Duas coroas

  • Temas: Duas, amigas, traição, anal, oral
  • Publicado em: 30/03/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Sempre fui um filho obediente e respeitador das orientações dos meus pais que diziam:

- Quem não sabe inglês vai ser um eterno analfabeto.

Desde muito jovem eles me colocaram em escolas para aprender o idioma, mas confesso, não sentia prazer algum em frequentar as aulas. No entanto, se aproximando do momento decisivo para escolher um caminho na faculdade, eu optei pela área de tecnologia da informação e aí sim, sem inglês eu seria um completo analfabeto.


Entendendo que a necessidade agora era maior do que se podia imaginar, voltei a me matricular num curso de inglês. Procurei por uma escola com professores nativos e turmas bem reduzidas, achei e comecei a estudar. Éramos em dez na classe, mesclado entre garotos e garotas, todos quase da mesma idade, exceto por uma mulher, a dona Shirlei, senhora já e fiquei admirado quando ela disse ter cinquenta anos. Dona de um corpo atraente, belas pernas porque quase sempre ela está de vestido e com decores generosos, por onde se vê parte dos seus seios fartos e empinados, na minha avaliação deveriam ser siliconados.


Na sala de aula ela é o motivo das minhas distrações, senta do meu lado e sempre que cruza as pernas sua bela coxa fica à mostra. Nas conversas que tínhamos nos intervalos, ela revelou que estava fazendo o curso porque queria fazer uma surpresa ao filho, ele está morando fora do país, ela iria visita-lo e não queria ficar dependente dele para qualquer coisa que quisesse ver ou fazer. Ela demonstrou muita facilidade em aprender, sua pronuncia era uma das melhores da turma.


Às sextas-feiras se tornou comum, ao término da aula, irmos num barzinho para comemorar a chegada do final da semana e a dona Shirlei era presença constante. De espírito jovial e muito comunicativa, ela não teve problema algum em interagir com a turma. Não sei porque, mas eu era o seu predileto, sempre puxando assunto comigo, ficando perto de mim e não perdia a oportunidade de tocar no meu braço, na minha mão ou nos ombros sempre que fazia algum comentário ou puxasse um assunto. Senti-la tocando em mim era uma delícia, eu ficava excitado e não vou negar, já tinha batido várias punhetas pensando nela.


Numa das sextas, na hora de irmos para o barzinho, todos, por um motivo ou outro, foi dizendo que não iria e no final apenas eu e ela estávamos disponíveis. Ela olhou para mim e disse:

- Você também vai desistir?

- Claro que não dona Shirlei, a noite está convidativa para um chopinho.

Ela sorriu, puxou minha orelha e falou:

- Para de me chamar de dona, para você sou apenas a Shirlei, estamos combinados?

- Se a senhora... quero dizer, se você prefere assim, por mim tudo bem.


Eu não tinha carro e ela sim, então falou:

- Posso propor um outro barzinho que conheço, tem memos bagunça, a música não é alta e dá para conversar com mais tranquilidade.

- Com certeza, também gosto de ambientes mais tranquilos.

Entramos no carro e não muito longe dali chegamos ao tal barzinho. Um lugar à meia luz, tranquilo, música ambiente agradável, uma pista onde alguns casais dançavam. Escolhemos uma mesa mais ao fundo e logo o garçom veio nos servir, pedimos dois chopes. Assim que ele saiu ela falou:

- Aqui no escurinho ninguém vai notar uma velha com um garotão bonito.


Confesso que fiquei sem jeito com suas palavras, mas fui ligeiro:

- Nem pense nisso Shirlei, você é uma mulher muito bonita, cheia de encantos, qualquer homem ficaria lisonjeado estar na sua companhia.

Ela sorriu, segurou minhas mãos e falou:

- Assim você me faz acreditar nas suas palavras.

Apertei as mãos delas e fui sincero:

- Não falei apenas para lhe agradar, falei de coração.

- Muita gentileza sua, qual mulher não fica feliz ao ser elogiada.


Neste dia eu pude ficar sabendo algo mais íntimo da Shirlei. Divorciada há mais de dez anos, tem um filho que mora fora, isso eu já sabia, mora sozinha, pois não encontrou ninguém que merecesse estar ao seu lado, eu sorri e fui indiscreto:

- Não sente falta de namorar?

