Amiga lésbica da mamãe
- Temas: Mãe, amiga, fotos, revelação, prazer, auto conhecimento
- Publicado em: 24/04/26
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- Autoria: new_lorde
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Amiga lésbica da mamãe
Moro numa cidade pequena do interior, desses lugares onde todos se conhecem, há quem diga até que, se você soltar um pum na entrada, lá na saída todos já estão sabendo. Como é normal nessas cidades pequenas, opções de divertimento são poucas, mas por outro lado o convívio humano é muito mais acentuado, principalmente nos finais de semana no coreto da praça em frente à matriz, única igreja existente. Aliás, outro detalhe importante, a cidade é muito religiosa, tendo como seu padroeiro São João Batista, cuja festa no dia vinte e quatro de junho mobiliza a cidade.
Aprendi com as beatas, que lá nos primórdios da cidade, São João foi escolhido como padroeiro, justamente por defender a verdade da moral. Quando criança achava isso o máximo, afinal, qual ser humano pode ser digno sem moral. No entanto, à medida que fui crescendo, na adolescência comecei a perceber que na cidade não faltam os fuxicos, principalmente das beatas, que não são poucas e adoram falar da vida alheia. Muita moral já foi jogada na lama por causa delas, mas o povo ordeiro e pacífico nunca leva muito a sério e o tempo é o melhor remédio para restaurar a moral.
Minha mãe, apesar de não ser uma das beatas, ainda assim é muito religiosa e nunca foi de falar comigo sobre coisas do sexo, foi com as amigas que comecei a saber das coisas, se foi a forma certa ou errada, só o tempo dirá. Quando os efeitos hormonais começaram a se manifestar em mim, por influência das amigas mais velhas, aprendi o doce prazer solitário e muitas foram as noites que gozei com meus dedinhos, no aconchego da minha cama, era bom demais. Algumas amigas mais saidinhas já tinham dado para os poucos jovens da cidade, o êxodo dos homens em busca de melhores oportunidades sempre foi alto.
Elas riam de mim por ainda ser virgem, mesmo aos dezessete anos, confesso que até tentei alguns namoricos, mas não sentia prazer em estar com os garotos. Por outro lado, sempre que via o peitinho de uma amiga, ou alguma outra parte do corpo, sentia minha bucetinha melar. Carina era minha melhor amiga, dois anos mais velha e minha mentora nessas coisas do sexo. Certo dia estávamos na cachoeira só nós duas e ela perguntou:
- Já beijou outra menina?
Espantada, mas ao mesmo tempo excitada com a pergunta, eu falei que não e ela falou:
- Muito melhor que beijar garotos, quer experimentar?
Não pensei muito e falei que gostaria. Fomos atrás de uns arbustos que nos proporcionava uma certa privacidade e ali nos beijamos. Que sensação deliciosa, ela tinha razão, muito melhor que beijo de garoto. Ela devorou minha boca, suas mãos correram pelo meu corpo, apertaram minha bunda e quando seu dedo deslizou na minha rachinha eu gemi:
- Safadinha – ela falou – acho que gosta mais do que um simples beijo.
Tiramos nossas roupas e no abraço nossos seios se tocaram, meus biquinhos estavam duros e ela começou a beija-los, primeiro de forma suave e depois mais intensamente, sugando-os como se estivesse mamando. Deitei sobre nossas roupas, ela veio por cima, foi beijando e lambendo meu corpo todinho, até chegar na xaninha. Involuntariamente, eu acho, abri as pernas e ela se deliciou em chupar a minha buceta, até então intocada por qualquer outra pessoa.
Eu gemia de tanto prazer, minha respiração era ofegante, muito mais prazer do que usar meus dedos e ficou muito melhor quando ela gira o corpo e coloca a sua bucetinha perto da minha boca dizendo:
- Faz o mesmo comigo.
Não tive qualquer dúvida, eu já lambia os dedos melados da minha buceta e agora eu tinha uma ali, coladinha à minha boca. Puxei-a pela bunda, cheirei sua racha melada e meu tesão foi nas alturas, alucinada eu meti a boca e suguei seu mel, lambi tudo o que tinha direito, enfiei minha língua toda e vibrei cada momento do nosso idílio. Os gemidos podiam ter sido ouvidos, mas não nos importamos, o objetivo era gozar e o fizemos quase que ao mesmo tempo.
