Mamãe e eu – final
- Temas: Mãe, irmã, cunhada, revelação, prazer.
- Publicado em: 15/12/25
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- Autoria: new_lorde
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Ficamos ali deitados por um bom tempo, sem trocarmos palavras, apenas sentindo o contato dos nossos corpos, até que ela falou:
- Vamos tomar banho.
Fomos direto para o chuveiro e só então conversamos a respeito do ocorrido. Nenhum de nós estava arrependido ou com vergonha, no entanto, mais uma vez ela advertiu:
- Esse é nosso segredo.
Ela saiu enrolada numa toalha enquanto eu terminava meu banho. Ela ligou pedindo nosso almoço.
Ao sair do banho fui encontrar minha mãe de novo na piscina, completamente nua, apenas com a toalha cobrindo seu rosto. Pouco mais de meia hora e o motoqueiro chegou para a entrega. Vesti minha bermuda e fui atender o portão. Uma ideia maluca me passou rapidamente pela mente e pedi que ele levasse o almoço até a área da piscina. Entrei na cozinha, de onde pela janela conseguia ver a piscina. Ao se aproximar da minha mãe o entregador disse qualquer coisa e rapidamente minha mãe cobriu o corpo com a toalha, mas já era tarde, ele a tinha visto nua. Ela sentou segurando a toalha cobrindo o corpo, mas suas pernas estavam à mostra.
Eles trocaram algumas palavras, minha mãe se levanta com cuidado cobrindo o corpo e vem para dentro de casa. Ao entrar ela me viu sorrindo:
- Seu safado, fez de propósito, o rapaz quase nem conseguiu falar direito.
Pensei que ela fosse ficar puta, mas não, riu da situação também, então eu coloquei mais lenha na fogueira:
- Volta lá e deixa ele ver alguma coisa.
- Está maluco, vai que ele me agarra ali mesmo.
- Que nada, ele parece ser gente boa.
- Também me pareceu.
Ela pega o dinheiro e volta para a piscina, com certeza ela iria aprontar alguma coisa. Com uma das mãos ficou segurando a toalha contra o corpo e com a outra pagando o rapaz, que não tirava o olho do corpo da minha mãe. Ficaram conversando um pouco, alguns sorrisos eram vistos, mas eu não conseguia ouvir o que. A toalha cobria a parte da frente do seu corpo, foi então que ela teve a coragem, virou-se para pegar a cerveja que estava sobre a mesa e com isso mostrou a bunda para o rapaz. Foi interessante de ver, o entregador colocou uma mão sobre a boca e com certeza pensou: meu Deus, como é gostosa.
Era inacreditável a naturalidade pela qual minha mãe se comportava, ela, que até poucos dias atrás era toda certinha, agora parecia uma messalina. Como a conversa entre os dois durava mais do que imaginei necessária, resolvi me apresentar e fui para a piscina:
- Oi filho, deixa te apresentar o Roger, ele é bem legal.
Cumprimentei o entregador e o convidei para almoçar com a gente, mas ele tinha outras entregas para fazer. Por isso minha mãe o acompanhou até o portão e lá demorou um pouco mais do que seria necessário. Ao voltar ela falou:
- Coitado filho, ele não sabia onde enfiar a cara.
Eu sorri e ela continuou:
- Lá portão ele estava mais tranquilo, até elogiou meu corpo.
- Convidou ele para voltar qualquer dia desses?
Ela pensou um pouco e disse:
- Acho que fiz uma grande besteira, mas convidei sim, ele é tão novinho, vai que ele dá com a língua nos dentes.
- Não me parece o tipo mãe, com certeza ficou de pau duro querendo comer você, não vai ser bobo em ficar comentando com os outros.
- Deus te ouça filho.
Eu de um sorriso maroto e falei:
- Agora tem uma coisa, se convidou, vai ter que dar para ele.
- Meu Deus, esses dois dias mexeu com minha cabeça, devo estar maluca mesmo.
