M. Diário 34- Pescador gostoso me comeu na praia

  • Temas: sexo oral, gozada na cara, sexo ao ar livre
  • Publicado em: 03/05/26
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  • Autoria: Gallega
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Private Muse

Olá para todos, desculpem a demora mas foi falta de tempo mesmo. Vou escrevendo, revisando, lembrando de detalhes. Mas vou tentar mais alguns episódios de minhas experiências, ou apenas me tornei uma safada. Mas vou compartilhar com vocês.


Bem, chegou a pandemia, tudo mudou, não tinha mais encontros. Sai do meu trabalho e fui morar na praia com meus pais a pedido deles. Ficamos mais isolados do que estava acontecendo com o mundo.


Eu mudei geral, comportamento e visual. Sim. No visual cortei meus cabelos bem curtinho e pintei de preto, virei morena. Minha mãe me chamou de louca mas eu gostei.

O tempo foi passando, mais continuei com minha criatividade, no quesito apetite sexual.

Não é alguma coisa que simplesmente se guarda pra usar depois, tinha desejo e continuou mas de outra forma.

Tinha meu amigo que o apelidei de Chico, um consolo réplica de um caralho que me satisfazia quando tinha vontade, era quase sempre.

Não fantasiava sendo alguns daqueles, que me comeram e sim o bicho papão que morava no lugar secreto. Que saia quando eu desejava algo. A maioria das vezes sobre o tapete do meu quarto, o chupava por tempos, ou comia minha bucetinha em várias posições. E as vezes ouvia baixinho uma voz que naquele dia queria entrar pela porta dos fundos. Sim, tinha dias que desejava, sentia um tesão de dar o cuzinho para o bicho papão. No banho preso na parede de cerâmica, lambuzado de creme tinha meu orgasmo mais intenso.


E assim fui passando os dias, semanas e meses. A noite praticava corrida e me exercitava na praia, pois durante o dia era proibido, para evitar aglomeração. Em um final de semana fui barrada por dois policiais militares, mas tive a impressão que era só para me olhar por detrás dos seus óculos escuros. Pois só me perguntou se morava por perto, e meu traje não tinha nada a esconder. Shortinho de Lycra curtinho e entaladinho, marcando as laterais da calcinha e top. Aquele dia sai imaginando coisas, tipo dois milicos me pegando, lembrando dos dois que me pegaram depois do jogo de futebol. Que safada pensar essas coisas, mas imaginava e aí o amigo Chico saia do esconderijo.


Passado um ano continuava com minha rotina noturna, que mesmo com a praia iluminada e com alguns homens pescando passava correndo e provocando. E isso tudo me excitava, depois restava me encontrar com o bicho papão do esconderijo. Que fazia o que queria comigo no quarto ou debaixo do chuveiro ao voltar da corrida, onde queria tudo.


Mas, uma noite indo para a praia conheci uma moça, a Rosângela. Uma mulata, pouco mais baixa do que eu, cabelos lisos e longos. Seios grandes que no primeiro momento pensei que eram silicone. Mas eram naturais que achei lindos. Chamava atenção por onde passava, pois não esquecendo sua cintura fina, bumbum e pernas bonitas. Com seu traje parecido com o meu, também fazia sucesso na praia.


Começamos a fazer nossos exercícios juntas, pelo menos de duas a três vezes por semana. Conversávamos sobre tudo, inclusive namorados e algumas pequenas aventuras. Claro que não ia falar do meu passado picante.


Depois de um tempo começou a me elogiar, principalmente corpo e como seria quando era loira de cabelos mais longos. Naquela altura uma coisa que não sentia falta era de uma boca feminina chupando minha buceta ou me beijando. Mas se me cantasse, quem sabe poderíamos ter algo. Afinal não ia ser minha primeira vez.


Mas tudo tem um porque, as pessoas ou fatos tem sempre um objetivo. Quando uma noite correndo com ela na praia, foi na direção de um cara, pescando a beira do mar. Fiquei um pouco de longe, quando ela me chamou me apresentou seu primo Edson.


