Só mais uma noite de vadiagem no forró
- Temas: sâmia, babá, anal, cu, bunda, forró, mato, natureza, foda anal, rabuda, gostoso, novinha, dança,
- Publicado em: 20/03/26
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- Autoria: babazinha_samia
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Era pra ser só uma dança no forró, mas o cara começou a esfregar o pinto duro em mim. Só eu mesma pra atrair esses homens descarados, viu! Era cada encoxada que ele me dava que eu até sentia o pau dele rolando dentro da calça. Que bicho nojento! E ainda ficava com a cabeça deitada no meu ombro só pra cheirar meu pescocinho, o safado!
Mas eu adoro dançar um forrozinho, ainda mais com um homem gostoso. Então fingi que nem sentia. Ele me girava pra lá, e puxava pra cá. E encoxava de novo. E me cheirava. O arrasta-pé era só pretexto pra me dar umas pinadas fortes. Vixe! vai já melar a cueca e a minha saia se continuar desse jeito! Aff! E se alguém percebe, né? Ainda mais que a pica dele fazia um rolão estufando a calça.
Ah! não! Tá certo que ele era bonito, mas já tava passando dos limites!
Quando acabou a música, já meti uma desculpa que não dava pra dançar outra porque meu namorado podia até aparecer. Ele riu:
"Hah! você tá mentindo, menina. Se você tivesse namorado mesmo, nem tava sozinha aqui no forró."
"Num tô mentindo, tá? Meu namorado deixa eu ir sozinha pra onde eu quiser!"
"Então dança outra comigo!"
"Já cansei! Dá licença!"
"Você não gostou de dançar comigo?"
"Não! Você tava se aproveitando de mim."
"Ah! Você tava gostando, que eu sei!"
"Você é bem convencido, né?"
"Vamos ficar um pouco lá fora!"
"Eu não!"
"Por quê? A gente só vai conversar um instante ali no escurinho da rua."
"Ha ha, você acha que sou boba? Você tava abusando de mim no meio do salão e ainda quer que eu vá com você pra aquele escuro? Vou nada! E dá licença que vou ficar com o meu pessoal!"
"Pera, gata!" Ele disse me segurando firme pelo braço. Olhei nos olhos dele.
"O que foi?"
"Promete dançar comigo de novo mais tarde?"
"Não! Não quero mais dançar! Daqui a pouco eu vou embora!"
"Eu levo você pra casa então! Estou de jipe. Promete me deixar te levar?"
"Não prometo nada." Respondi soltando o braço.
E corri pra perto da minha prima Silvia e o namorado dela, o Titico.
Ainda me virei pra olhar pro sujeito metido e vi que ele ficou ali de pé, rindo pra mim. E depois de levar dois dedos aos lábios, me mandou um beijinho.
Perguntei à prima:
"Você conhece aquele cara de chapéu?" A prima olhou rapidamente. Ele era um tipo alto, de bigode grosso e usava um chapéu de vaqueiro e botas, e com uns quarenta anos de idade.
"Ué! Você tava dançando com ele sem conhecer?"
"Eu tava, né? Normal numa festa. Mas eu quero saber se vocês conhecem ele, se é daqui da serra. Tem jeito de ser casado, num acham?"
"Num sei. Nunca vi!" Disse a prima.
"Nem eu!" Falou o namorado.
Olhei de novo pro meu admirador safado. Mas ele tinha virado as costas.
Ah! Tá bom! Nem quero conversa com homem casado! Pensei.
Um outro cara me chamou pra dançar e eu aceitei. Olhei em volta procurando o tarado. Ele tinha ido se sentar no bar e me vigiava de longe. Notei que tava bem putinho porque eu tinha dito que não queria mais dançar e já tava dançando com outro. Ha ha. Fiz de propósito! Dancei bem agarradinha com o meu novo par, um rapaz bem mais jovem.
Mas esse era também outro bicho atrevido, que sussurrou no meu ouvido que eu era gostosa. Mas pelo menos não ficou se esfregando com pau duro em mim. Se bem que no fundo eu tinha gostado de sentir o pau do vaqueiro sem vergonha. Ele tinha um pauzão, sabe? Gente do céu! Eu não conseguia esquecer!
Onde que ele tava? Procurei, passando os olhos pelo salão. Não vi. Fomos tomar água, eu a prima e o peste dela. Fui ao banheiro também. Tava toda suadinha das danças e lá molhei o rosto. A saia justa já ameaçando se rasgar.
Voltei ao salão. E nada de avistar o cara. Fui descansar numa cadeira tomando cerveja num canto. Estava meio bêbada, ou muito bêbada talvez.
Bem, aí vi o meu safadão lindo de novo. Ele dançava com uma mulher morena. Só podia ser a esposa pra ele querer se agarrar com uma coroa acabada como aquela. Levantei e fui avisar à prima que ia embora.
"Mas já, Sâmia? Agora que é meia noite!"
"Tô tonta e cansada."
Mas será que era a esposa dele mesmo? Pensei melhor e achei que não fosse porque ele não ia dançar com outra estando a esposa por perto, né? Ai! que cabeça burra a minha! Mas então, se não era a mulher dele, como que ele tava dançando com outra? Ele não tinha dito que queria falar comigo lá fora? Cachorro traidor!