- Que nada mãe, se gostou dele tem mais que aproveitar mesmo e quer saber, eu adoraria vê-la dando para ele.
- Agora você que ficou doido.
- Você não disse que ele é um carinha legal, aproveita mãe.
- Não sei se seria capaz disso, mesmo com ele sendo bonitinho, vamos comer.
Almoçamos e como não poderia ser diferente o Roger foi o tema central da conversa. Ela não se declarou, mas notei nas entrelinhas que ela nutriu o desejo por uma nova aventura. Terminamos de almoçar e minha mãe falou:
- Preciso de um banho, vem junto?
- Com certeza.
Dentro do box ela ficou de costas para mim e disse:
- Preciso de carinhos, essa conversa sobre o entregador me deixou acesa, faz a mamãe gozar.
Abracei minha mãe por trás e fiz com que ela sentisse meu pau duro contra a sua bunda, levei minha mão entre suas pernas e toquei na sua buceta e senti o melado. Dedilhei seu grelinho e não demorou para que ela atingisse o orgasmo, que de tão forte, fez suas pernas tremerem.
Recuperada do torpor ela perguntou:
- Quer gozar também?
- Sim.
Ela fica joelhos, com uma das mãos acaricia minhas bolas e a outra toca a punheta. Olhando para mim ela pede:
- Goza na mamãe meu tesão.
Ouvir isso foi o bastante e jorrei minha porra nos seus seios. Ficamos abraçados trocando carinhos até ela dizer:
- Meu bem, não sei o que está acontecendo comigo, mas tenho ficado excitada o tempo todo.
Eu sorri e falei que acontecia o mesmo comigo. Terminamos o banho, me troquei e saí, tinha marcado com alguns amigos e voltaria só à noitinha. Ao chegar em casa eu ouvi um burburinho na piscina, era minha mãe, irmã e mais duas das suas amigas, gatas. Fui para o meu quarto trocar de roupa e vesti uma bermuda, estava calor. Cheguei na piscina, cumprimentei a todas, vestidas com seus biquinis sumários, que tentação. Minha mãe levantou e disse que ia preparar uns lanches. Assim que terminamos de comer eu fui para meu quarto, navegar na internet e pesquisar mais sobre incesto entre filho e mãe. A bagunça na piscina foi até tarde, quando minha irmã foi até o meu quarto.
Como de costume ela bateu antes de entrar:
- A Camila já foi e deixou um tchau para você, a Bete vai dormir aqui comigo.
- Tudo bem.
Antes de irmos dormir minha mãe fez um chá com bolachas e me chamou. Minha irmã e a Bete já tinham tomado banho e vestiam pijamas, curtinhos, deixando ver seus corpinhos mignon e tentadores, nunca olhei para minha irmã com segundas intenções. Estava viajando nos meus pensamentos quando minha mãe fala:
- Filho, sua irmã vai ter companhia para dormir hoje, você bem que podia dormir comigo, estou me sentindo sozinha.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa minha irmã interviu:
- Isso mesmo maninho, agora que o papai se foi, você tem que fazer o papel de homem da casa.
Mal sabe ela que já estou fazendo esse papel:
- Claro mamãe, faço companhia para você.
Terminamos o chá, deixamos tudo em ordem, minha irmã e a amiga disseram estar casadas da piscina e se recolheram. Fui para meu quarto e minha mãe para o dela. Quando reinava o silêncio absoluto a porta do meu quarto se abre, era minha mãe:
- Vem filho, estou precisando me acalmar.
- Já vou.
Assim que entrei no quarto minha mãe estava nua sobre a cama:
- Tranca a porta, não vamos correr risco – ela disse.
Passei a chave, tirei a roupa e deitei ao seu lado. Ela passa a mão no meu peito, desce pela barriga e chega no meu pau, que já estava duro:
- Que delícia, adoro segurar nele assim duro.