Há tempos não sentia aquele arrepio, e como nunca o percebi. Talvez sempre esteve ali entre os outros. Olhei aquele moreno jambo de sunga, sem camisa , sendo iluminado pelas luzes dos postes a beira mar. Que tempos atrás, me escondia delas para encontros amorosos.


Ao chegar perto recebo uma cantada sem esperar.

- Não sabia que existia. Fala ele me olhando sério.

*- O que? Respondo, sem saber do que estava falando.

- Que existia sereia de cabelos curtos.

Dei um sorriso acompanhada da Rose, que o chamou de sem vergonha.

Deu um beijo no nosso rosto e saímos para continuar nossa corrida.



No momento de descanso quis saber um pouco mais, me fala pra não ir na conversa dele, pois é um sem vergonha e vagabundo. - Fala essas coisas para toda mulher que conhece, é um galinha. Não sabia ela o quanto adorava esse tipo.


*- Então é um conquistador, deve pegar um monte. Falo a Rose.

- Não é assim também, só atira para todo lado. Diz ela.


Pensei comigo: Não acredito. Ela deve a estar é com ciúmes do primo ou até de mim. Uma falsa, deveria me dar uma força, não o afastar. Um gato gostoso daquele, me deixou de quatro ao primeiro olhar, imagina as mais inocentes.


Fomos embora, mas aquela imagem não me saia da cabeça. E cada noite que passava com a Rose por perto dele, recebia as cantadas. Sempre me comparando a uma sereia. Boa noite sereia. Quero ouvir esse canto. Vou comprar uma isca para pescar uma sereia dessas, entre outras.


Uma coisa era certa, já tinha sido fisgada. Só bastava o momento certo pra sentir aquele corpo junto ao meu.

Ainda não tinha voltado tudo ao normal, mas , começou a ter uma certa flexibilidade em relação a pandemia. Já passados quase dois anos meus pais queriam voltar para nossa outra casa, próximo ao centro. Eu preferia ficar ali, não só pelos meus pensamentos pervertidos a respeito do Edson.


Então, naquela semana falaram que iriam pra casa e que talvez voltariam dias depois. Concordei e disse que ficaria.

Dali em diante só pensava no moreno pescador e de como seria rolar na areia com ele me pegando.


Estava decidida, ia dar pra ele, pra isso um toque de sedução e não seria com palavras. Homens safados gostam de mulheres safadas e isso sei muito bem ser. Nada me impedia de chamar ainda mais sua atenção. Todas as suas cantadas baratas, traduzia somente uma coisa: - Quero te comer sua gostosa. Então era assim que eu iria , bem gostosa e bem safada.



Sim , ia dar mole pra tudo acontecer, pois os homens não sabem, mas, quando uma mulher está disposta a dar. Nada segura ela e eu estava nesse momento, subindo pelas paredes.


Na sexta no meio da tarde meus pais arrumaram as coisas e voltaram pra casa. Era meados de outubro, o dia tinha sido quente. Final de tarde tomei um banho, creme pelo corpo, um brilho labial, nada mais. E agora vamos ser gostosa e oferecida, na gaveta um shortinho de Lycra amarelo sempre pronto para ocasiões desse tipo. Bem curto que sumia na minha bunda. O coloquei sem calcinha e parte de cima uma camiseta bem justa. Pra sair de casa e ir até a praia, uma saia feita com uma canga. Não queria chamar atenção da rua, e sim do pescador de sereias.


Esperei a noite cair, coloquei meu tênis e fui como uma noite qualquer correr na orla. Ao chegar olhei para direita alguém caminhando e na esquerda tinha alguém pescando. Não reconheci pela distância mas me parecia ser ele.


Enrolei a canga como um cinto e amarrei na cintura e fui correndo no trote em sua direção. Cheguei perto não era ele, um outro também pescando e continuei. De longe avistei outro e percebi que era o Edson. Comecei a caminhar ao chegar perto, indo na sua direção.


-* Olá pescador, boa noite. Chego perto e o comprimento com um beijinho no rosto.

- Boa noite. Malhando sereia?

-* Já foi, agora quero fazer outra coisa, talvez aprender a pescar.

- Sereia não pesca é pescada.

