Foda carnavalesca no banheiro químico em Olinda-PE.

  • Temas: sexo no carnaval, fantasia, Olinda, festa, sexo na festa, sexo no banheiro, banheiro químico
  • Publicado em: 14/02/26
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  • Autoria: Canarinhocantor
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Private Muse

Um amigo me chamou para passar o sábado de carnaval em Olinda. Chegamos lá e seguimos para as ladeiras, bem no meio da festa.


Após conversas infrutíferas com algumas mulheres, vi uma tão linda que antes de dar um "oi" já imaginei o fora que levaria.


Porém, a sorte estava do meu lado e ela engatou na conversa. Depois de alguns minutos de conversa e risadas maliciosas, ela que partiu pro ataque num beijo demorado.


Seu nome era Giovana, e parecia esculpida por mãos divinas: era levemente gordinha e gostosa ao mesmo tempo, tinha o rosto arredondado com bochechas rosadas salientes, olhos e cabelos pretos e pele tostadinha pelo sol, com os pelinhos dourados.


Falei pro meu amigo que ia dar uma volta com ela e fui andando. A cada 5 metros, uma parada longa pra um beijo. Comecei a ficar de pau duro e o tesão se manifestou. Falei pra ela sobre o meu estado e ela respondeu sussurando no meu ouvido:

- Também tô molhadinha...


Nas ladeiras e adjacências não havia motel nem qualquer local adequado no qual pudéssemos aliviar a vontade dos nossos corpos suados.


Como "quem não tem cão, caça com gato", comecei a olhar nas ruas qualquer lugar onde pudéssemos transar sem sermos vistos. Ao virar numa esquina, tal qual um oásis no deserto escaldante, havia uma série de banheiros químicos enfileirados.


Falei pra Giovana:

- Vai ter que ser aqui!

Ela concordou sem hesitar.


O último banheiro estava com menos gente esperando, fomos para o fim da fila, esperamos um pouco e entramos.


Começamos a nos beijar, fui tirando a sua fantasia de cleópatra e chupando aqueles peitos deliciosos. Não demorou muito e ela ficou de cócoras e baixou minha bermuda, minha verga saltou e ela abocanhou, mamando e punhetando com voracidade.


Na ânsia que estávamos, nem ficamos nus, subi a saia curta dela e coloquei a calcinha pro lado. O banheiro era apertado e não dava pra se deitar, a foda foi quase em pé, nem me lembrei que camisinha existia.


Trepamos como se não houvesse amanhã, ela respirava ofegante e gemia baixinho a cada estocada. Não foi possível mudar de posição, ela ficou de costas pra mim o tempo todo, e esquecemos onde estávamos, que dia era aquele e tudo que não importava enquanto estávamos coladinhos.


Na hora de gozar, avisei a ela, que se virou, ficou de cócoras novamente e colocou a cabeça do meu pau na boca pra receber a gozada. Depois, abriu e me mostrou, engoliu, colocou a língua pra fora e deu o sorriso mais lindo que já vi, satisfeita com a dose nutritiva.

- Tava bem docinho - ela comentou.


Depois dali, organizamos nossas vestimentas e saímos como se nada tivesse acontecido. Foi um sábado de Zé Pereira inesquecível!



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