Sem que eu esperasse, ela escorrega pela cama e abocanha meu pau, de forma gulosa, quase que engolindo-o totalmente. Que boquete maravilhoso, lambidas, chupadas e a cabeça do pau sugada com força, minha mãe era uma especialista.
Nossos gemidos eram contidos, não estávamos sozinhos em casa. Sussurrando ela dizia:
- Ah como isso é bom, estava com muita vontade de chupar sua pica.
Nisso ela gira o corpo, fica na posição de 69 e diz:
- Vamos fazer assim, chupa a minha buceta filho.
Ficamos assim um bom tempo, a buceta da minha mãe estava muito molhada, seu tesão era incalculável, que mulher. Num ímpeto ela sai de cima, senta sobre o meu corpo, segura meu rosto com as duas mãos e diz:
- Não estou aguentando mais, acha que consegue me foder sem arrependimento depois?
Não respondi, apenas ergui um pouco o corpo dela e falei:
- Cavalga na minha rola.
Ela enfia uma mão por baixo, segura meu pau o direciona para a entrada da sua buceta e senta. Sinto meu cacete sendo agasalhado por aquela gruta quente e úmida, que sensação maravilhosa. Cavalgando, ela fez meu pau penetrar fundo no seu interior, com seus seios balançando na minha frente, que visão divina. Minha mãe estava alucinada, deitou sobre meu peito, beijou minha boca, se mexia feito uma gata no cio e com isso eu não conseguiria mais me controlar:
- Assim eu gozo mãe.
- Goza filho, enche minha buceta de porra, estou querendo isso.
Não pude mais me controlar, puxei forte seu corpo contra o meu e gozei. Meu corpo entrou em convulsão, eu tremia descontrolado e ela ficou ali, quietinha, esperando meu último espasmo, só então ela saiu de cima e deitou ao meu lado. Ela precisava gozar, por isso levei minha mão na sua buceta e dedilhei seu grelinho, todo melado da minha porra e ela gozou, soltando um gemido mais alto do que deveria. Abracei minha mãe e ficamos coladinhos, nos recuperando do gozo sentido, até ela dizer:
- Que loucura estamos cometendo filho, mas é boa demais, não consigo parar.
- Nem eu mãe, só de olhar para você eu fico com tesão.
Entre carinhos e beijos meu pau ficou duro de novo, dessa vez eu tomei a iniciativa, deitei sobre seu corpo, forcei suas pernas se abrirem e meti meu pau naquela buceta suculenta e toda melada. Meti com força e ela se entregou de vez, não precisando muito para gozar sendo montada. Aquela estava sendo a noite do divisor de águas, ela não me via como filho e sim como seu macho, assim como eu não a via como minha mãe e sim uma fêmea carente de sexo. Durante toda a noite eu a fiz gozar seis vezes, quando enfim adormecemos. Começamos algo que não tinha mais volta.
Acordamos na manhã seguinte e minha mãe falou que eu deveria levantar, afinal o sol já estava alto e as meninas poderiam desconfiar de alguma coisa. Me vesti e saí. A casa estava em silêncio, isso quer dizer que as duas ainda dormiam. Passei pelo quarto da mana e resolvi abrir a porta para me certificar, isso mesmo as duas dormiam, mas algo me chamou a atenção, estavam cobertas apenas com o lençol e as costas da minha irmã à mostra, sem a blusa do pijama que usava. Fiquei tentado em entrar, desisti, mas não resisti e entrei, ao me aproximar da cama pude ver claramente que as duas estavam nuas, pelo jeito não fora só eu e minha mãe que nos divertimos, as duas também devem ter passado uma noite bem agitada, mas eu precisava descobrir um jeito de ter certeza.
Ao sair do quarto dei de cara com minha mãe:
- Deu de espiar sua irmã?
- Apenas fui me certificar que estavam dormindo.
- Vamos preparar o café.
