Fazendo amor no ônibus e na fazenda
- Temas: Amor, amizade, sexo, sexo oral, ônibus, fazenda
- Publicado em: 04/04/26
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- Autoria: Brafra
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Mike e Beth, tios da Charli, moravam em uma fazenda no interior do estado. Eles convidaram a minha amiga especial para o seu aniversário de casamento que seria comemorado com a participação de toda a família.
A Charli me convidou para ir a essa festa; eu aceitei porque seria em um fim de semana e conseguiria conciliar com o meu trabalho. Ela vendera o seu carro e estava procurando outro para comprar; o meu carro estava na revisão e precisava de alguns serviços na concessionária. Então, nós dois iríamos de ônibus interestadual, na sexta-feira à noite, que passava em frente à fazenda dos seus tios.
No dia da nossa viagem, eu fui buscar a Charli em seu apartamento. A linda loira trajava uma camiseta regata preta, minissaia jeans e tênis preto em um visual magnífico. Ela portava uma mala média cinza com rodinhas e uma mochila cinza e preto; eu levei somente uma grande mochila.
Nós fomos para a rodoviária em um carro de aplicativo. No percurso, nos beijamos com paixão, eu passei a mão na coxa macia da beldade gostosa que fez carinho no meu rosto. Logo chegamos ao destino e estávamos excitados com as carícias trocadas dentro do veículo que nos conduziu até ali.
Nós viajaríamos em um ônibus grande, confortável, tipo turismo, que não ficou lotado. A noite caiu com a lua cheia brilhando no céu, a viagem começou com nós dois sentados no fundo do executivo; a maioria dos passageiros dormia. Charli estava deslumbrante, o seu perfume floral me deixava nas nuvens; ela sorriu mordendo os lábios brilhantes e o seu olhar respondeu ao meu imenso desejo que eu sentia por aquela estonteante beldade.
Nós reclinamos as cadeiras, a sedutora mulher passou os braços pelo meu pescoço e me beijou colocando a língua dentro da minha boca; os seios pequenos e empinados se comprimiram em meu tórax, o abraço aumentou a temperatura do nosso desejo um pelo outro. Charli moveu as pernas me mostrando a sua calcinha de cetim rosa claro com pequenos corações pretos; eu engoli em seco, o meu pênis respondeu de imediato àquela visão maravilhosa.
As mãos de minha amada invadiram o meu corpo suavemente, os seus dedos macios abriram o zíper da minha bermuda, baixaram a cueca e começaram a me masturbar com carinho. Charli me fitou com os seus grandes olhos azuis, sorriu travessamente e inclinou a cabeça até o meu pênis que endurecera em suas mãos carinhosas; eu suspirei, fechei os olhos sentindo a boca macia lambendo os testículos.
Eu acariciei os cabelos sedosos, loiros com as pontas rosa claro, coloquei as mãos dentro da camiseta da Charli e tirei o sutiã rosa claro; os meus dedos acariciaram os seios redondinhos, apertei ternamente os mamilos arrepiados - ela suspirou forte, esfregando o rosto no pênis molhado, beijando e o engolindo inteiro em sua boca gulosa.
A minha diva parou de chupar o pênis e me deu outro beijo misturando nossas salivas ao meu pré-sêmen; ela colocou a perna direita sobre a minha perna esquerda expondo a vagina tufada. A minha mão direita foi até a calcinha úmida que afastei para o lado a fim de tocar na vagina depilada e rosada; os meus dedos roçaram nos delicados lábios vaginais colhendo o mel saboroso que escorria da fonte quente.
Eu introduzi os dedos indicador e médio na pequena vagina que ficava cada vez mais molhada; Charli cerrou os olhos, gemendo baixo - eu tirei os dedos da gruta úmida, lambi, coloquei os dedos na boca da garota fogosa e, em seguida, deu um beijo misturando agora os nossos líquidos em um tesão incontrolável. Eu voltei a minha mão à sua vagina, girando a palma da mão sobre o clitóris e os dedos atingindo o ponto G.
