Linda, casada, do lar e nada recatada.
- Temas: Safada, casada, traição, corno, puta, anal, oral, putaria
- Publicado em: 28/01/26
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- Autoria: Empresario55ES
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Olá! Sou novo aqui e gostaria antes de tudo de me apresentar. Me chamo Antônio, tenho 55 anos, sou empresário, moreno, olhos e cabelos (Já temos fios brancos) castanhos, 1,75 de altura, 80kg nascido e criado no Espírito Santo. Já faz alguns anos que eu penso em escrever sobre as minhas aventuras sexuais e acho que chegou a hora. Espero que desfrutem sem moderação das minhas histórias, se divirtam e gozem muito lendo os meus relatos.
Eu conheci Catarina numa reunião de trabalho, ela era coordenadora de uma escola particular que havia acabado de fechar um contrato com a minha empresa. Durante as negociações do contrato as conversas eram sempre com os donos, mas na primeira reunião lá estava ela. Linda, loira, cabelos lisos até a cintura, olhos esverdeados, corpo perfeito. Muito elegante, naquele dia Catarina usava um vestido azul claro, pela única, cobrindo até os calcanhares, mas com uma espécie de laço em volta da sua cintura que mostrava as curvas do seu belo corpo.
Catarina é o tipo de mulher que muita gente chamaria de “mulher ideal para casar”, além de bonita, inteligente, se mostrava uma pessoa discreta, falava baixo, era de poucos amigos, vivia para a família, especialmente o marido, um engenheiro que trabalhava embarcado por dias. Ao longo dos seus 35 anos, Catarina deixava muita menina no chinelo no quesito beleza.
No começo as reuniões de trabalho eram compostas por mim, Catarina, os donos da empresa e alguns estagiários, mas na medida que as coisas foram fluindo o número de pessoas foi caindo até que ficou apenas nós dois nas reuniões semanais. É claro que com o passar dos dias a gente foi ficando mais próximo, aquela formalidade toda foi diminuindo até que eu comecei a reparar que Catarina ficava me olhando diferente quando eu explicava as coisas. É claro que a minha mente pervertida já tinha imaginado mil situações com ela, inclusive eu me masturbei algumas vezes durante o banho pensando em Catarina.
É claro que, por ela estar sempre falando do marido e ostentar uma aliança enorme eu nunca tentei nada, até que no final do nosso primeiro ano de contrato a empresa realizou uma grande convenção e eu fiquei encarregado de fazer as devidas apresentações. Tudo transcorreu normalmente até que na hora de irmos embora, caiu um verdadeiro dilúvio e alagou boa parte das ruas da capital. Nesse dia, Catarina estava a pé e é claro que ela não conseguiria nenhum táxi ou carro de aplicativo, lhe ofereci uma carona e como eu estava numa Fiat Toro, fui conseguindo passar por algumas ruas até que por conta do nível alto da água fomos obrigados a parar num posto de gasolina. Nesse dia, Catarina estava incrivelmente linda dentro de um vestido rosa claro, que tinha uma fenda que deixava as suas pernas amostra quando ela caminhava ou sentava. Parados no posto, música tocando, eu não resisti e disse que ela estava especialmente linda naquele dia e para a minha surpresa ela disse que eu também estava muito bonito e que ela gostava da forma como eu me vestia, sempre usando ternos escuros.
Confesso que naquele momento eu fiquei sem saber o que falar, mas eu tinha que falar alguma coisa só que antes das palavras saírem da minha boca ela elogiou meu perfume, disse que eu tinha um cheiro de homem que sabe exatamente o que quer.
Naquele momento eu entendi que deveria retribuir e acabei elogiando o perfume dela. Ela perguntou se eu realmente tinha gostado e puxou os cabelos loiros para o lado deixando seu pescoço livre. Me aproximei, respirei bem fundo. A pele de Catarina se arrepiou inteira, ela respirou mais fundo e eu beijei seu pescoço de leve.
Aquela situação foi tomando grandes proporções. Quando dei por mim nossas bocas já estavam grudadas e nossas línguas travavam uma verdadeira guerra.
Minhas mãos já deslizavam pelas suas pernas, Catarina já apertava meu pau que chegava a doer de tão duro. Dentro o carro o clima era quente, apesar da chuva lá fora, o calor tomava conta do ambiente e nem o ar condicionado dava conta.
