Salvei o emprego do meu marido
- Temas: Chefe, marido, emprego, negociação, proposta, oral total e anal
- Publicado em: 21/04/26
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- Autoria: new_lorde
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Sempre fui muito independente, em todos os aspectos. Desde jovem, ainda na adolescência, eu arrumava um jeito de ganhar uma grana extra, além da mesada que eu recebia. Estudiosa, fiz duas faculdades, Administração e Economia, além de uma pós em gestão de negócios. Passei por alguns empregos, sempre mudando por vontade própria, em busca de melhores colocações e remuneração. Há oito anos, quando eu estava com vinte e sete de idade, fui sondada por um headhunter, dizendo que eu atendia perfeitamente aos requisitos de uma vaga que ele tinha à disposição. A única que coisa que revelaram foi a vaga, assistente de diretoria. Passei por algumas entrevistas no escritório de recrutamento, uma delas com a diretora de RH da empresa.
Passei em todas, ficando apenas uma para a decisão final, com o diretor presidente, a pessoa a quem eu iria me reportar. Foi marcado o dia e eu cheguei com meia hora de antecedência. Discretamente usando um vestido preto na altura dos joelhos, maquiagem leve, sapatos também pretos e fechados. Não acredito na ideia que a roupa faça o homem ou a mulher, mas entendo que cada ambiente requer seu traje adequado. Na hora marcada lá estava eu na sala com o senhor Leonardo, o presidente da empresa. Um senhor de meia idade, talvez com cinquenta ou pouco mais anos, elegante no seu terno bem cortado em azul marinho, camisa branca e gravata cinza, fechada com um nó perfeito no colarinho.
Muito charmoso, com seus cabelos levemente grisalhos, se mostrou educado e atencioso a todas as minhas respostas. Ao final da entrevista ele falou que meu currículo era perfeito e que tinha se convencido que eu seria perfeita para a vaga, por fim ele perguntou:
- E você, aceita trabalhar conosco?
Dei um leve sorriso e fui sincera:
- Para falar a verdade, até agora nem sei qual é sua empresa.
- Perdoe-me Kelly, é uma empresa de propaganda e publicidade, estamos muito bem ranqueados no mercado e com reais possibilidades de crescimento.
Eu não entendia nada do assunto, mas a vaga a qual eu estava me candidatando não requeria um prévio conhecimento, isso eu aprenderia com facilidade, por isso fui sincera com ele:
- Venho do segmento pecuarista, não entendo do seu negócio, mas acredite em mim, adoro desafios.
- Ótimo, exatamente o perfil que procuro, já falaram com você sobre a remuneração?
- Em nenhum momento.
Ele tirou sua caneta do bolso, escreveu o valor num pedaço de papel e me entregou. Quando eu vi quase não acreditei, duas vezes mais do que eu ganhava.
Ele com certeza viu o brilho nos meus olhos e completou:
- Fora os benefícios e o bônus no final de ano.
Era bom demais para ser verdade, não tinha como recusar:
- Considere-me sua funcionária senhor Leonardo.
- Então está contratada, mas com uma condição, que esta tenha sido a última vez que me tratou por senhor, esquece isso.
- Tudo bem, Leonardo – eu disse olhando direto nos olhos dele.
Fiz todos os procedimentos admissionais e uma semana depois eu estava trabalhando. Tinha uma sala só minha, anexa à do presidente, nosso contato seria constante. Os dias passavam rápido, muitas atividades e coisas novas para aprender. O final do dia eu estava exausta, mas feliz com o novo emprego. Não sou nenhum protótipo de mulher perfeita, fisicamente falando, mas com certeza tenho lá meus encantos, sou feminina, sempre muito bem vestida de forma elegante, olhos grandes na coloração mel e um corpo que considero dentro da normalidade, nem magra, nem gorda e com cintura bem marcada.