- Meu lindo garoto, separada sim, sozinha jamais, adoro namorar e não me furto a isso sempre que encontro alguém que me atraia e você, não tem namorada?

- Não, um rolinho aqui, outro ali, mas nada sério.


Começou a tocar uma música mais lenta e ela quis saber:

- Gosta de dançar?

- Não sou nenhum pé de valsa, mas dou meus passinhos, quer dançar?

Ela disse que sim e saímos rumo à pista. Música lenta é sinônimo de corpos colados. Ela enlaçou meu pescoço e começou a passar as mãos na minha nuca, fiquei doido e não pude evitar do pau ficar duro, ela sentiu e sussurrou ao meu ouvido:

- Ficou animadinho em dançar com uma coroa?


Puxei seu corpo para mais junto do meu e forcei meu ventre contra o dela, já que era isso que ela queria eu arrisquei:

- Shirlei posso ser sincero com você e até mesmo um pouco ousado?

- Claro meu bem, adoro homens ousados.

Apertei mais ainda seu corpo contra o meu e falei baixinho ao seu ouvido:

- Você é uma mulher tão sexy que já gozei algumas vezes pensando em você.

A pedra foi atirada, como será que ela vai receber?


Ela colou seu rosto no meu, mordeu a pontinha da minha orelha, correu a língua pelo meu rosto até sua boca encontrar a minha e me beijou. Confesso que estava inseguro, tanto que minhas pernas tremeram, mas me recompus quando depois do beijo ela disse:

- Saber que você já fez isso em minha homenagem me deixou com a bucetinha molhada.

O ambiente era a meia luz e não resisti, apertei sua bunda e falei:

- Estava morrendo de vontade de passar minha mão na sua bunda.

- Então o que você acha de irmos lá para minha casa, aí você vai passar a mão o quanto quiser e quem sabe até algo a mais.


Na saída eu me prontifiquei a pagar o nosso consumo, mas ela não deixou:

- Você ainda é muito novinho e com certeza depende do seu pai, eu tenho uma situação bem estável.

Saímos e fomos para a casa dela. Fica num condomínio bem arborizado e sua casa é muito bonita, decorada com bom gosto e aconchegante. Ela me mostrou onde ficam as cervejas e pediu que eu fosse buscar duas. Sentamos ali na sala e a conversa foi serena, até ela dizer que estava com muito calor e iria colocar algo mais confortável.


Estava ali sozinho, ansioso pelo que iria acontecer naquela noite quando toca a campainha, será algum parente ou um conhecido? Confesso que fiquei frustrado, minha noite de alegria tinha ido morro abaixo. O som ecoou mais uma vez e lá do quarto a Shirlei pede para eu atender. Ao abrir a porta eu me deparo com uma mulata de fechar o comércio. Uma senhora já, idade semelhante da Shirlei talvez, usando um vestido curto, deixando à mostra suas belas pernas, com músculos bem definidos, assim como dos seus braços à mostra, com certeza ela pega pesado na academia. O decote acentuado escondia parcialmente dois tesouros, eu fiquei boquiaberto e só voltei ao meu estado normal quando ela perguntou:

- A Shirlei está?


Falei que no quarto se trocando e ela entrou, indo ao encontro da amiga. Algum tempo depois elas surgem na sala, com a Shirlei usando um robe curtinho, deixando suas pernas à mostra integralmente. Ela me apresenta sua amiga:

- Tadeu, essa é a Rosa, somos amigas confidentes e cúmplices.

Extrovertida, a Rosa me abraçou, beijou meu rosto e sem pudor algum foi logo dizendo:

- Onde descolou esse gatinho gostoso amiga?

- Fazemos inglês juntos – a Shirlei respondeu.


A Shirlei pediu e busquei uma cerveja para a Rosa, ao retornar ela dizia:

- Deve ter trepado a tarde toda com a biscate da secretária dele, está largado lá no sofá.

Sem querer eu sorri e a Shirlei percebeu:

- Ela está falando do marido, um putanheiro de marca maior.

As duas estavam sentadas à vontade no sofá, coxas totalmente à mostra, no caso da Shirlei, até um pedaço da calcinha eu conseguia ver, a Rosa continuou:

- Posso dormir aqui com você amiga, quero deixar aquele filho da puta sozinho essa noite.

- Claro que pode, afinal não vai ser a primeira vez né.