Num ato impensável, eu puxei meu banco para trás, Catarina entendeu e se encavalou no meu colo colocando uma perna de cada lado, dava para sentir o calor emanando do seu sexo. Assim que eu soltei as alcinhas do seu vestido seus seios ficaram bem diante da minha boca. Médio, duros, bicos rosados e rijos eu não pensei duas vezes e colei a minha boca neles. Catarina gemeu baixinho, seu corpo automaticamente se mexia em cima do meu e apesar de estarmos ainda vestidos a tensão sexual que era alta quase explodiu quando eu coloquei a sua calcinha de lado e toquei a sua intimidade que estava completamente ensopada. Não precisou muito para que Catarina gozasse em meus dedos. Tentando não chamar atenção de quem estava do lado de fora, ela mordeu meus ombros enquanto seu corpo tremia de prazer.
Assim que seu coração desacelerou, ela saiu de cima de mim, pediu desculpas, disse que era casada e que aquilo não poderia ter acontecido e que em hipótese nenhuma iria se repetir. Na mesma frase ela pediu que eu tentasse leva-la até a sua casa já que o nível da água estava mais baixo.
Na semana seguinte, quando cheguei para reunião vi que Catarina não estava na sala de reunião e fui surpreendido por um dos donos da empresa. A reunião seria com ele, pois Catarina havia pedido férias e iria viajar com a família. Naquele momento eu senti algo estranho, fiquei com a sensação de que ela havia antecipado as férias para não cair em tentação novamente, mas tive que ser profissional e conduzir a reunião semanalmente.
Trinta dias se passaram até que ela voltou. Estava mais linda, seus cabelos pareciam estar mais longos, tinha um sorriso bonito no rosto. Antes de começarmos a reunião, Catarina trancou a porta e começou a se explicar:
- Olha....em primeiro lugar eu queria pedir desculpas pelo que aconteceu no carro.
- Pedir desculpas porque? – perguntei demonstrando toda a minha curiosidade.
- Porque eu sou uma mulher casada, meu marido é uma pessoa boa e apesar de eu te achar um homem interessante, cheiroso e que se veste do jeito que eu gosto, eu jamais poderia ter feito o que fiz.
- E o que foi que você fez Catarina? – Perguntei já me levantando e caminhando em sua direção.]
- Você está assim porque gozou nos meus dedos? Porque estava louca para sentir outro homem tocando em você?
Eu ia falando e caminhando em sua direção, Catarina dava passos curtos para trás até que ela ficou entre mim e a parede. Nossos lábios se tocaram mais uma vez, automaticamente nossos corpos se grudaram e minhas mãos passara a passear pelo seu corpo. Catarina tremia, era nítido o tesão explodindo dentro dela, seu corpo estava fervendo a seu sexo derretendo ensopando a sua calcinha.
Me afastei dela, voltei para meu lugar enquanto ela tentava se recompor. A nossa reunião já havia acabado, mas a gente continuou ali por mais alguns minutos que parecia uma eternidade.
- Catarina, posso te fazer uma pergunta?
- Pode!
- Seu marido te faz gozar assim?
- Nunca fez, mas eu o amo assim mesmo.
- Você nunca gozou com ele?
- Nunca!
- Quer gozar de novo, de uma forma diferente?
- Quero, mas não posso.
- Amanhã eu passo aqui na hora do almoço, você me encontra na esquina. Ok?
Catarina apenas balançou a cabeça concordando e em seguida eu sai da sala. Meu corpo também estava febril. A pasta em frente ao meu sexo ajudava a tampar uma ereção que insistia em permanecer me deixando numa situação complicada.
É claro que o tempo parecia estar em câmera lenta, tudo parecia uma eternidade, na academia e não parava de pensa em Catarina, na cama o sono não chegava e eu rolava na cama, o tesão a mil por hora e por várias vezes eu pensei em mandar uma mensagem para ela, mas na hora H sempre desistia.
Na manhã seguinte acordei, tomei meu banho, meu café, me arrumei e fui pro trabalho com a cabeça totalmente voltada para Catarina. As horas se arrastavam, nada de mensagens, o que era um sinal que ela não havia desistido ainda.
