O QUE VOCÊ QUER SOGRA, PAU?

  • Temas: amor, traição, gostosa, sogra, viagem
  • Publicado em: 31/01/26
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  • Autoria: paumandado
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Private Muse

Era costume em feriados uma visita amigável da família da minha esposa na nossa residência. Minha Sogra e seu marido, padrasto de minha mulher residem na Capital, levam uma vida aconchegante e boa financeiramente. Mas sempre quando ela vem nos visitar, ao ir embora deixa um convite para que nós também os visitemos em sua casa.


Quase nunca fazemos viagem, a não ser em minhas férias, meu trabalho em escalas alternadas dificulta as viagens de final de semana e feriados prolongados, mas neste ano resolvemos tirar um tempinho, e lá fomos nós.


A casa deles fica em um condomínio residencial, com pouco moradores o que mantém o local organizado devido as regras exigentes. Sempre que chegamos, tocamos o interfone, aguardamos a liberação e subimos a via particular até chegar no duplex 69.


A recepção calorosa do casal é inestimável, não sabem o que fazer para nos alegrar. Mas é constrangedor para mim. Ao ser recepcionado, vejo aquele mulherão vindo de encontro, faço a medição costumaz de cima abaixo daquele corpo malhado todos os dias na academia. Não posso negar os pensamentos e imagens que começam a navegar no meu subconsciente. Além do mais, como era de costume, ela tem a devida noção do quanto é gostosa, e usando uma regatinha tule cor de rosa, posso ver seus peitos saltitando em cada passo a minha direção, o abraço apertado me deixa um tanto constrangido, fico sem jeito de responder com o mesmo carinho, ou se recuo sem que percebam minha inquietude. Ao nos afastarmos ela diz:


- Que bom que vieram, estamos felizes em tê-los aqui.


- Nós que agrademos o convite. Respondo com a voz embargada, o corpo aquecendo, já sentindo a primeira contração na glande.


Não sei se era proposital aquelas roupas, mas era algo hipnotizante. Entramos na casa e conversamos algumas horas ali para colocar o papo em dia. Nem lembro os assuntos, apenas quando ela se levanta e vai subindo as escadas. Meus olhos ficam vidrados naquela bunda redonda, um calção branco atolado no rabo, dava para ver exatamente o tamanho do fio dental, por ironia do destino, suas coxas grossas ajudam no balanceio da estrutura rábica.


De repente minha esposa diz:


- Você lembra aquele dia que a gente ....


O silêncio pairou no ar, meus olhos estavam focados e meus outros sentidos desconectados da realidade.


- Não lembro não. Como seu eu realmente estivesse prestando atenção naquela conversa.


Mas o meu interesse era naquele corpo todo trabalhado pela medicina estética, com ajustes de academia e dieta rigorosa. Inventei uma desculpa de cansaço, e resolvi subir também para o quarto, me deitei na cama, e como os quartos não eram longes conseguia escutar os ruídos que vinham em minha direção.


Logo minha esposa gritou:


- Adalberto, vou ao mercado com o Luis, daqui a pouco voltamos, quer ir junto?


- Não obrigado, vou descansar mais um pouco.


Escuto longe o motor do carro ligando, e cada vez mais a sonoridade mecânica sumir no espaço. Neste momento, Angélica aparece na porta do meu quarto, trazendo o cheiro de perfume importado, do qual ela gostava.


- Não quis sair com eles?


- Não, não, quero descansar um pouco.


Com um sorriso no rosto, e um semblante safado ela me diz:


- Estou à disposição, qualquer coisa me chame, vou tomar um banho.


Vendo o que parecia me um convite, não hesitei em deixar claro o que passava em minha cabeça.


Mas já está cheirosa, nem precisa.


Então respondeu sarcasticamente.

- E que as vezes temos que refrescar o corpo por causa do calorão

- Está na menopausa já, tão nova? Perguntei fitando seu corpo

- Pois é meu genrinho. Respondeu carinhosamente com uma piscadela faminta, e se retirou.


Aquele seu jeito de mulher recatada escondia seu corpo ardente em chamas. Não demorou para escutá-la me chamar, a dez passos de distância, meu coração palpitava acelerado, bombeando sangue por todo meu corpo e irrigando as extremidades. O inchaço do meu pau era visível sobre a calça, e quando cheguei próximo a porta do quarto, estava ela, com os cabelos molhados, deitada de bruços na cama, vestia um fio dental vermelho sobre sua pele morena clara cobrindo o mínimo possível, flertando o máximo que podia, em seus seios – nada.


