No Limite Do Desejo: Final

  • Temas: traição, ménage, triângulo, oral, anal, tesão
  • Publicado em: 27/03/26
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  • Autoria: ardens
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Private Muse

— Ela não disse que não poderia comer outro cuzinho, né? — Isadora disse sorrindo cheia de malícia. Ela virou de costas pra mim, e empinou a bunda contra a minha virilha. Recém havia gozado, mas aquilo era muito gostoso. Ela era muito gostosa e me provocava demais.


— Isa... Eu... Preciso ir... — respondi apenas o que conseguia.


Ela rebolou um pouco e depois afastou. Me olhou de ombro.


— Tá bom, mas pensa com bastante carinho, tá?


Eu só consegui concordar respirando fundo e balançando a cabeça. Ela abriu o trinque e saiu piscando o olho pra mim. Antes de sair do banheiro, aquela frase mexeu com a minha estrutura. Sabrina nunca me deu o cupor medo. Isadora estava me oferecendo e me provocando intensamente. Estava difícil de lutar. Mas saí do banheiro, lavei o rosto e voltei pra mesa.


Quando cheguei na mesa, Isadora estava bebendo enquanto observava Júnior e Patrícia conversando.


— Achei que tinha caído lá dentro, Rafa. — Júnior comentou me zoando. Todos riram. Eu me sentei, enchi o copo de cerveja e bebi olhando pra Isadora. O olhar dela me excitava. Aquela troca de olhares foi o suficiente pra tomar a decisão. Precisava sair dali.


— Pessoal, eu tenho que ir. Tenho que descansar pra amanhã e vocês também, hein? – disse isso já me direcionando até o caixa. Patrícia e Júnior ficavam dizendo pra não ir e que estava cedo. Paguei a conta e olhei pro banheiro que ficava bem afastado de tudo. As imagens da Isadora me chupando eram inevitáveis. "Que boca gostosa", eu pensava enquanto efetuava o pagamento da conta. Enquanto ia até a saída do local, percebi Isadora me acompanhando com o olhar. Ela mandou um beijo de longe. Não vou negar que foi delicioso receber a boca dela no meu pau. Mas eu precisava me conter antes que acontecesse algo ainda mais intenso. Também não vou mentir, fiquei muito dividido em ir embora ou ficar ali e comer ela logo. Porém não poderia fazer isso, eu não podia cair em tentação com a minha colega de trabalho. Confesso que senti um receio gigantesco em sair do bar e o Júnior comer a Isadora. Embora ele quisesse a Patrícia, não duvidaria se a Isadora partisse pra cima dele. Realmente não sei o que aconteceria no decorrer daquela noite. Só sei que precisava tomar um banho e dormir.


Minha consciência começava a pesar conforme a noite corria. Ao mesmo tempo que sentia culpa pelo que tinha acontecido em relação a Sabrina, também sentia receio do que estava acontecendo durante a minha ausência no bar ou sabe se lá onde.


Decidi ir para um hotel que ficava ao lado do shopping pra evitar de encarar a Sabrina. Cheguei no quarto e tomei um banho bem gelado. A culpa caía em mim de maneira brutal. Deitei na cama olhando para o céu pela janela sem saber o que aconteceria a partir dali. No dia seguinte, liguei pra Sabrina e expliquei que havia passado um pouco na bebida e que por isso decidi dormir no hotel. Ela me xingou e questionou um monte de coisa. Consenti com ela chamando de amor, mas não convenci. Ela tava muito brava e com razão. Me vesti e fui pro trabalho. Cheguei na loja, bati o ponto e fui cumprir com o meu check-list diário. Até que no caminho pro estoque, o perfume de pitaya invadiu os meus sentidos. Isadora chegava sempre com muita presença. Ela ainda não havia me visto, então aproveitei pra organizar as caixas que chegaram com novas mercadorias. Júnior estava lá arrumando as caixas do setor dele. Estávamos só nós dois e a curiosidade crescendo em mim querendo saber o que havia rolado depois que saí.


— E aí, Júnior? Tudo certo?


— Tudo sim, Rafa! E contigo?


— Tudo certo também, mas e aí... Como foi ontem? — perguntei ansioso já.


Júnior me olhou, sorriu meio sem jeito e respondeu.


— Bah, cara... Não saiu como programado, sabe?


