Entre O Tesão E A Razão

  • Temas: jovens, teste, fidelidade, tesão, ciúme, oral
  • Publicado em: 27/02/26
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  • Autoria: ardens
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Private Muse

Havia alguns dias que Gabriela estava nervosa e inquieta. Andava de um lado para o outro quando estava sozinha. Existe uma linha tênue entre o tesão e a razão. Também existem perguntas que não fazemos por medo da resposta. Porém, Gabriela enfim tomou sua decisão. Pegou o celular e ligou para sua melhor amiga de infância, Letícia:


— Oi, Lê! Tudo bem?


— Oi, Gabi! Tudo sim e contigo?


— Ah, tudo bem também. Mas quero ver contigo sobre algo.


— Claro, amiga. O que houve? Tá com aquela voz estranha.


Gabriela respirou fundo antes de prosseguir.


— Lê, sabe que já tô com o Edu tem uns quatro meses né?


— Sim, eu sei. Mas aconteceu alguma coisa? Tô ficando preocupada.


— Não é nada não. Faz assim, janta aqui na quinta que eu te conto tudo! Traz o Pedro também. Vai ser divertido!


O compromisso estava marcado. Na quinta pela manhã, Gabriela arrumou toda a casa para receber o casal de amigos. Letícia e Pedro estavam juntos há um ano. Eles conheciam Gabriela e Eduardo dos tempos do ensino médio, já que todos estudaram juntos.


O jantar marcava a primeira vez que os dois casais se reuniam como casais. Antes disso, as reuniões eram no tempo do ensino médio com o restante da galera. Inclusive, isso já fazia uns três anos. Todos agora com seus vinte e um anos.


A campainha tocou e Gabriela foi receber o casal de amigos. Os dois casais estavam arrumados, mas nada extravagante. Sentaram-se no sofá, Eduardo na poltrona que havia na ponta e Gabriela ao seu lado no braço do sofá. Os olhares de Gabriela na direção de Letícia já denunciavam algo. As duas cresceram juntas pois moravam na mesma rua até o final do ensino médio. Depois disso, Letícia mudou-se para outro bairro.


O papo era repleto de muita nostalgia. Todos conversavam sobre as aventuras da escola, os micos e as mais diversas situações que passavam juntos com a turma. Gabriela serviu café para os meninos e puxou Letícia para o seu quarto:


— Vamos deixar os rapazes conversando, Lê! — disse sorrindo enquanto puxava Letícia pela mão.


Chegando no quarto, um closet enorme com uma porta de correr chamava atenção.


— Nossa, Gabi! O que é isso? — perguntou Letícia curiosa.


— É o meu closet, amiga! Mas não é sobre isso que quero falar — disse Gabriela ajeitando o cabelo olhando pra porta.


Letícia cerrou os olhos:


— Fala logo, Gabriela! Vai me matar de ansiedade!!! — Gabriela suspirou fundo:


— Lê, depois que aqueles dois me traíram, eu não quero passar por isso de novo. O Edu é lindo, educado e super carinhoso comigo. Mas tô com muito medo de acontecer mais uma vez.


Letícia abraçou a amiga:


– Gabi, não vai acontecer de novo. O Mateus foi teu primeiro namorado e não era tão legal assim contigo, tu tava apaixonada. Já o Breno foi na pilha de gente errada. Fica tranquila, eu tô contigo. Gabriela olhou para Letícia, segurou as mãos:


— Mesmo assim, Lê. Posso te pedir um favor? — Letícia olhou para amiga, apertando as mãos dela levemente, retribuindo carinho — Claro, Gabi! Pode sim!


— Eu quero fazer um teste de fidelidade com Eduardo. Seduz ele pra mim?


Letícia arregalou os olhos surpresa demais com aquela pergunta. Ela observou a amiga por alguns segundos antes de falar algo.


— Tá falando sério, Gabi?


— Tô sim. Eu tenho pensado muito nisso. Você é minha melhor amiga. Confio muito em ti!