Não raras foram as vezes que notei o meu chefe olhando para mim, como se estivesse me despindo no seu pensamento, mas ele nunca se atreveu a fazer qualquer tipo de insinuação. Quando fiz dois anos de empresa o Marcelo foi admitido. De imediato fiquei encantada por ele e a recíproca foi verdadeira, tanto que logo começamos a namorar e quatro anos depois nos casamos. Antes do casamento meu chefe me chamou na sua sala:
- Kelly, acho sempre muito complicada essa situação de marido e mulher trabalharem na mesma empresa, mas aprendi a respeitar você pela profissional que é, só espero que isso não mude.
Dei um sorriso de felicidade e garanti que nada mudaria. A vida seguiu seu caminho, eu ganhava muito bem e somado com o ganho do meu marido, resolvemos comprar uma casa maior, afinal tínhamos planos de ter filhos. Acabamos fazendo uma loucura mais ou menos calculada, mas conseguiríamos pagar. Meu marido estava envolvido nos projetos de um dos nossos melhores clientes, representando uma gorda fatia do faturamento. Meu trauma começou quando meu chefe me chamou na sua sala, seu olhar era sisudo:
- Senta Kelly, precisamos conversar.
Ele nunca tivera atitude como essa, tinha certeza de não ter feito nada de errado, mesmo assim meu coração disparou:
- Seu olhar é de preocupação Leonardo, o que aconteceu?
Ele me entrega uma folha de papel e leio, o cliente, justamente nos projetos que meu marido atua, pediu rescisão no contrato dos nossos serviços, logo imaginei o que ele iria dizer. Devolvi a folha, ele olhou para mim e disse:
- Você, melhor do ninguém sabe o que isso significa, não vamos ter condição de manter todas as pessoas desse projeto na empresa.
Engoli seco, sabia que ele tinha razão, com a voz tremula eu perguntei:
- Já escolheu quem fica e quem vai embora?
- Sim, veja a lista – ele me entregou uma folha.
Na relação estava o nome do meu marido, eu gelei. Meus olhos encheram de lágrimas e me controlei para que elas não rolarem pelo meu rosto, mas ele viu:
- Sei que é triste Kelly, mas o salário do seu marido é um dos mais altos no projeto, ele é competente, vai conseguir uma nova colocação.
Meu coração batia acelerado, logo pensei na dívida da casa que havíamos comprado, só com o meu salário não iríamos conseguir pagar as prestações, resolvi abrir meu coração:
- Sei da competência do meu marido, mas você sabe muito bem que o mercado não está bom e uma recolocação pode demorar, sei que você não tem nada com isso, mas acabamos de comprar uma casa maior e só com o meu salário não vamos conseguir saldar as prestações.
Ele ficou olhando para mim sem dizer nada e eu ali, sentada à sua frente, com um turbilhão de pensamentos povoando minha cabeça, sem pensar muito falei num ímpeto?
- Tem algo que eu possa fazer para contornar a situação?
Ele cruzou os braços sobre a mesa, se ajeitou na cadeira e sorriu. Foi nesse instante que me dei conta do tamanho da besteira que falei, mas como se diz, algumas coisas não tem volta, uma delas é a palavra proferida. Ele continuou me olhando e sorrindo, nesse momento me veio na mente a forma como ele sempre me olhou, com desejo, tenho certeza qual era o pensamento dele. O silêncio dele estava me sufocando, com certeza era proposital, só para aumentar minha angústia, não resisti:
- Vai Leonardo, diz alguma coisa por favor, o que posso fazer para meu marido não ser demitido.
Ele levantou, veio para perto de mim, encostou a bunda na mesa e ainda com aquele sorriso cínico ele falou:
- Kelly minha querida – olha a intimidade – você é uma mulher inteligente, atraente, cheia de encantos, muito desejável, sabe muito bem que em qualquer situação sempre há uma possibilidade de negociação.