Fiquei ainda mais curioso.


— O que não saiu? O que aconteceu?


Júnior coçou a cabeça, olhou pra porta do estoque e disse.


— Cara, não rolou nada com a Paty. Que droga, cara. Cheguei junto e ela me deixou no vácuo. Logo depois foi embora. Aí eu saí também.


O fato dele não ter mencionado Isadora me aliviou bastante, admito. Mas perguntei.


— E a Isa?


— Cara, a Isa saiu logo depois de ti. Não passou muito tempo ela disse que também tinha que descansar.


Caramba, que alívio que eu senti. Por fora eu não transparecia o tanto que vibrei por saber daquilo. Eu dei um abraço lateral nele consolando pelo vácuo da Patrícia. Ele parecia querer algo a mais com ela do que somente um lance casual. Júnior agradeceu meu apoio, terminou de organizar e voltou pro salão da loja.


Permaneci ali organizando as coisas. O pessoal deixava o estoque bagunçado e eu precisava deixar tudo arrumado pra melhorar o fluxo dos funcionários ali. Não demorou muito pro perfume dela surgir e ela aparecer. Estava bem no cantinho do estoque quando ela apareceu. Isadora entrou, olhou pra mim e permaneceu em silêncio. Ela foi até as caixas da perfumaria e eu fiquei olhando pra ela. Achei estranho não ter cumprimentado. Até que ela deixou cair uma caixa pequena. Ouvi o barulho e vi que ela se abaixou pra pegar a caixa. Queria evitar, mas não consegui. Fiquei cuidando pra ver a bunda dela enquanto se abaixava. Como era gostosa! Ainda mais empinada daquele jeito. Os meus olhos acompanhavam ela ficando de quatro no chão frio do estoque. Não conseguia acreditar no que ela estava fazendo. Mas não queria parar de ver aquela delícia de mulher. Isadora olhou de ombro pra mim naquela posição e mordeu o lábio inferior. Que safada! Ela sabia que eu estava olhando. Me senti ingênuo na hora. Ela levantou devagar e veio na minha direção. Meus olhos correram pra porta do estoque. Ela olhou pra mim e disse.


— Oi, Rafa! Senti tua falta depois que saiu ontem...


Olhei pra ela que parecia se aproximar cada vez mais.


— Isa, o que tu quer comigo?


Ela me olhou de cima a baixo, passou a mão no cabelo e respondeu.


— Digamos que eu gosto de provocar e sentir um certo risco. O coração batendo acelerado cheio de adrenalina, sabe?


— Isso tudo porque sou casado? — perguntei até como forma de fuga.


Isadora me olhava brincando com a mecha do cabelo ruivo.


— Não é porque tu é casado, gato... É porque tu finge que luta contra algo que tá louco pra ter...


Isadora chegou bem pertinho trazendo aquele cheiro delicioso, a mão dela foi da mecha em direção ao meu braço acariciando de leve. Caralho, me arrepiei todo e não me aguentei. Olhei pra porta do estoque rapidamente, segurei ela pela nuca e encostei na parede num beijo intenso. As línguas se enroscando ao mesmo tempo que meu pau latejava. Ela colocou uma das pernas atrás da minha. Por mais gostoso que estivesse sendo aquele momento, um barulho me fez parar na hora. Vinha da porta, mas ninguém entrou. Um breve silêncio substituiu o nosso beijo até que Isadora comentou.


— Nossa, Rafa... Confesso que me pegou de surpresa. E que pegada, hein? Temos que continuar depois. Ela disse, piscou pra mim e saiu. Fiquei desnorteado ali. Eu perdi o controle naquele momento. Olhei pra aliança e os flashbacks com Sabrina me atordoavam. Queria comer a Isadora pra acabar logo com isso mas não queria quebrar o que construí com Sabrina nesses anos todos.


Como era sábado, o movimento da loja era mais intenso. Depois que terminei as coisas no estoque, voltei pro salão pra repor os materiais que havia organizado. Após o que rolou no estoque, Isadora passava por mim apenas olhando. Ela não disse mais nenhuma palavra durante o dia. Fui pro intervalo e praticamente fugi indo pro banheiro masculino do shopping. A minha mente conflitava entre o desejo e a fidelidade. Passei o intervalo todo ali. Ora via as conversas com Sabrina pelo celular e outras ficava vendo o perfil da Isadora nas redes. O sentimento de culpa me amassava.


