Da academia ao carro e à garagem
- Temas: Amor, amizade, academia, carro, sexo, sexo oral
- Publicado em: 01/04/26
- Leituras: 3673
- Autoria: Brafra
- ver comentários
Há uma academia de ginástica excelente, próxima à minha residência, na qual eu comecei a frequentar recentemente.
Eu convidei a Charli, minha linda amiga especial, para ir à academia, onde ela esculpe o corpo curvilíneo, a fim de me fazer companhia e depois irmos caminhar, tomar sorvete, namorar...
Ela visitou o local, gostou da estrutura e aceitou fazer a mudança - porque também queria a minha companhia.
No primeiro dia, Charli foi com um conjunto rosa claro de poliamida - a blusinha top com os mamilos quase furando o tecido e o short curtinho que mostrava a vagina tufada e as nádegas empinadas.
A loira de olhos azul claro, sarada e gostosa chamou a atenção de homens e mulheres que estavam ali.
Após a malhação, nós fomos caminhar em uma praça, com área para caminhada, próxima à academia; Charli igualmente chamou a atenção dos frequentadores - o seu corpo, em excelente forma física, naquele conjunto rosa claro era de fazer qualquer um babar por ela que percebia e gostava disso.
Nós fomos tomar sorvete, depois sentamos em um banco da praça para namorarmos.
Eu não conseguia esconder a minha excitação junto ao corpo macio da deliciosa Charli.
Saímos da praça e ficamos em uma área cujas sombras das árvores permitiam uns abraços mais íntimos, porém havia muitas pessoas transitando naquele horário e decidimos ir embora.
Eu a levei ao seu apartamento no qual o seu tio Mike e a sua tia Beth ficariam hospedados por vários dias.
No dia seguinte, eu fui buscar a Charli que trajava uma camiseta regata preta e uma saia curta rosa claro.
Nós chegamos mais tarde à academia porque ela levara os seus tios para conhecer a cidade; o local estava praticamente deserto.
Charli pediu para eu a auxiliar nos aparelhos; ela fazia questão de mostrar a calcinha de cetim rosa choque quando estava sentada de frente para mim e igualmente de costas na bicicleta.
A visão da sua vagina tufada e das nádegas redondas sob o tecido brilhante da calcinha pequena me congelaram e eu não conseguia mais me concentrar nos meus exercícios.
Com o coração a mil, eu decidi somente acompanhar a Charli nas suas atividades físicas que a deixavam com o belo corpo suado colado à camiseta destacando os seios pontiagudos.
Nós paramos para beber água; Charli lançou um olhar penetrante em mim, abriu as pernas mostrando a xana que mal cabia na minúscula calcinha rosa choque; eu engoli em seco, ficando excitado com a visão incrível daquela mulher sensacional.
Nós sentamos em um local longe dos olhares dos poucos clientes presentes e demos beijos rápidos por causa das câmeras de segurança da academia; ainda assim, outro casal visualizava nossas ações sem percebermos, nós descobrimos quando eles fizeram um barulho - isso nos deixava mais excitados.
Era sexta-feira, eu convidei a Charli para bebermos suco natural na lanchonete do local e depois irmos caminhar um pouco.
Durante a caminhada, ela começou a me provocar se abaixando para amarrar o cadarço ora de um tênis, ora do outro e fazia o mesmo com as duas meias.
Eu ficava lambendo os lábios quando via aquela bunda empinada, malhada, com a calcinha entrando no rego e mostrando o ânus saboroso, na minha frente.
A loira deslumbrante se divertia com o volume que aumentava em minha bermuda.
Nós ficamos sob as sombras das árvores, nos beijamos na boca, juntamos os nossos corpos suados; eu encostei o pênis duro em sua vagina e coloquei as mãos em seu bumbum sedoso.
Decidimos sair dali e ir para outro lugar mais reservado porque alguns rapazes nos espiavam enquanto bebiam cerveja sentados em bancos do outro lado da rua, embora o nosso desejo aumentasse com isso.
Os tios da Charli estavam no seu apartamento; eu sugeri irmos à minha casa que era perto dali e os meus pais tinham saído para jantar em um restaurante próximo.
Enquanto eu dirigia, ela fazia carinho no meu rosto, encostava a cabeça no meu ombro e acariciava o pênis que estava quase explodindo dentro do carro - Charli sorria com o seu costumeiro sorriso travesso.
Ao chegarmos em minha casa, o veículo dos meus pais estava na garagem.
Então, eu decidi estacionar o carro junto à calçada; nós continuamos os amassos febris.
Charli metia a língua na minha boca, eu lambia o seu pescoço, ela apertava delicadamente o meu pênis, eu acariciava os seios deliciosos.
Nós passamos para o banco traseiro; o insulfilm dos vidros não é 100% e um casal, vizinho ao lado, nos observava parados em frente à casa deles - certamente seríamos um estimulante para a noite de sexo dos dois.
A loiraça sentou ao meu lado, pegou o meu pênis e começou a me masturbar com as suas mãos carinhosas.
