Ela é Minha Esposa e Puta do Vizinho

  • Temas: traição, adultério, esposa, vizinho, flagra, flagrante, corno, corninho, marido, talarico, ricardão
  • Publicado em: 28/01/26
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  • Autoria: J.kifury
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Private Muse

Essa história é sobre minha esposa, que se chama Simone e é uma mulher linda de 32 anos. Loira e bem gostosa, peituda, quase gorda mas com um corpo bonito, delicioso, ela ainda me deixa louco quando me provoca. Já estamos casados há mais de quatro anos e ainda sou apaixonado por ela.


Temos uma relação bem complicada porque sou um cara tranquilo, gosto de ficar no meu canto, em casa. Odeio sair fim de semana e ir pra festas. Já ela é agitada, adora uma balada e quer sair com as amigas sem mim. Nem adianta eu falar nada porque ela é briguenta. Ela está sempre inventando uma novidade que abala a nossa vida. Uma vez nos separamos e eu descobri que ela estava saindo com vários caras. Fiquei quase louco quando soube. Mas depois a gente voltou e ela disse que nunca mais ia fazer aquilo de novo.


Só que eu sempre tive a desconfiança de que ela nunca parou de ser vadia, mas eu nunca tinha pegado nada concreto. Era aquela coisa de ver que ela chegava em casa com o cabelo meio bagunçado, cheirando a suor de macho. Eu ficava imaginando ela num motel ou num carro, sendo usada por um estranho, e aquilo martelava na minha cabeça o dia inteiro.


Certa noite, cheguei mais cedo do trabalho e notei que ela estava diferente, meio nervosa, toda desconfiada. Depois ficou carinhosa. Eu quis transar, mas ela não queria, o que achei estranho porque ela nunca negava. Mas insisti e ela logo ficou bem safadinha. Começamos a transar e, na hora que enfiei o pau naquela buceta deliciosa, já senti que o caminho estava muito mais fácil que o normal. A buceta dela estava larga, muito úmida. Eu enfiava o pau com tudo e sentia que ela não oferecia resistência nenhuma, como se estivesse bem aberta.


Fiquei pensando: "Puta que pariu! Será que alguém comeu minha mulher hoje?"


Ela gemia de um jeito que eu nunca tinha ouvido, pedindo para eu não parar, falando que queria sentir meu leite lá no fundo. Eu olhava para aquela cara de puta dela e a desconfiança só aumentava. Mas também fiquei doido de tesão sem nem saber por quê.


Na semana seguinte, no mesmo dia, que era segunda-feira (imaginem!) tive uma intuição e saí do trabalho bem mais cedo. Como nossa casa tem um quintal cercado só por uma cerca de madeira, entrei pelos fundos, por um portão pequeno que dá pra outra rua. Assim eu podia entrar sem ser visto e dar algum flagrante se fosse o caso.


Cheguei de mansinho e fui direto para uma janela da sala de estar. Pelo buraquinho da cortina, o que eu vi me deixou paralisado. Vi o Marcondes, meu vizinho. E a Simone estava de joelhos no sofá da sala. Ela tava com a boca entupida com a rola do cara, mamando como uma louca. Com aquela cara de puta que eu tanto conheço, ia engolindo a rola dele inteira, com fome e já toda babada no queixo e nos peitos. Claro que fiquei chocado, mas também meu pau tinha ficado muito duro. Eu pensei: "Meu Deus! Eu tô sentindo tesão em ver essa vagabunda chupar a pica do meu vizinho! Caralho! Que nem acredito!"


Como sou da paz e tava era com tesão, ao invés de fazer um escândalo, preferi só ficar espiando. Além disso, o Marcondes é um bruto musculoso e bem mais alto e forte do que eu. Como que eu ia enfrentar um cara daquele?


Fiquei com tanto tesão que abri as calças e comecei a me masturbar enquanto assistia. Mas os dois deixaram a sala e foram pro quarto. Fiquei desesperado, sem poder ver nada do que estavam fazendo. Tive vontade de invadir a casa e parar aquela semvergonhice. Mas achei melhor ir pro quintal e tentar a janela do quarto pra ver se via mais alguma coisa. Fui pro quintal, mas não dava pra ver nada. Só dava pra escutar a voz grossa do talarico, as tapas que ele dava na bunda dela e os gritos de putinha no cio.


