Foi culpa do meu marido
- Temas: Marido tolo, revelações, casal, chifruda, cumplicidade
- Publicado em: 15/04/26
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- Autoria: new_lorde
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Casei nova, aos dezoito anos e posso afirmar, foi por amor e não por outro motivo qualquer. O Cleiton, meu marido, é cinco anos mais velho, muito trabalhador e um homem maravilhoso. Estamos casados há cinco anos, ele foi o meu primeiro namorado e único homem que já tinha conhecido. Tudo o que sei sobre sexo aprendi com ele, com os vídeos que gostamos de assistir e leituras eróticas, que eu adoro. Pouco me importa se os contos são reais ou não, deixo minha imaginação voar e vivo intensamente cada relato que leio, quando é bom obviamente.
Me considero uma mulher fogosa, sexo para mim é essencial, mais que dois dias sem e já sinto desconforto. Fico feliz por ter um marido que me acompanha nesse ritmo, pois ele também gosta muito de sexo. Estamos sempre fantasiando para manter acesa a chama do tesão. Eu adoro roupas sexy e vivo comprando lingeries ousados, fantasias e criando um clima favorável para nossas transas. Não sou nenhuma beldade fisicamente falando, mas com certeza tenho lá meus encantos, pois não é raro ouvir elogios de outros homens e acreditem, até de mulheres também.
Dois anos depois de casados, usando seu bom tino comercial, que herdou do pai, meu marido abriu uma lanchonete. Ela começou simples, mas ao final do primeiro ano ela já tinha melhorado muito. Ampliou sua área de serviço e, além de lanches, passou a servir refeições rápidas durante o almoço, até mesmo porque estamos rodeados de empresas e escritórios. À tarde ele identificou o potencial para atuar como um local de happy hour e às quintas e sextas o local ferve. Alguns frequentadores são assíduos e como não poderia deixar de ser, meu marido, sempre muito extrovertido, foi logo fazendo amizade com alguns deles.
De cozinha eu não entendo nada, mas fiquei responsável pela administração do negócio, cuidando das compras, financeiro e gestão dos empregados. Apesar de maravilhoso, meu marido adquiriu um defeito, acaba sentando no happy hour com esses amigos frequentadores para beber umas e outras, quando passa um pouco do ponto, acaba falando mais que o necessário sobre a nossa vida íntima, já ouvi algumas vezes ele falando o quanto sou fogosa e liberal na cama. Acho descabido ele revelar nossa intimidade, principalmente como sou, com essas pessoas que pouco conhecemos. Essa atitude dele faz com que alguns homens mais afoitos me olhem de uma forma diferente, como se me comessem com os olhos.
Apesar de ralhar com o meu marido sobre essa atitude dele, no meu íntimo eu sentia uma certa satisfação de ser cobiçada, confesso até que chego a sentir uma certa excitação, mas nunca comentei isso com meu marido. Nesse grupo de frequentadores tinha até um casal, o Matheus e a Marilda. Muito simpáticos, faziam questão que eu sentasse à mesa e dessa forma a amizade se estendeu comigo também. O Matheus aparenta ter uns quarenta e cinco anos, cabelos levemente grisalhos, o que lhe proporciona um certo charme especial, muito comunicativo e uma boca perfeita, já me imaginei sendo beijada por ela.
A Marilda com certeza mais nova que ele, uns trinta e oito anos talvez, esbelta, morena clara, cabelos compridos e lisos, um par de olhos penetrantes, às vezes eu chego até ficar sem jeito pela forma que ela me olha. Seu corpo é bem definido, típico de quem frequenta academia. À medida que o tempo passa nossa amizade vai se estreitando, até que eles nos convidaram para o aniversário do Matheus. Ficamos com um certo receio, afinal só conhecíamos a eles, talvez ficássemos um pouco deslocados, mas acabamos aceitando e fomos. A festa era num salão elegante, muito bem decorado, tanto que comentei com meu marido:
- Não deve ficar barato fazer uma festa aqui.
Ele não só concordou como disse:
- Devem estar bem de grana.