Na cozinha mais uma vez minha mãe insistiu que era preciso termos muito cuidado com a nossa relação. Eu sorri e falei:
- Com certeza a mana não ouviu nada, estava muito ocupada para desconfiar de nós.
- O que você viu demais?
- As duas estão peladas e agarradinhas, acho que teve festinha essa noite.
Minha mãe sorriu tranquila e falou:
- Você acha que não sei o que acontece dentro da minha casa?
- Como assim, não estou entendendo mãe.
- As duas estão juntas há quase um ano, sua irmã me contou.
Nisso ouvimos vozes vindo do corredor e minha mãe falou:
- Comporte-se, não vai comentar nada, se sua irmã quiser, ela que te conte.
- Fica tranquila mãe.
Fiquei admirado como minha mãe tem a mente aberta para as coisas da vida. Logo as duas chegaram e sentaram para tomar café. Fui para meu quarto terminar um trabalho de escola, as duas garotas foram ao cinema e minha mãe ao salão de beleza.
Se passaram quatro meses desde que eu e minha mãe começamos a transar e o fogo era o mesmo do primeiro dia. Dormir com minha mãe se tornou um hábito, até mesmo incentivado pela minha irmã:
- Isso mesmo maninho, faz companhia para a mamãe, ela precisa de conforto.
Apesar de todo o cuidado que imaginávamos ter, cometemos alguns deslizes que não passaram despercebidos pela minha irmã, atitudes não usuais entre mãe e filho. Um gemido mais forte da minha mãe com certeza foi ouvido, certo dia ela chegou mais cedo em casa e ao entrar no banheiro lá estava eu e minha mãe tomando banho juntos.
Com esses descuidos, um sábado estava em casa sozinho com minha irmã, ela entrou no meu quarto, sentou na cama e foi direta:
- Quanto tempo faz que está comendo a mamãe e não adianta negar – ela falou séria.
Minha boca secou, um nó entalou na minha garganta, não sabia o que dizer e gaguejei:
- O que te leva a crer que isso está acontecendo?
- Está me chamando de idiota, pensa que não vejo, que não escuto os gemidos à noite?
Não tinha como negar, tentei amenizar o impacto:
- O que pensa disso?
Ela deu um sorriso ameno e falou:
- Se fosse para armar um barraco eu já teria feito, não é de hoje que eu sei, ouço os gemidos dela quando a está fodendo, tomam banho juntos.
Como se diz, contra fatos não há argumentos, por isso acabei confessando como tudo começou e como não conseguimos parar. Foi nesse instante que fiquei aturdido com a revelação que ela fez:
- Vocês não conseguem parar e eu já toquei muita siririca ouvindo vocês treparem.
- Juro que tentamos de todas as formas manter o sigilo.
Ela deu uma risada gostosa e falou:
- Em anos de casada com o papai eu nunca ouvi um gemido dela, agora com você é um escândalo, chama isso de manter sigilo?
- Você tem razão, deixamos o tesão falar mais alto.
- Nem quando a Bete dorme aqui vocês tomam cuidado, ela me dizia: olha lá, seu irmão está comendo sua mãe de novo.
Eu estava tranquilo, o papo com a minha irmã não era de revolta, fiquei curioso:
- Essa descoberta ficou só entre você e a Bete?
- Claro né seu bobo, acha que eu iria sair por aí contando: olha, meu irmão come a minha mãe.
Olhei sério para ela e perguntei:
- Vai falar com a mamãe sobre isso?
- Por ora não, quando achar que devo eu falo, mas não precisa mais ficar com “cuidados”, pode trepar com ela sem receios.
- Legal mana, fico mais tranquilo com você sabendo e não recriminando.
- Sou cabeça feita e você sabe o que rola entre mim e a Bete, aliás ela vem dormir aqui em casa hoje, vamos querer ouvir os gemidos da mamãe, isso tem nos excitado.
Ela ficou me olhando de forma sapeca e não escondeu seu desejo:
- Ouvir e quem sabe até ver, o que acha?
