Pedido de mãe não se nega
- Temas: Mãe, pai, pedido inusitado, oral babado, anal, prazer
- Publicado em: 29/04/26
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- Autoria: new_lorde
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Sou filha única e fui criada com muito carinho pelos meus pais. Lembro com saudade das festas dos meus aniversários, sempre organizadas com muito esmero, principalmente pela minha mãe. Enquanto criança, a gente não tem muita noção, ou pelo menos não observa pequenos detalhes no relacionamento dos adultos e não foi diferente comigo. No entanto, à medida que fui crescendo, passei a notar uma certa frieza entre meus pais, principalmente na minha festa de dezoito anos, eles ficaram distantes um do outro.
Aos quarenta anos, minha mãe é linda, gostaria de ser como ela, cabelo castanho claro, longo e ondulado naturalmente. Sua pele é aveludada, completamente isenta de qualquer mancha ou cicatriz, seu rosto ovalado é perfeito, olhos grandes, escuros e brilhantes como pérola negra, sua boca é emoldurada por um perfeito arco do cupido e lábios carnudos. Seus seios grandes ainda firmes, cintura fina e quadril largo formam um conjunto perfeito com sua bunda redonda que se une a coxas grossas. O único detalhe disso tudo, que na minha opinião não combina, é seu jeito de se vestir, sempre recatada em função da sua forte formação religiosa, que a impede de ser mais ousada nas suas roupas.
Meu pai, junto da minha mãe, forma o que eu acho ser o casal perfeito. Com seus quarenta e cinco anos, ele é charmoso, poucos fios de cabelo grisalho, o rosto bonito já fez algumas das minhas amigas suspirarem por ele. Seu olhar é marcante e expressivo, parece falar com os olhos. Ombros largos, corpo com músculos bem definidos, sem exageros, muito vaidoso nunca deixa a barba crescer muito e anda sempre perfumado. Quando usa seus shorts, não vou negar, já admirei muito suas pernas e até pensei como seria vê-lo pelado, isso me causou duplo sentimentos, um de culpa e outro de excitação. Outro detalhe que não vou negar, é que já cheguei a sentir ciúmes dele com a minha mãe.
Diferente da minha mãe, sou extrovertida, gosto de roupas ousadas, lingerie sexy e abuso um pouco na maquiagem. Se a minha mãe tem a beleza natural, não que eu seja feia, mas ajudo com uma boa produção. Calças justas que modelam meu corpo, saias curtas que deixam minhas coxas à mostra, decotes mais cavados que expõe o meu colo. Em algumas oportunidades eu já ouvi meu pai dizendo para a minha mãe:
- Olha para a sua filha, você precisa se vestir assim.
Eu mesma a incentivei:
- Vamos mãe, o papai está dando apoio, muda essa sua forma de se vestir.
- Não consigo filha – era a resposta lacônica dela.
Voltando à minha festa de dezoito anos, já com discernimento de que algo não ia bem entre meus pais, eu perguntei para minha mãe:
- Mamãe, conta para mim o que anda acontecendo entre você e o papai.
Ela tentou dissimular, mas no final acabou confessando:
- Seu pai tem falado em divórcio.
- Ele tem outra – perguntei assustada.
- Sinceramente não sei filha, mas tenho lá minhas desconfianças.
Minha mãe sempre foi muito reservada, raras foram as vezes que a vi nua, sobre sexo então, poucas foram as vezes que comentou uma coisa ou outra. Conhecendo sua devoção religiosa eu fui na ferida:
- Vocês estão tendo problemas em relação a sexo, não é?
Ela me olhou espantada, mas confirmou, disse que as transas entre eles são raras e quando tem ele reclama que ela é fria, faz sexo sem emoção. Apesar de ser sua filha e muito jovem, eu já tivera meus casos e posso garantir que nenhum garoto com quem fiquei se arrependeu, sou uma verdadeira putinha no sexo.
Minha mãe sabia que eu não era mais virgem, mas não das minhas qualidades de biscate, por isso comentei:
- Mãe, homem não gosta de mulher puritana na cama, tem que agir como puta, dar com gosto, fazer de tudo.
Ela arregalou os olhos como não acreditando o que a filha dizia a ela:
- Meu Deus Angélica, você é assim com seus namorados?
