Sexo na sala de aula

  • Temas: Amor, amizade, sexo, sala, aula, professor, aluna
  • Publicado em: 20/04/26
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  • Autoria: Brafra
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Private Muse

Dois meses depois da Charli terminar o nosso relacionamento amoroso, eu comecei um trabalho extra, no final de semana, como professor de Design Gráfico na escola de Informática em cuja eu e a linda loira fizeramos o curso de Inteligência Artificial.


Eu costumo chegar mais cedo à escola a fim de verificar e preparar o material para a exposição do conteúdo programático à turma. No primeiro dia, eu quando eu li a lista de alunos, encontrei um nome muito conhecido por mim: Charli Simpson.


A minha ex-amiga especial sentava na primeira fila sempre de minissaia que deixava à mostra as suas calcinhas. Ela cruzada as pernas mostrando as coxas tonificadas ou simplesmente exponha a sua delicada vagina, coberta por lingerie de cetim, para eu ver.


Certamente que a loira gostosa fazia isso de propósito com o intuito de me provocar - ela conseguia e percebia a minha excitação causada pela visão perturbadora do presente e as estimulantes lembranças do nosso passado ardente.


Durante as chamadas, eu ouvia a voz suave quando eu dizia o seu nome: "- Presente, professor!" Era uma resposta sensual de uma aluna que movia os lábios brilhantes quase em um sussuro e me olhava com olhos azuis sedutores.


Charli me seduzia, excitava e torturava se divertido com isso; talvez me punindo por eu ter obrigado ela a ter relações sexuais comigo na ocasião do término do nosso relacionamento afetivo em seu apartamento (ler o conto Sexo entre tapas e lágrimas).


Quase no final do curso, a minha deliciosa aluna já sabia que eu chegava mais cedo à escola. Em determinado sábado, eu adentrei na sala de aula e Charli estava sozinha ali, habitualmente sentada na primeira fila, trajando uma camiseta alaranjada, saia jeans azul e calcinha de cetim preta com corações rosa claro que ela me exibia desde o início das aulas.


O seus jeito sedutor, o corpo macio e a vagina tufada na calcinha - que era possível visualizar a fenda tão explorada por mim em um passado recente - me proporcionaram uma ereção notada pela garota dourada que fixou o olhar no volume na minha calça.


Eu estava nervoso, excitado e me controlando para não voar em cima da mulher gostosa e provocadora. O meu telefone celular tocou, eu atendi apertando, sem querer, no viva-voz; era uma colega de trabalho - eu tirei do viva-voz, mas foi suficiente para Charli perceber que era uma voz feminina no outro lado da linha.


Eu encerrei a ligação telefônica, Charli não se conteve e falou: - "Você é bonitão, arrasa com a mulherada porque é ótimo na cama". Ela me encarou sorrindo, eu entendi que era um sinal verde e avancei sobre ela que resistiu à minha investida - eu pensei que era um jogo de sedução da minha musa maravilhosa.


- "Você entendeu errado, Frank! Solta os meus braços! Eu vou gritar!". Antes que Charli conseguisse falar novamente, eu a levei ao fundo da sala de aula, agarrando, por trás, o corpo saboroso no canto da parede da porta - eu a fiz se deitar de bruços no piso.


A visão dela vulnerável, seu corpo perfeito ao meu alcance, aumentou o meu tesão. Deitei-me sobre ela, pressionando meu peso contra sua costa. - "Frank, não!" ela ofegou, tentando se desvencilhar.


Eu levantei a sua minissaia revelando a delicada calcinha de cetim preto que mal cobria sua bunda redonda. O meu pau já estava duro como pedra. Eu abri a calça, tirei o pênis e esfreguei no tecido macio que cobria a sua vagina; Charli gemeu e se debateu, dominada por mim.


- "Pare… por favor… eu não quero isso…”. Mas seus protestos só me excitaram mais; eu prendi seus pulsos acima da cabeça com uma mão e usei a outra para puxar sua calcinha de cetim para o lado. Ela já estava um pouco molhada, o seu corpo a traía. Eu esfreguei meu pau em sua vagina molhada, aproveitando a sua excitação; então pressionei a cabeça do pênis contra sua entrada apertada. Charli soluçou mais alto.


- “Frank… não… acabou, eu não sou mais sua…”.


Eu meti lentamente, a sua delicada vagina rosada resistiu a princípio, apertada e não totalmente lubrificada. Ela soltou um gemido baixo, contorcendo-se sob mim, mas mantive a pressão até que a cabeça do meu pênis deslizou para dentro. Eu penetrei mais fundo gemendo com tesão e desejo que ela também sentia.


Quando eu estava completamente dentro dela, Charli soltou um soluço entrecortado, sua vagina vibrando no meu pênis inchado. Eu comecei a estocar com movimentos lentos no início, deixando sua xana se ajustar e lubrificar.


Os sons da nossa transa cortavam o silencio da sala de aula. Charli continuava a se debater, tentando libertar os pulsos, o rosto pressionado contra o piso enquanto as lágrimas caíam sobre a cerâmica.


- “Por favor… dói… pare!” Mas enquanto ela implorava, os seus quadris começaram a se mover sutilmente contra os meus. Eu senti sua vagina ficando mais molhada, mais escorregadia, a resistência diminuindo à medida que o seu prazer aumentava. Eu soltei seus pulsos e deslizei minha mão por baixo dela até o seu clitóris, massageando enquanto a penetrava com estocadas firmes.


Os soluços de Charli se transformaram em gemidos baixos; o seu corpo se entregava. Eu senti sua vagina começar a pulsar no meu pênis indicando que ela estava perto do orgasmo que a atingiu em cheio; a sua vagina se contraiu esguichando enquanto ela gozava com um grito abafado.


A sensação era intensa demais. Eu gemi e penetrei mais fundo, ejaculando dentro dela. Jatos de esperma encheram a sua vagina apertada até escorrer ao redor do meu pênis e pingar no piso.


Por um instante ficamos assim: meu corpo sobre o dela, ambas ofegantes. Então Charli se sentou lambendo e limpando o meu pau com a sua boca gostosa; em seguida, ela se levantou para ir se limpar no banheiro da escola, afinal a aula logo começaria - havia um sorriso safado, no canto dos seus lábios carnudos.


Naquela aula, o vislumbre da sua calcinha molhada, na minha frente, não me deixava concentrar. Eu ainda conseguia sentir a sua vagina pulsando no meu pênis quando ela gozou, o jeito como ela chorou e se debateu enquanto seu corpo recebia cada estocada. Eu me perguntava se ela voltaria para mim.


A aula acabou; a loira gostosona esperou os colegas saírem da sala, foi até a minha mesa e me entregou um bilhete sorrindo safadamente: "Liga para mim. Beijos da sua Charli."


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