Coroa Hétero Possuído por Um Macho

  • Temas: Fantasia, Gay, Homosexual, Homem, Mulher
  • Publicado em: 03/01/26
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  • Autoria: AllisonB
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Private Muse

Sou um coroa que adora sexo, especialmente com perfume de homem. Afinal, visto calcinha. E o velho ditado “quem procura acha” funciona para tudo. Certo dia, passeando por um site de bate-papo para maiores, fui atraído por um “garanhão”. O nome dele era Valdo.


O papo foi bom. Fomos nos apresentando. Ele era mais novo do que eu. Ui, fiquei atenta. Mantinha um casamento liberal. Quando falamos sobre nossos corpos, ele se interessou e eu, ainda mais. Em seguida, falou de seus dotes. Fiquei toda arrepiada e desejosa. Depois enviou fotos. A ansiedade tomou conta de mim. Corpo de macho desejoso e viril. Tudo que uma putinha como eu adora. Mas o melhor estava por vir.


Valdo revelou sua fantasia. Era virgem, jamais havia penetrado em outro homem. Por ser avantajado, sua mulher não gostava de dar sua caverninha encantada. A partir disso, começou a descrever sua maravilhosa fantasia. Deixou-me desejosa e excitada.


— Vamos nos encontrar? — Perguntou Valdo, empolgado.


— Minha mulher também gosta de participar — ele continuou.


Pensei: “será uma festa!” Não titubeei e respondi:


— Vamos, sim, amore. Fiquei louquinha por você.


Marcamos o encontro em um apartamento na minha cidade. Vesti uma calcinha vermelha fio dental, calça jeans, uma camiseta e cheguei com o coração acelerado ao local combinado.


Valdo abriu a porta. Paralisei! Olhei-o da cabeça aos pés. Ele era um homem maravilhoso. Quando entrei, me beijou, passou a mão na minha bunda e, sorrindo, perguntou:


— Você veio, minha putinha?


Aproveitei, pus a mão no seu dote e respondi:


— Meu garanhão, não perderia por nada sentir você dentro de mim.


Logo, sua mulher, vestindo uma linda lingerie, se aproximou, me beijou e falou:


— Que bom que você veio. Valdo só fala de você e está louquinho para realizarmos a fantasia dele.


De repente me vi pensando: “não acredito que estou aqui fazendo algo que jamais fiz na vida, afinal sempre fui hétero, apesar de dar umas escapadas com trans, nunca experimentei ser penetrada por um homem.” Coisas da vida. Uma vontade incontrolável surgiu em mim, e estou sendo atraída para o outro lado. Estou adorando.


Renata, linda e maravilhosa, sorrindo, me ofereceu água e sugeriu que eu ficasse à vontade. Fui ao banheiro, tirei a calça e a camiseta, olhei-me no espelho, lavei as mãos, respirei fundo e voltei para sala somente de calcinha. Tentei rebolar.


Sentados no sofá, sem qualquer roupa, estavam Renata, Valdo e seu fiel escudeiro, já um pouco acordado. Eu não acreditava que poderia abocanhá-lo ao vivo e em cores. Valdo pegou minha mão, pediu para que eu me sentasse ao seu lado e disse:


— Oi, amor, ele está te esperando ansioso. Olha só para ele, é todo seu.


Não hesitei e segurei aquela preciosidade. Meu coração batia acelerado. Massageie-o delicadamente até Valdo empurrar minha cabeça para cima dele, dizendo:


— Chupa ele, sua vadia. É disso que você gosta? Então, chupa gostoso se quiser ele dentro de você. Quero sentir sua garganta. Renatinha se aproximou e começou a beijar o Valdo. Aproveitei para deslizar a mão pelo seu maravilhoso corpo. Fui ficando excitada e meu grelinho ficou duro. Renata percebeu, tirou minha calcinha e foi experimentá-lo. Foi difícil conter minha explosão.


Em seguida, Valdo se levantou e, enquanto eu estava ajoelhada, ele foi preparar a minha caverninha. Abrindo as mãos, abriu-a e, com a língua, começou a lambê-la. Que prazer indescritível! Uma língua áspera de macho faminto me excitou tanto que acabei abastecendo Renata com meu leite. Fui às nuvens.


Renata adorou e, com a boca, sussurrou em meu ouvido:


— Que delícia, vadia! Deitando-se com a boceta de frente para minha boca, ordenou:

— Agora é a sua vez de me fazer produzir mel.


Não sabia do que gostava mais. Senti-me flutuando no espaço, até que Valdo encostou sua boca no ouvido e sussurrou:


— Está gostando, putinha safada? Agora vou passar o creme no seu cuzinho e realizar a minha fantasia. Quero escutar você urrar, vadia.


Fiquei tensa! Continuava chupando Renatinha e sentindo o seu mel. De repente, a mão pesada de Valdo encheu meu cuzinho de creme. Ele colocou a camisinha, iniciou uma massagem com seus dedos grossos, penetrando primeiro um, depois o outro, e dizendo:


— Meu pau é mais grosso que esses dois dedos. Não tem volta agora.


Ele começou a me penetrar. Renatinha se levantou, sentou-se no sofá para assistir à cena e, passando a mão em seu clitóris, começou a se masturbar.


— Já coloquei a cabeça dele. Posso continuar? — perguntou Valdo.


— Está uma delícia, continua, amor — disse, hesitando um pouco.


Valdo continuou a me penetrar até o limite dele. Demonstrando felicidade, disse:


— Que safada, engoliu tudo, a vadia. Agora eu vou te foder como a putinha que és.


Ele começou a cavalgar sobre mim, fazendo um vai e vem maravilhoso, até que me virou e de frente, como uma franguinha, me disse:


— Agora esse rabinho tem dono. É uma delícia. É meu; nada de sair dando por aí como putinha sem dono.


E começou a estocar seu poderoso, segurando meus braços, e disse:


— Quero ver o teu grelinho duro gozar na sua barriga, putinha safada.


Eu e ele começamos a urrar — eu com dor — afinal o calibre daquele instrumento era grande — e ele prestes a expelir todo seu gozo. Foi incrível! Senti-me nas estrelas e soltei meu gozo. Ele sorriu, me beijou, saiu de dentro de mim, chamou Renatinha, gozou em cima de mim e pediu para Renatinha chupasse o precioso leite.


Tive um sentimento diferente ao realizar meu desejo. Foi algo mais forte do que eu, indescritível.


Depois, Valdo sentou-se no sofá, ficou largado, sorrindo, vendo a cena de nós duas se lambendo — ah, eu peguei leitinho do Valdo da boca dela — e disse:


— Que tesão maravilhoso! Quero mais.


Fomos nos lavar, comemos um lanche e fomos descansar na cama do casal. Ele, insaciável, queria mais. Começamos tudo de novo.


Foi minha primeira experiência com um homem e adorei. Virei uma cadelinha de macho.


Ah, aviso aos que querem o Valdo: ele é meu macho!


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