Que irmã mais safada eu tenho, mas ver se a nossa mãe desconhece o fato da filha saber de toda a história? Eu precisaria arrumar um jeito de contar tudo para minha mãe, mas não sei qual será a reação dela:
- Não prometo nada mana, mas vou fazer o possível.
Ela beijou meu rosto e saiu do meu quarto. Pouco depois minha mãe chega das compras e vou ajuda-la com as sacolas e guardar as coisas. Mais um tempo e chega a Bete, a namorada da minha irmã, que corre para abraça-la:
- Mamãe – eu digo – a mana deve estar mesmo apaixonada pela Bete hein.
- Claro que está filho, já estão juntas há um ano e meio, tempo suficiente para ter certeza.
Eu sorri e falei:
- Tempo suficiente para elas se assumirem.
- Tudo ao seu tempo filho.
- Por falar em tempo mãe, será que a mana desconfia de alguma coisa entre nós?
- Eu acho que sim, já cometemos alguns deslizes e ela de boba não tem nada.
- Acha que isso traria algum problema para nós?
- Acho que não, do contrário ela já teria dito alguma coisa, está preocupado com o que?
Ia contar a conversa que tivera com a Marta, minha irmã, quando ela e a namorada chegam perto.
A Bete chegou toda produzida, cheirosa, ela é uma gatinha deliciosa, entendo porque minha irmã se apaixonou por ela. A tarde estava quente e as três mulheres foram colocar biquíni, iam ficar na piscina, eu fui para meu quarto navegar na internet. Do meu quarto eu ouvia o burburinho na piscina e fui até a janela para ver o que acontecia, as três estavam na água e minha irmã falou:
- Sai desse quarto e vem aqui com a gente, a água está ótima.
- Estou bem aqui, navegando por uns sites interessantes.
- O que está vendo mais interessante do que nós três – falou a Bete.
- Mulher pelada – eu disse rindo.
Ao ouvir isso, a Bete olhou para minha irmã, cochicharam alguma coisa e para meu espanto as duas tiraram o sutiã deixando à mostra dois pares de peitinhos lindos, biquinhos rosados, uma tentação, minha irmã abraçou a namorada e falou:
- O que está vendo é melhor do que nós?
- Com certeza não.
- Então deixa de ser bobo e vem se juntar a nós.
Em seguida ela olha para nossa mãe e diz:
- Vem que a mamãe também fica à vontade, não é?
- Já que vocês ficaram, eu também fico.
Não tinha como recusar o convite, coloquei uma sunga, fui para a piscina e cheguei dando um mergulho. Ficamos brincando de jogar água um no outro e a visão de três lindas mulheres semi nuas era encantadora, eu estava me sentindo um sultão. Depois de algum tempo eu sentei na borda da piscina e fiquei apreciando as três beldades, uma ideia louca me veio à mente:
- O negócio é o seguinte – eu falei – disseram que aqui estaria melhor do que as fotos que eu via na internet, mas até agora só vi peito, lá eu via muito mais.
As três se entreolharam e minha irmã entrou no joguinho:
- Quem vai ser a primeira?
A Bete olhou para mim e perguntou:
- Você também vai ficar pelado?
- Vou pensar no caso – eu disse sorrindo.
Elas se reuniram, sussurraram alguma coisa e em seguida ficaram de costas para mim, tiraram a parte debaixo do biquíni e jogaram em mim. Estavam com água até a cintura, por isso não tinha uma visão nítida, mas as safadinhas estavam peladas. Pediram para eu entrar de novo na água e quando o fiz, minha irmã e a namorada me seguraram, enquanto minha mãe tirou minha sunga dizendo:
- Pronto, agora todos pelados.
