Verga Escura
- Temas: Fantasia, gay, crossdresser, grupo, coroas
- Publicado em: 01/02/26
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- Autoria: AllisonB
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Depois dos 60, comecei a me sentir atraído por homens. A ideia de transar com eles para experimentar coisas novas, já estava na minha cabeça há um tempo. Eu ficava imaginando achar um homem para ser meu parceiro. Tudo era só fantasia mesmo. O desejo só aumentava, e com a facilidade de falar pelo celular, usando aplicativos de relacionamento, isso me animava ainda mais.
Comecei a procurar. A primeira coisa que perguntavam nos aplicativos era sobre a orientação sexual, depois onde eu morava, idade, essas coisas. E, acredite, tinha muita gente por lá. Você encontra de tudo: fantasias, desejos, gente querendo casar-se, e claro, a maioria querendo sexo.
Entrei numa verdadeira caçada por homens. Mas sem ter algo para oferecer, era complicado. Então decidi falar sobre meu ponto forte — minha bunda, que sempre recebe elogios. Comprei uma calcinha fio dental e comecei a usar nos vídeos que enviava. Quando eu vestia, ficava muito excitado e eles também. Aí o jogo virou. Comecei a viver mais uma fantasia.
Após várias tentativas, apareceu outro coroa forte, de pele morena, que tinha uma preciosidade invejável: uma verga grande e grossa. Era comprida e larga, impressionava pela virilidade. Parecia um tronco de árvore. Nunca imaginei que aquela imagem ficaria tanto tempo na minha cabeça.
Assim que começamos a conversar, meu rosto me traiu e ele, brincando disse:
— Gostou? Ela pode ser sua.
Foi paixão à primeira verga escura. Ele estava deitado, e ela, reinava, em pé, absoluta e forte. Perto dele, eu tinha apenas um modesto grelinho, e ficou excitado na hora.
Conversamos um pouco, mostrei minha bunda com a calcinha. Ele ficou ainda mais excitado. Disse que morava na mesma cidade que eu, e que trabalha como frentista num posto de combustíveis, perto da entrada da cidade. Falou que queria me conhecer pessoalmente e desligou.
A partir daí, fiquei maluco. Descobri que o dono do meu sonho trabalhava de madrugada. Fui até lá. Cheguei no posto, às 2 da manhã, e não havia uma alma viva. Parei o carro ao lado da bomba de gasolina para abastecer esperando que ele, também, abastecesse o meu outro tanque.
De repente, uma porta se abriu. Ele, saiu do escritório, vestindo só uma camiseta bem justa e uma calça que, mesmo larga, não escondia o tamanho da sua verga. Logo ele perguntou:
— Tudo certo? Quer abastecer?
Meu coração quase pulou pela boca. Olhei nos olhos dele e disse que sim. Aproveitando que ele foi até a bomba para colocar combustível no carro e que não tinha mais ninguém nem movimento na rua, eu tirei minha blusa e a calça, ficando só de calcinha e sutiã, do jeito que ele gostava de me ver.
Após abastecer, ele voltou para a porta do carro e eu, com uma cara safada, perguntei:
— Onde fica o banheiro feminino?
Ele arregalou os olhos, me olhou melhor e respondeu, ainda meio assustado:
— É logo ali, mas preciso pegar a chave.
Sai do carro de salto alto, me sentindo uma mulher da noite, e esperei na porta. Assim que ele chegou com as chaves na mão, me reconheceu e, ofegante disse:
— Olha só, você é ainda melhor pessoalmente do que no vídeo.
Quando fui pegar a chave da mão dele, ele segurou a minha e, com ironia, falou:
— A chave que você quer, está aqui — colocando minha mão na sua verga — e me puxou para dentro do escritório, e trancando a porta.
Ele tirou a calça, rapidinho, e a belezura guardada pulou para fora, já bem animada. Depois, sentou-se no sofá, mandou eu me ajoelhar na frente dele e falou:
— Aqui está o que você queria. Deixa-a bem dura para eu te pegar. Vamos!
Como uma garota obediente, com a boca salivando, me ajoelhei diante dele, segurei com as duas mãos e comecei a beijar, passando-o no meu rosto, e depois a língua para cima e para baixo naquela coisa rara. Meu coração disparou. Não acreditava. Minha língua chegou nas bolas e ele gritava de prazer. Depois mandou eu engolir tudo. Aí complicou! Fiz o que pude até quase me sufocar.
