Cecília - minhas confissões – parte 1
- Temas: Desejos, cumplicidade, revelação, tesão em saber, prazer total
- Publicado em: 06/01/26
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- Autoria: new_lorde
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Cecília - minhas confissões – parte 1
Meu nome é Cecília. Sou psicóloga, estou com trinta e oito anos, ruiva com algumas sardas, dizem que é meu charme, corpo bem modelado, não descuido da academia, mas nada de exageros de músculos aparecendo, posso dizer que sou do tipo mignon. Meus cabelos deixo sempre cortados no tipo Chanel e meus olhos são amendoados. Estou casada há dez anos com o Marcelo e temos um filho. Meu marido está com quarenta e dois anos, maravilhoso, estamos sempre juntos na academia, portanto ele também se cuida. Posso dizer que formamos um belo casal.
Meu marido sempre foi muito criativo e inteligente, mesmo tendo se formado em economia, ele nunca atuou especificamente na área. Ainda na faculdade ele fez duas grandes amizades e quando se formaram resolveram abrir uma empresa. Sentaram, estudaram o mercado e montaram uma distribuidora. Em pouco tempo o negócio deslanchou e hoje é uma empresa consolidada no mercado. Isso nos proporciona um padrão de vida muito confortável, a tal ponto que eu nem precisaria trabalhar, mas amo a minha profissão, além do que isso faz eu me sentir útil.
Conheço o Marcelo desde os dezessete anos, quando começamos a namorar. A química entre nós sempre foi perfeita e o tesão batia forte, era só um carinho mais ousado e logo ficávamos excitados. Sexo para nós era essencial, o fogo nos consumia, logo que começamos namorar já demos um jeito de transar. Nos fundos da minha casa tinha um quartinho de estudos, onde eu sempre arrumava um jeito de ficar com o Marcelo e lá por várias vezes ele me comeu. Um dia estávamos tão envolvidos na transa que não percebi minha mãe chegar de repente e nos pegou no flagra, pensei comigo: fodeu.
Eu me enganei, minha mãe foi super legal, me levou na sua médica que me receitou as pílulas certas e depois fez com que eu, ele, ela e meu pai, tivéssemos uma conversa franca. Eles nos alertaram dos riscos de uma gravidez inesperada, o quanto isso comprometeria a nossa juventude e principalmente disseram que entendiam perfeitamente o desejo pelo sexo, mas que fossemos cuidadosos, pois tudo tem seu momento certo para acontecer. Ouvimos meus pais e não antecipamos os acontecimentos.
Depois de alguns anos de casados decidimos fazer uma viagem de segunda lua de mel e deixamos nosso filho com os avós. Nosso relacionamento sempre foi pautado na confiança e sinceridade, principalmente em relação ao sexo. Estávamos numa praia na Riviera Italiana e um homem bem maduro, mas muito bonito e charmoso começou a flertar comigo de forma descarada. Comentei com o meu marido e para minha surpresa ele não demonstrou ciúme, o que seria esperado, nem tão pouco fez qualquer comentário. Estava muito calor, precisava me refrescar, chamei meu marido para cairmos na água, ele não quis, então fui sozinha.
Estava me divertindo com as ondas quando o homem que me flertava se aproximou. Com um português meio enrolado, ele disse ter notado que éramos brasileiros, por isso se encantou comigo. Falou que o Brasil é um país maravilhoso de mulheres lindíssimas e que eu me incluía nesse elogio. Ainda segundo ele, todo ano ele passa o mês de janeiro no Brasil. Educadamente eu dei atenção e ficamos ali conversando por algum tempo. Bem no seu estilo europeu, ele se sentiu confortável e foi ousado:
- Você me deixou de pau duro, quero transar com você, vamos para o meu hotel?
Achei muito atrevimento da parte dele, falei que era casada e ele não tinha o direito de fazer tal proposta. Saí da água indo em direção ao meu marido. No caminho eu sorri sozinha, apesar de ter ficado um tanto chocada com a ousadia dele, bem lá no fundinho também fiquei lisonjeada por ter despertado o tesão dele. Confesso até que fiquei excitada. Notei o olhar do meu marido enquanto eu me aproximava. Ao chegar perto dele algo chamou minha atenção, seu pau duro sob a sunga, será que ele tinha se excitado com alguma gostosa que passou por ele? O curioso é que ele não fez a mínima questão em esconder o fato.
