Mãe e filha no aplicativo

  • Temas: Mãe, filha, cumplicidade, mesmo macho, virgindade
  • Publicado em: 06/02/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Nasci numa família muito bem financeiramente, meu pai era diretor de uma grande empresa, tinha um salário excelente, além de outros benefícios. Com isso, minha mãe nunca se preocupou em trabalhar fora, suas regalias bem como as minhas, sempre foram cobertas pelo meu pai que nunca se importou com quanto gastávamos. Eu e minha mãe sempre fomos muito vaidosas, praticamente toda semana eram roupas e sapatos novos, academia, salão de beleza e estética, éramos, como se diz por aí, madames.


Minha mãe é daquele tipo que se pode chamar de “mulherão”. Altura um pouco acima da média, loira, cabelos longos e lisos, olhos amendoados, seios empinados, mas é claro com a ajuda do Dr. Lineu, seu cirurgião plástico, barriguinha de academia, cintura bem delineada, quadril largo, bunda empinada formando um belo conjunto com suas coxas grossas em pernas longas. Fisicamente me pareço muito com minha mãe, exceto os seios, os meus são pequenos, com auréolas rosadas e biquinhos miúdos.


Para meu pai, a esposa era como se fosse um troféu, ele fazia questão de exibi-la como se isso fosse uma demonstração de poder, ou sei lá o que. Eu estava com dezessete anos e já conseguia visualizar essas atitudes dele, em casa eu não via momentos de afeto entre os dois, mas em público a coisa mudava muito. Algumas vezes eu comentei isso com minha mãe, mas ela dizia que era o jeito dele. Mesmo na minha ingenuidade sexual, eu nunca tivera nada com garoto algum, só uns beijinhos, eu sentia que minha mãe tinha algum tipo de carência nesse sentido e, um dia falando sobre o assunto, muito sutilmente ela confessou que sentia falta de sexo.


Minha escola era em tempo integral, a situação toda explodiu no dia que cheguei em casa e minha mãe estava chorando, perguntei porquê e ela não escondeu nada:

- Hoje eu tinha um compromisso que tomaria meu dia todo, mas logo depois do almoço ocorreu um problema e voltei para casa.

- Sim, mas o que isso tem a ver com seu choro?

- A Alice – nossa empregada – pediu o dia de folga, então não teria ninguém em casa, mas quando entrei em casa eu ouvi sons que vinham do meu quarto.

- Entrou bandido em casa?


Ela passou a mão no meu rosto e falou:

- Antes fosse minha filha, mas não era e o que vi me deixou sem chão.

- O que viu mamãe.

- Seu pai estava de quatro em nossa cama e um outro cara estava comendo o cu dele.

- Puta que pariu mãe, o que você fez?

- Fiquei sem ação, virei as costas e fui para a sala.

- Imagino a cena.


Ela fez um minuto de silêncio de depois falou:

- Sabe o que me deixou mais puta filha, se ele tivesse aberto o jogo comigo, falado que gostava de dar o cu, eu não só entenderia como o ajudaria nisso.

- Bem liberal a senhora hein – eu disse sorrindo.

- Tem que ser filha, sexo para ser bom não pode ter tabus, mas do jeito que ele fez eu não aceito, foi traição.

- Está certo, e quais são as próximas cenas da novela?

- Ele saiu de casa e disse que depois falaria comigo.

- Vamos aguardar então.


Naquele dia meu pai dormiu num hotel e no seguinte ligou para minha mãe. Conversaram e ela colocou uma condição para aceita-lo de volta, perdoaria, desde que abrissem o casamento e ela também pudesse ter suas aventuras, que poderia até ser junto dele, mas ele não aceitou. Como nada foi resolvido, decidiram que haveria o divórcio. Dois meses depois tudo estava sacramentado, mas meu pai não foi condescendente em nada e praticamente minha mãe ficou apenas com a pensão que foi decidida em ofício, que claramente não sustentaria todo o luxo a que estávamos acostumadas.