Se eu não me sentia confortável com os garotos, ali, naquele momento com minha amiga, concluí que era disso que eu gostava, outra garota. Nos trocamos e fomos embora. Eu estava feliz, queria compartilhar isso com alguém, minha mãe seria o ideal, mas como ela receberia essa novidade? No meu dia-a-dia em casa, algumas vezes eu surpreendi minha mãe mexendo numa caixa, pareceu-me que ela via algumas fotos. Perguntava o que era, mas ela sempre dizia não ser nada, fechando logo a caixa com chave e guardando-a no armário sob algumas roupas, quanto segredo.
Certo dia eu cheguei mais cedo da escola e ela estava no seu quarto, pela fresta da porta entreaberta, vi que ela estava mais uma vez olhando o que tinha na caixa. Constatei que eram fotos mesmo, apenas isso. Fiquei quieta, parada, só espreitando tanto mistério e seu celular toca, ela fala alguma coisa e só entendo que ela já estava indo. Corri me esconder e ela saiu apressada. Segura de que ela já tinha ido, fui até o seu quarto e lá estava a caixa aberta sobre a cama. Com certeza o telefonema foi importante, gerando esse seu descuido, mas talvez certa que voltaria antes que eu chegasse da escola.
Muito curiosa, sentei na cama para ver as fotos e a surpresa foi grande, eram da minha mãe mais jovem com a “tia” Lourdes, as duas se beijando, nuas se tocando, uma chupando a outra, ou seja, fotos dignas de um site pornô. Quer dizer que minha mãe, toda certinha, também teve seus momentos de safadeza, será que meu pai sabe disso? Eram várias fotos, algumas de uma comendo a outra usando vibrador preso na cintura, que loucura. “Tia” Lourdes, na verdade não é minha tia de sangue e sim uma amiga da mamãe. Cresci convivendo com ela e até onde sei, a amizade entre as duas vem desde a infância, “Tia” Lourdes se formou dentista e a questão de uns dois anos mudou para uma cidade vizinha, maior e com melhores perspectivas de trabalho, segundo ela.
“Tia” Lourdes nunca casou, agora entendo porque. Muito bonita, hoje ela deve ter uns quarenta e cinco anos, mas na verdade aparenta muito menos. Loira de cabelos curtos, olhos azuis, corpo esbelto, sempre se vestiu de forma elegante, a típica mulher que chama a atenção, feminina, nada masculinizada. Eu estava tão envolvida olhando as fotos que me descuidei e minha mãe me pegou no flagra:
- O que está fazendo no meu quarto Rebeca – ela disse enérgica.
Assustei, mas já era tarde, ela me viu com as fotos na mão. Se alguém ali tinha que explicar alguma coisa era minha mãe, por isso não me intimidei:
- Cheguei em casa, vim te procurar no quarto e não estava, fiquei curiosa para saber o que sempre escondeu nessa caixa misteriosa.
Agora foi ela que ficou sem jeito:
- Isso é coisa minha, não tinha o direito de invadir a minha privacidade.
- O pai sabe disso?
Gaguejando ela falou que não, foi coisa da época de solteira ainda, eu dei um sorriso e falei:
- Mas pelo jeito ainda sente saudade, está sempre vendo essas fotos.
Ela não disse nada, mas nem era preciso. Tentando amenizar o clima eu falei:
- Agora entendo meus sentimentos e desejos.
- Como assim menina?
Contei que não sinto atração pelos garotos, mas quando fiquei com a Carina foi bom demais e tenho vontade de repetir. Ela se aproximou de mim, me abraçou e falou:
- Ah filha, você não faz ideia do que é ser assim, todos vão te crucificar, aqui é diferente de cidade grande, lá cada um cuida da sua vida, aqui todos acham que tem o direito de cuidar.
- Você ainda sente tesão pela “tia” Lourdes?
- Que jeito é esse de falar com sua mãe menina!
- O único jeito que pode ser expressado, sente?
Ela se calou por uns instantes, mas confessou:
- Sinto sim filha, ela me faz muito bem.
- Ainda transa com ela?
- Pelo menos uma vez por mês, quando alego fazer as idas à dentista, mas acredite em mim filha, esquece essa coisa de ser lésbica, você vai sofrer muito.
- Não é uma questão de esquecer mãe, a questão é ser.
- Mas como você sabe que é?
- Porque adorei ficar com a Carina.
