Uma baiana casada apimentou a minha vida e ensopou a cama do hotel - Dia 01
- Temas: sexo, casada, corno, safada, puta, anal, oral, menage
- Publicado em: 02/03/26
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- Autoria: Empresario55ES
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Em primeiro lugar muito obrigado pelos comentários e pelas mensagens que eu venho recebendo desde o primeiro conto. Fico realmente feliz com a reação de cada um de vocês.
Em segundo lugar, fiquem a vontade em perguntar se os contos são reais ou não. Aqui não tem frescura na hora de responder.
Dito isso, vamos ao que realmente interessa.
Conheci a Paula através da internet e foi totalmente por acaso. Eu fiz um comentário numa postagem de um jornal no Instagram e ela comentou de forma divertida em cima do meu comentário. A partir daí, a gente não parou mais de trocar mensagens. Paula é uma baiana linda nascida e criada em Salvador, casada, mãe de um casal de filhos, ratinha de academia e dona de um sotaque lindo. As nossas conversas sempre foram tranquilas, a gente trocava memes ao longo do dia e o seu bom humor sempre me chamou atenção, mas nunca falamos de sexo até que um dia ela me mandou uma mensagem no Instagram dizendo que tinha sonhado comigo, mas não contaria porque tinha sido um sonho erótico. Na mesma hora eu perguntei se o sonho tinha sido bom e a resposta dela incendiou o meu dia.
- Foi tão bom que eu acordei com meu lado da cama melado.
- Você gozou dormindo?
- Sim.
- E ai, o que você fez depois?
- Cai de boca no pau do meu marido, depois sentei na rola dele e dei até gozar de novo.
Pronto! Ela tinha conseguido atiçar o lado mais pervertido da minha mente e depois desse dia não paramos mais de falar sacanagem. As mensagens foram ficando mais intensas, fotos ousadas, mas sem mostrar o rosto foram sendo trocadas. Ela gozava e me mandava áudio, eu gozava e filmava meu pau jorrando porra, a gente tinha perdido o controle da situação ao ponto dela tomar banho durante uma chamada de vídeo. Enquanto eu assistia ela se masturbou e gozou em pé debaixo do chuveiro. Não tinha mais como voltar, a gente queria que aquela química saísse do ambiente digital e virasse realidade.
Só que a realidade era outra. Casada, mãe de dois adolescentes e dona de um estúdio de beleza, sair de Salvador para vir ao Espírito Santo era impossível e no meu caso a mesma coisa. Não tinha como simplesmente pegar um avião e ir para a Bahia. A dificuldade do encontro era maior que tudo, mas não era impossível e o tempo provou isso quando ela recebeu um convite para um curso de uma semana em Vitória, ela teria apenas que pagar a passagem de avião e ai que a nossa história tomou outro rumo.
Um mês depois eu estava a caminho do aeroporto para recepciona-la, meu coração estava disparado e agitou mais ainda quando eu me aproximei do portão de desembarque e de dentro do meu carro eu a avistei em pé com duas malas e uma bolsa de mão. Paula era muito mais alta do que nas fotos, morena, clara, cabelos lisos na altura da metade das costas, seios empinados, bunda redonda, pernas grossas e uma boca perturbadora. Ela usava um vestido verde escuro que cobria até a metade das suas coxas. De dentro do meu carro eu via os taxistas comendo-a com os olhos.
Parei o carro em sua frente, abri o porta-malas e fui ao seu encontro. Nos abraçamos forte, senti seu cheiro doce, o calor e o seu corpo. Meu pau deu uma latejada e por muito pouco eu não a beijei ali mesmo. Guardamos as coisas no carro e seguimos para o hotel onde ela ficaria hospedada.
Para que eu tivesse acesso ao quarto ela fez o cadastro como se fossemos um casal, durante a semana do curso eu teria livre acesso ao seu quarto. Subimos, ela disse que estava com fome e que precisava de um banho. Eu pedi duas saladas de salmão e fiquei aguardando na cama, ouvindo o barulho da agua do chuveiro caindo, louco para entrar lá e devorá-la ali mesmo.
A comida chegou, coloquei tudo em cima de uma mesa e fiquei esperando por ela. Quando Paula saiu do banheiro eu quase perdi a noção do tempo e espaço. Ela estava linda, apenas de calcinha fio dental branca e uma blusinha da mesma cor.
Eu estava literalmente de boca aberta, bando quando ela me chamou.
- Não vai falar nada?
- Não sei o que dizer e muito menos o que fazer.
- Me beija! – disse ela com cara de safada.