- Claro mãe, nenhum nunca reclamou, pelo contrário, sempre quiseram mais.
- Até tentei filha, mas minhas convicções me travam e não consigo.
Passaram-se alguns dias e encontrei minha mãe chorando, ela disse que o meu pai estava procurando algum lugar para se mudar e ela não sabia mais o que fazer, afinal ela o ama demais. Abracei minha mãe na tentativa de consola-la e ficamos assim por um bom tempo, até ela se afastar um pouco, me olhar profundamente, beijar meu rosto e dizer:
- Você gosta muito do seu pai, não é mesmo?
- Amo de paixão, faria qualquer coisa para evitar essa separação.
- Faria mesmo?
Balancei a cabeça em sinal afirmativo, ela ficou em silêncio por alguns minutos, como se estivesse pensando em algo, até dizer:
- Me ocorreu uma loucura agora, mas não sei se você vai concordar.
- Fala, faço qualquer coisa para a felicidade de vocês.
- Está bem então, será que você conseguiria prendê-lo aqui em casa?
- O que você está querendo dizer exatamente?
- O que entendeu filha, você é toda liberal no sexo, poderia fazer ele olhar para você como mulher.
Meu coração disparou, o ar me faltou, eu já tinha olhado para meu pai como homem, mas ouvir isso da minha mãe, foi um choque. Vendo meu silêncio ela se apressou:
- Esquece filha, eu falei que era uma loucura.
Nossa conversa terminou ali, não falei nem sim, nem não, mas a ideia não saiu do meu pensamento, só uma coisa me preocupava, será que meu pai iria aceitar? Voltei a falar com minha mãe sobre o assunto e disse que toparia, mas eu deveria estar sozinha em casa, até os olhos da minha mãe sorriram. Meu pai tem um comércio de trabalha aos sábados pela manhã. Combinei com minha mãe que ela deveria sair de casa e só voltar quando eu ligasse para ela e assim fizemos.
No sábado ela foi para o shopping, eu fiquei só de top e calcinha deitada de bruços no sofá da sala. Meu pai chegou, me beijou como de costume e quis saber:
- Cadê sua mãe?
- Ela disse que ia dar uma saída e não demorava.
- Estranho, ela nunca foi de fazer isso.
Me virei de frente para ele, minha calcinha era de renda transparente:
- Vai ver que ela precisava ficar sozinha para pensar.
Ele olhou para o meu corpo e ficou nítido que não era um olhar paterno:
- E você, precisa ficar vestida assim?
- Qual o problema papai, sou sua filha, não tem nada de mais.
- Por mim não tem problema, mas você conhece sua mãe, cheia de pudor.
- Sei sim, mas ela não precisa saber, certo?
Ele ficou encarando meu corpo por mais algum tempo e depois falou que ia tomar banho. Mandei uma mensagem para minha mãe voltar e fui me trocar.
Quando minha mãe chegou, meu pai a olhou ressabiado, mas não fez nenhum comentário. Alguns dias depois, mais uma vez combinei com a mamãe e ela saiu de casa. Desta vez coloquei um fio dental, atrás minha bundinha toda exposta e na frente apenas uma tirinha de pano cobria a minha xaninha. Nos peitinhos o sutiã meia taça deixava quase à mostra os biquinhos. Quando meu pai chegou eu andava pela casa, simulando estar me trocando para sair. Ao me ver meu pai exclamou:
- Caramba Angélica, você está quase nua!
Olhei para ele e calmamente falei:
- Estou indecisa qual roupa usar, por isso saí do banho assim.
- Cadê sua mãe?
- Saiu.
- De novo, onde será que ela está indo.
Me fiz de desentendida, mas apimentei o ciúme que começava a demonstrar, falei em tom de brincadeira que talvez ela tivesse conhecido alguém interessante. Falei e fui sentar no sofá. Ele sentou ao meu lado, bem pertinho, colocou a mão no meu joelho, subiu um pouco até minha coxa e quis saber mais sobre a minha suspeita.
Olhei para o meio das suas pernas e vi o volume formado, ele estava excitado:
- Deixa a mãe para lá, que ela seja feliz, assim como você pode ser agora.
Ele devorava meu corpo com seu olhar guloso. Abrias pernas em sinal de permissão e falei:
- Que mão gostosa, a mamãe deve passar bem com ela.