Devido à escuridão do ônibus e ao nosso extremo desejo, não percebemos a aproximação de um casal que deu um flagra em nós se masturbando mutuamente - com certeza, eles foram para a traseira do ônibus com intenções idênticas às nossas: fazer amor. Nós ficamos sem ação, eles se entreolharam e sentaram três fileiras adiante da última que era aonde nos acomodamos; nós ouvimos os seus sussuros que aumentou o nosso tesão - eles deviam também estar excitados com a cena de sexo que acabaram de presenciar.
Charli deu um sorriso safado, se levantou, pegou a mochila do bagageiro e retirou papel do toalha para nós continuarmos fazendo amor com as nossas mãos. Outro casal, tendo relações sexuais próximo a nós, disparou a nossa excitação; a meiga loira pegou novamente o pênis esfolando carinhosamente, levava os dedos da glande até os testículos que ela acariciou. Eu ia atingir o clímax na mão da loira boazuda que colocava a sua saliva para o pênis escorregar melhor entre os seus dedos hábeis.
Gemidos baixinhos se misturavam na parte de trás do ônibus. Eu retomei a masturbação na dengosa Charli cujos olhos brilhavam, o rosto demonstrava o seu prazer, ela mordia os lábios para não gritar. Os nossos braços se cruzavam na busca de dar prazer um ao outro; o meu pênis pulsava anunciando um orgasmo intenso lançando esperma na mão da bela mulher que levou à boca lambendo totalmente os seus dedos e a mão.
Eu retribuí à minha rainha, colocando ternamente a mão na sua delicada intimidade que estava bastante molhada e sedenta por meus toques carinhosos. Eu introduzi os dedos lentamente na vagina sensível buscando dar muito prazer à fantástica Charli que mexia devagar o seu púbis em uma dança sensual excitante na qual eu sentia a vagina pulsando em minha mão.
Um esguicho longo atingiu a minha mão cuja eu levei a minha boca a fim de saborear o seu mel. Nos beijamos freneticamente, limpamos a nós e o local. Ficamos colados, sentindo os nossos corações agitados; Charli adormeceu com a cabeça no meu tórax e acabei dormindo também até acordamos quando o motorista parou o ônibus em frente à fazenda dos seus tios.
Nós fomos recepcionados pelo capataz da fazenda que devorou a Charli com o olhar. Ela ficou na casa principal e eu fiquei na casa de hóspedes - nós nos despedimos de tentar dormir juntos naquela noite e na próxima. Após o banho, fomos fazer um lanche rápido na cozinha da casa principal; Charli trajava um vestido roxo curto que deixava as suas belas pernas à mostra - o capataz não tirava os olhos da loira gostosona.
Nós acordamos cedo para o café da manhã em família; como havia muita gente, o desjejum foi servido em grande área coberta ligada à casa principal por uma passarela. Eu fui apresentado a vários familiares da Charli, depois fomos passear pela propriedade. Nós vimos pomares, plantações, pastos até chegarmos a um estábulo no qual ficamos nos amassando em um tesão sem igual, porém todos estavam perambulando pela fazenda e a privacidade era quase nula e adiamos para a noite a tentativa de fazermos amor na fazenda.
O almoço também foi servido na área coberta; depois familiares ficaram bebendo cerveja, alguns jogando dominó e os demais rumaram a descansar para a festança que aconteceria à noite. Eu e a Charli fomos procurar um local menos frequentado para namorarmos, contudo os preparativos para a festa movimentavam muitas pessoas nas imediações anulando as nossas pretensões sexuais.
Parecia que as horas corriam devagar com a nossa espera em tornar algum lugar como cúmplice da nossa paixão. A festa foi muito bonita, o casal Mike e Beth estava em plena felicidade pelo momento, o evento e a família reunida. Charli trajava exubetante em um vestido azul escuro até os joelhos que era pouco comum em relações aos seus vestidos e saias curtas.