A Rosa olhou para mim, depois para a amiga e falou:

- Só não quero ser empata foda – ela disse com um sorriso sacana.

- Você – disse a Shirlei abraçando a amiga – nunca foi uma empata foda, pelo contrário, sempre foi uma participa da foda, que pode ser hoje também, o que acha da ideia Tadeu – ela perguntou olhando para mim.

Eu que pensei que a minha noite tinha por água abaixo, me via agora na iminência de transar com duas coroas gostosas:

- Da minha parte nada a opor.


Para meu espanto, a Rosa segura o rosto da amiga e as duas se beijam de forma gulosa, as línguas duelando a troca de salivas. Ver duas mulheres se beijando, assim de pertinho, foi demais para mim, meu pau endureceu por completo. Fui tirando minhas roupas e logo estava pelado, tocando uma lenta punheta enquanto as duas se beijavam. Quando param o beijo, elas me chamam para o meio delas e começam a correr suas mãos pelo meu corpo. Tenho o hábito de me depilar por completo e ao sentirem isso a Rosa falou:

- Nunca peguei um macho assim todo lisinho, que delícia.


A Shirlei leva a boca num dos meus mamilos, começa a lamber e chupar como uma cabrita faminta, logo a Rosa fazia o mesmo com o outro mamilo. Confesso que as garotas com quem já tinha ficado, nunca se importaram com isso e caramba, como é gostoso. O sofá não estava sendo o nosso melhor ninho, por isso a Shirlei falou que fossemos para a sua cama. Deitei no centro da enorme cama, enquanto as duas se livravam das roupas com movimentos sensuais, logo elas também estavam completamente nuas. Subiram na cama e começaram a beijar meus pés, uma de cada lado. Se ocuparam deles, beijando, lambendo e chupando meus dedos, uma loucura.


Na sequência foram subindo pelas pernas, sempre usando suas bocas e línguas treinadas, com certeza não era a primeira vez que faziam isso juntas. Eu estava em êxtase, abri mais as pernas quando elas chegaram nas minhas virilhas, que tesão insuportável eu estava sentindo, mais um pouco e eu estaria gozando. Logo uma delas lambia meu saco, enquanto a outra passou a chupar minha rola. Momento sublime foi quando as duas, uma de cada lado, deslizou a boca no pau, desde a base até a cabeça e ali, as duas bocas se dedicaram no local enquanto se beijavam ao mesmo tempo. Para mim foi demais e eu falei:

- Assim eu gozo, não vou aguentar.


Pensei que elas fossem parar, mas ledo engano, juntaram as bocas em torno da glande e quando gozei elas se fartaram do leitinho que saiu em jatos fortes. Elas ficaram se beijando com as bocas meladas de porra. Apesar de ter gozado, meu pau permaneceu duro e empinado, era como se eu nem tivesse gozado. A Rosa leva sua mão no meu pau, sente sua firmeza e fala para a amiga:

- Santa juventude amiga, nem parece que esse cacete acabou de gozar.

Não parecia mesmo, eu estava pronto para continuar. A Shirlei beija minha boca e pergunta:

- Tão novinho ainda, gosta de chupar buceta?

- Não tive muitas experiências, vou ser sincero, só chupei de uma garota.


A Rosa vira meu rosto para ela, também beija a minha boca e diz:

- Então hoje vai chupar duas bucetas, essas coroas aqui adoram uma boa linguada.

Dito isso ela me guia em direção à sua buceta e diz:

- Vai franguinho de leite, lambe minha buceta, está molhadinha.

Quando fiquei entre suas pernas pude ver um grelo grande, saltado para fora e durinho, como pude sentir quando meti a boca. Confesso que não tenho muita prática nessa arte, mas ela foi guiando minha cabeça e dizendo onde lamber e chupar. A Shirlei foi atrás de mim, empinou minha bunda e falou:

- Agora vai sentir algo que talvez nunca tenha sentido.


Ela começa a beijar minha bunda, realmente, nunca fizeram isso em mim e gostei da sensação. Nisso a Rosa ergue as pernas, deixa seu cuzinho bem à mostra e pede:

- Lambe meu cu franguinho.