Contei a ele rapidamente a ousadia do italiano e o inesperado aconteceu, ele se levantou e disse:
- Vamos embora para o hotel.
Confesso que fiquei espantada, pela nossa liberdade em falar sobre tudo, sem esconder nada, não esperava essa reação dele, fiquei preocupada. Será que ele pensou que eu tivesse dado confiança ao italiano? Não querendo aumentar ainda mais o clima tenso que se formou, eu me mantive calada. Assim que entramos no quarto, meu marido me jogou sobre a cama, tirou a parte debaixo do meu biquíni e caiu de boca na minha buceta.
Eu tinha ficado excitada lá no mar, a ponto da minha buceta melar, ao chupa-la ele percebeu e começou a fazer perguntas sobre o que rolou no mar, se tinha acontecido algo além de uma simples conversa. Falei que não, mas ele estava ofegante com sua boca entre as minhas pernas, querendo saber mais:
- Ele estava de pau duro?
- Sei lá amor, ele disse que sim, mas eu saí brava com ele.
- Confessa vai, deu uma olhadinha no pau dele.
Não preciso muito para ficar excitada e a forma pela qual ele me chupava, já tinha me deixado molinha.
Sem saber o que responder e talvez dizer algo que ele não quisesse ouvir, permaneci calada. Meu marido estava alucinado, tirou a sunga e veio para cima de mim, metendo seu pau de uma só vez na minha buceta. Ele estava transtornado e insistia:
- Vai, fala que olhou para o pau dele, estou muito tesudo.
Eu também estava, aquilo tudo era novo para mim, fiquei sem saber o que dizer:
- O que você quer que eu diga?
- A verdade.
- Que porra de verdade você está querendo ouvir – falei já ficando irritada com aquilo tudo.
Ele estava muito ofegante:
- A verdade que você olhou para o pau duro dele.
Sua insistência era tanta que resolvi ver até onde ela iria:
- Tudo bem, olhei sim e ele estava de pau duro.
O inacreditável aconteceu, ele se moveu violentamente dentro de mim, socou com força e isso me levou a gozar. Ele urrou tão forte que cheguei a pensar que ele fosse ter uma convulsão e gozou, apertando meu corpo contra o dele. Confesso que tivemos orgasmos como poucas vezes sentido.
Caímos quase desfalecidos, corpos suados, respiração voltando ao normal lentamente. Ficamos assim por um bom tempo, sem dizer uma palavra sequer, eu estava temerosa do que pudesse ouvir, até ele dizer:
- Obrigado amor, foi inesquecível.
- Obrigado do que – sem entender o motivo.
- Por ter confessado que olhou para o pau duro do italiano.
Dei um longo suspiro, será que meu marido ficou de pau duro por causa do italiano? Eu precisava ter certeza:
- Você ficou com tesão porque olhei para o pau de outro homem?
Ele me olhou profundamente e revelou:
- Foi sim e se não ficar chateada, teria ficado mais ainda se tivesse dado uma pegadinha no pau dele.
Sem acreditar no que estava ouvindo só consegui falar:
- Tem vontade de ser corno?
Ele acariciou meu rosto e foi sincero:
- Não vou esconder nada, já faz algum tempo que sinto a vontade de vê-la com outro.
- Não posso acreditar nisso – eu falei estupefata.
Ele ainda revelou:
- Toda vez que transamos imagino outro cara te comendo, você fazendo um boquete, não me julgue, apenas entenda meu desejo.
Eu estava incrédula com tudo que ouvia, só podia ser uma coisa:
- Entendi, você deixou de me amar.
- Muito pelo contrário minha querida, toda vez que imagino você com outro, minha admiração por você só aumenta, meu desejo por você extrapola o imaginável.
Eu não sabia o que pensar ou dizer, tentei sair dali:
- Preciso de um banho.
Ele não deixou que eu saísse da cama, pulou sobre mim, meteu a boca de novo na minha buceta toda melada de porra e começou a me chupar, ele nunca havia feito isso:
- Que é isso Marcelo, estou toda suja.
- Isso é para provar meu amor por você.