Nós parabenizamos o casal, jantamos, bebemos cerveja, demos um tempo na festa e saímos rumo ao estábulo para fazermos amor. Charli me disse que estava com a sensação de estarmos sendo seguidos por alguém; eu respondi que devia ser impressão dela por causa do receio de sermos flagrados novamente em um momento íntimo de nós dois.
O estábulo estava às escuras com a luz do luar entrando por vidraças no alto; não era possível acender qualquer lâmpada senão a nossa presença seria denunciada. Parecia que Charli tinha razão sobre não estarmos sozinhos, pois ouvimos passos junto à edificação, entretanto não dava para retornar em meio à nossa vontade de nos amarmos e, talvez, nós fossemos observados durante o ato sexual - isso nos excitava mais ainda.
Nos acostumamos à penumbra, pegamos uma sela, forramos o piso com algumas mantas e deitamos em um trecho iluminado pelo luar - fazer amor com Charli sob a luz da Lua era espetacular.
Ela tirou o vestido, ficando de lingerie preto de cetim com detalhes em renda nas bordas. O corpo sarado sob o luar criava uma atmosfera surreal, a pele clara contrastando com o preto da calcinha e do sutiã me deixaram extasiado e com muito desejo por aquela mulher saborosa. Eu também fiquei seminu, me deitei sobre Charli que apoiava a cabeça na sela; nossos sexos se roçando deixando cueca e calcinha mais molhados.
Eu mudei de lugar com Charli, que girou o corpo curvílineo me oferecendo a vagina e o ânus para a minha boca beijar, lamber e chupar enquanto ela fazia o mesmo no meu pênis. Eu passei a língua de maneira paulatina do ânus saboroso à vagina pequena, lambia bebendo o mel que pingava; ela me engolia completamente dando um prazer intenso a mim. Os nossos corpos suados se fundiam através de nossas bocas ávidas em dar um êxtase a si mesmo e ao outro.
Charli saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado apoiando a cabeça no meu ombro. Eu forrei a sela com outra manta para a cabeça dela; eu subi sobre a garota dourada, dei beijos no seu rosto e um demorado beijo na boca deliciosa. Do seu corpo macio fluía paixão de todos os poros; ela dizia que me amava, eu também disse que a amava.
Eu penetrei devagar a sua vagina molhada e nossos corpos se fundiram novamente na posição missionário. Charli acariciava a minha costa, passou as pernas ao redor do meu corpo fazendo movimentos que ela me conduziria ao orgasmo quando ela quisesse em um papai e mamãe intenso e demais prazeiroso.
Charli buscou o seu orgasmo esplêndido com o meu pênis estimulando o seu ponto G; as suas unhas se cravaram em minha nuca, ombros, seu corpo estremeceu e um gozo gostoso chegou a ela que se mexeu debaixo de mim fazendo o meu pênis pulsar e ejacular dentro da vagina estreita. Nós tivemos orgasmos simultaneamente, continuamos deitados, abraçados e quietos nos acarinhando.
Nós ouvimos um barulho de algo caindo; alguém estava dentro do estábulo espiando nós fazermos amor. Cada um se enrolou como pode em uma manta e eu corri para ligar as luzes; a pessoa tentou se esconder, todavia não teve tempo de sair - o capataz apresentava uma mancha frontal em sua calça comprida bem na região pubiana que denunciava ele ter acompanhado escondido toda a nossa relação sexual.
Ele pediu desculpas e para não contarmos aos seus patrões e saiu dali. Eu e a Charli permanecemos no estábulo nos arrumando, em seguida nos dirigimos para a festa - a nossa tinha sido fabulosa desde o ônibus e, certamente, nós dois teríamos muito o que festejar ao longo do ano.

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