Primeira vez corno

  • Temas: corno manso, hotwife, esposa safada, ménage, pauzudo, rola grossa, putaria, trio, chupada, cavalgada
  • Publicado em: 03/03/26
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  • Autoria: Casalfazenda74
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Private Muse

Bom, sou casado já tem mais de dez anos com a Patrícia. Eu, Sérgio, tenho uma vida tranquila com ela. Patrícia tem 1, 65, uma bunda de presença. Eu tenho 1, 75, em forma, negro. Saímos bastante nos fins de semana, sempre que dá vamos numa social com os amigos.


Temos um amigo de algumas datas, o Ronald, mais amigo meu que depois conheceu minha esposa. Ele sempre encontra com a gente nas noitadas, bares. Muito simpático, negro, mais ou menos 1, 80, 44 anos, não musculoso mas também não gordo, em forma.


Um dia fomos numa baladinha e ele tava só, o que era raro porque era muito disputado pelas mulheres. Aí pediu pra dançar com a Patrícia, minha esposa. Ela foi, acho que dançou umas cinco ou seis músicas. Eu fiquei ali olhando e tomando uma. Minha esposa chegou suada e ofegante e ele ainda queria mais. No fim foi dançar com outras e ficamos ali nós dois, nos abraçando, nos beijando.


Percebi que minha esposa estava com mais tesão do que de costume. Deixei rolar, fiquei muito excitado. Lá pelo início da madrugada decidimos ir pra casa. Nos despedimos dos casais de amigos e na saída encontramos o Ronald quase na porta. Chamamos ele, nos despedimos. Eu percebi que ele deu um abraço bem apertado na Patrícia e ela também.


Quando entramos no carro falei:

— Nossa, que abração apertado ele te deu, hein?

Ela sorriu. No meio do caminho pra casa ela começou a me chupar no carro. Nunca tinha feito isso, apesar de ela ser muito fogosa. Achei até estranho, mas quem vai reclamar de uma chupada? Em casa terminamos a brincadeira. Confesso: nunca vi ela tão molhada e metendo daquele jeito. Caímos no sono.


No domingo, durante o dia, não falei nada. Mas à noite, na cama, comentei:

— Amor, ontem você tava tão fogosa... Quase me deu lá dentro do baile, me chupou no carro, chegou aqui e transou que nem uma putinha. O que houve?


Ela sorriu, ficou vermelha mas sorrindo. Eu insisti pra ela falar.


Ela começou:

— Sabe ontem, na hora que fui dançar com o Ronald...

— Eu sei.

— Ele tava excitado, dava pra sentir o pau dele duro na minha barriga e ele apertava.

— Mas foi no final? Porque vocês dançaram umas cinco músicas...

— Na primeira música ele já ficou excitado.


Fiquei em silêncio. Ela me abraçou. Me deu uma mistura de ciúmes e tesão ao mesmo tempo. Patrícia veio me chupar, acho que pra quebrar o gelo. Eu comecei a imaginar ele esfregando nela, ela chupando ele, até dando. Gozei rápido. Fomos dormir. Ela no caso, eu passei a noite de pau duro pensando que a safada ficou com tesão por ele.


Na segunda mandei uma mensagem de bom dia, te amo e tal. Não aguentei e perguntei:

— Amor, o pau dele é grande?


Ela mandou um “kkkk”. Eu falei sério. Ela respondeu:

— É sim, pelo volume. Mas não esquenta, amor, te amo e sempre vou te amar.


Voltei a perguntar:

— Você ficou com tesão, molhada quando dançou com ele?

Ela disse:

— Sim, é normal. Você também iria se excitar com uma mulher bem colada que não fosse eu.


Fui bater uma punheta de tanto tesão que tava. Mas pasmem: eu não estava imaginando eu comendo minha mulher. Eu estava imaginando o Ronald comendo ela e eu olhando. Que tesão que me deu.


No decorrer da semana transamos, conversamos e no sábado marcamos de ir na balada de novo. Dessa vez liguei pro Ronald e perguntei se ele tinha arrumado alguma namorada lá. Ele disse que só um esquema, mas que já tinha terminado. Aí convidei ele pra gente ir numa outra balada onde não tinha muitos conhecidos nem meu nem dele. Ele topou.


No sábado falei pra Patrícia que iríamos sair à noite. Escolhi um vestidinho pra ela bem soltinho, de alça, que ela usa sem sutiã. Pedi pra ela por um fio-dental bem sexy. Lógico que ela adorou, já que gosta de roupa curta. Fomos à noite pra tal balada. Ela não sabia que o Ronald ia também.