Minha mãe me olhou com carinho e disse:
- Só quero uma coisa, que você não sofra e para isso acho que a Lourdes pode dar alguma orientação para você, quer?
- Claro que quero.
Minha mãe pegou o celular e ligou para a amiga, explicou a situação e a “tia” Lourdes falou que seria um prazer, inclusive que eu poderia passar o fim de semana lá com ela. No sábado de manhã lá estava eu na rodoviária a caminho da cidade vizinha. A “tia” Lourdes me esperava e logo depois chegamos na sua casa. Um apartamento bem decorado, com muito bom gosto.
Ela não tocou no assunto, disse que o dia seria nosso, para nos divertir. Fomos almoçar fora, na hora de pedir a bebida perguntou se eu já podia tomar umas cervejinhas, eu falei que sim. Durante o almoço jogamos conversa fora, mas nada dela tocar no assunto, isso estava me deixando angustiada. Saímos do restaurante, fomos na cafeteria e ficamos ali, tomando café e apreciando o movimento das pessoas. A cidade onde ela mora já é bem maior, nada provinciana como a minha. Passamos por uma loja de roupas íntimas e eu fiquei encantada, uma mais linda que a outra:
- Trouxe roupa de dormir Rebeca?
- Sim, mas nada comparado ao que estou vendo.
Ela me puxou pela mão e entramos na loja. Me comprou algumas peças lindas, lingeries ousados, camisolinha curta e um baby doll de renda branca, transparente, lindo de morrer. Passei um dia maravilhoso. Chegamos de volta na sua casa já era noitinha e fomos tomar banho, ele pegou o baby doll e falou:
- Vai ficar linda com ele.
Saí do banho renovada, vesti o baby doll, me olhei no espelho, realmente era uma peça linda e ousada, a polpa da minha bundinha estava à mostra. Cheguei na sala e não vi a “tia” Lourdes, fui procurá-la e ao entrar no seu quarto ela estava saindo do banho, apenas com a tolha enrolada na cabeça.
Fiquei encantada e estática olhando seu corpo perfeito, seios médios, diferente dos meus pequenos, coxas grossas, quadril largo e a xaninha completamente lisinha, sem pelinho algum, diferente da minha que tem alguns, bem aparados, mas tem. Vendo que eu estava paralisada, ela se aproxima e diz:
- Parece que nunca viu outra mulher nua.
- Vim sim, você é linda “tia”.
- Seus olhos minha menina, mas você também é uma boneca, muito gostosinha.
Ela vestiu uma camisolinha curta, sem calcinha e fomos para a sala.
Ela sentou no sofá, bateu uma das mãos nas suas pernas e falou:
- Vem cá, senta no colinho da “tia”.
Senti, ela envolveu meu corpo com seu braço e falou:
- Quer dizer que viu as fotos da sua mãe comigo.
- Vim sim, são lindas.
- Sentiu alguma coisa ao ver?
Uma vergonha inesperada se apossou de mim e fiquei muda. Ela agiu, passou um dedo na minha rachinha e quis saber:
- Sentiu um calorzinho aqui?
Soltei um leve gemido que me denunciou:
- Que delícia, igualzinha à sua mãe quando eu faço isso.
Ela começou a me contar sobre ela. Desde muito nova ela teve certeza que sua praia não seria homens e sim mulheres. Teve algumas namoradas lá na minha cidade, entre elas minha mãe, por quem se apaixonou perdidamente, mas minha mãe foi covarde e decidiu não assumir a sua condição, por mais que ela tivesse insistido:
- Depois que sua mãe se casou ela se afastou de mim por uns bons anos, mas quando seu pai teve que viajar a serviço, ficou fora uns quize dias, ela me procurou, ela não aparenta Rebeca, mas sua mãe é um vulcão na cama.
Eu sorri e falei que deu para imaginar pelas fotos:
- Depois disso – ela continuou – nunca mais deixamos de nos ver, mas eu impus uma condição, não seria exclusividade dela, por isso estou livre para ter quem eu quiser.
Ela falava e passava sua mão na minha coxa, aquilo estava me deixando maluca, já sentia minha bucetinha melar:
- Sua mãe comentou que já esteve com uma amiga sua, é verdade?
- Sim, nós transamos perto da cachoeira.
- Você ainda é virgem minha doçura?
- Sou.
Ela aproximou sua boca de minha e me beijou, apenas um roçar de lábios e falou:
- Minha linda, ser lésbica implica em muitas coisas, inclusive sofrer preconceitos, ter portas fechadas, por isso precisa estar bem certa quanto ao seu desejo.
