A minha vida de fêmea - Cap. VII
- Temas: gay, transsexual, lesbica, bissexual, prisao, humilhacao
- Publicado em: 18/04/26
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- Autoria: jcb0909
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CAPÍTULO VII
De volta à cela, tinha o Carlos à minha espera.
Olhou-me demoradamente.
Depois pegou-me nas mãos e disse simplesmente: Estás linda. Linda!
Puxou-me contra ele e beijou-me carinhosamente. A sua respiração tornava-se ofegante.
Largou-me as mãos e subiu as dele até aos meus mamilos. Os beijos tornavam-se mais selvagens e a sua língua invadia agora cada recanto da minha boca.
Acariciava-me levemente os meus mamilos através da camisola, provocando-me uma ereção instantânea.
Também eu estava com a respiração ofegante, quer pela excitação do toque nos mamilos, quer pelo misto de prazer e desconforto do meu pénis aprisionado.
A certa altura afastou-se e disse-me para dar uma volta sobre mim.
- Estás linda.
Mirava-me com um olhar lascivo que ainda não lhe tinha visto, o que me deixou em alerta.
Era certo que o Carlos tinha avançado aos poucos, mas agora com a aparência de mulher, tinha a certeza que iria ser sodomizado.
Voltou a colar-se a mim e beijou-me apaixonadamente.
Com uma mão apertou-me uma nádega contra si, enquanto que a outra deslizava novamente ao encontro do meu mamilo, fazendo aumentar novamente os meus níveis de excitação, que tentava em vão repelir.
Ficámos assim muito tempo.
Tentava reprimir a excitação involuntária que a estimulação do mamilo provocava, com a consequente dor, mas não sabia como fazê-lo.
Combinava a respiração ofegante, com sensações de prazer involuntárias e de dor, fazendo com que soltasse alguns gemidos, que enlouqueciam ainda mais o Carlos, que me beijava de forma completamente descontrolada e animalesca, deixando-me literalmente sem ar.
A mão que me puxava a nádega contra ele deslocou-se para o lado de dentro da roupa.
Primeiro apalpou uma nádega, depois a outra, inspecionando cada centímetro do meu rabo. Depois deslocou-se lentamente para a parte da frente, explorando exaustivamente os meus pelos púbicos, não parando nunca os beijos ardentes e a estimulação do mamilo, provocando-me mais ereção e mais dor.
Os meus gemidos, a respiração pesada e descontrolada, eram gasolina que incendiaram cada vez mais os desejos de Carlos.
Por esta altura, preparava-me para o pior.
Sem nunca parar de me beijar, começou a tirar-me a camisola, expondo o meu corpo da cintura para cima.
Senti-me estranhamente nu. Aquela tarde com a Rita fez-me passar a ter uma reserva sobre o meu corpo até aí desconhecida.
Sentia-me mesmo nu. Frágil. E envergonhado.
- Deita-te.
Obedeci.
- O que queres fazer?
- Cuidar da minha fêmea.
Começou a tirar-me um sapato, depois o outro.
Lentamente.
E depois as meias.
Muito lentamente.
Tentei aproveitar ao máximo aqueles segundos, antes que chegasse o momento do suplício final.
Depois as calças…
- Olha como estás, querida! - Exclamou o Carlos, feliz, apontando para as minhas cuecas encharcadas.
Mais uma vez corei de vergonha. Porque é que o meu corpo reage assim, raios?
Finalmente tirou as cuecas, expondo a minha nudez completa.
A lentidão com que me despiu contrastou com a rapidez com que tirou a sua própria roupa.
Colocou-se por cima de mim, em posição de 69, com os testículos mesmo por cima da minha boca, fazendo pequenos movimentos circulares.
Como não reagi, perguntou: Então?
Já era suficientemente mau eu ter que satisfazer os desejos do Carlos, mas tê-lo que fazer por iniciativa própria, para além da repulsa, era humilhante.
Sem alternativa, comecei a beijar e abocanhar suavemente os testículos, enquanto massajava o períneo.
O Carlos começou a gemer instantaneamente.
- Levanta as pernas e puxa-as para trás. Quero ver como ficou a tua cona. - Ordenou.
Oh, não. Vai começar! - Pensei.
- Espera, Carlos. Não. Não estou preparado. Preparada…
- Querida, as fêmeas já nascem preparadas. Agora continua, não pares.
Obedeci, relutante.
- Isto ficou lindo, querida. Sem pelos, a pele lisinha, está lindo, lindo… E olha como estás molhadinha…
Com uma mão o Carlos acariciava-me o escroto, com a outra o períneo, sem nunca tocar no ânus.
- E olha a tua cona, tão rosadinha… está linda. - Dizia o Carlos, enquanto a sua excitação aumentava ainda mais. De tempos a tempos caia mais uma gota de líquido seminal, que se acumulava no meu pescoço.
