Em nome do pai.
- Temas: sexo, anal, oral, casada, safada, puta, corno, menage
- Publicado em: 29/01/26
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- Autoria: Empresario55ES
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Todo mundo aqui já foi acordado as sete da manhã pelo pessoal da igreja querendo ler uma passagem da bíblia e comigo aconteceu mais de uma vez. Porém, uma mesma pessoa, a Sirlene, passou a bater na minha casa sempre aos sábados pela manhã e o roteiro era sempre o mesmo: eu atendia, ela se explicava, lia a passagem da bíblia e depois deixava uma revistinha na caixa de Correios. Ela já até sabia meu nome quando eu atendia.
Certo dia, eu estava bem gripado, a voz péssima e ela reparou. Gentilmente perguntou se eu estava bem e se precisava de alguma ajuda. Na verdade, eu não precisava, estava aguardando o motoboy da farmácia me trazer um remédio e quis o destino que ele chegasse exatamente na hora que ela estava falando comigo no interfone.
- Antônio, seu remédio chegou. Quer que eu leve para o senhor?
- Nossa Sirlene, se não for te dar trabalho eu quero sim.
Ela pegou o remédio e subiu ao terceiro andar. Eu estava usando apenas um short, sem nada por baixo e uma camisa de malha branca. Quando ela bateu na porta, eu imediatamente abri e ela estava ela, uma morena de 1, 79 de altura, cabelos longos, corpo esguio, seios médios, sorriso encantador e um olhar de espanto por me ver vestido daquela forma.
- Entre. Aceita uma água?
- Sim, aceito sim senhor.
- Se me chamar de senhor de novo nunca mais ouço as suas passagens bíblicas.
Ela sorriu esticando o braço para pegar a água, sentou-se no sofá e reclamou do calor que fazia lá fora. Automaticamente engatamos uma conversa agradável, ela me contou um pouco da vida dela, que havia se separado por ter descoberto uma traição e há mais de dez anos não se relacionava com ninguém. Vivia da casa pro trabalho, do trabalho para igreja e nada mais. Sirlene tinha 39 anos, mas francamente, parecia ter no máximo 28 anos. Era realmente uma bela mulher que possivelmente estava há anos sem sexo.
Assim que ela terminou a sua água, se levantou, me deu uma revista da sua igreja de presente e esticou o braço para um simples aperto de mãos. Não sei exatamente o porquê, mas eu me aproximei e lhe dei dois beijos no rosto. Ela ficou surpresa com a minha atitude, mas não recuou.
A semana passou voando como sempre. Muito trabalho, treinos e eu tentando acabar com uma gripe indesejável. Honestamente, eu nem me lembrava de Sirlene naquele sábado chuvoso quando meu interfone tocou as 7h da manhã.
- Antônio! Sou eu, a Sirlene.
Eu nem respondi, apenas abri o portão e ela subiu rapidamente. Estava ensopada e eu não pude deixar de reparar nas belas curvas do seu corpo. O vestido florido estava colado, muito molhado.
- Menina, você precisa se secar.
Corri no meu quarto, peguei uma toalha, um roupão e disse que ela poderia se trocar no banheiro. A cara dela e encabulada chegava a ser engraçada, mas ela não tinha muita escolha.
- Veste isso que eu seco sua roupa na secadora.
Sem outra opção Sirlene foi até meu banheiro e se trocou e enquanto um dilúvio caia lá fora a roupa dela secava na secadora de roupas.
- Vou preparar um chocolate quente para nós dois.
Naquele dia, Sirlene ficou quase duas horas na minha casa, me bombardeou de perguntas e se mostrou uma mulher muito inteligente. Conversamos sobre tudo até a chuva cessar e ela ir embora extremamente agradecida com a minha ajuda. Quando ela saiu, não teve jeito, fui pro chuveiro e gozei pensando nela sem aquele roupão que ainda tinha o cheiro do seu corpo.
Na semana seguinte ela não apareceu, eu estranhei, mas não tinha como entrar em contato com ela, pois a gente nunca trocou telefone. Eu sequer sabia onde ela morava. Fiquei pensando no dia da chuva, nela só de roupão, talvez eu teria dito algo que não fosse conveniente, mas nada me veio a cabeça.
Mais uma semana se passou e nada de Sirlene aparecer. Para ser bem sincero eu já nem me lembrava desta situação até que no supermercados eu a encontrei na fila do caixa com as suas compras. Quando ela me viu, ficou claro que ela estava bem sem graça com a situação e como a minha compra era bem menor que a dela eu sai primeiro e fiz questão de esperá-la na porta do supermercado.
- Olá, tudo bem? – Perguntei assim que ela se aproximou de mim.
- Tudo e você?
- Eu estou bem, mas queria te fazer uma pergunta.
- Pode fazer.
- Porque você não foi mais na minha casa nos finais de semana.
Nesse momento Sirlene ficou muda e eu insisti.
- Eu achei melhor não ir mais.
- E eu posso saber o motivo.
