Swing entre amigos

  • Temas: Casais, amigas, beijos, DP, anal gostoso, tesão
  • Publicado em: 26/01/26
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  • Autoria: new_lorde
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Swing entre amigos


Nos tempos atuais precisamos ser flexíveis na vida profissional, hoje estamos aqui e de repente, por uma necessidade da empresa, podemos estar mudando até de cidade. Foi o que aconteceu comigo, surgiu uma oportunidade de promoção, mas estaria vinculada a mudar de cidade. Falei da proposta com a Cristina, minha esposa e ela foi enfática:

- Edu – meu nome é Eduardo – tudo que for para melhorar nossa condição de vida, estou com você.

É por isso que amo minha esposa incondicionalmente, ela é parceira em tudo. Nossos pais é que ficaram tristes, estaríamos um pouco mais distantes deles, mas a proposta era irrecusável e mudamos.


Nos instalamos numa casa confortável, em condomínio fechado. Ao nosso lado havia uma outra vaga e uns dois meses depois ela foi alugada. O dia da mudança é sempre complicado e quando vimos o caminhão encostando fomos conhecer os novos vizinhos: Laércio e Leandra. Um casal na mesma faixa etária nossa e oferecemos nosso apoio, o que eles agradeceram com alegria, principalmente em relação ao almoço. Desde o início houve uma grande afinidade entre os casais e construímos uma sólida amizade, tanto que nossos filhos foram matriculados na mesma escola.


Minha esposa Cristina e a Leandra, até mesmo por serem novas na cidade, se tornaram grandes amigas, até mesmo porque, com a mudança de cidade, elas abandonaram suas vidas profissionais, pelo menos de início. Nosso convívio era frequente e passamos a viajar juntos, para conhecer os pontos turísticos da nova cidade, nossos filhos sempre estavam presentes. O tempo passava e nossa amizade se solidificando cada vez mais, com isso acabou sendo natural que assuntos sobre a vida sexual se tornassem rotina. Eu e minha esposa sempre fomos muito ativos nesse sentido e ficamos sabendo que o casal amigo também o era.


Na verdade, a intimidade maior aconteceu entre as mulheres e a minha esposa sempre me contava os detalhes:

- A Leandra me falou que ontem o Laércio acabou com ela... a Leandra me contou hoje que nem estava conseguindo sentar direito, o Laércio meteu forte no cuzinho dela ontem à noite... a Leandra me disse que ontem foi a noite do oral, eles só gozaram um na boca do outro.

Claro que as narrativas da minha esposa eram sempre carregadas de detalhes e isso nos excitava, um dia perguntei a ela:

- Você também conta para a Leandra sobre nossas transas?


Minha esposa deu um sorriso maroto e falou:

- Com certeza né amor e quer saber mais, ela disse que depois a transa dela com o Leo fica melhor ainda.

- Caramba – eu falei – assim como acontece com a gente.

Sempre com nossos filhos presentes, era quase que impossível termos momentos de intimidade, mas, nas raras vezes que isso acontecia, um ou outro comentário mais ousado era deixado no ar.


Depois de dois anos de amizade, um feriado prolongado de quatro dias se aproximava. Sábado à noite, comendo pizza aqui em casa com o casal amigo eu falei sorrindo:

- Feriadão chegando, bem que poderíamos ter um descanso dos filhos também.

- Vocês têm alguma coisa programada – perguntou a Leandra.

- Por enquanto nada – respondeu minha esposa.

- Nós também não – continuou a Leandra – também acho que esse descanso dos filhos seria interessante.

- A ideia é boa – disse o Laércio – mas não podemos simplesmente congelar os filhos e descongelar quando voltarmos.


Demos risada da brincadeira dele, mas a Leandra vislumbrou uma alternativa:

- Posso pedir para os meus pais virem para cá e cuidar deles.

- Será que eles topam – perguntou minha esposa.

- Do jeito que eles gostam das crianças, tenho certeza que viriam amanhã mesmo.

Ficou decidido que a Leandra iria falar com os pais, o que aconteceu já no dia seguinte. Com a confirmação da vinda dos avós, passamos a escolher um destino para nossas mini férias sem os filhos.


Comentando no serviço que estava procurando um destino para o feriadão, um colega ofereceu:

- Tenho um chalé nas montanhas e não tenho previsão de ira lá nesse feriado, para você, se quiser, eu empresto de coração.

Ele me enviou as fotos e falei que precisava ver com a minha esposa, no dia seguinte daria a resposta. À noite, ao mostrar as fotos do chalé a aprovação foi total e decidimos que iríamos para lá. Na tarde da quarta que antecedia o feriado, conseguimos sair em viagem ao nosso destino. Chegamos, descarregamos o carro, ajeitamos as coisas e saímos para visitar o local.