A pergunta mexeu com Letícia. Ela jamais esperou que fosse sobre isso que a amiga quisesse falar. Letícia sempre foi muito transparente com seus sentimentos. Aliás, ela sempre confidenciou seu coração a melhor amiga. Agora era Letícia quem andava lentamente para um lado e para outro no quarto.


— Gabi, você sabe que te ajudo no que for. Mas tem o Pedro... Você sabe que amo ele demais!


— Amiga, você não vai dar pro Edu. Só quero que seduza, provoque ele até ele ceder ou demonstrar resistência — respondeu Gabriela.


Letícia permaneceu em silêncio. Hesitante. Pensativa. No início a surpresa, após alguns minutos de reflexão, a curiosidade enfim se mesclou a lealdade com a amiga de infância.


— Gabi... Digamos que eu aceite fazer isso, como vai ser?


— Fica tranquila, tá? Amanhã é feriado. Tu esquece teu brinco aqui pra vir buscar amanhã. Vou dizer pra ele que tenho que ir ajudar minha mãe. Você vem vestida com uma roupa bem provocante pra procurar o brinco. Eu vou entrar pela área de serviço pelos fundos e me escondo no closet. Te aviso por mensagem e aí tu seduz ele aqui no quarto.


Letícia fez caras e bocas de espanto tamanha surpresa enquanto ouvia o plano ousado da amiga.


— Tá, e até onde quer que eu vá?


— O suficiente pra ele ceder. Lógico que quero ver ele resistindo. Mas o teste de fidelidade precisa ser intenso.


— Por ti, minha amiga, eu topo! Pode contar comigo, viu? — as duas se abraçaram.


Antes de deixar o quarto, Gabriela pegou o brinco de sua amiga para esconder depois no quarto.


Voltaram para sala onde os rapazes aguardavam. Gabriela foi colocar a mesa para o jantar. Enquanto isso, Letícia olhava para Eduardo com a cabeça a mil e ele sequer percebia. O clima era amistoso e agradável, embora fosse uma noite quente. Os quatro sentaram-se a mesa e seguiam conversando. Gabriela balançava os pés embaixo da mesa. Os olhares se cruzavam. Ela definitivamente só conseguia pensar no dia seguinte.


— Galera, eu sei que esse verão tá quente, mas tô muito afim de um vinho. Aceitam? — Os demais aceitaram a ideia da anfitriã da noite.


Beberam taças de vinho, exceto Pedro que teria de dirigir pós jantar. As risadas aumentaram o volume conforme a bebida fazia efeito. Quando Pedro foi ao banheiro, Letícia deixou escapar um sorriso pra Eduardo — ou talvez fosse a bebida. Gabriela via a cena com estranheza. Logo, Pedro voltou do banheiro, abraçou Letícia que estava um pouco alta do vinho e se despediu do casal de amigos.


A noite foi agradável, calorosa e marcava um divisor para Gabriela. Há dias que pensava na execução de seu plano que estava cada vez mais próximo. Eduardo ainda morava em um apartamento em outro bairro, porém como era feriado e havia bebido, passou a noite com Gabriela — que por sua vez mal conseguia dormir tamanha ansiedade. "Será que o Edu vai resistir?" — pensava ela.


O feriado chegou: O grande dia do teste ser aplicado. Gabriela passou a manhã pensativa, afinal, não conseguia pensar em outra coisa. Descontava parte da ansiedade organizando a casa. À tarde, Eduardo estava bem à vontade jogando videogame na sala. Era um moreno alto, bronzeado pelo sol das corridas na praia. Vestia uma regata e um calção bem descansado na poltrona.


— Edu, eu tenho que ir lá na mãe. Ela me pediu ajuda pra arrumar umas coisas, tá?


— Vai demorar, amor? — questionou Eduardo frustrado com a saída da amada.


— Até terminar tudo, acredito que volto de noite. Mas aproveita o jogo aí, gato! — respondeu Gabriela com o coração disparado.


