cuzinho e fui empurrando a cabeça sentindo alargar sua entrada.

- Filho da puta! Dói, ai..

- Relaxa.

Esperei acostumar e fui empurrando devagar entre gritos e xingamentos.

Já com o pau dentro esperei acostumar e fui bombando devagar enquanto a loira gritava e xingava vendo seu anel sendo deflorado.

- Porra, devagar.

Em movimentos lentos fui metendo e laciando seu cuzinho apertado que recebia minha tora que parecia engrossar dentro de seu cu gostoso.

- Humm, humm. Ai, ai, devagar...

- Que cuzinho gostoso, toma rola sua puta vadia!

- Fode, ai, ai meu cú.

Segurando firme em sua quadril já com o pau acomodado comecei a foder seu precioso enquanto ela gritava e tocava sua buceta.

- Fode! Faz o que o corno não faz!

Andressa gemia, gritava e xingava enquanto dedilhava a gruta.

Novamente comecei a bombar arrombando seu anel fazendo a loira chorar na pica.

- Dó ó ó ói.

Trouxe seu corpo junto ao meu, ambos ajoelhados na cama segurei a loira pelos peitos empurrando até talo em seu cufazendo gritar beijando sua nuca e buscando sua boca.

- Vou gozar. - falei abafadondo o som com sua boca.

Meu pau pulsava em seu anel despejando jatos de sêmen enquanto a loira acelerava a dedilhada gozando juntamente comigo.

- Agora sim é uma puta vadia.- Falei após tirar de dentro e ver seu cualargado que expulsava minha porra.

- Filho da puta me arrobou! Rsrs, - ai meu cú!

- Agora se vingou de verdade. Quando chegar em casa deixa o corno lamber sua buceta e o cuzinho pra ele sentir o gosto da minha rola.

- Ai, doeu, rsrs. - Disse com cara de safada.

Alguns dias depois Andressa me confidenciou que seu tesão com o seu marido aumentou após nossa transa, sempre que pensava na traição na hora da transa em que seu marido chupava sua buceta onde há pouco havia levado vara.

Hoje mesmo já mandei uma mensagem para ela, " Acordei de pau duro pensando em você, podemos nos encontrar  às 18 horas?"

Até agora não respondeu mas, mas a mensagem foi visualizada. Será que...


Só me resta esperar.




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