Eles nos receberam e procuramos uma mesa para sentar. Muita gente bonita, bem vestida, um colírio para os olhos. Eles fizeram de tudo para nos sentirmos à vontade, vez por outra vinham sentar conosco. Numa dessas vezes a Marilda olhou para o meu marido e falou:
- Cleiton, quero te apresentar uma pessoa que pode contribuir muito para o seu negócio, vem comigo.
Fiquei sozinha com o Matheus.
Não sei porque, mas senti um certo desconforto por ficar a sós com ele, principalmente quando ele diz:
- Célia minha querida, seu marido têm muita sorte por tê-la como esposa.
Com a voz trêmula eu perguntei:
- Porque acha isso?
Ele sorriu e foi atrevido:
- Porque é muito atraente e sexy.
- Porque acha que sou sexy?
Ele sorriu de forma sacana:
- Porque acredito no seu marido, ele fala muito bem de você.
Com certeza foi a boca aberta do meu marido, falou mais do que devia:
- O que ele fala sobre mim?
Mais um sorriso sacana:
- Que você é muito fogosa, adora sexo, lingeries ousados e na cama é um vulcão.
Que filho da puta esse meu marido, ele me paga quando chegar em casa. Não consegui esconder meu constrangimento e ele percebeu:
- Não tem do que se envergonhar, quem dera todo marido tivesse uma esposa como você.
Retribuí seu olhar direto no meu e perguntei:
- Você tem a sorte de ter uma esposa assim?
Ele sorriu de novo e não se furtou:
- Muito mais do que você imagina.
Ele segura na minha mão e diz:
- Não consigo resistir e vou confessar, eu gostaria muito de vê-la com essas roupinhas sexy, só de pensar eu fico de pau duro.
Cheguei a perder a respiração, mas por milagre meu marido e a Marilda estavam chegando de volta. Ela notou meu embaraço e perguntou:
- Meu marido tratou bem de você, minha querida?
Dei um sorriso forçado e apenas balancei a cabeça em sinal de sim. Quando terminou a festa fomos embora e já no carro eu explodi com meu marido, contei a ele tudo o que se passou na mesa enquanto ele estava fora, dei um tapa no braço dele e falei:
- Isso tudo é culpa sua.
Ele apenas sorria dizendo que estava feliz por outro homem estar com tesão em mim, mas que eu era só dele:
- Você é só minha né?
- Claro seu idiota.
Minha raiva era tanta naquele momento que cheguei até cogitar na possibilidade de colocar um belo par de chifres na cabeça do meu marido.
Embora tenha ficado puta com tudo o que aconteceu, as palavras do Matheus não saíam da minha cabeça: fiquei de pau duro por você. Toda vez que pensava nisso minha bucetinha melava. Outra coisa que mexeu com minha cabeça foi, será que meu marido fica excitado sabendo que outros homens sentem tesão por mim? Resolvi fazer um teste. Passei a usar roupas mais curtas, decotes reveladores, com isso os olhares masculinos se intensificaram e meu marido notou:
- Os caras estão comendo você com os olhos, mas sou eu que desfruto desse corpinho lindo.
Invariavelmente à noite a transa com ele era mais intensa.
Passou algum tempo e meu marido quis fazer um churrasco em casa, para convidar o Matheus e a esposa. Durante a semana eu fiquei muito excitada, imaginando o Matheus me comendo com os olhos. Chegou o domingo. Caprichei no meu visual, coloquei um vestido curtinho, decote generoso e sem sutiã, meus peitinhos são firmes. Por baixo uma tanguinha fio dental. Fiz uma maquiagem leve, mas realçando meus olhos e lábios. Ao me ver meu marido exclamou:
- Caralho, como você está gostosa!
Sem me importar com as consequências eu falei:
- Você é culpado, não gosta que outros machos apreciem sua mulherzinha?
Ele deu uma grande risada e falou:
- O Matheus vai ficar louco por você.
Quando o casal chegou, o Matheus não se conteve e falou para o meu marido:
- Meu amigo, com todo o respeito, cuida bem desse pedaço de mulher, com certeza tem muito gavião disposto a tirar proveito.