Comentei de uma cachoeira que meu amigo sugeriu visitar e fomos em direção a ela. O local é maravilhoso, as águas cristalinas formam uma piscina natural, que inspira o desejo para um mergulho. Lembro do meu amigo ter dito:

- É refrescante, tem que ter coragem, a água é um tanto fria, mas a sensação é deliciosa.

Comentei isso com o casal amigo e o Laércio foi logo dizendo:

- Acho que deveríamos experimentar para saber qual é a sensação.

- Você está doido – falou a Leandra – não viemos preparados para esse banho.


Um breve silêncio se instalou até minha esposa se pronunciar:

- Você tem razão Lê – como chamamos a Leandra carinhosamente – mas os meninos podem ficar de cueca e nós de calcinha e blusa, já que nenhuma de nós usa sutiã.

Nós quatro nos entreolhamos e decidimos que a ideia era boa. Eu e o Laércio ficamos só de cuecas e as duas de calcinha e blusinha de malha que usavam. Confesso que a entrada na água não foi nada fácil, mas o banho inesperado foi bem divertido. Quando saímos da água, os biquinhos dos seios da Leandra estavam visíveis, revelados pela malha da sua blusa molhada.


Como temos muita liberdade entre os casais, me aproximei dela, olhei para seu marido e falei:

- Léo, parece que alguém aqui está com tesão.

Como ela estava de costas para o marido, ele não viu:

- Porque diz isso amigo?

- Os faróis estão acessos, durinhos.

Para meu espanto, a Leandra teve uma atitude inesperada, pegou minha mão, levou-a ao seu seio e disse:

- Sinta você mesmo.


Confesso que fiquei sem jeito, olhei para minha esposa que sorrindo falou:

- E aí, está durinho mesmo?

Sem ter tempo para responder, a Leandra se vira, encosta suas costas contra meu peito, pega minha outra mão e a leva para o outro seio. Agora de frente para o seu marido ela diz para mim:

- Fala para o Léo se eles estão durinhos.

A sensação de tocar naqueles seios firmes, mesmo por cima da blusa, era muito excitante e não tive como evitar, meu pau ficou duro, ela sentiu e rebolou sua bunda nele.


Vendo a minha inércia em responder, o Léo, saindo da água, sorriu e falou:

- Ele nem precisa dizer amor, eu sei o quanto eles ficam durinhos quando está com tesão.

Aquela situação ficou ainda mais inusitada quando minha esposa falou:

- E você Léo, não tem curiosidade em sentir se meus mamilos estão durinhos?

- Acho justo, já que o Edu faz o mesmo na minha esposa.

Ele se encostou atrás da minha esposa, também colocou suas mãos nos peitinhos dela, só que por debaixo da blusa e sentenciou:

- É Edu, sua esposa também está com tesão.


Tudo aquilo acontecia de um jeito tão inesperado que, para falar a verdade, nenhum de nós sabia muito bem como agir. No entanto, a minha percepção era que as mulheres estavam mais confortáveis com tudo aquilo, teriam elas combinado alguma coisa? Eu olhava o Léo bolinando minha esposa e, por mais incrível que possa parecer, meu sentimento não era de ciúme e sim até uma certa excitação, estaria ele sentindo o mesmo? A Leandra com certeza estava gostando, ela gemia baixinho e sussurrava que estava gostoso. Minha esposa também gemia de olhos fechados, era evidente que também estava excitada.


O Léo agora beijava o pescoço da minha esposa e, para minha surpresa maior, vejo uma das suas mãos se deslizando em direção a calcinha da Cristina. Ousadamente ele enfia a mão por dentro da calcinha e, pelos movimentos, ficou evidente que ele dedilhava aquela bucetinha que tanto amo. Já que esse era o jogo, fiz o mesmo. Quando sentiu meu dedo acariciando seu grelinho, a Leandra virou a cabeça e pediu:

- Me beija.

Não tive dúvidas e colei minha boca na dela. O beijo foi carregado de tesão, nossas línguas se misturavam em frenesi, que delícia. Com o rabo do olho eu vi que a Cristina também era beijada.


A bucetinha da Leandra estava encharcada e com certeza a da Cristina também. Ninguém falava nada, apenas os gemidos das mulheres eram ouvidos e foram ganhando intensidade à medida que o orgasmo se aproximava. Quase que de forma simultânea as duas gozaram, trocando os gemidos por urros de prazer. Amparamos as mulheres até que elas se recuperassem do gozo, em silêncio nos trocamos e fomos embora. No chalé o clima ainda era de tensão, sem a privacidade para os casais ficarem sozinhos, isso só ocorreu quando fomos tomar banho juntos e eu perguntei para a minha esposa:

- Que loucura foi aquela lá na cachoeira?


Ela me beijou com fervor e perguntou:

- Você não gostou?