- Acho que estou “tia”, já fiquei com garotos, mas não senti o mesmo prazer que tive com a Carina, com eles é tudo meio frio, com ela foi um calor enorme.
- É minha princesa, eu era assim também, acho que não tem jeito mesmo, você já sabe o que gosta.
Agora eu tomei a iniciativa e a beijei, como ela fez, mas fui mais ousada, enfiei minha língua na boca dela e fui correspondida.
Sentei de frente no seu colo e continuei a beija-la, agora mais intensamente, beijo molhado e sugado. Ela deslizando suas mãos pelo meu corpo, desceu pelas costas e apertou minha bundinha, suas mãos eram firmes, de alguém que sabe o que está fazendo. Ela tira a blusinha do meu baby doll e meus peitinhos ficam na altura da sua boca. Ela olha para mim e aos poucos aproxima sua boca dos meus peitinhos. Lambe os biquinhos, suga levemente e depois roça os dentes neles, que tesão meu Deus. Envolvo sua cabeça com minhas mãos e puxo contra meu corpo pedindo:
- Que delícia “tia”, quero aprender tudo com você, me ensina por favor.
Ela para de me chupar e diz:
- Tudo mesmo, até dar seu cabacinho para mim?
- Tudo “tia”, quero que faça comigo o que faz com minha mãe.
Do jeito que estávamos no sofá, ela me segura no colo e vamos para o seu quarto. Deitada sobre meu corpo ela diz:
- Vou te ensinar como uma mulher ama outra.
Ela senta sobre mim, tira sua camisolinha e fica nua, esplêndida e linda. Ela volta me beijar, lambe meu pescoço, mordisca minha orelha e desce para os seios. Ali ela chupa, lambe e suga meus mamilos, durinhos de tanto tesão.
Minha respiração ofegante denunciava meu estado de excitação. Sua boca atrevida desce pelo meu corpo, provocando arrepios deliciosos, suas mãos ágeis tiram o meu shortinho, eu fico peladinha. Ela olha para o meu corpo com desejo, desliza as pontas dos dedos pelo meu corpo, afaga os pelinhos da minha buceta, desliza um dedo na minha rachinha e a sente melada:
- Caramba Rebeca, parece que estou passando a mão na sua mãe, ela também fica muito molhada.
Ela afasta minhas pernas, fico toda abertinha para ela fazer de mim o que bem quer e ela faz. Cola sua boca na minha bucetinha e começa a chupar.
Sua língua vibra na minha grutinha ainda virgem, ela entrou na minha intimidade e sugou o meu mel. Fechei minhas mãos no lençol, apertando com toda a força, tão ou maior do que o tesão que eu sentia. Gemi sussurrando para ela:
- Que delícia “tia”, me chupa gostoso, quero gozar na sua boca.
Mas ela tinha outros planos, me virou de bruços, deu um tapa na minha bunda e ordenou:
- Empina essa bundinha, vai sentir um prazer diferente.
Obediente fiz o que ela pediu, afundei meu rosto no travesseiro, fiquei de joelhos e empinei a bunda. Ela acariciou, deu tapinhas falando:
- Adoro uma bunda novinha assim.
Com as mãos ela abre minha bunda e meu cuzinho rosado fica exposto. Ela enfia a boca e começa a lamber minhas pregas. Sinto sua língua durinha penetrar levemente meu cuzinho e ela quis saber:
- Sua amiga brincou aqui?
- Não “tia”, só fizemos 69.
- Está gostando?
- Uma delícia.
- Então sinta isso.
Ela tira a boca e coloca um dedo, fazendo uma leve pressão na entrada do meu rabinho. Eu rebolo, estava bom demais e eu peço:
- Enfia “tia”, mete o dedo no meu cuzinho.
Delicadamente ela começa a meter o dedo no meu botão, devagar e lentamente. Com a outra mão ela busca meu grelinho, acaricia e diz:
- Quero que você goze assim princesa.
Nem era preciso, eu já não estava suportando mais e com poucos movimentos seus eu explodi num orgasmo forte, provocando um forte tremor no meu corpo.
Ela me abraçou carinhosamente até eu voltar ao normal. Beijei sua boca e falei:
- Acho que já estou apaixonada por você “tia”.
- Então prova.