Estava perto do intervalo acabar e precisava voltar pra loja. Voltei e segui o trabalho focando nos clientes. Gostava de atender o público e fazia bem pra distrair a mente dos pensamentos inevitáveis.


De longe ou perto, Isadora seguia me observando. Somente troca de olhares até durante atendimentos. Faltando meia hora pra acabar a jornada, mandei uma mensagem pra Sabrina dizendo que tive um problema no sistema e iria demorar pra chegar. Ela só me respondeu com um "Como sempre né, Rafael?". Sabrina não mentia, mas antes de Isadora entrar na minha vida, a prioridade era o trabalho.


Estava na sala da gerência verificando o sistema, enquanto via o pessoal passando e se despedindo. Cumprimentava a todos. Percebi que somente Patrícia e Isadora não haviam saído ainda. Permaneci ali e depois de uns vinte minutos, Patrícia passou dando tchau. Logo chegou a vez de Isadora que mandou mais um beijo de longe piscando pra mim. Estranhei também o fato dela ter dado tchau e saído da loja, pois imaginei que iríamos conversar no mínimo. Mas não. Ela não falou comigo no restante do dia e mandou aquele beijo saindo da loja.


Estava sozinho na sala da gerência quando desliguei o sistema, peguei minhas coisas e fui embora. Na saída do shopping, lá estava ela parada em um muro, apenas me observando e sorrindo.


— Achei que ía dormir na loja hoje. — disse Isadora enquanto me aproximava.


— Não, não... Eu já estava saindo, era só resolver o sistema mesmo que tava com problema... — respondi curioso com a espera dela.


Isadora me olhou de cima a baixo novamente com aquele sorriso que acabava comigo.


— Vamos ali no meu apê, Rafa? Tomar um café e ouvir uma boa música?


Eu sorri com o convite e todo aquele momento. Tentei disfarçar a minha resposta positiva, mas apenas acompanhei ela sem dizer uma palavra. Isadora apenas ria leve. O apartamento era realmente bem perto do shopping. Subimos alguns lances de escada com um misto de euforia e adrenalina. Isadora abriu a porta e ali eu soube que não seria apenas um café.


Ela andou rebolando na minha frente com aquele jeans apertado. A bunda dela me hipnotizava e eu sabia que era tarde pra recuar. Só deixei ela largar a bolsa num balcão ali próximo e cheguei por trás, encoxando. Senti meu pau endurecendo ao mesmo tempo que ela gemia baixo. Isadora rebolava enquanto eu apertava um de seus seios ali mesmo na sala. Ela colocou a cabeça pra trás apenas sentindo o prazer daquele momento. Agora sem ninguém pra interromper. Virei ela e nos beijamos intensamente como mais cedo no estoque. Nossas línguas se encontravam naquele tesão imenso e contido à meses. Conforme nos beijávamos, ajudei ela a tirar a camiseta do uniforme e ela fez o mesmo comigo. Não demorou pra chegar no meu cinto onde ela olhou pra mim sorrindo. Jogou meu cinto longe e tirou o sutiã revelando seus apetitosos seios. Assim que vi já cai de boca chupando. Ela delirava. Percebi que gostava da chupada e continuei. Passava a língua em volta do biquinho. Isadora gemia baixinho. Era gostoso demais sentir o aroma de pitaya invadindo meu olfato. Apertei a bunda dela com firmeza, colando os nossos corpos um no outro. Logo, ela tirou a calça junto com a calcinha, já revelando a buceta melada. A única buceta da minha vida era da Sabrina. Ver outra naquela euforia toda me enlouqueceu ainda mais. Tirei o restante da minha roupa e a minha rola saltou dura diante dela. Isadora arregalou os olhos como se não tivesse visto na noite anterior.


— Mas é muito grande, Rafa! Caralho!!


— Eu tô doido pra enfiar tudo em ti, safada!


Voltamos a nos beijar e conforme o beijo avançava, lembrei de algo na hora.


— Puxa, eu tô sem camisinha! Isa, eu vou ter que descer ali na farmácia rapidinho! — disse desesperado. Isadora me olhou sorrindo e respondeu.


— Eu tenho aqui comigo, seu bobo! E pro teu tamanho...