- Adalberto, querido! exclamou minha sogrinha.


Me olhava por cima dos ombros, com os cotovelos apoiados sobre o lençol.


- Preciso da sua ajuda.


Virando para mim e me provocando com aqueles seios fartos.


Não conseguia ao menos responder.


- Por que está calado? É melhor assim, vem olhar de perto o que tenho para você.


Gaguejando, com as palavras na ponta da língua, mas meu cérebro bloqueando respondi.


- Na, na, não po, po, possso ....


Ela então levantou-se, e sem pressa alguma, veio até mim, primeiro me abraçou longamente, fazendo com que eu sentisse seu cheiro e depois o tamanho dos seus seios, segurou minhas mãos, e direcionou até a sua bunda, e lascou me um beijo molhado, cheio de desejo.


- Sou eu sua sogrinha, Angélica, não tenha medo, sei que me deseja, estou aqui para você.


Disse com uma voz mansa, que assoviava em meus ouvidos, penetrando meus sentidos e se misturava com desejo.


O desejo era recíproco, apertei sua bunda, e forçando meu corpo contra o dela, fui afastando-a até que por impulsividade, com agressividade, a empurrei na cama.


Olhei em seus olhos, por alguns segundos, sem fazer e dizer nada. Ela se levantou, segurou minha cintura e baixou minha calça, fazendo meu pau saltar na cara dela, mostrando a cabeça rosada e latejante.


- Que lindo você! Cabeçudo e apetitoso.


Segurou na base, e abocanhou de uma só vez, descendo e subindo a língua no meu pau. Seus gestos de menina deixavam a coisa ainda mais ardente. Me beijava e sugava como se não houvesse amanhã. Primeiro olhava com delicadeza, depois sugava com voracidade, e por fim subia lentamente da base até a cabeça, apenas com a ponta da língua, me olhando com aquele olhar de cadela pedindo por comida.


- Ahhh! Que delícia sua gostosa!


Não conseguia me conter, as palavras agora começaram a sair, como se fosse eu quem estivesse dominando a situação.


- Fica de quatro!


Ela virou-se, e com os joelhos na ponta do colchão, empinou aquele rabão.


- Vem me come, genrinho, enche meu rabão de tapas...


Grudei em sua cintura, e de uma só vez, encabecei meu pau, rasgando a entrada de sua buceta. Um grunhido alto, ecoou no quarto


- Cacete, que pau gostosooooooo, mete vai...


Comecei já rápido, e sentindo a cabeça, bater no fundo, forçando cada vez mais o cervix.


- Que isso.... Coitada de mim, é para você lembrar desse dia, é para ser inesquecível


O som dos corpos se colando e se afastando, se misturavam com os gritos dela de prazer, um sexo falado, sujo, gostoso.


Comecei a acelerar ainda mais, e cada vez mais forte, a cada grito e gemido dela. Ela pediu e sentia aquilo com uma intensidade, que pedia mais fundo.


- Me come, me enche de porra, caralho. Me fode, gostoso.


Eu segurei com uma de minhas mãos, em seu rabo de cavalo puxando-a de volta para mim, quando tentava escapar, enquanto a outra a espalmava com força, deixando as marcas dos meus dedos em sua bunda. Não demorou para que eu sentisse o gozo subir rápido até a glande, sentir aquela explosão generosa, pastosa em suas entranhas.....


- To gozando para você, vou te encher todinha, do jeito que você pediu..

- Então continua, que vamos gozar, juntinhos.


A última estocada me fez gozar com prazer dentro dela, era um sonho, sentir cada centímetro meu, penetrando sua cavidade, olhar para seu corpo bronzeado e gostoso. Enquanto esvaziava meus desejos, sentia o pulsar dela, apertando meu pau com força, junto com seus xingamentos, e as contorções e vibrações que seu corpo trazia consigo. Tudo era belo e mágico. Retirei-me de dentro, ainda com pênis pingando, suas pernas amoleceram, caindo de lado na cama, enquanto uma perna esticada e a outra flexionada, sua buceta, expulsava o resto de sêmen que eu havia deixado, exaustos, tivemos tempo para alguns beijos carinhosos, que indicavam a vontade de uma outra oportunidade.


Mas restava saber, quando. Será que ainda nesta viagem, e as marcas que deixei em sua bunda, e o doce aroma do sexo profano. Apenas sei, que o sonho se tornou realidade, e a realidade transformou-se em história, e talvez a história possa se repetir.


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