Sem dar tempo para meu marido dizer qualquer coisa a Marilda ratificou o marido:
- Verdade Cleiton, a Célia é um pedaço de mal caminho, ou melhor, acho que devo dizer de bom caminho.
Demos risada dos comentários e o assunto terminou por aí.
Os homens foram para a churrasqueira, enquanto eu e a Marilda fomos preparar algumas coisas na cozinha. Sozinhas ela falou:
- Você não liga para os comentários do Matheus né?
- Claro que não, levo na brincadeira.
- Sabe o que é Célia, meu marido está encantado em você.
Olhei para ela incrédula no que tinha acabado de ouvir da sua própria boca:
- Não precisa me olhar assim querida, não sou ciumenta e é natural que ele sinta tesão por você.
O que ela diria se soubesse que minha bucetinha fica melada quando penso no marido dela? Sem saber muito bem o que dizer eu gaguejei:
- Caramba Marilda, nem sei o dizer.
Ela segura na minha cintura e pergunta:
- Já traiu seu marido alguma vez?
- Nunca.
- É por isso que não sabe, se já o tivesse feito saberia muito bem o que dizer.
Olhei direto nos seus olhos e quis saber:
- E você, já traiu alguma vez o seu marido?
Ela me abraça carinhosamente e diz ao meu ouvido:
- Não preciso e não quero, meu prazer é outro, ficar apenas olhando.
Nesse instante os homens nos chamam, a carne estava pronta. Durante todo o almoço eu fiquei inquieta, será que entendi direito o que a Marilda disse, ela gosta de ver o marido comendo outra mulher? Eu pensava nisso e minha buceta melava, com certeza eu estava ficando louca e o desejo de dar para outro homem estava começando a me consumir. Quando terminamos de almoçar eu me levantei para ir buscar a sobremesa na cozinha e o Matheus disse que iria me ajudar.
Sozinhos na cozinha ele me abraça por trás, desliza sua mão pela minha bunda e diz:
- Estava com muita vontade de fazer isso.
Tentei me desvencilhar sem muita convicção e falei:
- Você está louco, meu marido e sua mulher estão lá fora.
- Não se preocupa, a Marilda vai manter seu marido ocupado.
Ele beija meu pescoço, fico toda arrepiada e ouço seu sussurro:
- Será que está usando uma calcinha ousada? Mostra para mim.
Meu corpo tremia de tesão, aquilo tudo era uma insanidade, mas senti uma vontade enorme em atender o seu pedido. Me separei dele, ergui meu vestido e mostrei o fio dental que usava. Ele pediu para eu virar e mostrei minha bundinha, toda exposta, só o fiozinho atolado no meu rego. Ele me abraçou e nos beijamos. Sua língua invadiu gulosamente minha boca e eu retribuí sem pudor algum. Ele colocou sua mão na minha bucetinha, deslizou um dedo na rachinha e sentiu minha umidade:
- Eu sabia que também estava com tesão por mim.
Ousadamente ele afasta minha calcinha para o lado e enfia o dedo na minha buceta, minhas pernas falsearam.
O pouco que me restava de lucidez, dizia que deveríamos voltar, mas estava tão bom e eu pedi:
- Isso mete gostoso esse dedo na minha buceta, me faz gozar.
Ele fez, logo eu gozava abafando os gemidos do prazer que sentia por estar traindo meu marido pela primeira vez. Ele quis meter em mim ali mesmo, mas eu não deixei e voltamos para onde estavam nossos parceiros. Ao final da tarde, antes deles irem embora, a Marilda deu um jeitinho de ficar a sós comigo e perguntou:
- Você gostou?
Olhei para ela como se não tivesse entendido o seu questionamento, mas ela me abraçou e falou ao meu ouvido:
- Sei que o Matheus fez você gozar nos dedos dele, acredite em mim, vai gostar muito mais quando for na pica dele, não vamos demorar para marcar.
Eu não consegui falar nada, estava aturdida com a simplicidade dela ao me falar sobre o marido. Na despedida final ela me beija e sussurra ao meu ouvido:
- Me liga.