Sorri largo com a atitude dela. Isadora pegou a camisinha, retirou a embalagem e ajoelhou-se pra encapar toda extensão do meu pau. Depois ficou de quatro no sofá, olhou-me de ombro e disse.


— Agora vem me comer, Rafa...


Eu me abaixei surpreendendo ela e mergulhei a língua na buceta molhada. Isadora pingava de tanto tesão. Explorava aquela bucetinha deliciosa concentrando atenção no clitóris. Ela gemia alto. Gritava. Eu dei um tapa naquela raba gostosa e ela soltou mais um gemido. Depois enfiei um dedo na xota e fui metendo cadenciado.


— Caralho, Rafael!!! Puta que pariu!!! — soltava Isadora sentindo meu dedo. Enfiei dois dedos aumentando o ritmo até que ela pediu.


— Mete, Rafa!! Me fode!!


Obedeci. Levantei, dei mais um tapa naquela bunda e fui pincelando o pau na bucetinha inchada. Neste momento um flash da minha primeira vez com a Sabrina veio a mente. Por alguns segundos lembrei do últimato com ela. Mas estava com muito tesão pra parar. Precisava foder Isadora. Quando enfiei a cabecinha, Isadora gemeu em êxtase. Fui metendo centímetro por centímetro até a metade quando tirei todo. Ela olhou pra trás e riu. Depois coloquei o pau de volta e agora pra enfiar tudo. O gemido dela quando meu pau entrou todo era como alívio. Assim como o meu. Comecei a finalmente bombar na bucetinha daquela ruiva gostosa. Segui metendo. Segurei Isadora pela cintura e metia forte e fundo. Ela gritava se segurando no braço do sofá. Não ia aguentar muito mais tempo. No que ia avisar ela, Isadora gritou.


— Não para que eu vou gozar!!


Aquilo me motivou a continuar metendo. Aumentei o ritmo socando todo meu pau fundo naquela gostosa. Coloquei uma mão de cada lado da bunda e socava forte até que senti a buceta apertando meu pau. O corpo dela anunciando o orgasmo chegando. Como também estava quase, eu esperei mais um pouquinho até que ela tremeu toda no sofá. Bombei mais um pouco até explodir gozando também. Conforme eu gozava ali com o pau dentro ainda, ela gemia espaçado. Assim que tirei o pau, Isadora deitou ofegante e cansada no sofá. Eu tirei a camisinha, fiz um nó e atirei numa lixeira ali perto.


— Uau... Isso... Foi maravilhoso, gato! — disse Isadora ofegante.


— Tu é muito gostosa, Isa! Realmente foi delicioso.


Isadora levantou, foi até outra peça e voltou vestindo somente uma camiseta de banda. Logo ela foi passar café enquanto nos olhávamos sorrindo. A adrenalina não cessava. Me vesti e ficamos ali tomando café. Os minutos passando até que decidi sair.


— Isa, tá tarde e eu preciso encarar a fera... — disse me ajeitando pra sair.


— Claro, eu entendo!


Quando chegamos na porta, Isadora chegou bem perto do meu ouvido e cochichou: — Ainda temos muito mais pra fazer juntos!


Ela me deu um beijo e eu saí. Fiquei todo sem jeito com aquela frase. Achei que transando com ela, iria cessar aquele sentimento. Mas não. Eu estava envolvido e gostava disso.


Chamei um uber e fui pra casa. Já era início da madrugada, então fiz o menor barulho possível e sentei no sofá da sala. Percebi que Sabrina já havia ido dormir. Preparei algo pra comer e fiquei assistindo tv. Caí no sono. Na manhã seguinte, acordei com Sabrina fazendo força ao bater as portas dos armários.


— O que foi, amor? — perguntei tentando quebrar o gelo.


Sabrina me olhou brava e respondeu.


— O que foi??? Vou te dizer o que foi, Rafael! Tem duas noites que tu esqueceu que tem esposa em casa, porra!


Essa foi só a primeira de muitas outras frases que ela soltou irada comigo — e com razão. Mas não bati boca não. Deixei ela explodir comigo esperando ela perguntar.


— Não vai falar nada, Rafael???


Olhei pra ela e enfim respondi.


— Não, amor. Me desculpa pela ausência mas realmente precisei ficar mais tarde ontem.


