Os novos vizinhos.

  • Temas: Traição, aventura, gay, loucura gostosa
  • Publicado em: 12/12/25
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  • Autoria: Red_1303
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Private Muse

Quase todos os dias nos encontrávamos no elevador, afinal somos vizinhos de andar inclusive, um casal novo, aparentemente próximo aos quarenta anos, quase sempre vestidos com roupas de academia, ela loira muito bonita e atraente e ele também, era sempre um cumprimento rápido, depois íamos cada um para seus respectivos compromissos, não tinha como não observar ela sempre com um shorts ou calça valorizando o corpo bem cuidado, chamava a minha atenção sua bundinha tão bem vestida naquelas roupas, usando uma camiseta as vezes mais justas outras vezes mais largas, mas não tinha como não ver um belo par de seios.


Ambos sempre sorridentes e educados, uma tarde quando eu voltava para casa, ele estava no elevador comigo e conversamos rapidamente quando comentou que tinha um problema numa lâmpada de sua casa que não estava conseguindo resolver e perguntou se eu conhecia alguém para ajudar, comentei que poderia tentar, e ele concordou, disse que ia até em casa deixar minhas coisas e pegar alguma ferramenta que pudesse nos ajudar, aproveitei tirei a roupa que estava usando e coloquei um shorts e uma camiseta regata, então bati na porta dele, que abriu também mais a vontade, com um shorts de lycra branco(estranho!) e uma regata também branca, conversamos por uns minutos e perguntei qual era o problema, me mostrou um lustre que tinha uma lâmpada apagada, pedi-lhe uma escada o que ele prontamente trouxe, foi quando eu vi que era um fio solto que já apertei e pronto, problema resolvido.


Enquanto eu resolvia o problema, notei que ele fez questão de ficar bem perto de mim, "segurando a escada", disse que não precisava se preocupar, mesmo assim continuou, ao descer da escada, foi impossível não encostar e praticamente esfregar meu corpo nele, me desculpei e recebi de volta um sorriso e um "não precisa se preocupar". Notei que ele estava excitado quando eu encostei nele, pois o meu pau roçou no dele mesmo sem querer, e ele olhou com os olhos brilhando e um sorriso que agora posso dizer que foi bem safado.


Perguntei se tinha mais alguma coisa que eu poderia fazer e ele respondeu que não se lembrava de mais nada, me ofereceu algo para beber e disse que tinha umas cervejas que se eu aceitasse ele ficaria muito feliz em tomarmos juntos, então ele virou de costas me chamando para a cozinha e foi quando eu vi que ele arrebitou ainda mais a bunda, já comecei a pensar que havia segundas intenções em tudo isso.


Pegou duas cervejas, abrindo uma para mim e quando fui pegar ele segurou em minha mão por tempo maior do que o necessário e alisando minha mão comentou: fortes suas mãos e também macias! Sorriu com malícia e brindamos. Começamos a conversar trivialidades e a cada instante tentava de alguma maneira me tocar, já sabia qual era a intenção dele, então deixei rolar para ver até onde isso ia.



Depois de algumas cervejas disse que precisaria ir ao banheiro para me aliviar pois a cerveja não sabe negociar, logo depois que ela começa a entrar já quer sair e dei risada, ele concordou e perguntou se eu estava precisando de ajuda, o que respondi: para mijar não, mas talvez seja interessante você me acompanhar. Então ele falou: vou mostrar o caminho até o banheiro, como estávamos na frente do banheiro ele falou o da suíte é melhor, vem comigo! Quando tirei o pau do shorts que já estava acordando, ele olhou com cara de espanto, sua ferramenta é realmente um pouco maior do que eu imaginei!



Então eu acabei de mijar e virei para ele com o pau ainda para fora, pega ela e veja se consegue trabalhar com essa ferramenta.



Ele segurou com carinho, apertou de leve, sentindo a textura, e iniciou uma lenta e gostosa punheta, nisso ele já estava colado em meu corpo, já sentia sua respiração, seu cheiro, me ajudou a tirar meu shorts junto com a cueca e falou: realmente a sua ferramenta é muito boa, preciso dela para fazer algo que estou precisando fazer já há algum tempo!


Ela é toda sua, completei provocando a vontade dele.


Segurando o meu pau que nesse momento estava bem duro me levou até uma cama grande e confortável e disse que eu deveria ficar a vontade. Deitou ao meu lado e ficou admirando o meu pau em sua mão, aos poucos foi cheirando e em seguida deu um beijo de leve, logo em seguida senti sua língua lambendo do meu saco até a cabeça que já estava ficando melada, foi quando engoliu e iniciou uma deliciosa chupada no pau duro que agora eu sentia pulsando em sua boca.


Enquanto isso não parava de me olhar com uma cara de felicidade, eu fazia carinho em seus cabelos, as vezes empurrava um pouco mais o pau em sua boca, outras vezes estava apenas fodendo sua boca gostosa e gulosa.