Mais dois meses e tivemos que nos mudar, pois a casa foi vendida e como era herança do meu pai, de antes do casamento com minha mãe, ela não teve direito a nada. Minha mãe alugou um apartamento modesto, de dois quartos, onde mal conseguimos acomodar nossas roupas e sapatos. Quando fiz dezoito anos, minha mãe não tinha condição de fazer uma festa, por isso ela apenas comprou um bolinho e na hora de apagar a velinha ela disse:

- Minha filha querida, não temos mais a vida de antes, mas ainda dá para comprar um presente para você, só não o fiz porque quero que escolha.


Diante da nossa situação delicada, eu vinha amadurecendo uma ideia e resolvi compartilhar com minha mãe:

- Vou escolher sim, mas você não vai precisar desembolsar nenhum tostão, pelo contrário, podemos faturar.

- Como assim faturar menina, não está batendo bem dos pinos.

Eu ri dela e continuei:

- Fala para mim, quem é sua família?

- Posso dizer que hoje só você, já que meus pais faleceram, fui filha única e seu pai não representa mais nada.


Dei um longo suspiro, já era tarde para voltar atrás:

- Você já parou para pensar quanto essas garotas estão ganhando nesses aplicativos adultos?

Minha mãe arregalou os olhos e disse séria:

- Agora você pirou de vez, o que está querendo insinuar?

- Insinuar não, hoje estou fazendo dezoito anos e agora sou maior de idade, posso tomar minhas decisões, mas quero a sua benção.

Minha mãe levantou e disse que precisava tomar água. Quando ela voltou eu explico que tem muita garota faturando alto e nem precisa ser com sexo explícito:

- Mãe, tem garota faturando milhões só vendendo fotos e vídeos sensuais, usando apenas lingeries.


Ela deu mais um gole na água, estava aturdida, mas eu insisti:

- Não temos que dar explicações a ninguém.

- Não sei filha, mas você vai ficar exposta, com certeza taxada de puta.

- Não estou nem um pouco preocupada com isso, nós merecemos a vida e o conforto que tínhamos.

Minha mãe continuava indecisa e arrematei:

- Até inventei como me cadastrar: @virgenzinha.


Só nesse instante é que minha mãe abriu um sorriso:

- Sei não filha, me parece arriscado.

- Não devemos nada a ninguém, põe isso na sua cabeça.

Ficamos conversando a respeito por mais de quatro horas e no final ela acabou concordando:

- Tudo bem filha, mas nada de sexo explícito.

- Combinado.


Me inteirei de todos os detalhes necessários e fiz meu cadastro num desses aplicativos mais famosos. Como já sabia, todo começo é complicado e o faturamento baixo, mas depois de uns seis meses algo mais substancial começou aparecer, fui aprendendo a gerenciar melhor minha conta no aplicativo. Minha mãe estava perplexa com o que eu faturava. Um dia vendo meus vídeos juntas eu falei:

- Sabe que poderíamos faturar muito mais se você fizesse parte dos meus vídeos!

- Nem pensar, não tenho idade para isso Karen.


Peguei minha mãe pela mão, levei-a diante do espelho, fiz ela ficar só se calcinha e sutiã e falei:

- Olha bem para esse espelho dona Sonia, olha que corpão você tem, fará o maior sucesso, além do que, para e pensa, vamos mexer com a imaginação dos assinantes, mãe e filha juntas, uau.

Plantei a ideia que foi amadurecendo até ela concordar. Também abriu uma conta e passou a publicar fotos e vídeos. Juntas fazemos muitos ensaios que são os mais procurados e bem remunerados.


Passamos a ter assinantes assíduos através dos chats, onde mais ganhamos, pois atendemos de forma privativa. Não faltam pedidos para nos verem transando, mas sempre rejeitamos, no máximo nos permitimos um selinho ou outro. Depois de um ano nós juntamos dinheiro suficiente para comprar uma casa e nos mudamos. Além da casa compramos também dois carros do ano, a grana vinha fácil. Apesar de toda essa liberalidade, eu me mantinha virgem e ninguém acreditava.