Apesar de ter gozado naquela tarde doida, à noite eu estava tomada de tesão, fui para cima do meu marido e literalmente eu o comi, até pelo cuzinho eu senti mais prazer ao ser enrabada.
No dia seguinte as palavras finais da Marilda não saíam da minha cabeça: me liga. Peguei no celular algumas vezes para ligar, mas desisti. Três dias se passaram e meu celular toca, era a Marilda:
- Oi Marilda, tudo bem?
- Tudo bem, mas pode ficar melhor se aceitar tomar um chá comigo hoje à tarde.
Tentei argumentar que tinha coisas a resolver, mas ela foi tão insistente que acabei concordando. Depois do almoço falei para meu marido do convite da Marilda e ele falou:
- Fez bem em aceitar meu amor, ela tem amizades influentes que podem ser úteis ao nosso negócio.
Tomei um banho caprichado, escolhi um conjunto sexy de lingerie, em meu pensamento imaginando o Matheus me vendo com ele. Coloquei por cima um vestido florido, rodado e de tecido leve. Fiz uma maquiagem leve, afinal era uma tarde de chá com amiga. Cheguei ao condomínio onde a Marilda mora e minha entrada já estava liberada. Local de casas bonitas, algumas até suntuosas. Parei em frente à casa da Marilda e ela me esperava à porta. Vestida com saia curta e camisa amarrada na cintura, deixando ver parte da sua barriga de academia. Me abraçou, beijou meu rosto e falou:
- Estou muito feliz por ter aceitado meu convite.
Sentamos na sala onde a mesa já estava posta com o chá. Ela nos serviu e depois de algumas amenidades ela tocou no assunto que eu já suspeitava que o faria:
- E aí Célia, gostou de gozar nos dedos do meu marido?
Ela percebeu minha hesitação em responder:
- Não se acanhe, lembra que lá na sua casa eu disse que o meu prazer está em ver, pena que não vi vocês dois naquele dia.
Eu olhava intrigada para ela e pensando: será que ela está querendo dizer que sente prazer em ser chifruda?
Parecendo ler meus pensamentos ela diz:
- Talvez você queira que eu seja mais explícita, muito bem, se não pensou eu digo agora com todas as letras, meu prazer é ver meu marido com outras mulheres.
Então era isso mesmo, o tesão dela é ser corna:
- Já viu isso muitas vezes – eu perguntei indecisa.
- Posso dizer que sim e acredite, algumas das mulheres que ele comeu, eu mesma que trouxe para ele.
Eu sorri e falei que não tenho vocação para coisa semelhante:
- Mas você, minha querida – disse a Marilda – tem o que importa, aliás, cantado e decantado pelo seu marido, muito tesão.
Que filho da puta de marido eu tenho, até a Marilda sabe das minhas intimidades. Nisso ela se levanta, fica atrás da minha cadeira, massageia meus ombros, aproxima sua cabeça do meu ouvido e fala baixinho:
- Me conta, gostou de gozar no dedo do meu marido.
Eu já estava ficando excitada com aquilo tudo e resolvi abrir o jogo:
- Não vou negar que foi muito bom, nunca tinha traído meu marido.
- Sempre tem uma primeira vez para tudo.
Ela não parava de massagear meus ombros e falar ao meu ouvido:
- Já pensou se fosse ele aqui no meu lugar?
Fechei os olhos e tentei imaginar as mãos do marido dela me tocando:
- Me perdoa Marilda, mas eu não vou negar, seria muito bom.
Ela beija meu rosto, vê meus olhos fechados e diz:
- Então fica assim, de olhos fechados e imagina meu marido tocando em você.
Eu estava em êxtase, minha bucetinha já melava a calcinha, minha respiração ofegante denunciou minha excitação. Aquela massagem estava tão boa, mesmo agora que ela imprimia uma pressão maior. Suas mãos deslizaram dos ombros pelos meus braços e em seguida nos seios. Eu queria reagir contra, mas meu corpo se negava a deixar de sentir aquela sensação, mesmo que partindo de outra mulher.