Mesmo puto por não poder ver nada e revoltado com aquela traição, fui me masturbando e gozei que foi uma delícia. Voltei a escutar, mas agora tava tudo em silêncio. Então me apressei e entrei em casa. Ainda queria dar um flagrante agora que tinha gozado. Só que o cara já tinha sumido e nem sei por onde ele saiu ou se saiu mesmo. Podia até estar escondido em algum lugar da casa.


Só vi a safada da minha mulher. Ela estava caída na cama, deitada de bruços, com o seus cabelos loiros assanhados, completamente nua e com a buceta à mostra e toda esporrada. Parecia até mais gorda, mais deliciosa.


Quando me viu, ofegante, olhou pra mim com os olhos vidrados. Eu parei na frente dela e perguntei com a voz grossa:


"Quem era o cara que tava com você, sua puta? Me conta tudo."


Ela me olhou assustada e disse:


"Eu não conheço, amor! Foi um estranho que invadiu a casa e me estuprou!"


E começou a chorar:


"Ele me obrigou! Eu fiquei muito assustada."


"Você é uma safada mesmo, né, Simone? Você acha que eu sou otário? Eu vi que era o Marcondes! Sua vagabunda!"


Ela parou de chorar. E, notando que a farsa não tinha colado, mudou completamente de expressão e atitude. Ficou toda indignada. E reclamou, já querendo uma briga:


"E por que você veio essa hora? Só pra me espionar? Que coisa escrota de fazer, né?"


Ela já tava querendo inverter o jogo. Mas eu não queria briga. Tava era ainda com tesão nela. Mesmo sendo uma vadia que me trai, eu não conseguia ficar com raiva e me sentia mais apaixonado. Eu lhe disse:


"Amor, não vamos brigar. Eu já desconfiava, ok? Eu só queria que você tivesse me contado."


Ela ficou surpresa e calada. Depois olhou pra mim com um sorriso de interesse e disse:


"Ah! Você já desconfiava? E nem me disse nada?"


"Eu não tinha certeza e nem sabia quem era. Mas hoje eu vi."


"E você não se importa de ele me comer? Se fosse outro marido, tinha matado o cara, né?"


"Amor, eu sou da paz. Você me conhece."


E fui me aproximando e lhe dei um beijo, pegando em sua buceta, que tava toda gozada. Meti três dedos que entraram fácil. Perguntei:


"Você gozou com ele?"


"Gozei, né? Ele me pegou de jeito, amor..."


"Ah! Foi, sua putinha?"


"E ele meteu aquela rola enorme que me deixou toda assadinha."


"E o que mais? Conta tudinho pro seu marido!"


"E ele quis meu cu. Mas juro que não dei!"


"Fez bem, minha delícia. Que esse cu eu vou comer depois!"


Enquanto ela falava, eu já estava passando as pernas por cima dela, encostando o pau na fenda da buceta.


"Ele me fez chupar o pau dele até eu quase sufocar, e depois ele gozou na minha xaninha. Tá sentindo como ele me deixou?"


"Deixou você toda arrombadinha e gozada, foi?"


"Foi, foi, amor..."


"Ah! Puta!"


Eu não aguentei mais.


"Agora eu vou terminar o serviço dele." eu disse.


Enfiei meu pau nela com tudo, sentindo que o lugar ainda estava quente e largo por causa da rola dele. Ela gritava de prazer, dizia que adorava ser usada pelos dois. Eu metia com força, imaginando o rastro que ele tinha deixado ali, e ela gemia alto:


"Isso, fode a sua puta, fode onde ele acabou de comer!"


A gente transou como nunca, num ritmo selvagem, até que eu descarreguei tudo dentro dela. Gozei pela segunda vez naquele dia, mas parecia que era a primeira da minha vida, tão intenso foi o gozo. Não imaginava que me descobrir corno me daria tanto tesão. Quando acabamos, tomamos banho juntos e fomos jantar.


"Amor, eu senti tesão em saber, mas não quero que isso se repita!" eu pedi.


Ela prometeu que nunca mais ia fazer aquilo. E eu disse que tudo bem, que acreditava nela.



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