Quando entramos, meio escuro, Ronald me manda uma msg dizendo que já estava na casa. Falei onde a gente estava. Ele chegou de calça apertada, dava pra ver o volume. Parece até que ele sabia. Me cumprimentou e cumprimentou a Patrícia com aquele abraço. Foi lá, trouxe uma dose pra ele e uma pra ela, eu na cerveja.


Como não conhecia ninguém ali, fiquei mais sossegado. Ele já convidou ela pra dançar. Lá foram ele e eu só de lado olhando. Ele esfregando nela... Quase gozei sem pegar no pau. Ficamos ali na mesa batendo papo. Patrícia com um sorriso safado no rosto.


Quando ele foi no banheiro, falei pra ela:

— Vamos pra outro lugar?

— Aonde?

— Sei lá, mais reservado. O que acha? Chamamos o Ronald também?


Ela riu e falou:

— Vamos então.


Pensei: vamos pra um motel, já que ele veio de Uber. Falei com ele, ele topou. Saímos, passamos numa adega, pegamos um vinho e uma cerveja. Ele falou:

— Vamos pra onde?

Falei:

— Não sei ainda.


Ele riu:

— Vamos pegar uma hidro num motel.


Pensei: mordeu a isca. Lá fomos nós.


Chegamos no motel, ele ligou a hidro. Patrícia colocou uma música, abrimos um vinho e os dois começaram a dançar de novo. Ele foi no banheiro, bateu uma água no corpo e voltou só de cueca. A hora que vi o volume quase levei a Patrícia embora. Ela olhou e ficou parada. Nisso Ronald já entrou na hidro. Eu e Patrícia fomos bater uma ducha. Ela colocou outro fio-dental pretinho e foi de vestidinho até a hidro, tirou e ficou só de calcinha. Ele olhou quase que pulou em cima.


Eu de um lado, ele do outro, ela no meio. Ronald pegou o controle da TV e colocou no Sex Hot, tava passando bem um ménage. Ficamos ali abraçados e eu cochichei no ouvido dela:

— Pega no pau dele.


Ela, por baixo da água, esticou a mão e abraçou o pau dele. Nem cabia na mão dela. Ele baixou a cueca, deu pra ver a cabeça fora da água.


Nisso Patrícia massageando o pau dele até que largou de mim e caiu de boca naquela cabeça gigante. Quase não conseguia abocanhar. Ele esticou o corpo e eu vendo minha esposa chupando outro pau... Eu já com as bolas doendo de tesão. E ela começou uma chupada frenética, parecia que já queria chupar aquela rola. Muito safada, virou uma puta que eu nem sabia que tinha em casa.


Depois de um certo tempo ela decidiu me fazer um carinho. Ronald levantou. Aquela pau parecia que não ia sair mais da água. Eu olhei e me assustei: era descomunal. Ele pegou uma toalha e saiu. Nós saímos também, nos enxugamos.


Ele colocou ela na beirada da cama e começou a chupar ela. Parecia que ela ia infartar de tanto que retorcia. Nisso coloquei meu pau na boca dela. Chupava com maestria. Ronald colocou uma camisinha (quase não entrava naquela piroca grande e grossa), colocou a Patrícia de frango assado, deu mais uma chupada e mirou aquela rola.


Pensei: coitada da bucetinha dela, nunca mais será a mesma. Ela segurou na minha rola. Conforme ele foi socando, ela apertava meu pau. Ele foi carinhoso quando entrou, começou um vai e vem até ela acostumar. Gente, era lindo ver aquela rola abrindo aquela bucetinha lisinha. Bombou, bombou e ela gozou, berrou que nem uma louca.


Ronald virou ela de quatro. Eu levantei pra ver entrar. Parecia que ia quebrar o quadril dela. A bucetinha pingava de molhada. Quase a cena mais linda vendo minha putinha gemendo naquela rola. Depois ela foi por cima, encaixou e cavalgou igual uma puta. Até que ele tirou, puxou a camisinha, ela caiu de boca e ele encheu a boquinha dela de porra.


Eu fiquei abismado com o desempenho dela. Não acreditei na puta que tava guardada. E eu, corno, com tesão de ver minha esposa sofrendo. Voltamos pra banheira, depois meteram de novo e de novo. Saímos do motel às cinco da manhã. Deixamos o Ronald em casa. Ele deu um beijão nela e fomos pra casa.


No domingo levei café com frutas pra ela, tratei ela igual uma rainha. E eu... Totalmente feliz.


Somos casados, moramos em Curitiba, curtimos solteiros e casais iguais a nós que gostem de uma putaria. Bjsss.


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