Dia Primeiro, Sexo Primeiro
- Temas: mulher, fodida, reveillon, real, historia
- Publicado em: 18/01/26
- Leituras: 2629
- Autoria: paumandado
- ver comentários
Descobri recentemente que meu marido gosto de dar o cuzinho. Não sei por que, mas quando eu toco em seu corpo ele se contorce todo, e fica todo facílimo para mim. Depois do dia que eu enrabei, sugeri até que comprasse uma cinta para eu penetrá-lo, mas até agora nada. No entanto, agora ele fica me perguntando de minhas transas antigas, e de tanto insistir resolvi contar como foi o dia que transei no Réveillon, o primeiro no ano a gente não esquece.
Eu conversava com um rapaz, uns dez anos mais velho do que eu. Certa vez me adicionou no Instagram e mandou um oi, a conversa se desenvolveu e acabamos que gostamos um do outro, até ele me convidar para sair. Da primeira vez que saímos só rolou uns beijinhos e o toque sensível de cada um no outro com respeito.
Mas as conversas continuaram depois, e no réveillon daquele ano, fui parar em uma festa que ele também estava presente. Tudo aconteceu naturalmente, e depois da virada, eu também já estava virada, tomei coragem, e aproveitando que minha mãe não estaria em casa, chamei para ir até lá.
Ele topou na hora, entrei disfarçadamente no seu carro e chegamos em casa. Eu mesma pedi que guardasse na garagem, era uma prática, não era a primeira vez que minha mãe viajava para casa do seu namorado e me deixava sozinha.
Devido ao nível de minha embriaguez eu já não era a mesma princesinha, filha da mamãe, moça recatada. Meu nível de decência era de uma putinha naquela madrugada. Mas longe de estragar a noite com a minha bocetinha já melada pelos beijos e carícias do caminho até a casa.
Convidei aquele homenzarrão para um banho quente e delicioso, ele me ajudou tirando toda a minha, ligou o chuveiro e depois se despiu completamente. Seu brinquedo ainda estava amolecido, mas ao se aproximar de mim, debaixo daquela água, logo se prontificou, entre carícias, nossos corpos umedecidos eram ensaboados pela minha mão nele, e a dele no meu corpinho, foi tão generoso que lavou todas as minhas dobrinhas, me masturbando na pepekinha lisinha como gostava de deixar.
Ele era um homem de corpo atlético, e devido sua estatura alta, suas mãos também eram um tanto quanto grandes, e cada toque me fazia suspirar e tremer meu corpo me fazendo chegar no ápice daquela noite pela primeira vez.
Os movimentos sobre meu clitóris embaixo d'água começaram em circulares, mesclando a pressão exata, com intervalos de leveza, a outra mão segurava forte em minha nuca, me puxando para um beijo doce que me invadia a boca e estalava ao encontro de nossas línguas. A medida que esfregava mais e com mais força, uma chama se acendia no interior de meu ventre, o que fazia me derreter de tanto tesão.
Ao perceber meus pequenos espasmos de puta, se aproxima com os dedos na porta de minha buceta até me invadir e me fazer gritar - Aí seu gostoso, quero seu pau dentro de mim.
Nos secamos, enquanto olhares eram trocados. Ele então me disse: Como esperei por este momento. Isso significava um desejo reprimido dos meses que ficamos conversando, o que não sabia que era também o que eu sentia.
Deitada na cama de minha mãe, ele veio por cima, com o bicho encapada, seu pau branco e reto, foi me abrindo enquanto gemia baixo embargada. Quando atingiu o fundo meu corpo só queria mais fundo, então segurei-o pela bunda e forcei a ficar, mas minha força era pequena em relação a dele, desobedeceu e então perguntei.
O que foi? E ele respondeu:
Que buceta gostosa você tem.
Dei um leve sorriso, envergonha. Foi quando com a mesma força que removeu, me abriu novamente, arregaçando minha buceta, não tive tempo ao menos de sentir, e as estocadas agora era além de gostosas eram a sonoridade intrigante daquele momento. Minhas mãos começaram a lhe arranhar, tamanho era força que me invadia, não tinha como me segurar, eu iria explodir, e meu corpo já começava a dar sinais dos sons de “PLOC, PLOC, XSXSIANNNN”.
Foi nesse momento que senti minhas pernas molharem, e meu líquido escorrer em meu rego. Gritei bem alto:
- Estou gozando lindo, mete mais, me fode mais, que pau gostoso...
Dá mais do seu pau pra mim
Meu descontrole, consequência da bebida, faziam de mim agora uma puta fodida, e mais que isso, arrombada e sedenta por mais PIKA.
Foi quando respondeu sem pestanejar:
Quero seu cu. Mas eu nunca havia liberado e rejeitei. Ele ficou frustrado, o que durou apenas alguns segundos. Pois mesmo assim me colocou de quatro, e quando eu já esperava pelo pior, com o rabo arrebitado para lua, senti seu cacete me forçando de novo na buceta.
E então me respondeu:
Agora estou com raiva, e se não tenho o que quero, vou te estuprar, vou te comer tão forte que amanhã não vai se levantar, e quando já conseguir andar, só vai conseguir lembrar de quanto bom foi ter transado comigo.
Aquilo entrou em meus ouvidos, a princípio como um insulto, e uma forma de mostrar sua raiva e descontentamento, mas também, fez com que eu enxergasse um cavalo disposto a me montar, e foi o que aconteceu.
Enfraquecida pelo orgasmo suculento que acabará de ter, empinei ainda mais a bundinha e relaxei a entrada, porque sabia que iria vir forte.
Então eu disse:
-Mete vai, mas forte do que antes, mas fundo e me deixa arrebentada, duvido que aguente meter assim sem gozar.
Seu pau foi me abrindo novamente, agora de quatro, ele me socava de cima para baixo, e sua força me forçava contra a cama. Cada estocada, era um gemido forte que cobria o som da batida de sua pelve, o tesão era tanto que minha buceta começou a falar, o pau entrava e bolhas de ar saiam criando um barulho sexual da penetração, travou as pernas nos meus quadris, e acelerou o ritmo de fazendo sentir o corpo formigar, agora não tinha volta, o descontrole era total, minha buceta falava, enquanto eu gemia em grunhidos compassados, até que sem esperar, segurou fortemente meus seios quase me machucando e em uma estocada final escutei seu delírio misturado com alívio, meu buraco estava preenchido e começando a vazar seu líquido branco e pastoso.
Foi quando suas mãos tocaram em meu grelo, me fazendo delirar junto, me estremecendo de quatro travada pelas pernas daquele homem, gemi com a pika e sem ela. E ao acordar naquela manhã do dia 01, sentia minhas pernas cansadas, nenhum homem na cama, e uma vontade infinita de ser dele novamente.