- Que nada filha, sua mãe é careta ao extremo, não estou aguentando mais.
- Mas eu não sou, acho até que sou bem safadinha.
A respiração dele estava acelerada, seu tesão era visível e fui ousada, passei a mão no seu pau e senti a dureza:
- Caramba papai, isso tudo é por minha causa?
Ele engoliu seco e não conseguiu negar:
- Sei que não está certo, você é minha filha, mas não estou conseguindo me controlar.
Ele caiu na minha armadilha, agora era jogar a cartada final:
- Tira ele para fora, mostra para mim.
Ele ficou de pé, baixou a calça e só de cueca não sabia se deveria tirar ou não. Tomei a iniciativa e baixei a cueca. Seu pau teso saltou empinado, lindo, veias cheias salientes, cacete de homem, não dos garotos com quem eu já tinha saído.
Olhei para ele que tremia, segurei seu pau, alisei, passei o dedo na pontinha de onde brotava o mel e depois lambi. Ele estava ofegante, seu pau pulsava de tão duro, sem deixar de olhar para ele, eu levei minha boca no pau e engoli a cabeça, ele gemeu e se entregou de vez:
- Caralho que coisa boa, sua mãe nunca fez isso.
- Não sou a mamãe e adoro mamar num cacete bem duro como o seu.
Caprichei na chupeta bem babada, a saliva escorria até o saco e lambi ali também, engoli as bolas, suas mãos na minha cabeça guiava onde queria ser chupado. Tirei o pau da boca, bati com ele no meu rosto e olhando para ele eu falei:
- Não quer sentir o gosto da sua filhinha?
Ele tira toda a roupa, me pega no colo e vamos para o meu quarto. Deitada ele fica entre as minhas pernas, tira o meu sutiã, alisa meus peitinhos, corre as mãos pelo corpo e tira a calcinha. Minha bucetinha lisa surge em todo o seu esplendor juvenil, rachinha bem fechada e os lábios encobrindo meu grelinho. Sem se controlar, ele vai direto na buceta e a lambe com paixão. Enfia a língua, suga todo o mel e olha que sou muito molhada, ele não sabia, mas era eu que estava no comando de tudo:
- Você chupa assim a buceta da mamãe?
- Ela não deixa meu amor, até isso ela regula.
Eu precisava descobrir uma coisa:
- Você já chifrou ela?
Ele para de me chupar, olha para mim e eu insisto que ele não minta para mim, ele confessa que já, mas que não tem ninguém em especial, foi apenas para ter um sexo com mais emoção. Eu sorri e falei que ficava aliviada, pois de agora em diante ele não precisaria buscar fora, podia me ter sempre que quiser:
- Vem papai, me fode, soca gostoso na minha buceta.
Num clássico papai-filhinha, ele meteu gostoso, senti sua rola grossa dilatando minha gruta e invadindo meu interior, que delícia.
Ele deita sobre mim e nos beijamos, sua língua invade minha boca com furor, ele parecia estar fora de si, mas num ímpeto de lucidez ele para e diz que aquilo não era certo, que eu era sua filha. Eu envolvo seu corpo com minhas pernas, aperto ele contra mim e digo:
- Esquece isso paizinho, sempre tive tesão em você, me fode sem remorso.
E ele fodeu, socou forte, seu pau grosso roçou meu grelinho de tal forma que foi impossível me controlar e comecei a gemer alto, gozando pela primeira vez na rola do meu pai. Ao sentir que eu estava gozando, ele também chegou no seu auge, tirou o pau de dentro e derramou todo o leitinho na minha barriga.
Ficamos assim com ele engatado em mim até que seu pau foi saindo naturalmente. Quando nossas respirações voltaram ao normal eu falei:
- Da próxima vez goza na minha boca, adoro leitinho direto da fonte.
Ele me olhou espantado e falou sorrindo:
- Tinha uma putinha dentro de casa e não sabia.
- Agora sabe e vamos aproveitar.
- Mas e sua mãe, imagina se ela desconfiar de algo?
- Deixa que da mamãe eu cuido.
Fomos tomar banho juntos e dentro do box ele me comeu mais uma vez, apoiei as mãos na parede, empinei a bundinha e ele socou gostoso. Mandei mensagem para minha mãe e quando ela chegou meu pai quis saber:
- Por onde você andou?