Que cafajeste, sou inteligente mesmo e entendi perfeitamente onde ele queria chegar. Minhas mãos estavam molhadas, sentia o suor escorrendo pelo meu corpo, brotando das axilas, eu tinha que tomar uma decisão e mais uma vez pensei na casa que havia comprado:
- Claro que sei, mas uma negociação só é aceitável se for boa para ambos os lados.
Ele segurou uma das minhas mãos e disse:
- Não vejo de outra maneira que não essa minha cara – disse isso e colocou minha mão na sua coxa – o que acha de me mostrar o quanto está disposta?
Dei um leve aperto na sua coxa e fui incisiva:
- Disposição não vai me faltar, mas duas promessas suas são necessárias: uma que não vai demitir meu marido e a outra que ninguém além de nós dois pode ficar sabendo da nossa negociação.
- Tem minha palavra Kelly.
Deslizei minha mão em direção ao seu pau e o encontrei duro sob o tecido da calça. Nunca fui santa em relação ao sexo, gosto de tudo, mas naquele momento eu estava cometendo uma traição, coisa que nunca tinha feito, mas foquei no objetivo, era por uma boa causa. Meu nervosismo começou a se dissipar e senti que poderia tomar conta da situação. Apertei levemente seu pau e ele gemeu baixinho. Soltei o cinto, abri o botão e baixei o zíper da calça, ele levantou a bunda da mesa e eu baixei sua calça até os joelhos. Seu pau saltou duro, empinado e melado. Segurei aquela rola como se fosse a do meu marido e nesse instante senti uma leve contração na minha buceta, eu estava ficando excitada, que loucura.
Cuspi na minha mão e iniciei uma lenta punheta, olhando fixamente para aquele cacete pulsante na minha mão. Da pontinha da glande brotava uma quantidade enorme de mel, coisa que nunca tinha visto antes, aproveitei para melar ainda mais a minha mão. Olhei para ele e falei:
- Vai cumprir sua palavra, não vai?
- Claro que vou.
Ainda olhando para ele, eu levei minha boca até o pau e o beijei, lambi e sento o gostinho do mel. Nessa altura eu já sentia minha calcinha melada. Ele colocou uma das mãos na minha nuca e forçou minha cabeça contra o seu pau dizendo:
- Gosta de ser putinha?
Sem querer ele acertou meu ponto fraco, adoro um sexo com muita putaria, xingar e ser xingada:
- Adoro, desde que o macho saiba como tratar uma puta.
- Então mama minha rola vadia, quero encher sua boca de porra.
Caprichei na chupeta, engoli o quanto pude seu pau, lambi suas bolas, deslizei minha língua por toda a extensão daquela vara tesuda, abocanhei, bati o pau na minha cara e falei:
- Vai seu puto, dá leitinho para sua cadelinha faminta – adoro leitinho na fonte.
Ele não resistiu muito mais e quando disse que ia gozar eu envolvi seu cacete com meus lábios e senti os jatos batendo contra a minha garganta.
Não deixei uma gota sequer cair fora e engoli tudo, para meu espanto, com prazer. Com o pau limpinho, ele se recompôs e falou:
- Foi uma boa amostra, mas nossa negociação precisa evoluir ainda mais, combinado?
Fiquei de pé à sua frente, ele me abraçou, beijou minha boca, apertou minha bunda, deslizou sua mão até a minha buceta, sentiu a calcinha molhada e falou:
- Que delícia, então você também ficou com tesão.
Assim que nos separamos eu saí da sala e fui direto para o meu banheiro, meu corpo exigia ser aliviado. Toquei siririca e gozei em instantes.
Em casa à noite meu marido falou:
- Estou preocupado.
- Porque – me fiz de desentendida.
- O maior cliente dos meus projetos, trocou de agência, vão rolar cabeças, com certeza.
Meu coração disparou e tentei tranquiliza-lo:
- Você é muito bom no que faz, acho que pode ser realocado em outros projetos.
- Deus te ouça meu amor.