- Então vou me jogar no mar e você me pesca então. Respondo sorrindo.

-* Que tipo de isca você usaria? Não deixei esfriar nossa conversa de duplo sentido.

- Eu mesmo iria de isca ou usaria a tradicional que os antigos usavam para os peixes.

-* O que eles usavam? Perguntei sorrindo.

- Ora! Uma minhoca. Me responde com o mesmo tom de graça.

-* Engraçadinho. Respondo dando uma gargalhada e imediatamente pensando comigo. Preferia uma cobra cega e quase deixei escapar e dar a sugestão.


- Vou pescar no outro lado. Você quer ir?

-* Vamos, assim você me ensina.


Percebo suas intenções ao me tirar dali, estou dando mole e meu traje lê deixou ainda mais tarado. Virava de costas olhando para o mar, para que podesse me comer com os olhos.

Saímos caminhando pela praia e com isso também vão se afastando as luzes. Chegando perto dos costões entramos em uma tilha que não sabia que existia.


-* Onde vai dar isso? Perguntei.

- Em outra praia, respondeu ele ligando a lanterna do celular e me entregando.

- Para clarear seus pés, pra saber onde pisa. Completa ele, mandando eu ir na frente. Caminhava com a luz próximo da minha perna, para o deixar bem louco.


Chegando a praia até meus olhos se adaptar percebi que era bem mais escuro. Somente um brilho na água, que refletia a luz de uma parte da lua. Era um clima perfeito para não somente minhas intenções.


Ele colocou suas coisas de pescaria no chão e me fala que a primeira coisa é saber pegar e segurar a vara.


- *Humm, simples assim. Respondo sorrindo insinuando que era tarefa fácil.

- Já segurou uma? Pergunta ele.

*- Huumm, como vou te dizer. Não continuei para não estragar o roteiro. Mas deu vontade de dizer " que tipo de vara".

- Vou te ensinar direitinho. Fala ele também sorrindo jogando a linha ao mar, para depois enterrar uma das varas na areia.


Pede para eu ficar atrás da vara e direcionar minhas mãos nela. Com ele se posicionando atrás de mim coloca minhas mãos na vara e as suas mãos na minha cintura. Falou pra mim sentir quando a vara vai mexer. Estava querendo mesmo sentir sua vara mexer, e me deixando excitada.


- Está mexendo? Pergunta ele.

-* Ainda não, mas quero sentir. Respondo a ele com certa malícia com meu tom de voz e sempre com aquele sorriso.


Ele era safado e percebeu que estava eu querendo mais do que aprender a pescar. Foi quando ele encosta seu corpo no meu. Mas precisamente suas partes íntimas na minha bunda.

Com o toque falei que tinha sentido algo, quando me segurou pelo quadril e puxou ainda mais para junto dele.


- Está me deixando louco com esse teu joguinho de sedução e sem falar que estás gostosa pra caralho. Fala ele ainda me segurando.

-* Louquinho pra fazer o que? Pergunto.

- Desde o dia que te vi com a Rose fiquei louco por você.

-* Então era verdade ? Queria me fisgar?

- Estou lançando a isca. Fala ele me segurando por trás junto ao seu corpo, dando beijinhos no pescoço.


Ele já tinha me conquistado a tempos, mas queria deixá-lo sim, bem louco de vontade. Fiquei no mesmo lugar recebendo suas investidas, beijando meu pescoço , nuca e partes das costas. Dizia que adorava e achava sex mulheres de cabelos curtos.

*- Estou sex o suficiente?

- Mais do que isso, mas hoje estás muito gostosa.


Até que chegou a hora de entregar o jogo, me virei e nos beijamos.

Um beijo onde os dois expressam todo o desejo de possuir o corpo do outro. Quando paramos o beijo ele rapidamente recolhe as coisas e vamos para um lugar entre os arbustos. Lugar que certamente ele conhecia. Me encostou de costas no tronco de uma árvore, voltando a me beijar, levantando meus braços os deixando esticados sobre minha cabeça.