- Melhor não. – disse ela mei ressabiada.
Eu continuei insistindo e Sirlene não teve mais como evitar a resposta. Eu aproveitei e perguntei se ela queria uma carona, pois estava com as mãos cheia de sacolas e já estava tarde da noite.
Ela aceitou e a nossa conversa continuou desenrolando no carro enquanto eu segui para a sua casa.
- No dia da chuva eu fiquei de roupão na frente de um homem após anos separada do meu marido.
- E eu lhe faltei com respeito?
- Não... Eu que senti meu corpo reagir de uma forma que não reagia há anos.
- Me fala mais sobre isso.
- Ah Antônio... Por uns segundos eu me vi excitada na casa de um estranho. Eu não sei se isso foi certo.
Sirlene continuou se explicando pelo caminho e quando paramos na porta da sua casa eu desci do carro e lhe ajudei a tirar as sacolas do porta malas. Ela perguntou se eu queria subir para beber uma água, disse que o apartamento era simples, mas que eu era bem-vindo. Aceitei e nossa noite começou a mudar a partir da hora que o portão se fechou.
Enquanto Sirlene subia as escadas na minha frente eu reparava no movimento do seu corpo. Era realmente muito bonito, aliás o conjunto da obra era perfeito. Assim que entramos ela fechou a porta e o clique da fechadura ecoou pela sala. Ela foi até a cozinha, pegou uma jarra de suco e me ofereceu enquanto começava a guardar as suas coisas. Sirlene estava tão nervosa que não parava de falar, de se explicar e em determinado momento ela se descuidou e deixou uma caixa de leite escapar das suas mãos. Nesse momento eu fui tentar pegar e nossos corpos ficaram tão perto que eu pude sentir seu hálito, seu cheiro.
Durante um segundo ficamos em silêncio, olhos nos olhos, a sua respiração descompassada e eu tentando me controlar em vão. Foi a própria Sirlene quem tomou a iniciativa e me beijou a boca. Um beijo quente, intenso, faminto, sedento, urgente. Minhas mãos automaticamente tomaram a sua cintura trazendo seu corpo junto aos meu. Foi nesse momento que Sirlene sentiu a minha ereção, meu pau estava latejando de tesão e ela gemeu com a sua boca ainda colada na minha
Da cozinha nós seguimos aos beijos até a sala e da sala diretamente para o seu quarto. As nossas peças de roupas foram ficando pelo caminho e quando Sirlene deitou na sua cama as suas pernas já estavam abertas me esperando. Beijei seu corpo, todo. Mordi seus lábios, mamei cada um dos seus seios, desci pelo corpo alcançando a sua buceta completamente melada. Poucas vezes na minha vida eu chupei uma buceta que escorresse tanto mel como a dela. Deve ser os anos sem sexo fazendo seu corpo reagir de forma intensa.
Não demorou para ela ter seu primeiro orgasmo. Foi tão intenso que ela ensopou a cama, a minha cara e inundando a minha boca. Outros orgasmos vieram, era como um acerto de contas, ela simplesmente não conseguia controlar as reações do seu corpo e seguia gozando na minha boca, gemendo, tendo espasmos, pedindo mais, soluçando, falando frases totalmente desconexas.
Quando a minha boca cansou eu sibi beijando seu corpo novamente até meu pau roçar na porta da sua buceta. Sirlene entrelaçou as pernas em torno do meu corpo e me puxou diretamente para dentro dela. O pau entrou rasgando. Sua buceta apertada, quente e deslizando como quiabo. Era tanto tesão acumulado que com três ou quatro estocadas ela gozou de novo. Pedi que ela virasse de bunda para cima e passei a foder com força, o som dos nossos corpos ecoavam no quarto, o cheiro de sexo era forte, a cama estava completamente molhada e Sirlene não parava de gemer e gozar.
Deitei na sua cama com o pau apontando pro ceu e para a minha surpresa ela caiu de boca na minha rola. Parecia faminta, chupou meu pau de todas as formas. Mordeu, lambeu, engoliu até onde deu e depois se encavalou em mim. Sirlene passou a cavalgar num ritmo frenético, gemendo, arranhando meu peito, quicando sem parar até gozarmos juntos. Sirlene ainda gozava e rebolava fazendo a porra escorrer pelas laterais da sua buceta, só parou quando o cansaço venceu seu tesão.
Caímos na cama deitados lado a lado. Estávamos suados, cheirando a sexo, mas em silêncio. Eu acho que naquele momento ela estava computando sobre o ocorrido. Ela só quebrou o silêncio quando lembrou que teria que tomar a pílula do dia seguinte, pois não tomava nenhum contraceptivo.
Tomamos um banho e transamos mais uma vez dentro do box. Quando eu me preparava para sair ela perguntou se eu poderia deixá-la na farmácia mais próxima. Disse que iria comprar o remédio e perguntou se poderia ler mais uma passagem da bíblia no próximo sábado, na minha casa, na minha cama. Tudo em nome do pai.
Fim
