Acordei pensando em você

  • Temas: fantasia, chupada, oral, dedos, romance
  • Publicado em: 11/03/26
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  • Autoria: ana_cash
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Private Muse

Fiquei pensando na gente hoje, quando acordei. Imaginando a gente num quarto, uma cama grande e nós dois numa poltrona. Eu sentada no seu colo, de costas pra você, usando uma camisolinha transparente, cor de rosa, te provocando esfregando a bunda por cima da sua cueca.


Você colocava a mão direita por dentro da camisola e apertava meus seios. Você sabe sempre exatamente o ponto entre a dor e o prazer. Sua mão esquerda segurava meu pescoço enquanto você me beijava, abafando os gemidos que suas mãos me causavam. Então você descia a mão e começava a massagear meu clítoris, fazendo movimentos circulares, sem pressa. Você gosta de me ver sofrer com a boca encostada na sua. Olha no meu olho e faz “shhh” da forma mais cínica que você consegue e minhas mãos apertam com força os braços da poltrona. Você leva os dedos até a minha boca, me faz chupar e depois volta a mão onde ela estava, enfiando dois dedos em mim. Eu me contorço inteira no seu colo. Começo a me arrepender de ter te provocado, porque você é muito melhor nisso do que eu. Eu me entrego muito fácil, você se controla. Você não tem pressa e me leva ao limite de ter que implorar pra você me comer.


Seu dedão massageia meu clitoris enquanto enfia outros dois em mim. Segura meu pescoço com firmeza pra eu não virar o rosto de jeito nenhum, pra você poder assistir.


Então, você abaixa um pouco a cueca, e encaixa o pau em mim. Você me deixa sentir ele todo enquanto me esfrego e deixo ele todo lambuzado. De novo, de forma cínica, você não faz mais nada. Quer me ver matar a vontade de escorregar ele inteiro para dentro de mim, sentindo cada segundo, me abrindo devagar. E eu faço isso com alívio. É como beber água gelada quando se está com muita sede. Seu pau entra fácil e quando eu sinto todo dentro de mim, me acalmo, encosto a minha boca na sua e começo a rebolar devagar. Eu já nem controlo mais os movimentos, não sei mais nem o que estou fazendo. Só me deixo levar. Você então volta a mão direita e recomeça a massagear meu clitoris. Abafa mais um gemido meu - “shhhh”… que ódio.


Falta muito pouco para eu gozar assim, sentada no seu colo. Mas você não deixa. Parece que todo seu carinho por mim desaparece quando transamos e você se torna meu rival. Disputa comigo pra ver quem é mais cruel. Mas nessas horas eu não sou nada. Não sou a mulher brava que gosta das coisas do seu jeito. Com você eu fico fraca, me sinto tão segura que nenhum músculo meu se preocupa em se opor aos seus comandos.


- Ajoelha. - você fala no meu ouvido.


Eu obedeço.


Você nem se mexe. Eu faço tudo. Me levanto, viro de frente pra você, me ajoelho, deslizo as mãos pelas suas pernas, seguro seu pau e coloco quase inteiro na boca. Depois eu vou ficar pensando que deveria ter feito diferente, devia ter te provocado mais, feito alguma gracinha. Mas na hora eu não penso em nada, sou controlada apenas pela vontade.


É uma delícia sentir meu gosto em você. Esses são os poucos minutos em que eu me sinto no controle. Eu gosto de ver você se contorcer, tentar segurar o gemido, suspirar. Gosto quando tento colocar seu pau todo na boca, até me engasgar, e você se retrai… gosto quando você enrosca os dedos no meu cabelo e retoma o controle ditando o ritmo. Agora eu sei que despertei seu pior lado… ou melhor, não sei.


Você me puxa para cima, beija minha boca enquanto eu me encaixo de novo no seu colo, dessa vez, de frente pra você. Enquanto minha buceta engole seu pau, você abaixa as alças da camisola e chupa meus peitos com força. Eu rebolo sentindo você dentro de mim, esfregando meu clítoris na sua pele, você aperta minhas costas, desce as mãos até a minha bunda, e segurando com força, me ergue um pouco e começa a meter em mim. Com pressa. Forte. Eu aperto seus ombros, quase perco o ar. Então você para, beija a minha boca, se levanta comigo em seu colo e me deita na cama.


Eu queria que você continuasse, mas parece que você sabe o que eu quero e faz o contrário. Eu falei, você é melhor nessa disputa do que eu. Você me vira de costas, ergue meu quadril e então eu sinto sua boca, sua língua, suas mãos me apertando enquanto você chupa minha buceta como se estivesse beijando a minha boca. Brinca com o meu cuzinho enquanto se lambuza em mim.


Perdi completamente a noção do tempo, não sei quanto isso durou, só senti seu pau entrando em mim de novo. Você metia rápido e eu gostava do som do seu quadril batendo no meu. E quanto mais eu gostava, mais forte você me comia. E quando não dava pra meter com mais força, você descontava com a palma da sua mão na minha bunda.


- Você gosta, né? Han? Não gosta de ser comida com força?

- Ahammm

- Você é muito puta…

- Hmmm

- Você é minha puta.

- Sou…


Eu sinto seu dedo no meu cu. Você é muito safado. Não está satisfeito.

Mas você não força nada, quer me fazer pedir. Vai brincar comigo até eu sentir vontade de dar meu cu pra você. Mas é uma delícia essa sensação…


Você segura meus braços para trás, não me deixa encostar na minha buceta. Eu queria me tocar, mas se eu fizer isso vou gozar muito rápido. Você quer prolongar minha agonia, massageia você mesmo meu clitoris.


Eu sei que você não está mais conseguindo segurar quando você me solta e me deixa me masturbar enquanto você me come. Eu gozo no seu pau te pedindo pra não parar. Você não para até me sentir perder as forças. Você diz de novo: - ajoelha.


Eu obedeço mais uma vez.


Chupo você até sentir seu pau começar a pulsar na minha boca e então sinto sua porra quente escorrer. Eu engulo o que eu consigo e continuo te chupando. Você se senta na cama, retoma o fôlego. Eu me deito do seu lado… acaricio as suas costas enquanto respiro fundo…


Hora de me levantar.


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