Massagem com Final Feliz - Profissional Dedicada
- Temas: boquete, oral, massagem, massoterapeuta, massagista, puta, esposa, job
- Publicado em: 24/01/26
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- Autoria: carliana_dodoi
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Oi, pessoal! Esse é meu primeiro conto erótico aqui no Clímax. É uma coisa que aconteceu comigo de verdade e faz tempo que quero contar.
Bem, tenho 22 anos e meu marido 24. Sou massoterapeuta e ele vive com ciúme de mim com os meus clientes. Ele tem ainda aquele preconceito de achar que a minha profissão tem a ver com favores sexuais. Mas ele sabe que eu não sou assim e levo meu trabalho a sério e me dou ao respeito.
Dito isso, devo admitir que há momentos na minha profissão que são... bem... vocês irão entender!
Aconteceu não faz muito tempo. Por favor não me julguem. Foi uma exceção.
Geralmente atendo em hotéis e estou sempre na Av. Paulista. Um dia fui chamada pelo senhor Cláudio, que é um ricaço de 55 anos, empresário e é um cliente super importante pra mim.
Ele é sempre um problema porque é safado e vivia me fazendo propostas indecentes. Já quis até me pagar pra me levar pro motel. Eu sempre recusava.
"Já lhe disse várias vezes que sou uma mulher casada e uma profissional séria, senhor Cláudio!"
Era assim que costumava responder. Mas como ele é um cínico sem vergonha, ao invés de pedir desculpas, me dava gorjetas gordas que eu ficava até sem saber como reagir.
Aconteceu que uma vez eu andava muito endividada e o meu marido tinha ficado desempregado. Havia um monte de contas pra pagar e nossa água já estava até pra ser cortada.
Sem saber o que fazer, a única opção que imaginei foi pedir dinheiro emprestado a alguém. Mas quem poderia me emprestar? Saí de casa pro trabalho com a cabeça fervendo. Era uma quinta-feira, dia de atender seu Cláudio.
Nossas sessões de massagem costumavam ser numa salinha da empresa dele. Quando entrei, me disse:
“Tô muito tenso, Marta. Preciso desestressar de verdade”.
"Só vou fazer o que posso!" Respondi com uma certa rispidez pra ele se comportar.
Ele se deitou na maca de massagem já só de toalha na cintura.
"Está prontinho?" Perguntei, voltando a falar no meu tom normal, que é carinhoso com os clientes.
Sempre procuro ser delicada e usar uma voz doce e suave porque já faz parte da técnica de acalmá-los.
Coloquei a musiquinha baixinha, aqueci o óleo na mão e comecei pelos ombros.
Ele parecia bem tenso mesmo.
“Tá travado hoje, hein senhor Claudio?” falei sorrindo.
Ele respondeu abafado no travesseiro: “Tô fudido! Minha mulher descobriu umas coisas, sabe?”
Eu ri de leve. Bem feito! Quem manda ser galinha! Eu pensei.
E fui fazendo meu trabalho. Passei mais óleo, desci devagar pelas costas largas, apertando os nós. Ele suspirava fundo, relaxando aos pouquinhos.
Enquanto ia massageando o coroa, voltei a pensar nos meus problemas financeiros, na minha água que seria cortada a qualquer instante. E se eu pedisse a grana emprestada ao seu Cláudio? Pensei comigo. Ou talvez... tive uma ideia atrevida. O homem era muito rico. Ele poderia fazer mais do que me emprestar uma merreca. Ele poderia até pagar todas as minhas dívidas! Bastava eu querer.
Enquanto eu ia pensando, toda atribulada, minhas mãos iam agindo. Quando cheguei na lombar, desci a toalha só um pouquinho. Passei as mãos abertas, contornando as nádegas devagar. Ele respirou mais fundo, não falou nada.
Desci mais a toalha, agora metade do bumbum dele à mostra. Depois de dar um bom trato ali, pedi que ele se virasse.
Ele só grunhiu um “hum-hum” e se virou.
Meu Deus! A toalha já estava levantando. O constrangimento não foi maior porque ele tinha uma outra toalha sobre os olhos e não precisei ter que encará-lo.
Num movimento mais longo, deixei as mãos escorregarem pela parte de dentro das coxas, bem pertinho da virilha. Rocei de leve os colhões com a pontinha dos dedos. Ele deu uma tremidinha.
“Tá bom assim?” perguntei baixinho. “Tá ótimo… continua.”
O que eu estava fazendo? Como tive tanta coragem? Necessidade, claro.
A barraca agora tava armadíssima, a rola dura marcando forte.
"Com licença, seu Cláudio." Eu pedi respeitosamente.
Puxei a toalha bem devagar. A cabecinha da pica apareceu. Meu coração acelerou. Pensei em desistir, mas, num tranco que o pau dele deu, a toalha escorregou. O pau dele ficou livre, pulsando, grosso e rígido. Mas fiz de conta que não era nada. Massageei só as coxas, roçando os braços no membro como se fosse sem querer.
Ele me disse com uma voz grossa:
"Quero um final feliz. Você não vai se arrepender."
Encostei a palma aberta na parte de baixo do pau, só segurando, sentindo-o pulsar. Ele gemeu.
Comecei a massagear devagar, subindo e descendo com a mão fechada, bem leve no começo.
Apertei um pouco mais, deslizei a pele pra cima e pra baixo, sentindo a cabeça inchar na minha mão.
Aí me inclinei mais. Primeiro só cheirei a pica pra saber como tava, deixando meu cabelo cair sobre a barriga. Depois encostei os lábios, dei um beijo molhado na cabeça. Ele levantou o quadril sem querer.
"Fica relaxadinho!" Eu disse.
E coloquei só a cabeça dentro, chupei bem leve, enrolando a língua na glande. Ele levou a mão pro meu cabelo, mas sem puxar, só segurando. Fui descendo mais, sentindo o pau encher minha boca toda, o gosto salgado misturado com óleo. Fui chupando gostoso, subindo e descendo, deixando bastante saliva, fazendo barulho de propósito. Ele começou a falar coisas desconexas: “caralho… isso… assim… porra, Marta…”
Aumentei o ritmo, segurei a base com uma mão, massageando os colhões com a outra. Sentia ele pulsar na minha língua, a rola ficando mais dura ainda. Ele avisou rouco: “vou gozar… vou gozar na tua boca…”
Não tirei. Apertei os lábios mais forte, chupei rápido, sentindo o jorro quente bater no céu da boca, na garganta. Engoli tudo devagar, sem pressa, enquanto ele tremia e gemia alto.
Quando terminei o serviço, fiquei ali lambendo devagar, limpando com a língua até ele ficar sequinho.
Levantei o rosto. Ele tinha descoberto os olhos e eu sorri.
“Acabamos por hoje!” Falei.
"Você foi nota mil."
Ele abriu a carteira na mesinha, tirou cinco notas de cem, estendeu pra mim.
“Isso é pouco pro que você fez.”
Peguei sem falar nada, guardei no bolso do uniforme. Antes de sair, ele segurou meu pulso de leve.
“Semana que vem, mesmo horário?”
“Claro” respondi piscando.
Saí do quarto com as pernas moles, o coração batendo forte. No elevador me olhei no espelho: quinhentos reais por um boquete? Nada mal! Já poderei pagar a fatura da água ainda hoje e ainda sobra um trocado. Mas da próxima vez ele vai ter que ser mais generoso. E eu vou fazer um serviço mais completo!
Ah! Claro que não contei nada pro marido, né? Mas ele ficou bem aliviado depois que a fatura foi paga.
