Ela agora é pastora.

  • Temas: sexo, casada, safada, anal, oral, corno, putaria, puta
  • Publicado em: 11/04/26
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  • Autoria: Empresario55ES
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Private Muse

O ano era 2007, eu estava separado da minha esposa e sempre entrava nas salas de Bate Papo do UOL atrás de boas conversas e quem sabe algo mais. Foi numa dessas que eu conheci Alessandra, uma mineirinha que morava aqui no Espírito Santo. A gente se deu bem em poucos minutos e certo dia resolvemos nos encontrar. Porém, ela deixou bem claro que seriamos apenas amigos pois ela era evangélica, era virgem e queria se manter assim até o casamento.


Se fosse outra pessoa eu nem teria saído de casa, mas a nossa conversa era tão boa que eu resolvi ir. Encontrei com ela numa cafeteria em Itaparica. Eu cheguei primeiro, escolhi uma mesa mais no canto e fiquei lá até ela chegar.


Quando ela entrou na cafeteria chamou atenção. Alessandra era realmente linda. Morena clara, cabelos cacheados, longos, olhos castanhos, um corpo lindo, esguio, seios pequenos, uma bunda bonita. Ela usava um vestido longo, azul claro que mesmo comportado, mostrava que debaixo daquele tecido havia um furacão.


A gente estava sempre se encontrando nessa cafeteria. Era claro a química que existia entre a gente, mas como ela mesmo dizia “você é do mundo e eu do senhor. Se não fosse isso eu namoraria com você”.


Um dia Alessandra me surpreendeu e me convidou para ir na casa dela. Eu sabia que ela morava sozinha com a irmã. Num primeiro momento eu achei que as duas estariam em casa. Quando estacionei o carro em frente da casa dela, veio a segunda surpresa, a irmã dela estava saindo, indo para a escola, pois estudava a noite e trabalhava de dia. Nos despedimos ali mesmo na rua e eu entrei para a casa que ficava no segundo andar.


Quando a porta se abriu, a terceira surpresa. Alessandra estava de short e um top, algo inimaginável na minha mente pervertida. Ela me abraçou forte e demoradamente, meu corpo reagiu, ela percebeu, me deu um beijo no rosto e me puxou pelas mãos até a cozinha, onde estava preparando um café com tudo que a gente tinha direito. Ficamos ali conversando, rindo, e eu comecei a jogar umas indiretas, elogiando seu corpo, ela ria, desconversava e eu voltava ao assunto.

- Eu nem te mostrei a casa né? - Disse ela já se levantando da mesa.


Novamente ela me puxou pelas mãos e foi me mostrando a casa. Eu confesso que só conseguia prestar atenção em seu corpo. Passamos pela sala, ela mostrou o banheiro, impecável, o quarto da irmã e o dela. Entramos e eu não resisti. Beijei sua boca e ela correspondeu. Nos jogamos na sua cama e o clima esquentou assustadoramente. Em questão de segundos eu já estava manando seus seios duros como pedra, ela gemendo, minhas mãos explorando todo seu corpo.


Quando eu toquei em seu short ela recuperou o juízo e pulou da cama. Eu estava quase explodindo de tesão, o meu pau chegava a doer de tão duro. Ela mal conseguia falar, nossa respiração estava totalmente descompassada.

- Juízo... Eu não posso.


Ela falava e eu me aproximava. Beijava seu pescoço, ela amolecia em minhas mãos. Nossas bocas grudaram novamente, os corpos colados, o tesão a mil por hora, um calor absurdo naquele quarto e ela conseguiu escapar novamente. Depois desse dia, eu passei ir em sua casa toda semana e era sempre a mesma coisa. Beijos, amassos, mãos bobas, um fogo, um calor e só.


Certo dia veio a bomba. Ela me disse que tinha conhecido uma pessoa na igreja dela, tinha achado ele legal e iria namora-lo. Isso significava que nossos encontros semanais estavam suspensos e que ela esperava que eu entendesse a decisão dela. Nunca mais nos vimos, eu apenas acompanhava a sua vida pelo Facebook até que uma foto, numa igreja, com ela de noiva caiu na minha frente. Ela havia se casado e se mudaria para Curitiba. Pensei em mandar uma mensagem, mas não tive coragem.