Sabrina ouviu isso e voltou pro quarto batendo forte a porta. Eu fui pro banheiro e enquanto tomava banho, os flashbacks da noite anterior com Isadora me enchiam de tesão, alimentando a minha ressaca de pitaya.


Fui pegar o ônibus pra ir ao trabalho. Cheguei cedo e fiquei lá arrumando as coisas. Como era domingo, o horário era diferente. A loja abria das 13h às 20h. Fiquei organizando as coisas até o pessoal chegar pra abrir a loja pro público. Isadora chegou junto com Patrícia e foram direto pro banheiro. Percebi que estavam bem próximas. Em seguida chegou o restante do pessoal e abri a loja no horário. O dia foi cheio de olhares e sorrisos entre Isadora e eu. Admito que tava cheio de tesão. Teve um momento no balcão de atendimento, em que ela veio do meu lado e enquanto o cliente falava comigo, a safada colocava a mão no meu pau por cima da calça. Inevitável ter uma ereção ali, eu tentava me conter e ela ficava alisando. Depois o cliente foi embora, eu olhei pra ela que saiu rindo e rebolando.


No intervalo, nós almoçamos com a Patrícia e o Júnior. Depois, Isadora e eu fomos pro apê dela transar. Ali foi o primeiro de muitos intervalos que aproveitavamos pra foder. Isadora gostava muito de sentar na minha rola. Ela sentia um prazer imenso durante a sentada, subia o quadril até quase tirar o pau de dentro, e depois ela sentava sentindo toda extensão lhe rasgando. Amava fazer isso. E assim os dias foram passando. Meu casamento esfriava cada vez mais, enquanto a relação com a Isadora estava ardente.


Em casa, eu tentava ser o mais gentil possível. Como transava com a Isadora a tarde, a noite eu tentava ser carinhoso com Sabrina. Ela era o meu primeiro amor e precisava ser legal. Mas ela não baixava a guarda. Seguia firme na ideia que eu saísse da loja. Isso estava fora de cogitação. As brigas seguiam alternadas mesmo com a minha tentativa de gentileza.


Já na loja, a coisa pegava fogo. Estava viciado naquele perfume gostoso de pitaya e naquela ruiva tesuda. As vezes no estoque, Isadora alisava meu pau e outras até apertava por cima da calça. Também retribua o carinho apertando a bunda dela ou encoxando de leve. Tentávamos agir com discrição, embora Isadora preferisse correr alguns riscos. Gostava de flertar com o perigo.


A minha relação com Isadora estava cada vez mais intensa e arriscada. Isso foi definitivamente comprovado na véspera do feriado aqui da cidade. Trabalhar sabendo que irá folgar no dia seguinte é incrível. Sabendo disso, fui empolgado trabalhar. Quando cheguei lá, Júnior me cumprimentou e fez alguns comentários da tentativa dele com Patrícia. Chegou me dizendo que deram uns amassos no estacionamento mas que não vingou. Questionei ele e frustrado não soube o motivo real. Consolei ele e no intervalo daquele dia, chamei-o pra caminharmos pelo shopping. Seria bom pra distrair. Isadora entendeu super de boa, mas já marcou comigo de transarmos depois do expediente.


Quando chegou o momento de fechar a loja, vi novamente que Patrícia e Isadora conversavam mais afastadas. Só as duas. Todos já tinham ido embora. Depois de alguns minutos, Patrícia saiu e depois Isadora saiu dizendo que ia me esperar lá no apê dela. Terminei de fazer as minhas coisas, fechei o sistema e depois a loja me direcionando pro apartamento.


Chegando lá, avisei Isadora por mensagem que em seguida já abriu a porta me dando um beijo. Estranhei logo ao entrar que havia um outro perfume ali que não era somente o de pitaya.


— Trocou de perfume, Isa? — perguntei curioso.


Isadora sorriu mordendo o lábio inferior e respondeu.


— Não, seu bobo! Sei como é louco por esse perfume.


— Tá, mas o que é esse aroma então?


Quando olhei pra frente não acreditei. O aroma se aproximou sendo trazido por Patrícia. Bem diante dos meus olhos. Nunca havia visto ela daquele jeito, usava um vestido preto de tecido leve, o cabelo castanho solto e uma postura que demonstrava estar confortável.


— Boa noite, Rafa! Surpreso em me ver? — perguntou ela me desconcertando de vez.


— Com certeza, Patrícia! Não te esperava aqui.