Tranquilidade por fora, agitação por dentro. Gabriela saiu e com cautela, entrou no terreno vizinho, para acessar os fundos de casa. Tirou os calçados e aproveitou a distração do namorado, para entrar na casa escondendo-se no enorme closet. Correu a porta para fechar e aguardou ali.


Apesar da insegurança, Gabriela era uma linda morena dos olhos verdes, cabelo cacheado e um corpo que contrastava a cintura fina com os belos atributos que tinha. Dentro do closet, ela permaneceu ansiosa.


Eduardo ouviu a campainha tocar por duas vezes até pausar o jogo e se levantar para atender. Levantou as sobrancelhas ao ver Letícia na porta. Ela vestia um cropped branco e um shortinho jeans curto.


— Letícia?! Oi... Aconteceu alguma coisa?


— Oi, Edu! Tudo bem? A Gabi tá por aí?


— Não, ela foi na casa da mãe dela ajudar com umas coisas — respondeu Eduardo intrigado.


Letícia olhou para ele e sorriu de canto de boca.


— Esqueci meu brinco ontem. Foi o Pedro quem me deu. Daí preciso achar antes que ele dê falta. Posso entrar pra procurar? Vai ser rapidinho.


Eduardo deu um passo atrás abrindo mais a porta para que ela entrasse.


— Claro, entra aí!


Letícia era uma loira de olhos castanhos, sorriso inocente e de curvas perigosas. Ela foi caminhando devagar até o quarto enquanto seu perfume doce tomava conta do ambiente. Eduardo fez menção de voltar ao seu jogo, mas foi interrompido pela melhor amiga de sua namorada:


— Pode me ajudar a procurar, Edu? Assim é mais rápido.


— Te ajudo sim! — respondeu Eduardo desligando o videogame.


Letícia começou a procurar pela sala, caminhava devagar e mexia nas almofadas "procurando". Enquanto isso, Eduardo procurava o brinco sem ter ideia do que estava por vir. Ela passava perto dele intensificando o aroma. A insistência pela procura na sala durou tempo necessário pra Letícia perguntar:


— Posso olhar na cozinha?


— Claro, Letícia! Fica à vontade — respondeu Eduardo acompanhando o andar da amiga.


Enquanto ela caminhava, os olhos dele foram direto pra bunda dela naquele shortinho justo no corpo. Aquele andar deixou o pau querendo se assanhar. Letícia rebolava lentamente. Eduardo desviou o olhar quando Letícia entrou na cozinha para seguir a busca pelo brinco. Ele chegou na cozinha com a vista de sua amiga se abaixando para procurar embaixo da mesa:


— Talvez tenha caído na hora do jantar né, Edu?


Eduardo engoliu seco e após alguns segundos respondeu:


— É... Sim, pode mesmo.


A bunda dela naquela posição construía uma ereção em Edu, que já tentava disfarçar qualquer evidência na roupa. Letícia aproveitou que a cozinha era pequena para emendar:


— Edu, tudo bem se eu procurar no quarto da Gabi? Nós vimos umas roupas ontem e pode ser que esteja lá.


As palavras saíram com facilidade, porém aquele friozinho na barriga apareceu. Letícia foi se aproximando cada vez mais dele durante aquele breve silêncio. Eduardo internamente lutava contra a atração de sua amiga. Sentia um medo e desejo em conflito. Ver Letícia naquela roupa, naquele calor, cheirosa e ainda se inclinando toda pra achar o brinco... Isso era demais pra ele. Porém, se mantinha contido.


— Pode olhar no quarto sim, tranquilo — respondeu Eduardo concedendo acesso com a voz rouca.


Letícia passou por ele quase encostando seu corpo no dele. Antes que fosse encostar, agradeceu a permissão e foi rebolando para o quarto. Gabriela no closet já roendo as unhas cessou qualquer movimento quando percebeu que eles estavam chegando no quarto. Eduardo ficou parado na porta. Evidentemente nervoso.


Letícia vasculhava em volta da cama se inclinando, mas ainda em pé.