Agora foi minha vez de explorar seu corpo, mamei nas suas tetas, chupei sua buceta e também lambi seu cuzinho, mas eu queria receber seu gozo na minha boca, por isso voltei na buceta e chupei até ela me segurar pelos cabelos e forçar minha cara contra sua gruta:
- Assim mesmo putinha, do jeito que eu gosto, chupa forte, morde meu grelo.
Eu não conseguia nem respirar direito, mas mantive-me ali, firme com a boca naquela xereca deliciosa até ela explodir no seu gozo, tão intenso que cheguei a sentir um jato de mel na minha cara.
Ela me puxa para cima e começa a lamber toda a minha cara melada. Insaciável ela pede:
- Vem putinha, senta na cara da “tia”.
Fiz o que ela pediu e mais uma vez senti minha bucetinha sendo mamada. Apoiei as mãos no painel atrás da cama, rebolei na sua cara e falei desbocada:
- Caralho “tia”, que coisa boa assim, acaba com a sua putinha.
Eu estava fora de mim, era muito prazer sendo descoberto e eu estava me entregando por completo. Não precisou muito para eu gozar mais uma vez.
Ficamos abraçadinhas, trocando carícias e beijos, eu falei:
- Se eu tinha alguma dúvida, agora não tenho mais, sou lésbica assim como você “tia”.
- E sua mãe princesa, a única diferença é que ela não quis se assumir e preferiu manter as aparências daquela cidadezinha hipócrita.
Tomamos uma cervejinha, minha “tia” tirou uma caixa da mesinha de apoio e me mostrou. Dentro tinha uma série de brinquedinhos e uma cinta com um consolo adaptado, ela pegou e falou:
- É para ele que você vai me dar seu cabacinho.
Ela vestiu aquele falo, prendendo-o na cintura, ficou de pé, segurou o bruto com uma das mãos e falou:
- Vem cadelinha, chupa a pica da sua “tia”.
Fiquei de joelhos e comecei a lamber aquele consolo que mais se parecia com um pau de verdade. Satisfeita com meu desempenho, ela ordenou que eu ficasse de quatro e obedeci. Ela ficou um bom tempo acariciando minha bunda e esfregando o consolo na minha racha e no meu cuzinho. Comecei a rebolar implorando:
- Vai “tia”, mete logo, acaba com meu sofrimento, quero sentir isso tudo dentro de mim.
Ela posiciona o bruto na entrada da minha grutinha virgem, segura meus cabelos com uma das mãos começa a forçar. Não era o maior consolo que vi na caixa, mas mesmo assim minha bucetinha virgem impôs resistência, que foi sendo vencida aos poucos, com carinho e paciência da minha “tia”. Ao sentir a barreira do cabacinho, “tia” Lourdes deu um golpe seco e o consolo entrou todo. Confesso, senti um leve desconforto, mas meu tesão era tanto e eu estava tão molhada que no final foi só prazer. Com prática e delicadeza, ela meteu em mim ao mesmo tempo que dedicou atenção ao meu grelinho, essa combinação foi o suficiente para me levar nas alturas e gozei pela primeira vez sendo penetrada.
Ela me abraçou forte e ficamos ali deitadas, de conchinha, o calor do seu corpo me envolvia por completo, a sensação era de bem estar, segurança e conforto, acabamos dormindo assim. No dia seguinte levantamos cedo, tomamos banho juntas, ficamos peladas e fomos tomar café. Eu estava em completo estado de excitação. Sentei no seu colo, beijei sua boca e pedi que ela me comesse de novo. Voltamos para a cama e ela me amou de todas as formas. Ao final do dia ela me levou para a rodoviária e voltei para casa.
Assim que fiquei sozinha com minha mãe ela quis saber:
- Me conta filha, como foi lá com a Lourdes?
- Mãe, ela foi maravilhosa, me mostrou do que realmente gosto e é de mulher.
- Ela comeu você?
- Muito, entreguei meu cabacinho para ela, agora sou mulher.
Minha mãe me abraçou, beijou meu rosto e falou que entendia bem o que eu estava sentindo. A partir de então eu passei a visitar a “tia” Lourdes com frequência, quase todo final de semana. Depois disso minha mãe se tornou minha melhor amiga, ficamos íntimas, passamos a conversar sobre tudo, principalmente sobre o relacionamento com a “tia” Lourdes, tanto que em algumas ocasiões nós ficamos as três juntas.