Sem largar do pau, foi subindo beijando e lambendo meu peito, até chegar ao meu pescoço, procurou a minha boca e senti a língua dele invadindo a minha e iniciou uma batalha de línguas, eu alisava sua bunda por cima do shorts, as vezes apertava dando uns tapas, as vezes tentando tirar ele e procurando seu anel que já deveria estar piscando muito nesse momento.


Ele me ajudou tirando a roupa, mostrando um corpo bem cuidado sem nenhum exagero, bem firme e torneado, peitos lisos, barriga chapada, pernas, bunda e o pau lisisnhos.


Voltamos a nos deitar, agora foi a minha vez de aproveitar do que me era oferecido, comecei a chupar seu pescoço, senti que ficou todo arrepiado ao toque da minha língua, alisando seus biquinhos chupando um por vez, sem pressa, queria aproveitar o momento e ele já estava gemendo todo arrepiado de tesão.


Disse que queria a bundinha dele só para mim e ele respondeu: estava imaginando que não ia me pedir. Ela é sua, toda sua, faça o que quiser com ela e comigo também!


Ele então virou com a bunda para cima e todo orgulhoso abriu um pouco para me mostrar seu cuzinho rosadinho que piscava de vontade de ser invadido, e foi o que eu fiz, com as mãos abri um pouco mais e minha língua tocou o centro de seu delicioso cuzinho, de gemer já passou a rebolar a cada linguada e dedada que eu passei a fazer com muito prazer.


Quando entrou o segundo dedo ele já urrava, dizendo que estava muito gostoso e que não via a hora de sentir o meu pau dentro dele.


Depois de lamber e abrir com três dedos seu faminto e delicioso cuzinho, ele me entregou um pote de um creme para ajudar, dizendo que eu parecia ser muito grande perto do brinquedo que estava acostumado a se entregar.


Com o creme meus três dedos entravam e saiam facilmente fazendo ele delirar, então ele esticou o braço para atrás e pegando em meu pescoço puxou até a boca nos beijamos, beijos tesudos e molhados, quando encostei o pau duro a invasão foi mais fácil, mas não sem ele reclamar da grossura do invasor que já estava mais da metade em seu rabinho.


Quando sentiu minhas bolas batendo nele, gemeu e falou: isso, assim, agora, me fode bem gostoso, quero sentir seu pau entrando e saindo do meu cu, meu rabo quer você, precisa de você!


Quando comecei a me movimentar ele tentou reclamar, mas logo em seguida pediu para continuar, só dizendo para ir devagar e com cuidado, afinal o seu pau é o primeiro pau de verdade que eu sinto em mim.


Então passei a foder, agora era de verdade, nossos corpos já fazia o barulho alto quando eu socava em sua bunda, ele gritava mais alto, deitei atrás dele para que respirasse um pouco enquanto eu ainda fodia sua bunda, então ele falou que estava quase gozando, seu corpo tremia, sua respiração ofegante estava cada vez mais pesada, senti seu cuzinho mordendo meu pau e ele então gozou, gozou jatos de porra que sujaram toda a sua cama, eu ainda não havia gozado, tinha que aproveitar um pouco mais do momento único que ele me oferecia.


Virei-o de frente para mim, suas pernas em meus ombros, empurrei o pau de uma vez que foi até o fundo, ele mal conseguiu gemer pois parece que o prazer que sentiu foi maior que a dor que poderia ter sentido.


Continuei socando, fodendo com vontade, então abri suas pernas e deitei em seu peito, mordi seus biquinhos e fui subindo no seu pescoço deixei a minha marca e logo em seguida nossos lábios se encontraram, sua língua faminta procurando pela minha, olhando em seus olhos senti o meu gozo chegando, meu pau pulsando em seu cu soltou jatos de porra quente e grossa e sorrindo ele me agradeceu pelo prazer que eu havia proporcionado naquele momento.


Ficamos deitados na mesma posição, enquanto descasavamos, ele comentou que não conseguia imaginar como poderia ser tão gostoso quanto foi o que tínhamos acabado de fazer, quis saber se a esposa dele sabia disso, não, e nem pode ao menos imaginar, disse que era um sonho que já tinha desde bem cedo e que nunca teve segurança para realizar e que quando passou a me ver no elevador, começou a imaginar como poderia ser e resolveu investir mesmo não sabendo se eu aceitaria ou não.


Adorei a experiência e gostaria muito de fazer outras vezes se você também quiser, completou.


Durante a nossa conversa fiquei imaginando, que eu o tempo todo me imaginava comendo a mulher dele e acabei na cama dela comendo ele.


Tivemos várias oportunidades depois dessa, inclusive no dia seguinte, quando a esposa chegou naquela noite de nossa primeira vez.


Comentem, opinem, devo continuar?


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