— Tá quente né, Edu?


– Pra caramba, Lê! — respondeu ele suando a testa.


— Acho que pode estar na cama — exclamou Letícia indo até a cama.


Os olhos de Eduardo vidrados nela enquanto as mãos tentavam conter o volume no tecido fino do calção. Letícia subiu na cama de quatro empinando bem a bunda.


"Puta que pariu! Olha a bunda! Caralho, que gostosa! O que ela tá fazendo?" — pensou Eduardo desnorteado.


Letícia olhou de ombro, mordeu o lábio e perguntou:


— Não vai me ajudar a procurar, Edu?


No closet, Gabriela sentia uma sensação esquisita que não conseguia nomear. Isso até a mão segurar um dos peitos e a outra mão chegar na calcinha molhada. O ciúme misturado ao tesão. Ela já não sabia mais se queria mesmo que Eduardo resistisse.


— Letícia, o que cê tá fazendo? — disse ele depois de levar as duas mãos atrás da cabeça, revelando o pau duro escondido no calção.


Gabriela suspirou vendo aquela cena pela fresta do closet. Afinal, ela sabia que o namorado era dotado. Letícia, ainda de quatro na cama, olhou pro imenso volume e foi invadida pelo pensamento: "Uau! A Gabi tem sorte! Essa rola deve ser enorme!". Letícia passou a língua entre os lábios em um movimento involuntário – ou quase. Após aquele silêncio, enfim ela respondeu:


— Não tô fazendo nada, Edu. Só quero achar o brinco que Pedro me deu — mencionar o nome de Pedro naquele momento deixou Letícia nervosa. Gabriela escondida já não escondia mais o tesão ao massagear levemente o clitóris. Eduardo vendo o pau completamente duro já não sabia o que fazer.


— Acho melhor cê ir embora, Lê.


Letícia aproximou engatinhando sobre a cama, olhou o volume, depois subiu o olhar:


— A tua cabeça de baixo não quer que eu vá, né?


Eduardo respirava ofegante pela adrenalina, mas tentando se conter respondeu:


— Letícia, eu amo a Gabi e não posso fazer isso com ela...


Gabriela sorriu de tamanha felicidade ao ouvir tal afirmação. Letícia, por sua vez, levantou da cama e chegando bem perto, quase encostando no membro:


— Vai dizer que não quer me foder? A Gabi não tá aqui...


A pergunta foi fatal. No closet a ansiedade e o tesão eram um só. No quarto o momento liberava a tensão no ar. O tesão e a razão em conflito. Letícia aproximou o corpo um pouco mais, encostando no cacete duro. Eduardo segurou o rosto dela com as duas mãos e invadiu a boca num beijo intenso que foi correspondido com a língua dela. As mãos de Eduardo desceram até a bunda que lhe torturava, apertando firme.


O Beijo foi interrompido pela porta do closet abrindo:


— Então é assim, Eduardo??? Eu saio e tu já quer me trair com a minha melhor amiga?!


Letícia sentou-se na cama apenas observando enquanto Eduardo gelou.


— Amor, eu... Ela... Amor, eu não queria — respondeu ele trêmulo diante da situação.


Gabriela caminhava lentamente no quarto e novamente de um lado para o outro. A tensão no ar. Eduardo olhou para Letícia e depois para o closet:


— Isso foi combinado?


– Sim, Eduardo! Foi um teste e tu caiu!! Foi reprovado! — respondeu sua namorada.


Ele não conseguia falar nada. O trauma de Gabriela era o suficiente e ele sabia disso.


O coração dos três disparava naquele momento um tanto constrangedor. Tenso. Intrigante. Letícia percebeu a umidade no shortinho algodão que Gabriela vestia junto a sua camiseta azul. O clima estava quente e o calor parecia aumentar. Gabriela percebeu o olhar da amiga e sentiu a faísca que faltava.


Ela se aproximou de Eduardo, chegando bem perto e disse:


— Eu quero ver tu comendo a Letícia...