Quando abro meus olhos vejo a Marilda sentada à minha frente, olho para trás e é o Matheus me bolinando. Volto a olhar para a Marilda e ela fala:
- Fica tranquila meu bem, o meu marido está morrendo de tesão por você e sei que é recíproco da sua parte, então aproveita, pois eu ficarei apenas olhando.
Eu estava trêmula, o Matheus me puxa contra seu corpo e beija minha boca. Estava constrangida com a presença da Marilda, será que ela só vai ver mesmo? O Matheus lambe meu pescoço, morde a pontinha da minha orelha e fala baixinho:
- O tesão da minha mulher é só ver, relaxa e vamos gozar gostoso.
Já que era assim, joguei por terra qualquer receio e me entreguei, já que eu estava mesmo querendo meter com aquele macho. Ele corre suas mãos pelo meu corpo, aperta minha bunda e eu gemo mais forte. Ele gira meu corpo, me abraça por trás e desta forma eu fico de frente para a Marilda, que já tinha tirado a saia e deslizava um dedo na sua racha, ainda coberta pela calcinha. Ela sorri para mim e diz para o marido:
- Amor, leva essa putinha lá para o nosso quarto.
No quarto o Matheus tira meu vestido, deixando-me apenas com a calcinha e o sutiã meia taça, ambas as peças em renda branca e transparente.
Eu já estava possuída por um desejo enorme, minha buceta melada pulsava de tanto tesão, eu não me reconhecia, primeira vez com outro homem que não o meu marido e eu estava ali, morrendo de vontade em ser possuída. A Marilda ficou nua, sentou numa poltrona em frente a cama e disse:
- Vai amor, acaba com essa putinha, mostra para ela como um macho de verdade fode gostoso.
Essa fala mexeu com meus brios e não me calei:
- Se ele fode gostoso, aprenda como chupar de verdade um caralho.
Fiquei de joelhos e abaixei a calça, trazendo junto a cueca. Salta uma rola dura, empinada e melada. Seguro a pica com uma das mãos, olho para a Marilda e falo:
- Olha como se faz uma gulosa de qualidade.
De fato, eu sei fazer muito bem uma chupeta. Comecei beijando a cabeça, depois as lambidinhas e por fim suguei só a glande. Fazia isso olhando para a Marilda, que agora já tinha dois dedos dentro da buceta, se ela gosta de ser chifruda, então que assim seja. Fiz questão de mostrar o quanto eu era boa, por isso comecei a engolir o pau e logo ele estava todinho goela abaixo, ao ver isso a Marilda não se conteve:
- Caramba amor, ela engoliu seu pau todinho.
Ele segurou minha cabeça, começou a foder minha boca e falou:
- Ela é boa demais amor, bem que o marido dela sempre diz.
Tirei o pau da boca, bati com ele no meu rosto e sempre olhando para a Marilda eu falei:
- Aprendeu como se faz, vadia?
Ela se ajoelhou ao meu lado e pediu:
- Faz de novo, engole o pau todo do meu marido.
Eu fiz com prazer, engolindo, chupando e falando para a esposa:
- O pau do seu marido é bom demais, estou amando engolir ele todinho.
A Marilda tirou meu sutiã e em seguida a calcinha dizendo:
- Puta do meu marido tem que ficar pelada – depois olhando para o marido ela pediu – quero vê-lo chupando a buceta dessa vagabunda.
Literalmente fui jogada sobre a cama, o Matheus se colocou entre as minhas pernas e começou a me chupar, não é que o safado sabia fazer direitinho! Arreganhei as pernas e ele se deliciou com a minha xoxota. Lambeu, sugou meu grelo, enfiou o quanto pode a língua junto com dois dedos, eu estava no paraíso.
Eu já não estava mais suportando de tanto tesão e piorou quanto a Marilda falou:
- Vai Célia, goza na boca do meu marido, mela a cara dele.
Ouvir isso de uma esposa, pedindo para outra mulher gozar na boca do seu marido, foi demais e não consegui segurar:
- Chupa forte filho da puta, vou gozar, está vindo, agora, mais forte, assim, assim, isso, gozei.