Que ódio daquela mulher, tá? E dele também.
Vou embora, sim. Eu pensei. Ou talvez eu vou dar a buceta agora pra aquele menino novinho que dançou comigo. Ele merece bem mais!
Se o idiota não tivesse sumido, né?
Deixei a prima lá com o chato do namorado dela. Eu ia era pra casa mesmo. E fui mesmo! Quer dizer... tava indo, esperando o uber, quando ouvi a voz dele ao meu lado:
"Ia embora sem falar comigo?"
"Ia embora, sim! Você tava com sua esposa, ora!"
"Aquela moça? Minha esposa? Nem conheço! Foi só uma dança."
"É... mas eu já tava indo."
"Ah! num vai, não! Vem aqui!"
Ai fui, né? Muito bêbada, muito cheia dos pensamentos de mulher. Vocês sabem... A gente que tem tesão na xoxota não resiste. Ainda mais quando o homem é tesudo e te arrasta pro escuro daquele jeito, todo mandão.
E já me lascou um beijão me jogando contra o muro. Levantou minha saia. Afastou a calcinha e enfiou os dedões na minha buceta me puxando por ela como se eu fosse uma bola de boliche. Ai que até doeu! Mas eu também tava com a bexiga cheia.
"Preciso fazer xixi, tá?"
Tinha tomado cerveja demais.
"Então vamos ali no mato!"
E fui com ele de mãos dadas, pro mato ali perto. Me levou mais longe do que o necessário. Num lugar descampado, junto da serra.
"Vira pra lá e não olha!" Eu pedi.
Ele virou.
Baixei a saia, rolei a calcinha e me agachei pra mijar.
A luz da lua iluminava dentro das minhas coxas. Soltei um jato que fez barulho e ele veio bem pra pertinho, pra me ver mijando.
"Hei! Por favor, não olha!"
Ele riu e continuou me observando fazer um xixizão que não acabava nunca. Que pervertido nojento! Aff! Nem liguei mais. Quer olhar? Pois olhe!
Ufa! que bom quando terminei!
Mas ele nem deixou eu me levantar. Tirou o pau de dentro da calça. Já bem durão. Jesus! Que homem doido e pauzudo!
Ele me disse alisando meus cabelos:
"Eu sei que você tá a fim. Não vamos perder tempo. Chupa gostoso, gatinha!"
Nossa! Que até fiquei sem reação. Levantei os olhos pra ele com uma cara feia, mas ele segurou minha cabeça e foi tentando enfiar na minha boca. Bem, eu não ia estragar tudo me recusando a chupar, né? Até porque eu tava era querendo chupar mesmo!
"Tá bem! Calma!" Eu disse já segurando na tora.
Hum, abri a bocona e já fui degustando aquela pica delícia! Gostinho de macho que melou a cueca. Adoro! Quando vi, eu tava era mamando gostoso. Fazer o quê, né? Eu tinha ido pro forró era pra chupar rola mesmo! Humm, delícia! Mamei bem gostosinho só pra ver o quanto ele aguentava. Vai já dar uma esporrada, quer ver?
Depois que ele quase goza, me fez levantar e me beijou a boca toda babada. Me puxou pela coxa, me fez colar nele e esfregou a tora no meio das minhas pernas. Encaixou na fendinha e enfiou bem duro, de pé mesmo. Ui! que gemi alto com a buceta toda entupida. Hum! Ele meteu e logo me deixou bem meladinha de excitada.
Se aproveitando de eu estar bêbada, ele me virou de bunda pra ele e foi pincelando a cabeça da pica no meio da minha bundona gorda, procurando meu anel. Parece que ele leu foi os meus pensamentos. Como que ele sabia que eu tava a fim? Eu tava qurendo demais! Então deixei, empinando.
Ui! Desgraçado! Ai! Que nem entrava! Que diabo de homem grandão!
"Pera! Passa mais cuspe, né?"
Ele passou e melhorou. Ai! que foi complicado. Mas entrou tudinho que foi lá no fundo.
Ui! Humm... Reclamei mas fiquei quietinha na posição. Uff! que eu tava até suando. E ele fodendo meu rabinho, me abalando toda com as pirocadas no meu bundão. O cara metia caladinho, mas a foda fazia barulho e me deu medo de alguém escutar. Ai Jesus! E se aparece alguém e vê eu dando o cu daquele jeito, né?
Mas tava bom demais pra parar! Ai! que homem!
Enquanto eu gemia, o cara fez igual um cachorro engatando numa cadela, só que no cu.
E a minha noite de forró acabou com aquele cara me fodendo no mato até ele gozar, de pé no meio da clareira. Que foda bem dada no meu rabinho! Uf! maravilha!
Só que lembrei de uma coisa no final e reclamei pra ele:
"Olha, você comeu minha bunda sem camisinha? Só porque tô embriagada, né? Se eu soubesse, nem tinha deixado!"
"Vai na polícia dar parte."
"Ah! É assim agora? Pois tchau! Abusado! " Eu disse. E ajeitei a calcinha e fui andando pegar meu uber.
"Não vai querer a carona, menina?"
Nem respondi!
Fui pra casa ainda bem tontinha. Mas valeu a pena, né? O safado comeu meu cu bem gostoso e eu amei mais uma noite de vadiagem no forró. Ai ai... bom demais!
Fim