Eduardo paralisou enquanto Letícia espantada respondeu:


— Que isso, Gabi? Era só um teste... Tu sabe que eu amo o Pedro!


— Tu ama o Pedro, né? Mas ele não tá aqui e também não vai saber porque ninguém vai contar! — disse a amiga já tomada pelo tesão.


Eduardo seguia imóvel e até tentou contornar a situação.


— Amor, acho melhor pararmos...


— Tu só vai parar depois de foder muito a Letícia!


Gabriela estava tomada pelo desejo. O que era ciúme virou tesão. Ela começou a ansiar por isso. Sua melhor amiga dando pro seu namorado ao mesmo tempo que trai o próprio namorado.


Letícia pensou em Pedro, mas pensou também no tesão que sentiu durante a sedução. Tentou mais uma vez negar o pedido de sua melhor amiga.


— Gabi, eu não posso fazer isso. Não posso trair o Pedro! Isso é loucura, amiga!!


Gabriela sorriu. Aproximou de Letícia colocando a mão na buceta sob o shortinho jeans:


— Loucura é essa bucetinha melada aqui, isso sim é loucura!


Letícia fechou os olhos sentindo os dedos da amiga lhe tocando. Gemeu baixinho. A mente lutando: "Não posso trair o Pedro. Eu sou fiel. Eu amo muito ele". Os dedos de sua melhor amiga lhe massageando enquanto abria os olhos se deparando com a rola enorme no calção de Eduardo lhe virou a chave. Letícia olhou nos olhos da amiga:


— Tu quer que eu dê pro teu namorado?


— Quero sim, amiga. Dá gostoso pra ele, vai! — respondeu Gabriela sorrindo safada.


Letícia encarou Eduardo em uma excitante troca de olhares. Ela se abaixou, a respiração ofegante. O nervosismo evidente. Gabriela percebendo foi por trás do namorado e o ajudou a tirar a regata. Depois Gabriela olhando para Letícia, removeu o calção dele libertando aquele pau.


— Chupa ele primeiro, Lê! — provocou a amiga.


Letícia pegou aquele caralho enorme e começou a punhetar enquanto sua mente era invadida pelos pensamentos: "É enorme! Maior e mais grosso que o do Pedro! Tô fodida mesmo!". Gabriela deu a volta, ficando por trás da amiga e empurrou sua cabeça contra o pau do namorado. Eduardo segurou ela pelos cabelos fodendo a boca dela. Letícia gemia. Ele soltou a mão do cabelo e ela continuou chupando, enfiando o máximo que podia na boca. Gabriela ficou nua e aproveitou o momento para deitar na cama enquanto se masturbava vendo os dois. Letícia segurou aquela rola tocando uma punheta, segurava com as duas mãos: "Como o Edu é gostoso! Que tesão!!!" — pensou ela.


Eduardo estava realizado, sorrindo e cheio de tesão. Letícia chupava encarando aquela pica. Imaginando já o que ia acontecer. Gabriela aumentou o ritmo frenético dos dedos e pediu:


— Enfia tudo na boca dela, amor!


— É pra já, minha linda! — obedeceu Eduardo.


Ele segurou Letícia pelos cabelos empurrando firme contra seu pau. Fodeu a boca dela até Gabriela chegar ao orgasmo gritando no quarto.


— Caralho, amor... Que delícia! Agora fode a buceta dessa putinha, vai!


— Fica de quatro, Lê! Quero te comer do jeitinho que me provocou! — mandou Eduardo.


Letícia tirou a roupa, incluindo o shortinho e a calcinha melada de tanto tesão. Ela ficou de quatro na cama com os pés na beira enquanto Gabriela sentou na cabeceira, observando. Uma pontinha de nervosismo apareceu em Letícia pelo tamanho daquele caralho enorme. Eduardo olhando aquela visão maravilhosa, pensou: "A bucetinha dela tá pingando! Bem meladinha! Preciso chupar. Até porque não sei se vou ter outra chance".