- Claro que sim, mas nunca conversamos nada a respeito.

- Mas eu e a Leandra sim, já faz algum tempo que temos essa vontade, só faltava a oportunidade e hoje aconteceu.

- Será que o Léo também gostou?

- Isso vamos saber depois.


Quando saímos do banheiro o Léo e a Leandra entraram. Apesar da conversa deles ser num tom mais elevado, não dava para entender direito o que falavam, mas o Léo parecia mais exaltado. Quando eles saíram do banheiro o Léo disse que precisávamos conversar:

- Olha, o que aconteceu lá na Cachoeira não deveria ter acontecido, foi um deslize nosso, temos que por um ponto final e fingirmos que nada aconteceu.

Minha esposa olha para a amiga e pergunta:

- Essa é uma decisão de vocês dois?

- Não amiga, a decisão é apenas do Léo.


Minha esposa se coloca na frente do Léo e diz:

- Não existe essa de fingirmos que nada aconteceu, o que está feito não tem volta, nada vai apagar isso das nossas memórias, se você levar em frente essa sua decisão só vai acontecer uma coisa, nossa amizade vai acabar, é isso que você quer?

- Claro que não quero isso, mas... – as palavras lhe faltavam.

Sentindo a insegurança do amigo, ousadamente a minha esposa pegou no pau dele e começou a acariciar dizendo:

- Vamos fazer o seguinte, se o seu cacete não ficar duro colocamos um fim em tudo.


O olhar dele para minha esposa era de súplica, mas ela continuou malvada:

- Diz que não gostou de pegar nas minhas tetinhas.

Ele se rendeu:

- Claro que gostei.

- Eu então gozei gostoso no seu dedo, imagino como deve ser gozando no seu pau.

O Léo olhou para a esposa que se mantinha calada. Olhou para mim e eu apenas sorri. Como era de se esperar o pau dele ficou duro e a Cristina foi definitiva:

- Seja sincero e diz que não quer me ver nua, metendo gostoso na minha bucetinha e até no cuzinho.


Sem que desse tempo para ele responder, minha esposa baixou seu short e o pau dele saltou duro, empinado, mais grosso que o meu. Por fim ela olhou para mim e perguntou:

- Amor, está sentindo tesão me ver segurando a rola do Léo?

- Pode apostar que sim.

- E você Léo – continuou ela – o que sentiu lá na cachoeira ao ver o Edu bolinando sua mulher?

Coitado, eu estava começando a sentir pena do amigo, foi encurralado contra um paredão:

- Eu... eu... – ele gaguejou.

- Fala caralho – bradou minha esposa – você é um homem ou um saco de batata.


Essa última fala da minha esposa mudou tudo, ele se sentiu ofendido no seu brio de homem e desabafou:

- Porra Cristina, você é foda, claro que gostei de ver e esse foi meu medo, de querer ver outras vezes e o meu casamento acabar.

Nisso a Leandra se aproxima do marido, beija sua boca, também segura no pau dele e diz:

- Não seja tolinho meu amor, nada vai mudar entre nós, isso tudo é apenas para apimentar os nossos relacionamentos, já faz algum tempo que eu e a Cristina temos essa vontade.


Nisso minha esposa se ajoelha e começa a mamar o Léo. Eu já estava de pau duro há muito tempo, me aproximei dos três e falei:

- Eu estou dentro Léo.

Ele que gemia com a boca da minha mulher no seu pau, entregou os pontos:

- Seja o que Deus quiser.

Puxei a Leandra para junto de mim e a beijei. Aos poucos nossas roupas foram sendo jogadas de lado e ficamos os quatro pelados.


A cama do chalé era enorme e fomos os quatro para lá. Minha esposa e o Léo faziam um 69, enquanto a Leandra me chupava, era muito excitante ver a rola do meu amigo entrando e saído da boca da minha esposa que dizia para a amiga:

- Porra Lê, que rola gostosa tem seu marido.

- Vai gostar mais ainda quando ele estiver metendo em você.

Eu quis saber o nível de descontração do meu amigo:

- E aí Léo, gostando da mamada da Cris?

- Demais, ela tem uma boca de veludo.


Pronto, estava tudo bem com meu amigo. Coloquei a Leandra de quatro, dei um tapa na sua bunda e ela reagiu:

- Se continuar batendo vou me apaixonar.

Para nossa surpresa essa foi a intervenção do Léo:

- Pode bater que a putinha gosta.

Liberou geral, minha esposa que estava louquinha para sentir a rola do amigo dentro dela, ficou de quatro e pediu:

- Vem Léo, soca essa rola gostosa na minha bucetinha.