Isadora percebendo a tensão se aproveitou do momento.


— Relaxa, gato... Convidei ela pra comemorarmos essa noite!


Já não estava entendendo mais nada, então resolvi questionar.


— Isa, comemorar o que? A gente tinha um compromisso hoje né?


As duas riram alto. Isadora pegou uma garrafa de vinho nos servindo. Bebi um gole e fiquei observando. Patrícia sentou no sofá totalmente relaxada. Certamente não era a primeira vez dela no apê da Isa. Patrícia me olhava com um olhar diferente do que estava acostumado. Eu só conseguia pensar no Júnior. Isadora chegou bem pertinho de mim e sussurrou.


— Hoje tu vai foder nós duas!


A frase saiu suave mas carregada de malícia. Isadora gostava de correr riscos, mas não esperava essa iniciativa dela. Olhei pra ela, ficando de costas pra Patrícia que estava no sofá e respondi.


— Isa, eu não posso fazer isso com o Júnior. Ele é meu amigo e gosta muito dela.


Neste momento, Patrícia me abraçou por trás colocando a mão no meu pau sob a calça jeans, alisando e disse.


— Rafa, eu não quero saber do Júnior. Eu quero saber de ti. Quero ver o tamanho do teu pau bem de perto e te dar bem gostoso.


Isadora não ficou apenas olhando e também se aproximou dizendo.


— Gato, vai deixar mesmo essa oportunidade passar por causa do Júnior?


Após soltar essa frase com a voz macia, Isadora e Patrícia se beijaram na minha frente. Era nítido que havia intimidade ali durante o beijo. As mãos delas passeavam no corpo uma da outra. Minha mente conflitava pensando no Júnior, enquanto o meu pau estava latejando dentro da calça. Fiquei imóvel. Isadora tirou o meu cinto sem esperar a minha resposta. Antes de abaixar junto com a cueca, ela disse olhando pra Patrícia.


— Amiga, olha o tamanho dessa rola...


Assim que ela abaixou por completo, meu pau saltou duro diante delas. Isadora seguiu provocando.


— Não adianta resistir contra o que tu quer...


Depois ela olhou pra Patrícia convidando.


— Vai, amiga! Aproveita que eu aceito compartilhar contigo!


Eu olhava sem acreditar naquela cena. Confesso que estava cheio de tesão pela situação. Nunca senti atração pela Patrícia até aquele momento, onde vi ela removendo suas roupas com a ajuda da Isadora. As duas ficaram somente de calcinha e sutiã. Ambas na cor preta. Estranhamente combinado. Tirei minha camiseta. Patrícia olhou pra cima buscando o meu olhar.


— Não faz ideia do quanto esperei por isso!


A frase soou com certa familiaridade enquanto meu pau pulsava. Patrícia envolveu meu pau em sua boca, colocando o máximo que podia. Depois tirou e voltou chupando com muita vontade. Sem cerimônia alguma. Gemia com aquele boquete babado dela. Nem sequer algum dia, imaginei aquela cena e naquele momento a boca da minha amiga me chupava. Patrícia segurava meu pau e chupava olhando pra mim. Não demorou muito para Isadora chegar junto. Enquanto Isadora chupava a cabecinha, Patrícia concentrava nas bolas.


— Caralho!! Vocês duas são foda, hein?!! Que delícia! — disse me entregando de vez àquelas duas.


Empurrei a cabeça da Isadora contra o meu pau. Depois a Patrícia veio abocanhar a minha rola novamente. As duas passeavam com as línguas no meu pau até se encontrarem num beijo que me deixou maluco!


Fiquei batendo uma de leve enquanto admirava as duas se beijando. Era muito gostoso. Uma tirou o sutiã da outra, revelando seus seios. Patrícia tinha seios um pouco maiores que da Isa. O clima era de muito tesão. Em seguida, as duas tiraram as calcinhas ficando completamente nuas. Os nossos perfumes se misturavam naquele ambiente carregado de putaria. Isadora deitou ali mesmo no tapete da sala, pegando uma das almofadas do sofá pra escorar a cabeça. Patrícia ficou de quatro beijando as coxas da Isa até chegar na bucetinha. Isadora gemia gostoso recebendo a boca da amiga. O meu pau latejava vendo Patrícia de quatro com a bunda empinada enquanto chupava a Isa. Peguei a camisinha na gaveta que ela deixava e vesti no meu pau. Me abaixei e dei um tapa forte naquela bunda. Patrícia gemeu mesmo com a boca ocupada. A buceta dela tava bem molhada, mas mesmo assim cai de boca pegando-a desprevenida. Os gemidos das duas se mesclavam na sala. Isadora olhou pra mim chupando a Patrícia e pediu.