Isso eu também nunca fiz, mas estava ali à mercê daquelas duas coroas gostosas, quem era eu para desagrada-las, então meti e língua e comecei a lamber suas pregas. Nesse mesmo instante eu tenho uma surpresa, a Shirlei faz o mesmo comigo e pela primeira vez sinto meu rabo sendo lambido. Dou uma travada, ela percebe e diz:

- Fica tranquilo Tadeuzinho, relaxa esse cuzinho e vai sentir o quanto é bom.


Confiante em suas palavras, me tranquilizo e depois de umas lambidas eu sinto o dedo dela deslizando no meu rego e nas pregas. Volto a chupar a buceta da Rosa, o tesão vai nos tornando mais relaxados e é nesse instante que a Shirlei aproveita para meter um dedo no meu cu. Ela segura meu pau, começa a punhetar ao mesmo tempo em que come meu cuzinho, não posso dizer que estava ruim. O corpo da Rosa começa a tremer e ela diz:

- Agora franguinho, chupa forte meu grelo que vou gozar.

Obediente eu forcei a chupada e também meti um dedo no seu cu, foi o suficiente para a coroa encher minha boca com seu mel.


Permaneci ali, firme com minha boca naquela gruta melada, até o seu tremor cessar. A Shirlei para de me chupar, deita ao lado da amiga e diz:

- Agora é minha vez, vem.

Deito entre suas pernas e dou a ela o mesmo prazer da sua amiga. Literalmente caio de boca, enquanto a Rosa se põe e chupar os seios da amiga. Não precisou muito para a Shirlei também chegar ao orgasmo. Deitei entre as duas, ficamos trocando carícias e beijos, nisso o celular da Rosa toca, ela olha na telinha e diz:

- Meu marido.


Com o dedo nos lábios ela faz o sinal para ficarmos em silêncio e atende o marido:

- Fala, o que você quer... falei para você que vinha na casa da Shirlei... nem pense em vir aqui, estou puta com você... claro que sabe, você não me engana, meteu com sua secretária a tarde toda... deixa de ser fingido Raul, eu sei tudo sobre vocês dois... tenho provas, mas hoje não quero falar com você... sim eu sei que me ama, também amo você... não, vou dormir aqui coma Shirlei, aliás já estamos na cama, amanhã falo com você... tchau.

Ela desliga o celular, olha para nós e diz tranquilamente:

- Chifre trocado não dói, não é mesmo?


A Shirlei sorri e diz:

- Com certeza amiga, só não sei dizer quem dos dois chifra mais o outro.

Olhei intrigado para minha amiga e ela explicou:

- Tadeu meu querido, a Rosa quase sempre participa das minhas aventuras e eu das dela, quando não encontramos nenhum cara legal, nós duas brincamos sozinhas mesmo.

Eu estava fascinado pelas duas coroas, que sacanas elas são e isso fez meu pau ficar mais duro ainda, eu queria meter. Coloquei as duas de quatro, bem juntinhas e falei:

- Fiquem assim, quero revezar metendo nas duas ao mesmo tempo.


Ver aquelas duas bundas lindas ali, bem na minha frente, foi uma sensação inexplicável para mim, um garoto ainda e com um tesão incontrolável. Passei as mãos nas duas, alisei seus regos e elas rebolavam feito duas cadelinhas no cio. Deslizei meus dedos nas pregas e senti os cuzinhos piscarem, com certeza querendo mais que um simples toque, por isso fui metendo os dedos e as duas gemeram com mais intensidade. Meu pau pulsava de tão duro, eu precisava sentir o calor daquelas bucetas e foi na Shirlei que meti primeiro. Meu cacete entrou naquele túnel úmido e quente, acolhido deliciosamente.


Depois de uns minutos foi a vez da Rosa levar pica e meti com gosto. Eu estava em transe, jamais me imaginei numa situação dessas, mas já que estava, eu tinha que aproveitar. Fiquei assim um bom tempo, metendo nas duas, que loucura. Chegou o momento em que não pude mais suportar e escolhi a Shirlei para gozar, enchi sua buceta de porra. As duas estavam muito excitadas e sem terem gozado, fizeram um 69 e gozaram uma na boca da outra. A noite foi inesquecível, antes que ela terminasse, eu também comi o cu das duas. Na manhã seguinte, depois do café, na minha saída a Shirlei falou:

- Tadeu querido, podemos contar com você para outras noites como essa?

Beijei a boca das duas e falei:

- Sempre que quiserem.


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