Minha irmã quis dar para mim, e deu! Pecado? - Cap. 1 de 2
- Temas: incesto, casual, romance
- Publicado em: 26/03/26
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- Autoria: Dakeng
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Por volta de 45 anos atrás, nossos pais vieram de uma pequena cidade do estado de Tocantins para conseguir uma vida melhor na cidade onde hoje estamos. Trabalharam arduamente, sacrifícios vencidos e conquistas conseguidas, como a casa própria e o veículo do sonho. Com economia, enviavam dinheiro para a família na cidade deles ir quitando um pedaço de terra para quando retornassem à cidade natal. E foi isso que fizeram, retornaram de onde vieram. Aqui ficamos, os filhos, porque aqui nascemos, temos nossas vidas, bons empregos, amores, amigos, carro e moto, e a casa como herança, e dentro dela as gratas recordações dos queridos pais, agora tão longe.
Minha irmã é Laura, 21 anos, muito bonita, um belo corpo moreno claro, é funcionária no shopping em uma loja de roupas, bolsas e outros itens de grife, tem salário fixo e comissão nas vendas. Ela namora Fábio, um jovem que é gerente dentro do mesmo shopping em uma loja de revenda de celulares, assistência técnica e outros itens relacionados. Ele demonstra claramente que gosta dela, educado e prestativo, mas sabia também que já a levava para o Motel e se deliciava com aquele corpo jovem e gostoso de minha irmã.
Já eu, Laércio, 25 anos, funcionário no setor de contabilidade da Prefeitura, ganho até bem. Geralmente, aos sábados, quando Fábio a levava para se divertir e depois ao Motel, eu levava minha namorada Cristina, 20 aninhos, bonita e deliciosa, para passar alguns momentos em minha casa e na cama, momentos íntimos exaustivos.
Por causa do trabalho, tínhamos uma vida muito corrida, praticamente nos víamos pela manhã e à noite quando retornávamos do serviço. Por sermos irmãos, tínhamos uma rotina descontraída dentro de casa. Pela manhã quando levantava já ia ao banheiro, geralmente vestindo um pijaminha curtíssimo e levinho, outras vezes com uma camisolinha quase transparente, calcinha e sutiã, não havia maldade, apesar de ser minha irmã, seu corpo era belo, o Fábio era sortudo. Na mesma situação ficava eu, de sunga ou calção, geralmente sem cueca, juntos fazíamos café, fervia leite, pão de forma com queijo e presunto, à vezes bolo de fubá que Laura mesmo fazia e que mamãe a tinha ensinado. Era normal ficarmos assim na cozinha ou andando pela casa.
Ela se produzia e ficava muito bonita para ir ao trabalho, ficava linda com seu sorriso cativante e o belo corpo. Sempre me contava que recebia muitas cantadas, convites para jantar. Ela ia com nosso carro, e por ser homem ficava com a moto. Nos finais de semana cada um tem sua vida amorosa. Alguns domingos ela trazia Fábio e eu e Cristina, fazíamos um churrasquinho, cerveja, caipirinha, ficávamos conversando, e bem mais tarde depois ia com Fábio para seu quarto dizendo que iam assistir série de suspense, mas a atividade era outra, mas não podia reclamar, pois também levava Cristina para o meu. Interessante era que passado um bom tempo Laura batia na porta do meu quarto e perguntava para Cristina se queria ir ao banheiro com ela, era claro que iam se limpar. Antes de anoitecer Fábio ia embora e eu levava Cristina para sua casa.
Durante a semana, já ao anoitecer, era o nosso reencontro, quem chegasse primeiro já tomava banho e esperando pelo outro, já procurava esquentar o arroz e feijão, um bife e salada, era o nosso costumeiro jantar, outra vez uma macarronada rápida ou se pedia lanches. Como sempre, eu de sunga ou calção sem cueca, e ela com o pijaminha ou a camisolinha, calcinha e sutiã, íamos para a sala assistir um pouco de televisão. No sofá, se ajeitava e acabava colocando sua perna em meu colo e pedia para massagear seus pés e as batatas de sua pernas pois ficava praticamente em pé durante todo o dia no serviço, às vezes com a camisolinha e ao se movimentar ela sabia e dava para ver sua minúscula calcinha e mais alguma coisa. Com certeza Fábio se deliciava com aquele corpo lindo.