Um dos nossos assinantes mais frequentes, o Edson, um senhor de meia idade, boa pinta e segundo ele empresário de muito sucesso, certo dia numa live comigo e minha mãe, ele falou:

- Virgenzinha querida, eu acredito na sua virgindade, tanto que farei uma proposta para que você entregue para mim o seu selinho, concorda?

Eu e minha mãe ficamos incrédulas no que ouvimos e passamos a levar na brincadeira:

- Toda proposta é bem vinda Edson – falou minha mãe.

- Estou falando muito sério @mãepresente – como minha mãe se identificou no aplicativo.


Eu e ela ainda não levamos muito a sério até ele dizer:

- Me passa seu PIX para eu dar uma pequena amostra da minha proposta.

Desconfiada eu passei. Vimos ele mexendo no celular e pouco depois soou no meu um aviso. Abri minha conta bancária e quase perdi o fôlego, acabara de entrar cinquenta mil reais, não me contive:

- Você é louco Edson e se eu não concordar com a proposta?

- Fica de presente para você.


Se aquilo era uma pequena amostra, qual seria o valor que ele estaria disposto a pagar, perguntei:

- Dez vezes esse valor – ele respondeu.

Eu e minha mãe abrimos a boca e ele continuou:

- A proposta não é só essa, se a sua mãe participar pago a mesma quantia a ela.

Não conseguíamos acreditar naquilo, loucura total, a esmola era boa demais:

- Mas quem garante que vai nos pagar tudo isso?


Pouco depois meu celular soa de novo. Na minha conta aparecia o complemento do que ele propunha, olhamos para a telinha do computador e ele falou:

- A parte da sua mãe pago quando estivermos juntos.

Fechamos a câmera por uns instantes, minha mãe estava tremendo e eu sem fala. Nos recuperamos e eu falei:

- Quem sai na chuva é para se molhar, eu topo e você?

- Concordo, vamos em frente.


Reabrimos a câmera e dissemos a ele que concordávamos com a proposta. Ele sorriu e falou que não iríamos nos arrepender. Quando perguntei onde seria nosso encontro ele falou:

- Vamos passar um fim de semana no meu iate.

A princípio ficamos um pouco preocupadas, mas acabamos concordando. No fim de semana combinado fizemos as malas e ele enviou um motorista particular para nos levar até o porto. Ao chegar foi difícil acreditar no que vimos, um iate mega luxuoso e grande. Ele nos esperava de pé a bordo. Subimos e ele falou:

- Meu Deus, mais lindas que eu podia imaginar.


Educadamente nos abraçou, beijou nossos rostos e fez questão de nos apresentar para toda a equipe do iate. Todos muito discretos e gentis, mas o que mais me chamou a atenção foram as duas comissárias, lindas, uma loira e outra negra. Elas vestiam camiseta regata, short curto e nos pés tênis. Pensei comigo – “esse filho da puta anda comendo essas duas.” Todos foram aos serviços e o Edson nos levou para conhecer a suíte, coisa de cinema, ele falou:

- Fiquem à vontade para se trocarem, via de regra aqui usamos sunga e biquini.

Fomos preparadas e levamos nossos biquínis ousados.


Ao nos ver chegando ele não se conteve:

- Duas deusas.

As comissárias, que agora também usavam biquini, vieram servir champanhe e canapés. Ficamos conversando como se fosse uma reunião social. O receio que tivemos no início, se dissipou por completo, estávamos seguras. O almoço foi servido quando já estávamos em alto mar e nada era dito a respeito da proposta. Quando terminamos de comer foi servido um licor delicioso e em seguida o Edson falou:

- É comum fazermos uma sesta, o que acham?


Minha mãe falou que seria uma boa ideia e fomos os três para a suíte, estava evidente a intenção dele. Sozinhos, ele tirou o robe que usava e ficou só de sunga. Inexperiente, eu não sabia muito bem o que fazer e minha mãe tomou a iniciativa. Ela se aproximou dele, enlaçou seu pescoço e falou:

- Edson meu querido, estamos aqui para cumprir a nossa parte da proposta, seja carinhoso com minha filha e acredite, ela realmente é virgem.