Senti meu peito apertado, ah se ele soubesse a verdade. Mesmo com a consciência pesada, quando fomos deitar eu literalmente fodi meu marido, estava com muito tesão e gozei pensando no Leonardo me comendo.
A partir dessa primeira experiência com meu chefe, toda vez que eu entrava na sua sala acontecia beijos, passadas de mão e abraços apertados. Passei a sentir prazer nessa relação, o inconsciente se tornou consciente e passei a ansiar por esses momentos. Como ele prometeu, quando a lista de dispensa foi divulgada, o nome do meu marido não estava nela. Assim que tive oportunidade, entrei na sala dele, o abracei, beijei e falei:
- Acredite em mim, não vai se arrepender.
Sem dar tempo de qualquer reação dele, virei as costas e saí da sala. À noite em casa, meu marido estava tranquilo e contente com a recolocação dele em outro projeto.
Nossas travessuras aconteciam sempre na sala do meu chefe, trancávamos a porta e a sacanagem acontecia, quase sempre com ele gozando na minha boca, fiquei viciada. Um dia ele comentou:
- Você fica molhada, sente tesão e não goza, o que tem feito?
- Saio da sua sala, vou ao banheiro e me masturbo.
Ele sorriu e disse:
- Hoje vai ser diferente, vou te fazer gozar.
Ele me abraçou por trás, senti sua rola dura espetando minha bunda, levantou meu vestido, baixou minha calcinha e começou a dedilhar minha bucetinha e deslizar seu dedo no meu grelo, que tesão meu Deus. Não demorou para que eu gemesse feito uma cadela no cio e gozei gostoso nos dedos do meu chefe.
Aquela vida dupla que eu estava vivendo me deixou mais tesuda do que sempre fui, passei a trepar todos os dias com meu marido e ele estranhou:
- O que está acontecendo com você amor, anda insaciável?
- Está reclamando?
- Não, pelo contrário, mas tem mais energia do que eu.
- Estou feliz por você ter mantido seu emprego e assim não precisarmos nos desfazer dessa casa linda.
As mulheres vão me entender, mas nós sabemos como agradar o marido com sexo, cada qual ao seu jeito.
Passado algum tempo depois da grande perda do nosso cliente, fomos procurados por uma empresa de grande penetração no mercado, solicitando a apresentação de uma proposta de trabalho. Meu marido teve participação decisiva na preparação técnica e eu na financeira. O cliente solicitou que a apresentação fosse na empresa dele e o Leonardo avisou que eu iria com ele. Na noite anterior ao evento eu falei para o meu marido:
- Amanhã será um grande dia amor, o senhor Leonardo pediu que eu o acompanhe na apresentação e caso a gente ganhe a conta, ele deixou escapar que talvez você se torne o gerente do projeto.
- Sério?
- Foi o que ele deixou nas entrelinhas, disse que para isso meu desempenho amanhã será de fundamental importância.
- Amor, dê o seu melhor amanhã, faça tudo o que for necessário.
No dia seguinte logo pela manhã eu e o Leonardo fomos para a nossa apresentação e no caminho fiquei sabendo que seria eu que a faria. Isso não me preocupou, sabia todos os detalhes do projeto e nunca tive problemas para falar em público. A sala de reunião estava repleta com todos os altos executivos da empresa. Inicialmente fiz uma breve apresentação minha e do Leonardo, em seguida da nossa empresa e por fim os detalhes do projeto. Ao terminar, depois de pouco mais de uma hora, uma série de perguntas foram feitas e respondi a todas com muita convicção. Em seguida o grupo pediu alguns minutos de privacidade, eu e o Leonardo saímos da sala.
Do lado de fora o Leonardo estava exultante:
- Caralho Kelly, você foi fantástica, eu não teria feito melhor.
Depois de meia hora várias pessoas se retiraram da sala e fomos solicitados a retornar. Sentado à cabeceira da mesa, apenas um homem estava presente, o senhor Henrique, o CEO da empresa. Ele olhou para mim e deu um sorriso malicioso, do tipo como o Leonardo me olha. Em seguida olhou para o meu chefe e falou:
- Só não tiro essa mulher da sua empresa porque tenho certeza que a competência dela vai agregar muito, nossa conta é sua, pode preparar o contrato.