El se dedicou na chupada, me lambeu toda, sugou meu grelinho com tanta intensidade que logo fiquei tesuda novamente. A novidade da situação me levou a uma excitação diferente, eu queria ser penetrada de novo e pedi isso. Ele veio para cima, meteu com vigor, não sei se impressão minha, mas seu pau estava mais duro do que nunca. Com movimentos contínuos nós dois chegamos ao orgasmo juntos, foi maravilhoso.
Recuperados de uma nova gozada, eu quis saber até onde ele iria com aquela brincadeira:
- Chupou a porra de outro macho na minha buceta?
- Chupei.
- Ficou com muito tesão?
- Demais.
- Foi a porra do italiano?
- Com certeza ele encheu sua xana com o leitinho dele.
- Adorei dar para ele, tem um pau delicioso.
Inacreditável, mas meu marido já estava ofegante de novo, com a voz entrecortada ele perguntou:
- Já deu para outro depois de casada?
Eu já tinha entendido o desejo dele, mas não quis mentir, embora já tivesse dado uma recaída certa vez, com o meu personal, fui sincera:
- Aposto que gostaria que eu dissesse que sim.
- Muito.
- Sério mesmo?
- Muito sério meu amor.
Arrisquei a contar a passagem com o personal:
- Uns dois anos atrás ficamos apenas eu e o meu personal lá na academia, ele vivia dando em cima de mim e eu sempre me esquivando.
- Ele comeu você?
- Calma, deixa eu contar.
Ele estava ansioso.
- Sempre o achei um gato, mas recusava suas investidas, quando fomos em direção aos vestiários ele me encostou contra a parede e falou que eu era muito gostosa.
- Ele comeu você ali mesmo, conta logo.
- Estou contando.
Loucura total, meu marido já estava com o pau duro de novo:
- Ele deu uma lambida no meu pescoço e arrepiei toda, senti seu pau duro pressionando meu ventre, não vou negar, estava excitada e dei um gemido.
Meu marido trepou de novo sobre mim, meteu seu pau na minha buceta e quis saber:
- Deu para ele?
Estava incrível, eu sentia o pau do meu marido pulsando dentro de mim, que tesão mais maluco era esse, querendo saber da aventura da mulher dele:
- Se ficar perguntando toda hora paro de contar.
Ele parou de meter em mim e implorou:
- Não para por favor.
Confesso que fui bem filha da puta, estava ficando excitada em maltratá-lo lentamente:
- Quando eu gemi ele levou uma das mãos e apertou minha bunda, eu estava sem calcinha, vestindo apenas a legging, era como se a mão dele estivesse direto na minha bunda, foi demais.
- Sei bem o quanto você gosta disso.
E gosto mesmo, minha bunda é uma zona muito erógena em mim:
- Ele ficou com a mão apenas por cima da sua calça?
- Não, o safado foi enfiando a mão por dentro, eu bem que tentei evita-lo, mas estava excitada demais.
- Você gostou dele tocando em você?
- Vou ser sincera amor, naquele momento eu não pensava em mais nada, nem que eu era casada, em você, nada mesmo, minha buceta estava encharcada.
Meu marido metia em mim e queria saber:
- Ele meteu o dedo na sua buceta?
- Não meteu, mas melou bem e foi tocar meu cuzinho.
- Ele fodeu seu cuzinho?
- Não vou negar amor, ele enfiou o dedo sim.
Ao revelar isso meu marido não se controlou e gozou de novo dentro de mim. Eu rebolei no seu pau, ajudei com o dedo no grelinho e também gozei. Ele deixou seu corpo largado sobre o meu eu o abracei com paixão, não conseguia explicar naquele momento o que estava sentindo, mas eu queria meu marido mais do que nunca.
Aquele dia estava sendo uma virada de página em nossas vidas, era muita cumplicidade, muito tesão explorado sem limites, jamais eu havia pensado em contar essa passagem da minha vida, até mesmo porque eu me recriminava por isso, mas agora estava aliviada, ele estava sabendo dos fatos e gostando, era algo que nunca havíamos experimentado e que surgiu ao acaso, de um simples flerte na praia e sem que eu tivesse correspondido. Tudo que contei a ele foi em momentos de tesão, qual seria a reação dele com a cabeça fria? Esperar para ver.
Continua...