Em seguida o beijou na boca. O beijo foi demorado, o Edson corria as mãos pelo corpo da minha mãe e aquilo foi me dando um calorzinho entre as pernas, eu estava ficando excitada.


Minha mãe faz sinal com a mão para que eu me aproxime. Chego junto deles, o Edson enlaça minha cintura e me beija. Sua boca é macia, a língua invadindo minha boca me levou ao delírio, eu amo beijar. Era uma situação inusitada, estranha até mesmo por dizer, minha mãe ali, ao meu lado e participando dos últimos momentos da minha virgindade. O Edson se comportava como se aquilo não era a sua primeira vez e minha mãe foi certeira:

- Pelo jeito está acostumado e ficar com duas.

Ele sorriu e não escondeu o fato:

- Nunca com mãe e filha, mas eu gosto dessa putaria a três.

- Come as suas comissárias – eu perguntei.


Ele sorriu de forma marota:

- Quando não trago outras pessoas elas suprem essa minha carência.

Minha mãe levou a mão até o pau do Edson e falou:

- Pois hoje vai ganhar um cabacinho e uma buceta que há mais de ano não recebe uma rola.

Dito isso ela se ajoelha e puxa para baixo a sunga dele, fazendo saltar uma rola dura e empinada. Ela a segura com as mãos, olha para mim e diz:

- Veja como se chupa bem gostoso um pau.

Eu estava impressionada com a desenvoltura da minha mãe, totalmente liberada de qualquer pudor por estarmos as duas juntas com o mesmo macho.


Ela abocanha o cacete e começa a mamar, suga a cabeça, lambe as bolas enquanto o Edson solta o laço do sutiã e libera meus peitinhos. Minha mãe chupava como se fosse a última coisa a ser feita e fiquei impressionada quando ela engoliu por completo a rola, chegando até mesmo a engasgar. Eu estava muito excitada, mais ainda quando o Edson começa a chupar meus peitinhos e deslizar um dedo na minha rachinha virgem, ainda protegida pela calcinha do biquini. Deitamos na cama super grande e ele pediu:

- Quero as duas chupando meu caralho.


Olhei para minha mãe como querendo dizer: e agora. Fomos para a chuva, não tinha como não sairmos molhadas. Nós duas ficamos no meio das pernas dele e, enquanto minha mãe mamava a rola eu lambia seu saco, sugando suas bolas. Minha mãe tira a rola da boca, segura com a mão e diz para mim:

- Agora você, vem chupar pela primeira vez uma rola.

Desajeitada, mas não sem vontade, fiz como minha mãe tinha feito e abocanhei o cacete, engolindo o quanto pude, mas não consegui fazer como minha mãe, engolir tudo. O Edson delirava com aquilo tudo:

- Assim mesmo, serão minhas putas nesse fim de semana.


Foi deliciosa a sensação de sentir um pau na boca, cheguei até mesmo a esquecer que estávamos ali compradas por uma proposta maluca, ou seja, sexo por troca de dinheiro, logo eu e minha mãe duas putas. Que se foda qualquer sentimento nesse sentido, estava bom e eu iria me entregar por prazer. Minha mãe, que só olhava, aproxima sua boca e diz baixinho para mim:

- Vamos chupar juntas.

Começamos a deslizar nossas bocas, cada uma de um lado da rola e no vai e vem nossos lábios vez por outra se tocavam. Isso não era todo estranho, pois nos chats que participávamos juntas era comum pedirem que nos beijassem, então trocávamos selinhos.


O Edson delirava de prazer, segurava nossas cabeças, puxava nossos cabelos e dizia:

- Isso mesmo suas putas, chupem gostoso o pau do vosso macho.

Eu estava com muito tesão, confesso até que naquele momento eu entregaria meu cabaço de graça, por isso girei meu corpo, coloquei minha bucetinha virgem na cara do Edson e disse:

- Vai gostoso, chupa uma buceta que nunca viu língua nem pau.