Saímos da empresa radiantes, esse contrato iria engordar em muito o nosso caixa e o Leonardo falou:
- Não é sempre que isso acontece, precisamos comemorar, vamos tirar o resto do dia de folga, tudo bem para você?
- Por mim tudo bem – eu respondi mais que depressa, já imaginando o que iria acontecer e o que eu proporia em troca.
Entramos no carro e o meu chefe falou:
- Conheço um hotel cujo restaurante é fantástico e as suítes mais ainda, podemos comer lá?
- Adoro uma boa comida.
Chegamos no hotel, um luxo a entrada, ele reservou uma suíte e disse que o almoço seria servido no quarto, subimos. Assim que ele fechou a porta, me abraçou, beijou minha boca e falou:
- Essa nova conta vai ser creditada em seu favor, você a conseguiu para nós, seu bônus final vai ser gordo.
Pensei rápido:
- Posso fazer uma proposta?
- Depois dessa manhã você pode fazer a proposta que quiser.
Escolhi rapidamente as palavras:
- Qual sua opinião sobre o meu marido, no geral, pessoal e profissional?
- Nada a reclamar, pelo contrário, um excelente profissional.
- Então aqui vai minha proposta: troco meu bônus dessa conta por uma indicação dele como gerente dela.
Ele me olhou por uns instantes e perguntou:
- O que ganho em troca?
- Não estou aqui com você?
Fizemos o pedido do almoço e fomos para a cama. Nossos beijos foram apaixonados, nossas mãos corriam pelos corpos proporcionando prazer. Nossas roupas foram sendo jogadas pelo chão e logo estávamos pelados. Ele beija minha boca, lambe meu pescoço, chega nos seios e sugas meus mamilos, desce a boca pela minha barriga, lambendo e beijando, querendo chegar ao centro do meu prazer. Guio sua cabeça em direção à minha buceta e peço:
- Aqui chefinho, chupa gostoso, suga meu grelo que eu amo isso.
Ele faz tudo o que eu peço e sinto o quanto o danado é bom na arte de chupar. Aquele era o primeiro momento para eu concretizar a minha proposta:
- Gostando de chupar minha buceta chefinho?
Ele afasta sua cabeça do meio das minhas pernas e diz:
- Você é deliciosa putinha.
- Hum estou amando ser a sua putinha, mas ela quer ser agraciada por isso.
- Aprendi que tudo tem um preço nessa vida, minha querida.
- Tem sim chefinho, vai aceitar minha proposta?
Ele volta a meter a boca na minha buceta, lambe, chupa, suga e diz:
- Proposta aceita parcialmente, no final do dia dou minha palavra final.
Batem à porta, era a entrega do almoço e ele diz:
- Vai atender a porta assim, peladinha.
Com certeza ele pensou que eu não teria coragem, mas levantei, fui e abri a porta. O entregador arregalou os olhos ao me ver nua, mas com certeza fora treinado para não se influenciar por situações como essa. Ele deixou o carrinho com o almoço e quando ia sair o Leonardo o chamou e entregou a ele uma nota de cem reais, estava comprando o silêncio dele, com certeza.
Fizemos uma refeição leve, regada a um bom vinho e fomos para a cama. Eu estava excitada, nada impediria que eu fosse a mulher que ele estava desejando. Fiquei sobre seu corpo, beijei sua boca e com a minha fui descendo em direção ao seu pau. Ali chegando eu abocanhei e chupei com gosto, beijei, lambi e suguei sua rola como só uma boa puta saber fazer. Engoli suas bolas e lambia seu cuzinho, no que ele gostou. Seu pau pulsava de tão duro. Deslizei meu corpo e cavalguei o dele, segurando sua pica e levando-a para a entrada da minha buceta. Fui cedendo meu corpo lentamente e a rola entrando todinha dentro do meu corpo. Quando senti minha bunda tocando seu ventre eu comecei a rebolar e aplicar tudo o que eu sabia na prática do pompoarismo, literalmente mastiguei seu pau com minha buceta.