Numa certa manhã, nos encontramos na cozinha, como sempre, coisa normal, mas ela olha para mim e diz: - Nossa irmão, o que é isso? - Isso o que, irmã? - Olha aí na sua sunga a situação, vá ao banheiro urinar para acalmar essa "tromba", coitada da Cristina. - Coitada por quê, Laura? - Ela me contou o tanto que sofre com o tamanho dessa sua "tromba", só fica com você porque te ama. - Deixe de ser boba irmã, nem tinha percebido a situação que estava, devia ter ido primeiro ao banheiro.
Nossa rotina continuava, saindo para trabalhar e voltando para casa, banho, preparando o jantar, depois o sofá, as vezes pedindo a massagem nos pés e na barriga das pernas, estranhamente começou a pedir nas coxas, depois que eu fazia ela disfarçadamente dava uma olhada na direção de minha sunga. Quando às vezes eu sentava na poltrona individual do sofá, ela vinha e sentava em meu colo e pedia para fazer massagem em seus ombros, mas nada de anormal acontecia. Só que, em certa ocasião, estava na poltrona, de calção largo e sem cueca, ela pediu massagem nos ombros, veio e sentou, e não sei o que aconteceu, meu pinto endureceu, não tinha como ela não perceber, se estava sentada em cima dele. Pela situação chata, falei que já tinha terminado a massagem, mas ela disse que estava gostoso e que era para continuar, mas com jeitinho ficava se mexendo. Logo levantou e disse: - Nossa irmão, deu para sentir essa sua "tromba" agitada em minha bunda, estava pensando que eu era a Cristina? Quer que eu ligue para ela vir te aliviar? Fomos dormir.
Um amigo nosso ia se casar, chamou Laura e Fábio, eu e Cristina para padrinhos. Foi uma festa muito bonita, dançamos no salão e bebemos muito, e nesse dia fui até irresponsável, pois estava alterado pela bebida e mesmo assim fui levar Cristina para sua casa, e Fábio traria Laura que estranhamente estava bebendo muito, inclusive misturando bebidas. Eu já estava em casa, quando Laura trouxe Fábio para dentro de casa, sentaram no sofá da sala, mas logo ela saiu e voltou com uma roupa bem mais leve.
Percebendo o que ia acontecer, entrei para meu quarto e ela sabia que eu não ia sair enquanto Fábio não fosse embora. A porta do meu quarto dava para a sala, e curioso comecei a olhar pelo buraco da fechadura, ela não estava bem, ria muito, alterada pela bebida. Começaram a se beijar, Fábio levantou sua blusinha e mamou gostoso nos peitinhos durinhos de minha irmã, a saia foi levantada e as mãos percorreram aquelas coxas gostosas, a safada estava sem calcinha e pela primeira vez vi sua bucetinha, foi ela mesmo que tirou o pinto de Fábio para fora e chupou até ele gozar e engoliu. Com essa situação acabei ficando com o pinto duro e era esquisito isso, pois era minha irmã. Logo depois da gozada, certamente satisfeito, Fábio foi embora.
Percebi que Laura foi na cozinha, depois no seu quarto, passou pelo meu, bateu na porta e entrou, só estava de cueca, e ela disse que não estava boa, tinha bebido muito, ia tomar banho para ver se melhorava. - Tome um leite gelado, irmã, antes de ir dormir. Já estava quase dormindo, quando ouvi uns barulhos diferentes no quarto de Laura. Levantei e fui ver o que estava acontecendo, acendi a luz, Laura estava vomitando e fez isso no travesseiro, na cama e no chão, a situação estava feia, um cheiro de azedo, estava só de calcinha, tinha vômito até nos peitinhos.