Meu corpo tremeu todo, parecia estar entrando em convulsão, loucura total. O Matheus espera um pouco e em seguida vem me beijar, sinto na boca dele todo o sabor da minha buceta. A Marilda ficou ao nosso lado e assim que retomei meu estado natural ela falou:
- Não pude me controlar e também gozei junto com você.
Olhei para ela intrigada e quis saber:
- De verdade, você sente prazer em ser chifruda?
- São pontos de vista minha querida, considero que seria chifruda se não soubesse de nada, mas como fui eu que pedi ao meu marido para comer outras mulheres, me considero uma cúmplice dele, nada mais.
O pau duro do Matheus roçando na minha coxa, foi suficiente para que eu sentisse vontade de tê-lo dentro de mim, por isso eu pedi:
- Vem Matheus, come minha buceta e deixa sua mulher mais feliz.
Quando ele se preparava para me comer deitada eu pedi:
- Assim não, de quatro, quero sentir essa rola batendo fundo dentro de mim.
Me posicionei, senti a rola sendo esfregada nos lábios da minha buceta até que a penetração começou. O pau dele é maior que o do meu marido, por isso ele foi entrando justo, senti minha buceta sendo alargada. Era uma sensação diferente, satisfatória, de pleno preenchimento da minha xota. Rebolei no seu pau com a Marilda pedindo:
- Vai amor, soca fundo na buceta dessa biscatinha.
Se tem uma coisa que me deixa alucinada, é ouvir e falar muita putaria durante a transa, por isso eu incentivei:
- Isso mesmo seu puto, me fode gostoso para sua mulherzinha ver.
Ele socou, meteu fundo, eu sentia toda aquela pica atolada dentro de mim e isso me enchia de prazer. O cheiro de sexo impregnou o ambiente, os gemidos de nós três só acelerou o momento maior, o ápice do prazer e assim aconteceu, novamente eu gozei feito uma cadelinha no cio e quando o Matheus anunciou que ia gozar eu pedi:
- Na minha boca, adoro tomar leitinho.
Ele ficou de pé, eu de joelhos, com a boca aberta esperando o néctar do seu gozo e logo veio, em jatos fortes. Fechei a boca em torno do pau para não desperdiçar uma gota sequer e assim fiquei até ele tirar o pau da minha boca. O sabor da porra era totalmente diferente do meu marido, adocicado, uma delícia. Nós três ficamos deitados, comigo e o Matheus trocando carícias e beijos, mesmo com minha boca ainda melada de porra, nisso a Marilda falou:
- Você foi ótima Célia, nunca meu marido beijou uma boca melada de porra, a sua foi a primeira.
Eu sorri e falei:
- Como se diz, tudo nessa vida se tem uma primeira vez.
Já era final da tarde e eu precisava ir embora. Tomamos banho os três juntos e dentro do box foi impossível que os corpos, meu e da Marilda, não se tocassem e confesso, fiquei excitada. Debaixo do chuveiro ela pergunta para mim:
- Célia meu amor, gosta de dar o cuzinho?
Sem receio algum eu falei que sim, no que ela propôs:
- O que acha de voltar outra vez para o meu marido dar uma boa enrabada em você?
Pensei rápido e fiz um desafio:
- Com uma condição.
- Qual – ela quis saber.
- Você vai ter que preparar meu rabo para o seu marido comer.
Ela olhou para o marido, pensou uns instantes e depois sentenciou:
- Nunca fiz isso, mas acho que no seu caso vou abrir uma exceção.
Voltando para casa fiquei pensando em tudo o que aconteceu e porque aconteceu. Estava arrependida? Nem um pouco. Foi bom? Com certeza foi. Farei essa segunda visita ao casal de amigos? Não tenho dúvida alguma disso. Com essas reflexões todas não me senti culpada em nada, tenho a mais absoluta convicção de que o único culpado é meu marido, aquele boca aberta que fica cantando aos quatro ventos as minhas qualidades de mulher.