Às 12h em ponto eu estava no local marcado e cinco minutos depois ela surgiu caminhando em minha direção. Estava linda como sempre. Catarina usava um vestido azul escuro, longo, com a frente em formato de triangulo que prendia num laço junto ao seu pescoço, uma pequena fenda, salto alto e um óculos escuro.
Assim que ela entrou no carro seu perfume tomou conta do ambiente. Catarina parecia nervosa, mas ainda assim me deu um selinho.
- Para onde você vai me levar?
- Confia em mim?
- Sim! Disse ela sorrindo timidamente.
Liguei o carro e peguei o caminho que nos levaria ao melhor motel da cidade, ela perguntou aonde iriamos e quando eu disse o nome do motel ela me olhou com um ar de preocupação. Para acalma-la, eu deixei claro que só entraríamos se ela se sentisse a vontade e mais uma vez ela sorriu. Em menos de dez minutos chegamos lá, eu ainda parei o carro e ela disse que não precisava parar, que eu poderia entrar e esse era o sinal que eu precisava.
Assim que entramos na suíte nós voltamos a nos beijar com a mesma intensidade do dia anterior. Aos poucos fomos nos despindo e as peças de roupa foram ficando espalhadas pelo chão. Catarina estava usando um conjunto de lingerie preto, cheio de rendas e com algumas pedrinhas que brilhavam como seus olhos verdes. Sua pele branca contrastava com o tecido preto e isso a deixava ainda mais linda.
Assim que eu me despi, voltamos a nos beijar, calmamente eu a deitei na cama e passei a beijar cada pedacinho do seu corpo. Sua pele cheirosa estava eriçada, sua respiração totalmente descontrolada e seu coração acelerado ao extremo.
Da sua boca desci ate seus seios, me livrei do sutiã e passei a mamar e mordiscar cada uma delas. Catarina gemia, suas pernas abriam automaticamente para receber meus dedos que acariciavam sua buceta ainda protegida pelo tecido rendado.
Dos seios desci pela sua barriga, beijei sua pele me enfiei entre suas pernas, cheirei seu sexo antes de tirar a sua calcinha lentamente. Sua buceta era a perfeição, lisa, cheirosa, lábios rosados e um grelo mediano, mas duro de tesão. Primeiro eu beijei sua buceta, depois comecei a lamber fazendo Catarina se contorcer. Ela gemia,, puxava meu cabelo contra seu sexo como se tentasse me impedir de sair dali. Seu gosto era intenso, adocicado, e a cada orgasmos parecia que escorria cada vez mais na minha boca.
O ritmo foi ficando intenso, com dois dedos dentro da sua buceta eu passei a fode-la mais forte, metendo fundo. Catarina gozava, soluçava pedindo mais, era a primeira vez que ela chegava ao ápice com um home. Depois de foder muito a sua buceta com os dedos, eu pedi que ela ficasse de quatro. Ela se posicionou na beira da cama, suas pernas abriram e pude ver a sua buceta ainda pingando. Pincelei o pau na porta da sua buceta e fui entrando. Buceta quente, apertada, melada, recebeu meu pau me apertando. Era como se ela estivesse mastigando meu pau. Eu socava forte, o som dos nossos corpos ecoavam na suíte, ela gemia, eu batia na sua bunda marcando a sua pele, fodendo, castigando sua buceta com força.
- Senta no meu pau.
Ela levantou, cabelos suados grudado na testa, corpo brilhando de suor, ela caminhou ate a mim e sentou de uma vez. Meu pau deslizou para dentro da sua buceta, ela rebolava, esfregava seu corpo contra o meu e mais uma vez ela explodiu em outro orgasmo.
Pedi que ela não parasse, eu estava quase lá, sentindo meu corpo pegar fogo, coração acelerando, a boca ficando seca até que explodi dentro dela em jatos de porra que lhe inundaram a buceta.
Caímos exaustos, mesmo com o ar ligado o quarto parecia um forno, nossos corpos estavam suados, cheiro de sexo deixava o ar ainda mais pesado.
Deitada ao meu lado, Catarina sorria sozinha, era reflexo de uma mulher que havia descoberto tudo que seu corpo era capaz de sentir na hora do sexo.
Fim