- Fui ao shopping e lá encontrei um velho amigo dos tempos de escola, conversamos tanto que nem me dei conta do horário.
Com certeza meu pai ficou com a pulga atrás da orelha, mas isso era problema dele. Sozinha com minha mãe ela quis saber o que tinha acontecido e eu contei tudo, sem esconder nada e ela comentou:
- Nossa filha, você chupou seu pai?
Eu sorri e falei que não tinha coisa mais gostosa e que ele reclamou por ela nunca ter feito. Notei que ela me olhou com curiosidade, acho que despertei algo nela, mas só o tempo dirá. Combinamos que ela continuaria com suas saídas para que eu pudesse trepar à vontade com meu pai. Foi assim por uns dois meses, meu pai já nem ligava mais pelas ausências da minha mãe, principalmente quando uma das vezes eu falei:
- Pai, você já comeu algum cuzinho?
- Sim filha, adoro uma bundinha bem apertada.
Sem dizer nada eu fiquei de quatro, empinei a bunda e falei:
- Já dei algumas vezes, mas nunca para um pau grosso como o seu, quer arrombar meu cu?
Mais que depressa ele se posicionou e começou a lamber minhas pregas, forçou a ponta da língua, meu cuzinho piscava de tanto tesão. Trocou a língua por um dedo, depois dois e girou para alargar as pregas. Sentindo que eu estava relaxada, ele encosta a cabeça da pica e força. Ela entra com algum esforço e eu gemo:
- Devagar caralho, ele é muito grosso, vai me machucar.
- Calma filha, relaxa que ele entra gostoso.
Deitei a cabeça no travesseiro, empinei mais a bunda e relaxei. Com carinho e paciência ele foi metendo devagar e o danado abrindo caminho na minha bunda. A sensação inicial de dor deu lugar ao prazer e pedi para ele meter gostoso. Levei minha mão na buceta e fiquei me alisando enquanto era enrabada, que sensação maravilhosa, nossa sincronia era perfeita e logo atingi meu orgasmo. Meu pai socou mais um pouco e pedi:
- Vai paizinho, goza dentro, enche meu cu de porra.
Ele não se conteve e senti os jatos inundando meu interior.
Neste dia, quando minha mãe chegou querendo saber das novidades eu falei:
- Hoje o papai comeu meu rabo.
- Não acredito filha, até isso vocês fizeram?
- Deixa de ser boba mamãe, não tem coisa melhor do que sentir um belo cacete arrombando o cuzinho, você deveria experimentar um dia.
Fui plantando essas sementinhas na minha mãe e parece que ela passou a refletir sobre tudo o que eu fazia com meu pai. Passaram-se seis meses e meu pai nunca mais falou em sair de casa, pudera, com uma putinha fazendo tudo o que ele mais queria e ainda ter a esposa para uma e outra, o que mais ele podia desejar.
Eu me sentia bem em trepar com meu pai, principalmente com a conivência da minha mãe, mas eu queria que os dois se entendessem, principalmente minha mãe ser mais liberal e aceitar o sexo sem pudores. Decidi conversar com ela e expor meu plano:
- Mãe, noto que você sente algo quando falo de tudo o que faço com o papai, não tem vontade de fazer igual?
- Fico tentada filha, mas você me conhece, não sei como me comportar na hora e se vou gostar.
- Quanto a gostar acredite em mim, vai adorar, agora, como se comportar eu tenho uma ideia, você flagrar eu e o papai trepando.
Ela me olhou desconfiada:
- Acho que não é uma boa ideia.
- É sim e deixa que na hora eu contorno tudo, mas com uma condição, vai ter que fazer tudo o que eu pedir.
Ela sorriu e falou que iria confiar em mim. No dia combinado, mais uma vez eu meu pai estávamos, no meu quarto, eu chupando seu pau quando minha mãe chega na porta e simulando espanto grita:
- Meu Deus, o que é isso?
Com tranquilidade eu levantei, fui abraça-la dizendo:
- Mãe, não sou criança, percebi que o casamento de vocês estava por um fio, conversei com você e com o papai e senti que o grande problema entre vocês é o sexo, você é muito careta e ele queria algo mais excitante.
