Como Aprendi a ser Safada com a Revista Capricho
- Temas: anal, anus, bunda, cu, virgem, sabrina, capricho, revista, relato, conto, texto erótico, namorada
- Publicado em: 31/01/26
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- Autoria: sabrina_52
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Essa história é sobre um tempo de que sinto muitas saudades. Foi a melhor época da minha vida e que eu soube aproveitar. Não me arrependo de nada!
Eu era bem novinha e nem existiam computadores pessoais ainda. Sem internet, era a época das revistas e, para as meninas e mulheres jovens, havia muitas opções como as revistas Capricho, Cláudia e outras. Falavam de tudo, mas eu me interessava mais pela parte do sexo, pois não tínhamos muita informação como hoje.
Eu morava com minha família num bairro popular e meu sonho era fazer um curso de datilografia para virar secretária, uma profissão que era comum demais pra mulheres daquele tempo. Fazer faculdade era coisa só de rico. Então, todas as noites, eu ia pras aulas, caminhando por uma rua escura perto dos trilhos do trem.
Nessa rua, tinha uma casinha simples com alpendre. Ali, eu via um rapaz bonito, moreno e da minha idade. Eu só sabia que ele se chamava Sérgio e era professor de capoeira numa escola do bairro.
Naquela época, os homens podiam se aproximar e falar com as moças sem tanto medo. Ele me cantava, e eu ficava toda sem graça, porque só tinha tido um namorado antes e não estava acostumada com homens me assediando assim. Era virgem e meus pais tinham muito cuidado comigo nessa questão de namorados. Quando eu arranjava um paquera, era sempre em segredo ou tinha que levar pra meu pai falar com ele e namorar em casa na frente da família. Coisa de gente de antigamente.
O Sérgio aos poucos foi me ganhando. Eu parava para conversar no alpendre da casa dele e um dia nos beijamos. Depois virou um namoro sério. No início era apenas na frente da casa. A mãe dele, que era a única família, ficava vendo novelas na vizinha.
Depois de um tempo, ele me levava pro quintal, passando por um bequinho escuro. Lá era mais privado. A gente se beijava, e ele começava a me tocar. Baixava minha calcinha e passava a mão lá embaixo. Eu ficava toda excitada, com muita vontade de fazer amor com ele, mas tinha medo de um monte de coisas, principalmente de engravidar, pois não se falava de camisinha como hoje.
Eu lia as revistas Capricho, que ensinavam sobre sexo. Uma vez li uma matéria que me surpreendeu, pois era muito avançada nas ideias pra aquela época. Falava de uma forma de fazer sexo que podia ser prazerosa pro homem e pra mulher. E que podia ser uma opção pra evitar a gravidez.
Fiquei curiosa. Parecia estranho, mas, como o Sérgio queria muito transar comigo e eu queria agradar ele, achei interessante. Comecei a comprar revistas que falavam disso pra saber mais. Se dava prazer pra mulher e pro homem, além de evitar a gravidez, eu poderia tentar com o meu namorado. E quem estava dizendo era a revista, era uma sexóloga que entendia! Então não era uma coisa errada! Havia uns desenhos discretos mostrando só as posições e comecei a me imaginar sentindo prazer daquela forma com o Sérgio.
Numa noite, ele estava muito animado no quintal, de pau muito duro, tadinho. Ele queria muito transar e eu entendia o lado dele. Eu disse:
"Vamos tentar uma coisa?"
Ele perguntou o que era e eu expliquei, apesar de que eu estava com muita vergonha. Ele concordou na hora, excitado.
Então me levou perto do muro, onde estava bem escuro e ninguém podia ver. Ele suspendeu minha saia. Eu estava nervosa, mas queria experimentar. Pedi a ele que de jeito nenhum tentasse meter na minha buceta, mas, se doesse era pra parar. Ele respondeu que já tinha entendido e tentei fazer como eu pedi. Mas, como a revista nem tinha falado nada sobre lubrificantes, eu nem imaginava que ia precisar de um. E o Sérgio também era inocente no assunto e nem teve a ideia de passar nem saliva pra ajudar. Eu que fiz isso, mas não serviu. Daquele jeito doeu demais. Até o pau dele ficou dolorido e mal entrava no meu ânus. Tava era me rasgando e machucando ele. Eu pedi para parar. Ficamos só nos beijos. E esquecemos isso por uns dias. Até que comprei outras revistas que falavam de sexo. Vi uma outra matéria e nela ensinava melhor.
No dia seguinte, comprei uma pomada indicada pra fazer sexo anal na farmácia. Claro que fiz isso morrendo de vergonha da vendedora.
Quando fiquei com o Sérgio no quintal de novo, dei a pomada pra ele e expliquei pra que servia. Ele ficou maluco de vontade. E a gente se beijou com muito tesão. Depois ele me virou e enfiou um dedo cheio de pomada no meu traseiro e me colocou na posição. Disse pra eu ficar calma e perguntou se eu estava pronta. Eu disse sim, pedindo que ele fosse cuidadoso. Senti a glande beijando meu ânus. Ele forçou a entrada e achei que ia morrer de dor de novo, mas a pomada ajudou. O pau dele foi escorregando, entrando todo melado. Eu gemia baixo pra não chamar atenção da mãe dele dentro de casa.
Ele perguntou se tava doendo muito. Eu disse:
"Tá sim, amor. Mas continua. Diz na revista que é assim mesmo no começo."
Foi bem estranho ser penetrada daquele jeito. Com meu coração agitado, sentia uma dor difícil. Mas logo foi me dando um prazer intenso. Em pouco tempo já estava muito gostoso e eu gemia baixinho com dor e tesão enquanto ele beijava meu pescoço, todo carinhoso. Ele mexia devagar, e o prazer crescia. A dor continuava mas era menos.
Depois ele fez uma penetração mais rápida e era bom demais ser pega assim por trás. Já acostumada, eu estava amando tanto que me movimentava pra trás, empurrando a bunda pra sentir ele ir mais fundo. Não queria nem que ele parasse, louca de tesão, sentindo meu ânus se contrair de prazer, mordiscando o pau dele, apertando forte e soltando.
Ele aproveitou bem que eu estava gostando e facilitando. Meteu à vontade, ora rápido, ora devagar. Parava só umas vezes quando eu pedia porque tinha momentos que ficava incômodo. A gente se beijava nesses intervalos e depois eu me virava pra deixar ele enfiar mais um pouquinho, já meio viciada no tesão que me dava sentir ele dentro.
Ele finalmente gozou e tirou. Depois daquela longa e deliciosa transa anal, eu fiquei com a impressão de que meu ânus estava todo aberto. Passei os dedos pra sentir e estava mesmo arreganhado. Isso me assustou. Perguntei ao Sérgio se ele achava que era normal. Ele disse que achava que sim. Meu medo era ter que ir no médico e explicar tudo. Mas acabei desencanando porque lembrei que a revista dizia que não fazia mal algum. Fiquei mais tranquila e o Sérgio também.
Depois conversamos mais um pouquinho antes de eu ir pra casa. Perguntei se ele tinha gostado mesmo. Ele respondeu que amou. Eu falei que também gostei, que tinha doído, mas era bom. E depois a gente ia fazer mais.
E foi assim que aprendi a fazer anal graças às revistas como a Capricho e outras da época.
Mais tarde, tive coragem de deixar ele meter na buceta também, mas isso é outra história.