Aquele cheiro a homem era novo para mim. Ao contrário dos outros contatos que tive com o Carlos, desta vez ele não tinha acabado de tomar banho.
O cheiro da transpiração e das hormonas era intenso e repugnante, que ao menos acabou com a minha ereção e dor. E humilhação também.
- Continua a chupar, mas brinca com os meus mamilos também. - Disse, enquanto passava os dedos bem junto ao meu ânus, o que me provocava contrações involuntárias.
- Relaxa, relaxa.
Comecei a estimular os seus mamilos, percebendo bem agora as reações que lhe provocava.
- Isso, isso, continua. - Dizia, ofegante.
Mais uma pinga caía no meu pescoço. E outra. E mais outra.
Embora estivesse com o Carlos, tentava imaginar que estava com a Rita.
E a sua vagina doce…
Mas o cheiro a homem puxava-me novamente para a realidade.
Não sei quanto tempo estivemos naquilo, mas a mim pareceram-me horas. Horas, não. Dias.
Finalmente o Carlos levantou-se e eu aproveitei para me esticar na cama.
- Está quieta. Fica como estavas. - Ordenou.
Não tive outro remédio.
O Carlos pegou num frasco de gel e voltou para a cama, deitando-se por cima de mim.
Ficámos na posição de missionário.
Começou novamente a beijar-me.
Tentei retribuir de forma apaixonada, procurando evitar que ele se zangasse e fosse violento comido.
Os beijos dele eram realmente apaixonados. Em simultâneo voltou a brincar como os meus mamilos.
Retribuí as carícias nos mamilos, com a vaga esperança que pudesse alcançar um orgasmo, tal como a Rita, mas embora percebesse o grande estado de excitação em que se encontrava, não parecia suficiente para chegar ao clímax.
- Vês, estás a aprender a ser mulher. Vamos ensinar essa cona também.
- Não, Carlos, não…não estou preparada.
- Já te disse que as fêmeas nascem preparadas. Vou ensinar-te a ser uma fêmea de primeira. - Disse, com um sorriso carinhoso, beijando-me suavemente logo de seguida.
Tinha chegado a hora. Estava mesmo assustado com o que se avizinhava. Deus queira que passe depressa.
Mas com o Carlos nada se passa depressa.
Deitou um pouco de gel na mão e espalhou-o no períneo.
Massajou suavemente enquanto me beijava.
Tirou mais um pouco de gel. Espalhou-o também nos meus testículos.
Eu vivia entre o stress daquilo nunca mais acabar, e o de estar prestes a começar.
Sempre que a mão se aproximava mais do meu ânus, contorcia-me involuntariamente, para me esquivar.
- Calma, calma… Fica quieta…
Mais um pouco de gel, e desta vez é colocado diretamente no meu ânus, que se contraiu instantaneamente, fazendo-me soltar um gemido e mais uma tentativa de fuga.
- Não te mexas, já disse.
Voltou a por mais um pouco de gel e foi direito ao meu olhinho.
Tive mais um gesto involuntário, mas logo me controlei, embora estivesse muito tenso.
Fechei os olhos e cerrei os dentes.
- Olha para mim. - Ordenou, enquanto passava o dedo sobre o meu ânus, sem, no entanto, fazer pressão para entrar.
Abri os olhos por uma fração de segundo, suficiente para observar a cara de excitação extrema do Carlos, enquanto me contraía tanto quanto podia, para tentar evitar a invasão iminente.
- Joana, olha para mim. Estamos juntos. Vamos fazer isto juntos.
Eu não quero fazer isto juntos. Aliás, eu não quero fazer isto. Quero que isto acabe já.
- Joana!
Obedeci. Abri os olhos. Olhava para o infinito.
- Olha-me nos olhos.
Olhei, resignado, envergonhado.
Era extremamente difícil fazê-lo. Estava a partilhar com ele a minha alma, o meu ser… Era humilhante.
- Vamos fazer isto juntos. Tu e eu. É o nosso momento. - Dizia enquanto massajava suavemente o meu ânus.
Voltou a beijar-me, agora suavemente, explorando os meus lábios, a minha língua, enquanto as nossas respirações se entrelaçavam.
- Acaricia-me a cabeça com as mãos, querida. E não pares de me olhar nos olhos. Vamos compartilhar este momento. Está a ser fantástico. Relaxa, relaxa…
O Carlos ficou muito tempo a beijar-me, enquanto eu o acariciava, como me tinha ordenado. Com o tempo consegui relaxar um pouco, mas sentia-me tremendamente desconfortável ter de olhar o Carlos nos olhos, enquanto este explorava a zona mais privada de mim. Sentia-me duplamente despido, humilhado, abusado, impotente.
São momentos que queremos partilhar com quem amamos. Era o que acontecia a Carlos relativamente a mim.