Peguei uma toalha e dei para ela limpar a boca e os peitinhos. Fui à cozinha, peguei um copo de água e dei para ela enxaguar a boca e tirar o gosto ruim. - Desculpe irmão, eu bebi muito e fez mal. Levei-a ao banheiro, liguei o chuveiro, tirei sua calcinha que estava suja de vômito e pedi para ela ficar debaixo do chuveiro. - Fique aí irmã, vou ao seu quarto trocar o lençol, travesseiro e limpar o chão. Quando voltei ela estava sentada no chão do banheiro debaixo da água. - Não consigo ficar em pé irmão, está tudo girando. - Vou te dar um banho Laura, você está com cheiro ruim de vômito. Tirei a cueca para não molhar, a levantei e com a buchinha comecei a esfregar nela. Ela não se firmava em pé, precisava segurá-la, com isso nossos corpos se encontravam, acabei ficando excitado e o pau endureceu.
Mesmo na situação que estava, ela percebeu meu pinto duro relando em suas coxas, ela olhou para baixo e viu, levou a mão e pegou, tentei esquivar, mas ela continuava segurando: - Nossa irmão, essa "tromba" é grande mesmo, quando Cristina me disse não acreditei, mas é verdade, muito maior do que o do Fábio, que já acho grande. - Tire a mão Laura, somos irmãos. Desliguei o chuveiro e a sequei, ambos pelados a levei para o quarto e a deixei do mesmo jeito na cama, que corpo lindo. - Sua "tromba" ainda está dura irmão, só porque está me vendo nua, está me desejando, disse Laura. - Não falei nada, fui na cômoda, peguei uma calcinha e sutiã para colocar nela. - Não quero isso não, irmão, abra a outra gaveta e pegue a camisolinha e coloque em mim, quero dormir confortável.
Quando ia sair do quarto ela disse: - Desculpe outra vez pelo trabalho que estou lhe dando essa noite, mas vou recompensá-lo, você é um bom irmão, mas ainda está com essa "tromba" dura, a Cristina não está te aliviando? - Durma Laura, se precisar de alguma coisa, me chame que venho lhe ajudar. - Não vá não irmão, fique comigo até eu melhorar. - Espere um pouco irmã, vou ao meu quarto e já volto. Voltei vestido com uma cueca, deitei ao seu lado, apaguei a luz e disse: - Vamos dormir Laura.
Mesmo ali dormindo, Laura se revirava muito na cama, parecia que alguma coisa a preocupava, um sono atribulado, estava inquieta. E nessas roladas pela cama, seu corpo chegou até mim, colocou uma de suas coxas por cima das minhas, e seu braço em cima do meu peito como estivesse me abraçando, e nessa posição se acalmou um pouco, e com isso fiquei quieto. Acendi a luz, ela acordou, sua camisolinha estava na altura da cintura dela, aquelas coxas expostas em cima das minhas, sua bucetinha encostada em uma das minhas coxas. Seu corpo era belo mesmo, quantas vezes Fábio já a tinha visto desse jeito.
Com jeito, tirei sua coxa de cima da minha, tirei seu braço do meu peito, e devagar fui empurrando para se afastar de mim, ficando na posição de lado, com isso a bunda toda a mostra e se via perfeitamente sua bucetinha e o cuzinho, a tentação era demais, ah se fosse Cristina já estava sofrendo na minha vara, mas vinha em minha mente também o quanto Fábio já tinha se deliciado de minha irmã. Apaguei a luz. Passado um tempo, novamente ela veio para perto, acredito que foi involuntariamente, talvez pensando em Fábio, enfiou a mão dentro de minha cueca, pegou meu pinto e só ficou segurando. Novamente, com cuidado, tirei sua mão do meu pinto que tinha ficado duro e a rolei outra vez para seu lado.
