Sexo entre tapas e lágrimas
- Temas: Amor, briga de casal, separação, sexo, tapas, lágrimas, Ciúme, Reconciliação, Despedida,
- Publicado em: 18/04/26
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- Autoria: Brafra
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Após a Laura ter alta do hospital, eu e a sua filha, a encantadora Charli, conseguimos marcar um almoço durante a semana no restaurante próximo à empresa na qual sou colaborador.
Eu cheguei antes ao local, onde encontrei a Tina, uma colega de trabalho, sozinha em uma das mesas tomando cerveja. Eu me acomodei próximo à mesa dessa mulher bonita, de cabelos lisos pretos, olhos castanhos e corpo moreno, e pedi uma cerveja; ela me convidou para bebermos juntos.
Tina me contou que estava passando por uma crise em seu casamento; ela segurou as minhas mãos, se emocionou e começou a chorar. Eu disse palavras de ânimo a ela, que tocou ternamente no meu rosto. Eu estava de costas para a entrada e não percebi a Charli chegar, vendo a cena que podia parecer algo mais que uma simples conversa entre dois colegas de trabalho.
— Olá, Frank! Tudo bem com você?
A sua voz fria congelou a minha espinha na hora, embora eu não fosse culpado de algo, mas eu conhecia bem o temperamento forte da bela loira.
— Olá, Charli! Esta é a Tina, uma colega de trabalho.
Eu sabia que seria difícil dobrar a minha geniosa rainha. Pedi licença à Tina e fomos para uma mesa distante dali. Charli estava com expressão zangada, calada, esperando explicação para o que acabara de presenciar.
Eu disse que encontrara Tina por acaso no restaurante, que éramos bons colegas de trabalho e ficamos conversando sobre trivialidades. Charli não se conformou; falou que eu tinha um relacionamento afetivo com a bela morena e que deveríamos ir buscar os meus pertences no seu apartamento, porque estava tudo terminado entre nós dois.
O almoço transcorreu em um clima pesado. A comida tinha gosto de palha para mim; Charli estava com o rosto corado de raiva e não me olhava. Acabamos de comer e rumamos para o seu apartamento, cada um no seu carro.
Ela me esperava em frente ao condomínio onde morava. Charli vestia um conjunto de blusa e saia azul-escuro, com uma camisa branca por baixo, na qual era possível ver o contorno do sutiã também branco.
Entramos no residencial, estacionamos os carros e seguimos para buscar as minhas coisas; ela caminhava na minha frente com o seu andar sedutor, em um corpo gostoso com cintura fina, quadris largos, nádegas redondas e empinadas, coxas tonificadas e pernas torneadas.
A visão do rebolado da loira boazuda e a marca da minúscula calcinha na saia me deixaram excitado; eu apertei o meu pênis ereto com a mão no bolso da calça comprida. No elevador não falamos nada, pois o clima estava tenso entre nós. Entramos no apartamento, Charli foi arrumar as minhas roupas e eu fiquei na sala de estar; pouco depois, ela trouxe uma mala, entregou-me sem dizer uma palavra e foi para a sua suíte.
Tristeza, surpresa e desejo se misturavam em meu ser. Eu não resisti à minha paixão pela loira boazuda e fui à sua suíte. Charli estava deitada de bruços na cama que foi palco da comemoração do seu aniversário algumas semanas antes, em meio a pétalas de rosas. A lembrança daquela noite me deu mais excitação, juntando-se à visão da bunda macia para cima.
A minha musa chorava soluçando alto; eu sentei na beira do colchão, passei a mão nos cabelos loiros sedosos e pedi para ela não destruir tudo o que construíramos. Ela virou o rosto, me olhou com os olhos azuis cheios de lágrimas e disse que não daria mais para continuarmos juntos.
O corpo saboroso e perfumado deitado ao meu alcance se somou às minhas sensações de perda, paixão louca e vontade de possuir a linda Charli pela última vez. Eu deitei sobre ela e levantei a saia, revelando a calcinha branca de cetim que envolvia a bunda redonda.
Eu abri a minha calça e tirei o pênis rígido da cueca, passando-o no bumbum macio. Charli girou o corpo se debatendo e me dando tapas; eu segurei os seus punhos, apertando o pênis em sua vulva. Ela usava um colar que fora presente de aniversário dos seus pais e se preocupou para que o mesmo não quebrasse.
Enquanto a loiraça protegia a joia no pescoço, eu avancei à joia sob a sua calcinha, a qual afastei para o lado e introduzi os dedos na sua vagina apertada. Charli mandava eu parar, tentava se desvencilhar de mim; eu consegui imobilizá-la parcialmente o suficiente para penetrar a sua vagina pequena.
Fiz o movimento lentamente, porque a fenda delicada não estava preparada para receber o meu pênis, que avançava cada vez mais em seu interior. Ela chorava de raiva, vergonha e, talvez, de dor misturada a desejo.
O meu pênis entrou inteiro; ambos sentiam um pequeno desconforto em seus sexos porque eu não esperei a vagina lubrificar. Comecei um vai e vem devagar, aumentando a repulsa da Charli, que não tinha mais como escapar daquela relação sexual forçada.
Eu acho que o desejo envolveu a Charli, porque senti a sua vagina pulsando em meu pênis enquanto ela tinha um orgasmo, mesmo não querendo que eu percebesse e tentando morder o meu ombro. Eu não resisti ao seu gozo e ao aperto da vagina em meu pênis e explodi, lançando muito esperma dentro da sua xana pequena, delicada e rosada.
A irada loira me empurrou de cima dela até a sala de estar. Eu peguei a mala e, já saindo pela porta, dei uma última olhada na Charli, que estava com as roupas amarrotadas, o batom borrado na boca, os cabelos bagunçados e com um leve sorriso safado no canto da boca carnuda.

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