A certa altura o dedo fez um pouco mais de pressão, que me fez estremecer e dar um gemido. Inadvertidamente fechei novamente os olhos.
- Não mexas e olha para mim. - Ordenou o Carlos retirando o dedo.
- Desculpa, foi sem querer. - Respondi, fitando-o de novo.
O dedo voltou a fazer pressão, e estremeci novamente, mas controlando o movimento logo de seguida.
O meu ânus contraía-se instintivamente o mais que podia, mas mostrava-se impotente para os avanços do Carlos.
Olhava-o nos olhos, não para partilhar o momento, mas como súplica para que aquilo parasse, mas não parou.
O dedo entrou mais um pouco, fazendo-me gemer outra vez.
Eram sensações novas para mim, e estava a tentar aprender a lidar com elas.
Era um turbilhão dentro de mim: O Carlos não parava de me beijar, tinha de o olhar nos olhos e partilhar o momento, sensações estranhas no meu ânus e ao mesmo tempo tinha de controlar as reações inatas do meu corpo.
Desconforto, dor, vergonha, raiva…
E olhar nos olhos. E olhar nos olhos.
- Vês, querida? Não te estou a magoar. A tua cona está preparada para isto. Relaxa, relaxa…
Eu não conseguia relaxar. Em boa verdade, eu não queria relaxar, aliás eu contraía-me o mais que podia, não só os músculos do ânus, mas todo o meu corpo.
O dedo dele entrava mais e mais… parecia que não tinha fim.
Eu gemia à medida que ia entrando, à medida que continuava a beijar o Carlos e a acariciá-lo.
A certa altura, com a mão livre, começou a acariciar o meu mamilo, o que me fez estremecer, mas o Carlos continuou, impávido e sereno.
- Já está lá dentro, querida. - Disse, com sorriso de satisfação do dever cumprido. - Vês? Já está.
De seguida retirou o dedo e colocou mais gel, voltando de seguida à minha porta dos fundos.
De início estremeci novamente, soltando novo gemido, o que pareceu deixar o Carlos satisfeito.
Voltando ao meu mamilo, sempre sem tirar os olhos de mim, começou um movimento lento de vaivém.
Isso fez-me contrair muito novamente, mas sem me mexer, começando a gemer descontroladamente.
O vaivém combinado com o estímulo do mamilo fez voltar a ereção, acrescentando mais uma camada de desconforto e vergonha.
Nesta altura o Carlos já se mostrava descontrolado, e roçava o pénis na minha barriga, enquanto o seu dedo abusava de mim e me beijava, enquanto eu era obrigado a partilhar aquele momento tão íntimo com ele, olhando-o nos olhos, e acariciando-o, como se estivesse a apreciar muito.
Sem nunca parar de me olhar fixamente nos olhos, nem o vaivém dentro de mim, o Carlos eleva-se um pouco, desencostando o seu pénis da minha barriga.
- Está na hora de me levares até ao fim, querida. - Disse, ofegante e feliz - Dá o teu melhor.
Apercebi-me que naquele momento gemia desalmadamente. O desconforto e a dor da invasão que estava a ser feita ao meu ânus, aliado ao prazer involuntário e envergonhado dos estímulos dos meus mamilos provocavam-me um sentimento de submissão por que nunca pensei passar.
E a partilha de tudo aquilo com o olhar… Era provavelmente a pior parte.
Mas nada mais me restava senão obedecer. Fui buscar uma réstia de força que ainda dispunha, e peguei-lhe vigorosamente no pénis, começando-o a masturbá-lo.
O movimento de vaivém no meu ânus aumentou de intensidade. Instintivamente aumentei também a intensidade da masturbação ao Carlos.
Ambos gemíamos descontroladamente, cada um à sua maneira, cada um pelos seus motivos.
- Isso, querida… Assim, assim…Não pares… Olha-me nos olhos… Sim, sim …
O Carlos explodiu num orgasmo violento, descontrolado, arrebatador.
Foi um dos orgasmos mais intensos que experimentou. Vi-o claramente nos seus olhos.
Os jatos de sémen jorravam abundantemente sobre mim, enquanto eu continuava a estimular aquele membro, até à exaustão.
Lentamente, o Carlos foi-se acalmando, deixando-se cair sobre mim.
- Olha-me nos olhos, querida…- Disse, imediatamente antes de me começar a beijar novamente.
O dedo no meu ânus continuava o seu movimento, agora mais lentamente. O do mamilo também.
A descarga de adrenalina provocada pelo orgasmo do Carlos fez também efeito em mim, fazendo com que as minhas sensações regressassem ao desconforto que o Carlos provocava no meu ânus dorido.
- Para, por favor. - Supliquei.
O Carlos parou o movimento, mantendo o seu dedo dentro de mim.
Continuámos a beijar-nos por muito tempo, até Carlos desfalecer e adormecer sobre mim.
Com o dedo lá dentro.