Me levantei da cadeira com o pau estufando a bermuda. Sem o salto alto ela ficava exatamente da minha altura. Nossos lábios se tocaram pela primeira vez e o beijo foi escalando rápido. Os estalos cortavam o som do transito lá fora, o ar condicionado parecia não dar conta do recado.
Minhas mãos deslizavam por aquela bunda perfeita, ela segurava e apertava forte o meu pau, nos arrastamos até a cama e ai eu comecei a explorar cada pedacinho do seu corpo. Beijei sem pressa alguma aquela boca carnuda enquanto nossos corpos se esfregavam, desci pelo seu pescoço, alcancei seus seios e comecei a mama-los, morde-los e chupa-los com força.
- Chupa forte que eu enlouqueço. – Grunhiu ela.
Meus dedos massageavam sua buceta, a calcinha estava ensopada, mas o que eu presenciei naquela tarde nunca mais saiu da minha memória. Paula se abria, se contorcia na cama. Quando a minha boca alcançou a sua buceta ela gemeu alto, minha língua invadia a sua buceta, ela tremia, eu sugava seu grelo. Quando ela gozou eu não parei, continuei chupando e agora com dois dedos atolados na gruta que parecia uma piscina. A sincronia da minha língua e dos dedos lhe fodendo fizeram Paula gozar de novo, mas desta vez com mais intensidade.
- Espera um pouquinho, estou sem ar. – Arfou ela, sentava da cama com as pernas abertas.
Suas coxas estavam meladas, lhe faltava ar, a sua respiração era pesada, coração disparado e seu corpo já estava suado novamente.
Quando recuperou o folego Paula partiu pra cima de mim. Tirou a minha camisa, a bermuda, o tênis e a cueca box branca. Segurou meu pau com a mão esquerda, a aliança brilhou e meu tesão foi a mil diante daquela imagem. Ela começou a chupar como uma loba faminta, fazia uma pressão absurda na cabeça do meu pau.
Eu sentia dor e prazer quase que ao mesmo tempo. Ela mordia a minha rola, babava, lambia, subia e descia a boca com uma vontade que poucas vezes eu vi.
Num movimento rápido, Paula virou e deixou a sua buceta bem diante do meu rosto, a buceta brilhando, o cuzinho piscando. Começávamos ali um sessenta e nova sem fim. Minha boca no grelo, dois dedos na buceta e um no cuzinho fazia
Paula tremer, quando o tesão aumentava, ela descontava na minha pica, mordendo para aliviar o tesão. A gente não tinha pressa, a gente queria experimentar o gosto do outro, sentir as reações, o cheiro de sexo que tomava conta do quarto.
Quando a boca dela doeu de tanto me chupar, ela mudou de posição, se encavalou em mim e sentou na minha pica. Ela deslizou para dentro daquela buceta ensopada e quente. Paula quicava, colocava os treinos de agachamento na academia à prova. Minhas mãos sustentavam seu corpo para que ela não perdesse o equilíbrio. O pau já estava brilhando, pulsando dentro da sua buceta quando ela começou a gozar, uma quantidade de mel começou a escorrer, aquele som de buceta molhada ficou mais alto e claro. Minhas pernas estavam meladas, na cama tinha uma poça. Paula não parava, continuava rebolando, gozando e ensopando mais o lençol.
Quando mudamos de posição eu fiquei impressionado com o tamanho da mancha no lençol que certamente teria que ser trocado para ela passar a noite. Pedi que ela ficasse de quatro e ela empinou o rabo, se abriu toda e meu pau mais uma vez deslizou para dentro da sua gruta.
Eu a segurava pela anca, socava forte, batia na bunda marcando a pele. Quando senti que estava prestes a gozar, acelerei, ela sentiu o pau pulsando dentro, mandou que eu só parasse quando saísse a última gota de porra.
- Quero sentir sua porra dentro de mim.
Eu acelerava, o suor escorria pela cara, o corpo estava quente, as mãos cravadas na sua pele e o som dos nossos corpos ecoavam pelo andar. Gozei, gozei urrando, segurando ela pela cintura, chamando ela de puta, sentindo o coração desacelerar aos poucos.
Quando caímos na cama, estávamos exaustos. A cama parecia que alguém havia urinado ali. Eu realmente nunca tinha presenciado nada parecido.
Tomamos um banho, almoçamos quase que no meio da tarde. Transamos até anoitecer e depois nos despedimos com a promessa de voltar no dia seguinte após o curso dela.
Paula ficou em Vitória durante uma semana. Foi uma semana de sexo intenso que eu vou compartilhar com vocês nos próximos contos.
Continua