Com um braço apoiado na cabeça e no travesseiro, deitei de lado, e na minha frente minha irmã deitada do mesmo jeito com a bunda para meu lado, e ficou uma tentação na cabeça imaginando coisas impróprias, o pinto continuava duríssimo. Percebi que Laura fez um movimento mais brusco, mas continuava deitada de conchinha, só que do jeito que estava foi se movimentando até chegar e encostar em meu corpo, sua bundinha encostada praticamente no meu pinto, deu uma acomodada e ficou quieta, meu pinto duro recebendo o contato da bundinha gostosa de minha querida e amada irmã.
No escuro do quarto, senti uma mão tateando meu corpo, e essa mão achou meu braço, o pegou, puxou para si e a mão desse braço acabou no seio de minha irmã, colocada por ela. Essa mão voltou a tatear meu corpo e chegou ao meu pinto, tirou-o da cueca e o fez ficar colado em sua bundinha. Meio assustado, acendi a luz, Laura tinha tirado a camisolinha, estava peladinha. - Apague a luz irmão e fique quieto. - Não irmã, não podemos fazer esse tipo de coisa, somos irmãos, é pecado. - Depois pedimos perdão pelo que vamos fazer, você é tudo para mim, me apoia em tudo, faz tudo por mim, arranjou um bom emprego para mim, hoje é como se fosse meu pai, e eu vou recompensá-lo dessa maneira, a Cristina me disse que você come ela gostoso e hoje quero sentir o mesmo prazer que ela sente quando está na cama com você.
- Não podemos fazer isso irmã, não é certo, você ainda está um pouco bêbada, não sabe o que faz e vai se arrepender depois. - Olhe como seu pinto está duro, está me desejando, ele nem está aí se somos irmãos, quero sentir esse seu pinto grande dentro de mim, como faz com Cristina, vai ser um segredo nosso. A luz estava apagada. Com meu pinto duro em sua mão, deu para perceber que abriu um pouco as pernas e esfregou a cabeça dele em sua bucetinha. - Por favor irmã, não podemos, me ajude a resistir, se afaste, pare com isso senão vou acabar fazendo uma loucura. Só que, antes de parar, ela se virou na cama, novamente pegou o pinto e começou a chupar, surpreendido acabei ficando sem saber o que fazer. Não dava para acreditar no que estava acontecendo, uma irmã chupando o pinto do irmão, meu amor de irmão por irmã tinha acabado, agora era só tesão, era só vontade de me aproveitar daquele corpo gostoso que tinha o mesmo sangue meu, que até o momento só Fábio tinha se deliciado.
Já não pensava mais nela como irmã, era apenas uma mulher fazendo de tudo para agradar seu homem. - Acenda a luz irmão, me veja chupando essa "tromba" grande e grossa, bem que Cristina diz que você a faz gozar gostoso, chupo o de Fábio mas em você vou fazer mais gostoso, você é tudo para mim, o que vamos fazer hoje, você e eu nunca esqueceremos, vai irmão, passe sua mão pelo meu corpo, quero sentir sua mão me acariciando, vou fazer com você melhor do que faço com Fábio. - Novamente abocanhou o pinto e o colocava até onde dava para não se engasgar, ora passando a língua em volta da cabeça dele, com os lábios puxava e levava para trás a "pelinha" da cabeça do pinto, Cristina nunca tinha feito isso para mim e estava gostoso demais. - Laura, como você pode me fazer perder a cabeça desse jeito. Ela parou e se deitou com aquele corpo maravilhoso e gostoso. - Venha irmão, comece a chupar meus peitinhos, faça com carinho e gostoso, vá acariciando e beijando minhas coxas, quando começar a chupar minha bucetinha, primeiro dê muitos beijinhos nela como Fábio faz, quero gozar desse jeito.
No Capítulo 2 e FINAL, o leitor saberá se o irmão resistirá ou não, a tentação do INCESTO, e fará a penetração do seu pênis na linda e apetitosa bucetinha de sua irmã, e ela quer isso.