Eduardo se abaixou, segurou a bunda de Letícia e enfiou a língua na bucetinha molhada. Ela sentiu seu corpo tremer por completo ao sentir aquele toque. A boca de Eduardo chupando Letícia deixou Gabriela maluca! Ela apertava um dos peitos com a mão e usava a outra pra tocar a siririca mais gostosa de sua vida.


— Edu, mete o pau nessa vadia! — disse Gabriela implorando.


Eduardo levantou, ajeitou o pau na entrada e ficou pincelando. Bem devagar. Letícia olhou pra ele pelo ombro e disse:


— Vai, Edu! Me come!


Aquilo foi demais pra ele. Eduardo já estava maluco de tanto tesão. O pedido de ambas fora atendido com prazer. Eduardo meteu a cabecinha ouvindo os gemidos das duas. Ele apertou Letícia pela cintura e enfiou o pau naquela buceta melada de tesão. Os gemidos de Letícia aumentavam conforme ele ia metendo. Ela segurava o lençol com força sentindo o membro pulsando dentro dela. Gabriela nunca imaginou sentir tanto tesão vendo o namorado fodendo a melhor amiga. Tanto que gozou novamente. Eduardo sorriu vendo sua namorada gozando. Letícia olhou pra trás novamente, buscando o olhar dele enquanto lhe comia. O sorriso dela carregado de malícia. Eduardo socando fundo. Letícia virou para a melhor amiga:


– Vem cá, Gabi! Chega mais perto!


Gabriela se aproximou, ainda na cama. Letícia abriu as pernas da amiga caindo de boca na buceta dela. Os lábios carnudos de Letícia chupando Gabriela enquanto recebia as estocadas daquele pau enorme. Eduardo extasiado com a visão continuou metendo. O ritmo forte, socando fundo em Letícia que parava alguns segundos pra gemer mais alto. Gabriela estava maravilhada. Nunca imaginou que seria tão gostoso ceder ao tesão. Eduardo acelerou o ritmo das estocadas, metendo cada vez mais forte. Selvagem. Letícia sentiu o orgasmo chegando e olhou nos olhos da amiga enquanto seu corpo tremia todo. Levou um tapa forte na bunda após gozar. Eduardo tirou o pau de dentro:


— Vem por cima, Lê! Cavalga na minha rola!


— Isso, amiga! Rebola gostoso! — incentivou Gabriela.


Letícia posicionou em cima da rola e foi descendo devagarinho.


— Que pau gostoso! Puta que pariu! – exclamou ela se rendendo a traição.


Letícia sentava, deslizava naquele vai e vem gostoso. Delirante. Gabriela aproveitou pra sentar com a xota na boca do namorado enquanto beijava a amiga. As línguas enroscando. Letícia rebolando em cima daquela vara que tanto lhe rendia prazer. Eduardo chupava a namorada sentindo a bucetinha quente subindo e descendo. Aquilo foi o ápice pra ele:


— Que sentada gostosa, Lê... Eu vou gozar!!!


— Segura amor, eu quero que tu goze na boca dela! — mandou Gabriela entregue ao desejo.


Letícia saiu de cima e ficou de quatro ao lado da virilha de Eduardo enquanto Gabriela ficou do outro lado. Uma de cada lado passando a língua em toda extensão daquela rola até as línguas se encontrarem na cabeça. Eduardo estava prestes a explodir até que Gabriela empurrou Letícia contra a rola, fazendo com que sentisse cada jato chegando. Aquele som estalado da porra enchendo a boca de sua melhor amiga lhe abriu um sorriso safado.


— Engole tudo, minha putinha!!! Sem desperdício!


Letícia também se entregou completamente ao desejo, abriu a boca mostrando a porra de Eduardo antes de engolir. O calor se misturava ao cheiro de sexo naquele quarto. Onde todos se deitaram na cama, suados e ofegantes. Certamente aquela tarde não seria esquecida. E com certeza sabiam que por mais gostoso que o proibido fosse, ainda sim, traria consequências.



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