- E por isso você se tornou puta dele.
- Com certeza, antes ele ter uma puta em casa do que fora e talvez até acabar com o casamento, é isso que você quer, se divorciar?
- Claro que não, eu amo seu pai.
Minha mãe se mostrou uma bela atriz:
- Tenho certeza que o papai também te ama, não verdade papai – eu perguntei olhando para ele.
- Amo sim, mas não suporto mais transar com sua mãe, não tem emoção.
Fiz minha mãe sentar na cama, segurei no pau do meu pai e ele voltou a dar sinal de vida. Quando ficou completamente duro eu falei:
- Está vendo só, é fácil resolver tudo, basta você mudar um pouco o seu jeito de ser.
Ela olhou para o pau do duro do marido e vi seus olhos brilharem. Peguei sua mão e a levei até o pau dizendo:
- Sinta como ele é duro mamãe.
A mão da minha mãe envolveu o pau e começou uma lenta punheta. Senti que minha mãe estava entrando no clima, por isso fui tirando sua roupa e ela não contestou. Quando ela ficou pelada, olhei para seus seios e fiquei admirada, como são lindos, grandes e firmes. Meu pai olhava a tudo sem dizer nada, com certeza estava adorando, chegou a hora de testar a minha mãe:
- O pai falou que você nunca chupou o pau dele, dá um beijinho na cabeça da rola.
Minha mãe olhou para mim desesperada, mas eu fui forçando sua cabeça em direção à rola e quando chegou perto ela beijou. Fiquei do ladinho dela, bem perto e falei baixinho:
- Agora chupa, enfia esse pau gostoso na boca.
Minhas convicções anteriores estavam certas, a mamãe abocanhou o cacete e começou a chupar, um tanto sem jeito ainda, mas ela vai aprender. Para meu pai foi uma surpresa, tanto que, mesmo com uma chupeta sem jeito ele falou:
- Caralho Carla, que boca gostosa amor, chupa meu pau, ai que coisa boa.
Com jeitinho fui girando o corpo da minha mãe até que ela e meu pai ficassem em posição e assim começaram a fazer um 69. Pela primeira vez meu pai estava sentindo o gostinho da buceta da sua esposa e ele caiu de boca completamente.
A chupeta da minha mãe era seca, por isso eu falei:
- Mãe, não é assim que chupa um pau, deixa eu te mostrar.
Peguei no pau e comecei uma chupeta babada, fazendo escorrer muita saliva, o cacete ficou todo melado, inclusive o saco, onde passei a língua e falei para a minha mãe:
- Nunca ignore esse local, os homens adoram, experimenta.
Vendo como eu fiz, minha mãe fez igual e meu pai gemia cada vez mais alto. A boca da minha mãe ficou no saco e eu aproveitei para abocanhar a rola, isso foi demais para meu pai e ele encheu minha boca de porra. Deixei escorrer um pouco pelo pau e falei para a minha mãe:
- Seja a puta que ele espera de você, lambe a porra dele.
Percebi que minha mãe já era outra mulher, mesmo com receio, ela deu uma lambidinha e não achou ruim, por isso enfiei o pau na sua boca e falei:
- Deixa ele limpinho.
Ela sugou no exato momento em que gozava na boca do marido. Foi tão forte seu orgasmo que cheguei a pensar que ela tinha entrado em convulsão, de tanto que seu corpo tremia. Quando voltou ao normal eu falei:
- Você me assustou mãe, pensei que estivesse convulsionando.
Ela sorriu e disse:
- Quer saber de uma coisa, depois disso eu cheguei à conclusão que nunca tinha gozado na minha vida.
Nesse dia meus pais ainda gozaram outras duas vezes, uma delas com ele comendo minha mãe de quatro, foi maravilhoso e eu me acabei nos dedinhos, meus pais não se cabiam de felicidade e minha mãe disse a ele:
- A partir de hoje serei outra mulher para você.
Meu pai a beijou e falou que a amava ainda mais agora. Depois desse dia tudo mudou em casa, meu pai continuou me comendo, assim como comia sua esposa e por várias vezes ficamos os três juntos. O pedido inicial da minha mãe, que a princípio parecia uma loucura, se mostrou a salvação do casamento dela, foi por isso não pude negar seu desejo.