Dez anos se passaram, Alessandra estava mais bonita, tinha virado pastora. Ela e o marido havia progredido na vida, a empresa deles cresceu e tiveram um filho. Eu e ela não trocávamos mais mensagens, mas tenho certeza que assim como eu olhava as suas redes sociais ela olhava as minhas. No dia 20 de julho de 2018 ela me mandou uma mensagem, perguntou como eu estava, perguntou sobre a minha empresa, sobre meus filhos, meu casamento etc.


Ela estava em Vila Velha, na casa que a sua irmã morava, a mesma casa que a gente botava fogo no quarto. Disse que queria me ver, que ia ficar por uns quinze dias aqui e que tinha vindo sozinha. Seu casamento estava passando por um momento difícil e uns dias fora poderia ajuda-la, ou não. Então marcamos um café, eu sugeri a mesma cafeteria e ela sugeriu a casa da irmã que estava viajando a trabalho. No mesmo dia, às 19 horas eu estava estacionamento meu carro na porta da casa.


Quando a porta se abriu, passou um filme na minha mente. Alessandra estava mais bonita, os cabelos cacheados ainda estavam lá, mas agora mais curtos. Seu corpo que era lindo na juventude, agora estava infinitamente melhor, pois a maternidade havia lhe feito bem, juntamente com a natação e musculação. Ela sorriu, me abraçou como na primeira vez e nos beijamos. Aquele mesmo beijo irresponsável de anos atrás, quente, molhado, perigoso, urgente e cheio de más intenções. Simplesmente não falamos nada sobre os dez anos longe. Ela fechou a porta e me puxou pelas mãosm entramos no quarto, trancamos a porta e nos atracamos.


Eu a despi, ela me despiu. Meu pau parecia explodir. Ela pegou com a mão e olhou fixamente enquanto se ajoelhava em minha frente. Meteu a rola na boca e começou a chupar, morder, lamber e esfregá-lo na sua cara. Eu a segurava pelos cabelos, controlava seus movimentos enquanto fodia a sua boca. Sua buceta estava tão molhada eu um fio de mel escorreu e foi ai chão bem embaixo de onde ela estava agachada.


Eu a levantei, ela se deitou na cama já com as pernas abertas, me esperando. Beijei seus lábios novamente e fui descendo pelo seu corpo. Alcancei sua buceta, linda, grande, carnuda, cheirosa, depilada e babando. Ali, dediquei um bom tempo lhe chupando, sentindo seu corpo reagir a cada orgasmo, cada um mais intenso que o outro. Alessandra não era escandalosa, as reações de seu corpo entregavam o tamanho do orgasmo alcançado.


Subi beijando seu corpo até alcançar a sua boca. Foi ela quem pegou meu pau e colocou na porta da buceta. Foi ela quem ergueu o corpo para sentir meu cacete lhe atravessando.

- Me fode... Me fode do jeito que você sempre quis. - Ela suplicou.


A partir dai virou putaria sem limites. Eu coloquei seus pés em meus ombros e passei a foder com força, o som dos nossos corpos ecoavam pela casa, eu apertava seus seios, ela serpenteava na cama como uma cobra.


Mudamos de posição, ela veio por cima e eu continuei socando a rola sem dó. Ela gozava, descansava e a gente troca. Pedi que ela ficasse de quatro e ela se posicionou. Dei-lhe dois tapas na bunda, pela reação seu marido nunca tinha feito isso. Voltei a foder com força, segurando seu corpo pelas ancas, assistindo meu pau entrando por inteiro e saindo melado daquela buceta.


Acelerei as esticadas, senti meu gozo chegando, ela sentiu meu pau pulsando e latejando dentro dela até que gozei. Gozei muito, gozei dentro, gozei segurando seu corpo e sentindo o meu tremer por inteiro.


Durante os quinze dias que ela permaneceu em Vila Velha a gente transou. Sempre na casa da irmã dela, na cama onde nos beijamos pela primeira vez.


Fim



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