O clima era de pura excitação, abracei minha mãe por trás e meu pau duro ficou roçando sua bunda. Ao ver isso, minha irmã agarrou a namorada e lascou um beijão na boca dela. Liberou geral, nas brincadeiras que se seguiram, nossos corpos se tocavam a todo instante, tanto a minha irmã, quanto a sua namorada, não se importou em sentir meu pau duro roçando seus corpos, a Bete inclusive deu uma rebolada nele. Minha mãe que estava perto viu, me abraçou, segurou no meu pau e falou:
- Se dando bem em garoto, segura a onda que eu quero essa coisinha gostosa depois.
- Com certeza mãe, mas pelo jeito a noite promete.
Estava sendo uma tarde inesquecível, parecia mais um sonho, muito além do que eu poderia imaginar. Nadei em direção e sentei na borda da piscina, meu pau duro insistia em não amolecer. Minha irmã dá um mergulho em minha direção e sobe entre as minhas pernas, ficando com o rosto a centímetros do meu pau:
- Animado hein maninho, por causa minha e da minha namorada, ou por causa da mamãe?
- Com certeza por causa das três.
- Que bom, a mamãe falou agora pouco que está precisando de uns carinhos, vai trepar com ela?
- Com certeza.
- Eu e a Bete queremos ver, podemos?
Caramba, até bem pouco tempo atrás era tudo segredo e agora minha irmã pedindo para ver eu e a mamãe trepando, que loucura. Ela se afastou e foi abraçar a namorada. Minha mãe saiu da piscina e foi deitar na espreguiçadeira. A Marta foi até ela e começou a passar um hidratante no corpo da minha mãe, era um gesto de tanto carinho que eu nunca tinha visto entre as duas, principalmente quando as mãos da minha irmã tocavam nos seios da mamãe. Estava com o olhar fixo nas duas que nem lembrei da Bete, só me dando conta dela quando sinto ela saindo do mergulho entre as minhas pernas, como minha irmã fizera.
Seu rosto ficou a centímetros da minha rola dura, ela olhou e disse:
- Parece ser bem gostosa.
- Cuidado, sua namorada está bem ali e é brava.
- Fica tranquilo, já conversamos a respeito e ela sabe que é só brincadeira, gosto mesmo é dela.
- Bom, só não quero arrumar confusão.
Minha surpresa maior foi quando segurou meu pau com uma das mãos e disse:
- Caramba, como é duro, sua mãe deve se divertir muito com isso aqui.
Que loucura ela dizer isso assim de forma tão reveladora:
- Você já sabe né?
- Só um idiota não saberia, eu e sua irmã ficamos muito excitadas ouvindo a Roberta – minha mãe – gemer debaixo dessa pica dura.
- Ouvem e aproveitam para transar também né?
- Claro, acha que seria diferente, sua irmã me deixa louca de tesão.
- E ficar segurando meu pau, pode?
- Vou te contar um segredo, certa vez eu e ela transamos com um garoto e foi muito bom.
Meu pau babava de tanto tesão, ela passou a ponta do dedo, lambeu e disse:
- Quando tivemos a certeza que você estava comendo sua mãe, pensamos que seria muito bom estender essa intimidade toda, em família, me entende?
Falou, mergulhou e se afastou, indo sentar junto a namorada. Fiquei ali atônito, sem saber o que pensar, será que essa trama era só entre as duas, ou minha mãe também estava envolvida? Só tinha um jeito de saber, me juntando a elas e foi o que fiz, sentei ao lado da minha mãe, a Marta falou:
- Gostei de ver maninho, liberou geral, nem se importa em ficar mostrando esse cacete duro para nós.
Ela pensou que eu fosse ficar sem jeito, mas pelo contrário, abri bem as pernas de falei:
- Pode ver à vontade maninha.
Ela riu, olhou para a namorada e falou:
- Até que ele tem uma rola bem bonita, não acha?
- Acho sim e além de tudo bem duro.
- Como sabe – perguntou minha irmã.
- Dei uma pegadinha no danado lá na beira da piscina.
- Mas que putinha mais safada essa minha namorada – disse minha irmã.