Como a Leandra também estava de quatro, nós dois metemos nas nossas esposas trocadas. O cheiro de sexo dominava o ambiente e isso só aumentava nosso tesão, mais ainda nossas esposas começaram a se beijar, será já tinham feito isso antes? Continuamos a meter forte nas mulheres e aos poucos elas foram atingindo o clímax. Logo, entre gemidos e sussurros elas gozaram. Ficamos deitados para elas se recuperarem e foi aí que eu quis tirar a minha dúvida:

- Vocês duas se beijaram, já fizeram isso antes?


Elas se olharam, deram um sorriso maroto e a Leandra falou:

- Como dissemos antes, já faz algum tempo que queríamos essa intimidade, isso nos enchia de tesão.

Minha esposa continuou:

- Conversávamos sobre nossas intimidades com vocês, em detalhes e isso foi nos aproximando cada vez mais, até que um dia aconteceu um beijo.

- Ficou só no beijo – perguntou o Léo.


A Leandra revelou:

- No começo sim amor, mas com o passar do tempo o desejo de algo a mais foi crescendo e acabamos na cama.

Eu e o Léo estávamos incrédulos, mas essa revelação fez nossos paus endurecerem e minha esposa viu:

- Fazemos de tudo na cama, transamos adoidado e o mais curioso é que vocês sempre foram premiados com isso.

- Como assim – eu quis saber.


A Leandra segurou meu pau duro e falou:

- Porque toda vez que transamos durante o dia, acabamos fodendo com vocês à noite.

Minha esposa voltou a mamar na rola do Léo, parou um pouco e falou para a amiga:

- Agora você pode realizar seu desejo.

Ela apenas sorriu, subiu sobre meu corpo, cavalgou minha rola, olhou para o marido e falou:

- Vem amor, come meu cuzinho, quero os dois.

Ele olhou para minha esposa, era clara sua intenção em saber:

- Vai lá amigo, depois será a minha vez – disse a Cris.


Minha esposa lambeu o rabo da amiga e o deixou molhadinho. O Léo chegou por trás da esposa, encostou a chapeleta nas pregas e forçou. O cuzinho impôs pouca resistência e a rola começou a entrar. A Leandra parou de movimentar seu corpo sobre o meu, esperando que o marido estivesse todo dentro dela, quando isso aconteceu ela deu um longo suspiro e falou para a Cris:

- Caralho Cris que coisa boa, quero gozar desse jeito até me acabar.

Aos poucos nós três fomos sincronizando nossos movimentos. A Leandra me beijava e pedia para fodermos com força, nossos corpos suados se tocavam, nossa intimidade estava consolidada. Não suportando mais, a Leandra urrou alto e gozou. Eu e seu marido socamos fundo nela e ficamos parados, deixando que ela sentisse profundamente a nossa penetração.


Minha esposa ficou o tempo todo apenas olhando e se tocando, quando finalmente saímos de dentro da Leandra, minha esposa quis saber:

- E aí amiga, foi como imaginou?

- Muito melhor Cris, é divino, toda mulher que goste de sexo deveria um dia experimentar isso.

Eu e o Léo, com muito custo, nos mantemos firmes, sem gozar, queríamos dar às nossas esposas todo o prazer que elas mereciam, por isso nossos paus não amoleciam. Vendo nossa ereção minha esposa reclamou sua vez:

- Agora é minha vez.


Como o Léo comeu o cu da esposa, eu ia me posicionando para fazer o mesmo com a minha, mas ela rejeitou a ideia:

- Quero o Léo comendo meu cu, o pau dele é mais grosso, quero experimentar.

Que seja feita a vontade dela. Cavalgou em mim, agora foi a Leandra que melou o rabo da minha esposa, olhou para o marido e falou:

- Arregaça o cu dessa vadia amor.

Quando a cabeça do pau dele atravessou a entrada do cuzinho, minha esposa gemeu alto e implorou:

- Devagar seu puto, pensa que está metendo no cu arrombado da puta da sua mulher.


Ele deu um tapa na bunda dela, depois fez um carinho e falou:

- Calma putinha, daqui a pouco vai sentir apenas prazer.

Com as mãos eu abri a bunda da minha mulher, para facilitar a penetração, que foi acontecendo devagar, quando ela menos esperava já estava tudo dentro. Assim como fizemos com a Leandra, fodemos a Cris até ela desabar num orgasmo maravilhoso. Como não havíamos gozado, a Leandra veio me chupar a Cris foi chupar o Léo, até que gozássemos nas suas bocas deliciosas.


Foi um feriado maravilhoso, todas as vezes que saíamos para algum lugar, estávamos de esposas trocadas e só por isso já era motivo de excitação. Transamos todos os dias de forma intensa e prazerosa. Depois dessa experiência nos tornamos amantes fixos e, mais uma vez por sugestão das esposas elas disseram um dia:

- O que acham de procurarmos outros casais para fazer parte da nossa amizade?


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