Eu fechei os olhos, respirei fundo e relaxei; Charli inclinou a cabeça, os seus cabelos sedosos tocaram a minha barriga, ela beijava, lambia, chupava o pênis e os testículos.
Eu acariciei o seu rosto e dei um beijo em sua boca misturando nossas salivas ao meu pré-sêmen; ela se encostou no lado oposto do banco, abriu as pernas mostrando a calcinha rosa choque molhada pelo seu mel - eu mergulhei naquela flor delicada para sugar o néctar saboroso.
Eu beijei a barriga sarada, lambi a calcinha molhada e chupei o mel através do cetim; Charli acariciava os meus cabelos, apertava os seios arrepiados, gemia baixinho por causa das pessoas que transitavam próximas ao carro.
Ela levantou a camiseta mostrando os seios claros, eu levei o seu mel até os mamilos rosados e durinhos - mordisquei, lambi e engoli os dois montes suculentos enquanto os dedos da minha mão massageavam o seu clitóris e entravam junto com o cetim da calcinha na vagina depilada.
Charli sussurrou em meu ouvido que sentia uma sensação diferente do tecido um pouco dentro dos seus sensíveis lábios vaginais.
Eu abaixei a calcinha, apertei o clitóris com a palma da mão e enfiei dois dedos lentamente na xana delicada.
A loira boazuda suspirou fundo e se entregou às minhas carícias que a conduziram a um grande prazer percebido em seu corpo cheirando a paixão.
O ar condicionado do carro estava ligado, nossos suores estavam em nossos corpos enquanto nos amávamos.
A minha meiga amiga veio para cima de mim, dando mordidinhas em minhas orelhas, lábios e tórax; subiu em minhas coxas, segurou o pênis levando à entrada da sua fonte ardente, engolindo e comprimindo o meu membro com a xana apertada.
Ela subia e descia lentamente sobre mim misturando os nossos líquidos em seu interior; ela desceu e parou sentindo o pênis ereto inteiro dentro de si.
Eu apertei as nádegas grandes, chupei e engoli os seios pontiagudos que levaram Charli a apertar o pau com a xana cada vez molhada pelo seu mel que escorria até o meu púbis.
A bela mulher tinha a vagina apertada e cremosa; eu estava excitado demais dentro daquela xoxota sensível e molhada.
Charli sabia dosar os seus movimentos até me fazer gozar com o seu guingado prazeiroso.
Ela mexia os quadris suavemente e parava envolvendo por completo o pênis com a maciez da pequena e suculenta vagina; a minha rainha deslumbrante sentiu o meu orgasmo e, controlando o momento, ficou imóvel apenas beijando o meu rosto, cheirando o meu pescoço.
Eu fiz carícias nos cabelos, rosto, costas, nádegas e seios da Charli que sorriu e rebolou devagar me transportando a um gozo fantástico juntamente com o seu orgasmo que a fez estremecer.
Ela se reclinou sobre o meu tórax apoiando a mão na porta e sem querer fez o vidro baixar; duas mulheres, que estavam passeando com cachorros, viram nós dois abraçados dentro do carro - eu levantei o vidro e decidi irmos para a garagem mesmo os meus pais estando em casa.
Nos vestimos, pegamos as nossas bolsas e entramos na garagem cujo portão eu baixei; nos lavamos em um banheiro do cômodo e voltamos a nos amassar.
Charli me encostou na parede, beijou o meu corpo inteiro, lambeu e chupou o meu pênis até ficar rígido outra vez.
Eu a coloquei apoiada na parede, de costas para mim, abracei, também beijei ela inteira cujo corpo ficou arrepiado; de joelhos, eu abri as nádegas e lambi o ânus saboroso, meus dedos invadiram a vagina molhada, masturbei a mulher gostosa bebendo o mel que escorria da xana.
Ela se virou de frente para mim, puxou a minha cabeça até a vagina melada, eu mordisquei o grelo durinho, abri os lábios vaginais com as duas mãos lambendo carinhosamente a xana delicada.
Eu percebi as suas pernas ficarem trêmulas, as suas mãos apertarem os meus cabelos, os seus gemidos se intensificarem e Charli esguichou em minha boca.
Eu levantei, abracei e beijei a mulher gostosona.
Nós permanecemos poucos minutos colados; ela se ajoelhou diante de mim, pegou o pênis e chupou com desejo me dando muito prazer.
Charli passava a língua em todo o pênis, chupava os testículos e me masturbava com os lábios carnudos que fizeram eu explodir em um orgasmo devastador que lançou esperma em seu rosto.
Ela sorriu docemente com os olhos brilhando, o rosto esbranquiçado pelo meu sêmen - passou a língua e os dedos e engoliu o mel que podia.
Retornamos ao banheiro externo, nos limpamos, entramos para visitar os meus pais que estavam atrasados para ir jantar fora.
Eu e a Charli ficamos em casa, afinal ainda havia muito o quê nos comermos.

Gostaria de comentar este texto?
Faça seu login ou cadastro para poder comentar e se comunicar diretamente com seus autores favoritos.