Eu precisava de um banho e fui para dentro de casa. Logo depois minha mãe entra no box comigo:
- Que loucura isso tudo filho, mas estou feliz pelo fato da sua irmã ter aceitado bem o nosso caso.
- Eu também mãe, mas tem uma coisa que ela pediu, não sei como você vai reagir.
- Me conta e eu te falo.
- Elas querem ver a gente transando.
Fiquei surpreso com a reação da minha mãe:
- Depois dessa tarde acho que tudo é válido, não?
- Por mim tudo bem.
Terminamos o banho e fomos para a cama. Deitei minha mãe de costas, comecei a chupar sua buceta e seus gemidos, de tão altos, chamou a atenção das duas lá na piscina, tanto que pouco depois elas estavam na porta do quarto. Ao vê-las, minha mãe disse:
- Venham cá, deitem ao meu lado.
As duas subiram na cama, uma de cada lado da minha mãe, que estendeu os braços e as abraçou. Eu estava concentrado em chupar aquela buceta suculenta, com minha mãe gemendo e rebolando na minha cara. As duas garotas passavam as mãos no corpo da minha mãe, que era o centro das nossas atenções.
Quando ergo meus olhos vejo as duas mamando nas tetas da minha mãe, que gemia feito uma gata no cio:
- Ai meu Deus como isso bom, assim eu gozo logo.
E gozou, com um tremor no corpo eu senti seu mel inundar minha boca, que saboreei como um néctar. Permaneci com minha boca ali até minha mãe se recuperar, quando então deslizei meu corpo para cima e a beijei na boca, sob o olhar das outras duas. Minha irmã puxou meu rosto e para minha surpresa ela beijou minha boca melada dizendo:
- Deixa eu provar o gostinho da mamãe.
Nossas bocas se uniram num beijo molhado até ela parar e dizer:
- Agora a Bete também quer sentir.
Virei o rosto e beijei a namorada da minha irmã. Agora minha irmã e a namorada dela passavam as mãos pelo meu corpo e meu pau latejava de tanto tesão. Minha mãe já recuperada queria mais e pediu:
- Me fode filho, preciso sentir você dentro de mim.
Ela arreganha as pernas e eu, apenas com o corpo, fico tentando encaixar a rola na buceta, quando minha irmã diz:
- Nós vamos ajudar.
Ela e a namorada se posicionam, seguram minha rola e a encaixa na entrada da gruta. Com um golpe seco eu atolo a rola e minha mãe reage:
- Isso filho, mete com força, arregaça minha buceta.
Enquanto eu metia, minha irmã e a namorada ficaram passando a mão no meu saco, na minha bunda e incentivando:
- Isso maninho, fode gostoso a mamãe, faz ela gozar na sua pica.
Eu metia com força, fazendo minha rola chegar fundo dentro da minha mãe que cruzou as pernas pelo meu corpo e me prendeu dizendo:
- Assim eu gozo, assim eu gozo.
Eu também estava no limite, mas ficou insuportável de segurar quando a Bete deu um tapa na minha bunda e em seguida lambeu meu cuzinho. Foi uma sensação totalmente inesperada, mas prazerosa.
Não precisou muito mais para minha mãe começar a gozar pedindo:
- Estou gozando meu bem, enche a buceta da mamãe de porra, goza em mim.
Acelerei os movimentos e gozamos quase que ao mesmo tempo. Ficamos assim colados, com nossos corpos suados de prazer e sendo acariciados pelas duas namoradas. Quando nos recuperamos a minha irmã falou:
- Foi lindo demais, mas agora nós também queremos gozar.
As duas se engalfinharam num 69 espetacular e se chuparam até gozarem.
Foi assim que o segredo entre mim e minha mãe foi quebrado e para nossa sorte ele ficaria agora mantido entre nós quatro. A Bete passou a frequentar nossa casa com maior assiduidade e foi inevitável, o sexo acabou acontecendo entre nós quatro. Quanto tempo vai durar, não sei, só o tempo dirá.