Ele gemia e delirava:
- Caralho que coisa boa, nunca meti tão gostoso na minha vida.
Apoiei minhas mãos no seu peito e falei:
- Então goza chefinho, enche minha buceta de porra.
Não foi preciso muito mais para ele se entregar e senti os jatos inundando meu interior. Sem sair da posição, eu deitei sobre ele e nos beijamos. Eu estava totalmente entregue àquele ato de luxúria, estava me sentindo bem em dar prazer ao meu chefe. Quando recupera suas forças ele diz:
- Porra Kelly, você mete bem pra caralho, o corno do seu marido deve ser muito feliz.
Não sei porque, mas ouvir meu chefe chamar meu marido de corno, me causou uma excitação tão grande que não resisti e pedi:
- Quer provar uma coisa que ele pouco usa?
- Quero provar tudo o que você tem para dar.
Fiquei de quatro, dei um tapa na minha bunda e falei:
- Então come meu cu, meu marido não é muito chegado nessa prática e eu gosto.
Fiquei de quatro, empinei a bunda, olhei para trás com cara de putinha e pedi:
- Vem chefinho, soca sua rola na minha bundinha, sente como ela é apertadinha.
Ele cuspiu no meu cu, deslizou um dedo nas pregas e foi enfiando devagar, primeiro um, depois dois, até sentir minhas pregas dilatadas. Tirou os dedos e encostou a cabeça do pau, forçando a entrada. Por quase não ser usada por esse caminho, senti um leve desconforto, mas descontraí o esfíncter e o pau foi entrando, até seu ventre encostar na minha bunda, pronto, ele estava todo dentro.
Com carinho ele iniciou os movimentos de entra e sai e meu corpo foi se ajustando, o que era uma dorzinha, se transformou em prazer, a ponto de eu pedir:
- Vai chefe, mete com força, arromba meu cu seu puto.
Ele atendeu meus pedidos. Deslizei minha mão até a buceta e fiquei acariciando meu grelo, queria gozar sendo enrabada e assim foi, o orgasmo chegou fulminante. Com meu corpo ainda todo trêmulo ele anunciou seu gozo e eu pedi:
- Goza dentro chefe, enche meu rabo de porra.
Logo eu senti os jatos inundando meu interior. Ficamos assim por um bom tempo, engatados, até que o pau foi amolecendo e saindo da minha bunda. Refeitos do prazer ele diz:
- Caralho Kelly, você é gostosa demais, nunca meti tão gostoso.
Eu não podia perder a oportunidade, beijei sua boca, olhei bem dentro dos seus olhos e falei:
- E aí, a gerência é do meu marido?
Ele deu um tapa na minha bunda e falou:
- Amanhã mesmo eu anuncio a promoção dele.
Cheguei em casa já era noitinha e meu marido me esperava ansioso:
- Me conta, como foi a reunião?
Pedi para ele servir um drink para nós e ao brindar eu falei:
- Ganhamos a conta.
- Então o senhor Leonardo foi convincente.
- Ele não meu amor, eu fiz a apresentação.
- Então deu o melhor de si.
- E como dei, você nem faz ideia, de todas as formas que você possa imaginar.
Ele me abraçou, beijou minha boca e quis saber:
- O senhor Leonardo falou alguma coisa sobre a minha promoção?
Fiz suspense:
- Não diretamente, apenas disse que amanhã anuncia quem vai ser o gerente da conta.
No dia seguinte o meu chefe reúne a equipe, fala da nova conta e anuncia meu marido como gerente dela. Mesmo com o emprego do meu marido garantido, eu continuo transando com meu chefe e tem sido maravilhoso.