— Fode ela gostoso, gato! Acaba com essa puta!


Patrícia sorriu e cessou o oral pra me olhar de ombro. Posicionei meu pau naquela xota e fui enfiando. Conforme os centímetros íam invadindo, Patrícia gritava alto. Comecei metendo somente até a metade do meu pau, bem na manha, sentindo aquela xota quente e carnuda me apertando. Esperei um pouco até enfiar tudo, socando forte até o talo.


— Caralho, Rafael!!! — gemeu Patrícia.


— Isso, Rafa! Fode essa vadia! – Isa insistia.


Eu obedeci. Comecei a socar com vontade, selvagem. Minha virilha batia na bunda da Patrícia ecoando o som de sexo, dos corpos batendo. O ritmo era frenético. Patrícia não conseguia mais se concentrar no oral que proporcionava a amiga. Ela só conseguia gemer. Estava gozando no meu pau. Eu não parava. Seguia metendo sentindo o corpo dela explodir num intenso orgasmo. Patrícia deitou sobre Isadora e disse olhando pra ela.


— Uau, amiga... O que foi isso?! Que pau gostoso. Puta que pariu!


Isadora sorriu pra amiga e respondeu olhando pra mim.


— Eu te disse, Paty! Ele é uma delícia!


A intimidade que as duas tinham era evidente. Fiquei apenas observando enquanto recuperava o fôlego. Isadora sorria com o plano dando certo.


— Vem, gato! Deita aí! — direcionou ela.


Deitei no tapete com o meu pau apontando pro alto, duro e latejando. Isadora veio por cima, ajeitando a pica na buceta, relaxando ao sentir cada centímetro lhe rasgando. Logo, Patrícia veio sentar no meu rosto, buscando o encontro da buceta com a minha língua, enquanto as duas se beijavam deliciosamente. Isadora sentava com gosto, pra valer. Rebolava demonstrando imensa habilidade. Tentava me concentrar chupando a Patrícia, mas estava complicado. Segui metendo a língua nela enquanto sentia a buceta da Isadora devorando minha rola. Não ía aguentar mais tempo. A vontade de gozar era grande. Muito tesão. Isadora avisou Patrícia que saiu do meu rosto e deitou ao lado tocando a buceta com os dedos rápidos. Tomei a iniciativa metendo por baixo, rápido e forte naquela ruiva até que em altos gemidos, ambos gozamos. Patrícia gozou novamente logo depois de Isadora deitar sobre mim. Foi espetacular!


Ficamos um tempo deitados no tapete mesmo. Depois, pedimos uma pizza e ficamos jogando conversa fora. Naquela noite eu comi as duas novamente. Deixei elas dormindo e fui pra casa. Era de madrugada já. Sabrina me encarou irada, como eu ainda não havia visto. Pediu o divórcio jogando objetos em mim. Ela estava no limite, mas da razão. Eu já havia ultrapassado qualquer linha moral ao trair minha esposa e meu amigo.


Sabrina e eu nos separamos. Eu aluguei um apartamento perto do shopping. Júnior pediu demissão depois de ouvir uma conversa de Isadora e Patrícia sobre a noite delas comigo. Eu me senti um lixo quando Seu Ademir me contou que Júnior não fazia mais parte da equipe. Mas não tinha muito o que fazer. Ainda sim ele não contou nada, apenas saiu da empresa. Isadora e eu continuamos transando, embora ela afirme não querer relacionamento sério. E por mim tudo bem. A liberdade da ruiva com aroma de pitaya me libertou de uma prisão. E nem me refiro ao casamento, mas a de tomar decisões precipitadas cedo demais.


Certo dia, Isadora me chamou pra visitá-la. Aproveitei que já tinha uma cópia da chave e fui até lá. Quando cheguei no apartamento dela, Isadora estava pelada e de quatro em cima da cama. Ela olhou pra trás e disse.


— Vem comer meu cuzinho, vem!



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