Ele agarrou minha bunda, me puxou forte contra sua boca e começou a me chupar. Sugou meu grelinho, enfiou a língua bem fundo e eu não resisti, tive meu primeiro orgasmo com um homem, só me chupando, muito melhor que a siririca.


Minha mãe beijou meu rosto e falou:

- Se foi bom assim na língua espera até sentir a rola toda dentro de você.

Ao sair de cima do Edson, minha mãe não perdeu tempo e disse:

- Faz tempo que ninguém me come, quero gozar na sua rola macho tesudo.

Ela cavalgou feito uma cadelinha no cio, rebolou naquela pica que entrava e saía e ela urrando de prazer, com certeza a tripulação ouvia. O Edson era um homem experiente e conhecedor do seu corpo, deixou minha mãe usufruir o quanto quis, até ela atingir seu orgasmo e ele se manteve firme, sem gozar, era evidente que ele estava guardando suas forças para tirar o meu cabaço.


Assim que eles se separaram, o Edson serviu mais espumante e nos refrescamos. Minha mãe muito experiente, depois de algum tempo falou:

- Com certeza chegou a hora da minha filha ser mulher, tira o cabacinho dela com carinho Edson.

Eu deitei de costas, estava preparada para a defloração, na verdade querendo muito. O Edson deita sobre mim, beija minha boca com lascívia, beijo molhado, intenso, lambe meu pescoço e diz ao meu ouvido:

- Está me fazendo muito feliz.


Ele fica se esfregando sobre meu corpo, minha mãe se posiciona, guia a rola para a entrada da minha bucetinha e diz:

- Agora Edson, fode devagar, sinta a barreira que impede o caminho do seu pau, seja carinhoso, mete devagar na minha filha.

Ele foi muito atencioso mesmo, meteu devagar, ao sentir a barreira ele parava, pouco depois voltava a meter e foi assim até que num golpe mais seco, o lacre se rompeu e senti uma leve dorzinha, quase nada, afinal eu estava bem preparada e desejando aquele momento. Ao sentir isso ele parou por uns momentos, deixando que eu sentisse todo o prazer da penetração.


Eu queria mais e pedi:

- Agora me fode Edson, goza dentro da minha bucetinha.

Ele ficou doido e passou a meter mais intensamente. O vai e vem da rola roçando no meu grelinho era uma sensação indescritível. Minha mãe ao lado era o apoio que eu precisava:

- Vai Edson, faz a vontade da minha filha, enche a buceta dela de porra.

Foi fatal, num urro muito alto o corpo dele vibrou e pude sentir seu pau jorrando dentro de mim. Eu não tinha gozado, por isso, antes que ele saísse de dentro de mim, levei meu dedo no grelinho, esfreguei e aí sim eu também gozei.


Quando o Edson sai da minha buceta, ele olha para o pau e vê manchas de sangue. Com um sorriso safado ele diz:

- Juro que não acreditava muito na sua virgindade.

- Satisfeito agora?

- Um pouco, o final de semana está apenas começando.

Estava mesmo apenas começando. Minha mãe transou com ele, liberou o cuzinho e o Edson ficou maravilhado com a pressão que sentia quando minha mãe comprimia o cu. A única coisa que não rolou e não foi por falta dele pedir, é para que eu e minha mãe transássemos, não estávamos preparadas para isso, ainda que o tesão fosse intenso.


Ao retornarmos do passeio, o iate atracou e estávamos os três na suíte. Ele pega o celular e em seguida mostra a telinha para minha mãe, estava feito o depósito na conta dela, o mesmo valor que ele me pagou e em seguida falou:

- Espero que possamos nos ver outras vezes, adorei a companhia de vocês, prometo que serão muito bem recompensadas.

Aquele final de semana não podia ter sido melhor, trepamos, gozamos de verdade e ainda por cima saímos com a conta bancária recheada, por isso eu disse a ele:

- É só nos convidar que será um prazer estar de novo com você.

Minha mãe olha para mim, pisca um olho e complementa:

- Quem sabe da próxima vez a gente atende a todos os seus pedidos.


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