Ele, bem animado, dizia:
— Engole tudo, sua vadia. Não é isso que queria? — e deu um tapa na minha cara.
Isso só me deixou mais excitada. Comecei a tossir e sentir a verga dele lubrificada.
— Agora, tira essa calcina do seu bumbum e se senta no meu colo — ele ordenou, me puxando com força masculina.
Nunca tinha feito isso antes! Me senti flutuando, sem noção do tempo. Depois, ele pegou a saliva com a mão e passou na entrada do meu rabinho. De novo uma sensação incrível. Mas preocupada com o que viria.
— Agora, olha para mim, levanta esse rabo e deixa eu te guiar. Quero enfiar tudo em você. Não adianta tentar fugir — segurando meus quadris.
Senti a cabeça grande da verga. A dor apareceu enquanto ele me penetrava, cheguei a chorar, segurando os ombros dele. Ele fechou os olhos e foi entrando. Entrou por completo e ele gritou como um animal.
— É assim que eu gosto. É uma delícia sentir um rabinho faminto. Agora, fica de quatro no sofá. Quero bombar no seu rabo.
Saí do seu colo, fiquei de quatro, e aquele homem grande veio por trás com sua verga, agora minha amiga, e a cravou dentro de mim. Depois começou a se mover para frente e para trás. Foi aí que jorrei meu leitinho. Que sensação incrível!
Ele, suando bastante, continuava a me movimentar, até que, ofegante, disse:
— Vira, quero te dar meu leite — tirando sua verga e colocando na minha boca.
— Toma, vadia — e liberou seu leite quente num orgasmo intenso.
Não poderia ter sido melhor. Foi tanto leite que não deu tempo de engolir tudo.
Mas, o que é bom pode ficar ainda melhor. Ouvi uma batida na porta e uma voz dizendo “Mário, abre”, “Tem alguém com você”? Eu me levantei, peguei minhas coisas e corri para o pequeno banheiro do escritório.
— É Beto cabeçudo — Mário falou baixinho — ele costuma se encontrar com a namorada aqui. Deixa-me ver. Fica aí no banheiro.
Mário abriu a porta e Beto cabeçudo logo perguntou:
— Quem está aí com você? De quem é aquele carro?
Foi aí que as coisas ficaram complicadas. Ou melhor, deram certo para mim.
— Então, estou aqui com um amigo, quer dizer, uma amiga. A gente estava só brincando — disse Mário meio sem jeito, olhando para o banheiro.
— Posso participar também? Perguntou Beto cabeçudo falando em direção ao banheiro.
Eu, já refeito, me ajeitando, com sutiã, calcinha e a sandália alta, abri a porta e gritei:
— Onde se comem dois, se comem três, amor. Vem brincar.
Me senti como uma mulher da noite experiente. Fiquei confiante após ter sido penetrada por uma verga viril. Fui até o Beto cabeçudo e, dessa vez, fui eu quem mandou:
— Quer brincar? Então tira a roupa — me ajoelhei na frente dele.
Ele tirou rápido a calça e a cueca. Cai de boca em sua preciosidade, que era menor que a do Mário, mas tão gostosa quanto. Mário se sentou no sofá, assistindo, enquanto acariciava sua verga.
Chupei o Beto cabeçudo, que realmente merecia o apelido. Ele, pouco tímido, apreensivo, foi ficando excitado até ficar duro. Depois, dei um beijo nele, me encostei na parede e mandei ele me penetrar.
Quando ele começou a me penetrar, novamente, alguém bateu na porta. Era uma voz feminina, baixinho, perguntando: “Beto, você está aí?” “Está dormindo?” “É a Nina.”
Ai, deu ruim. O Mário fez sinal para eu entrar no banheiro. Peguei minhas coisas e fui. Ele fez sinal para o Beto responder e se sentou no sofá.
— Estou indo abrir, amor — gritou o Beto, já vestido.
— O que está acontecendo aqui? De quem é aquele carro?
Na hora, abri a porta do banheiro, arrumada como uma vadia, boqueteira e bem satisfeita, e falei:
— O carro é meu, querida. Aproveita aí. Eu estava fazendo sala para os seus amigos, esperando você chegar — passei a parte de trás da mão na minha boca e saí rebolando em direção ao carro.
Os três, ficaram me olhando sem saber o que fazer, até eu entrar no carro e sair toda feliz.
Por um bom tempo, comecei a abastecer no posto do Mário. Claro, sempre de madrugada, quando ele também me abastecia. E foi assim que começou minha saga por vergas escuras.