Sua boca desce entre meus seios por cima da camiseta, os beijando, tocando os bicos dos meus seios. Suas mãos subindo pela minha cintura, segurou a camiseta, levando- a pelos meus braços até minhas mãos, esticadas sobre a cabeça. Com a peça de roupa tenta amarrar minhas mãos ao tronco, coisa que facilitei. Voltou a me beijar e descer para meus seios os tocando, colocando um, depois o outro na boca. Os bicos dos meus seios eram lambidos, chupados, pelos seus lábios quentes. Enquanto suas mãos na minha minha bunda, era apalpada, levando passadas de mão entre as pernas e na minha buceta em chamas. Eu só fechava os olhos e deixava ele se aproveitar do meu corpo. Sempre gostei de homens que se aproveitavam , me deixavam ainda com mais tesão.


Não demorou muito para ele levar, minha única peça de roupa que restava aos meus pés. Fiquei do mesmo jeito, com as mãos amarradas sobre a cabeça no tronco e nua. Sua boca no meu ventre, sua língua toca meu umbigo e suas mãos apalpando, apertando minha bunda fazia eu me contorcer de desejo.


Ele beijava tudo que via pela frente, até levantar uma das minhas pernas e meter a boca na minha buceta que implorava para ser maltratada. Me chupando com um desejo, que era difícil não gemer e me contorcer encostada no tronco da árvore. Talvez sabia ele que me chupando desse jeito iria me fazer gozar na sua boca, e eu estava com muita vontade de fazer isso. Cada vez mais meu desejo aumentava, desejando um cacete dentro de mim. Sua boca e língua não me dava sossego, dava pra sentir o melado no seu queixo, se lambuzando na minha buceta. Quando não deu mais pra segurar. Levei uma das mãos na sua cabeça e a segurei quase gritando.


*- Filho da puuuttttaaaa. Gozei gritando. Continuei a segura-lo, agora com as duas mãos e fiz questão de manter sua cara na minha buceta.

*- Que tesão amor. Falo gemendo com as pernas tremendo, quando se levanta e me beija. Senti seus lábios quentes e molhados na minha boca seca. Não era uma mulher para ele fazer o que fez, não precisou me pedir, nem insinuar, simplesmente me agachei , puxei sua sunga até os pés e fiz o que amava fazer. Porque chupar um pau fazia parte da minha paixão, e também estava precisando de uma boa gozada na cara.


Antes de abocanhar com vontade, pude sentir que era uma rola de respeito. Grossa e cabeçuda ao segurar com uma das mãos, antes dela encher minha boca. Apertei sua bunda com ambas as mãos, fazendo ele foder minha boca. Estava tarada, necessitada e queria rápido sentir o gosto da sua porra. Ele conseguiu se segurar ou se controlar, por algum tempo. Mas tinha certeza que ele nunca tinha recebido um boquete igual ao meu. Bem babado, o tirando da boca e o passando no meu rosto, sugando a cabeça, chupando suas bolas bem depiladas e até umas gargantas profundas eu fiz. Fazia tudo que amava fazer, e chupar uma rola me dava prazer. Estava esperando por aquela respiração que indica não aguentar mais. Queria sua porra na minha cara, na boca e seu gemido me disse:

- Vou gozar porraaa. Fala ele tirando da minha boca o segurando com uma das mãos.

*- Na minha cara safado. Falo implorando querendo ter meu rosto coberto de porra.


Ele começou a punhetar seu pau, na direção da minha boca e fez o que pedi. Segurou minha cabeça e gozou. Recebi alguns jatos de porra na boca e na cara. Talvez sem ele perceber pelo fato de ter pouca de luz. Mas os meus gemidos fez ele dizer que eu era muito safada, me fazendo chupar novamente. Me deliciava na sua rola deliciosa, um caralho que deslizava pra dentro e para fora me enchendo a boca, me fazendo babar. O passava no meu rosto, por cima da porra e da baba e o colocava na boca. Queria sentir o gosto, e o cheiro da sua porra e deixa-lo pronto para me foder. Queria aquele pau dentro de mim, me fodendo e por bastante tempo.


Pedi para ele se sentar, pois queria ir por cima para sentar e rebolar. Ele se deita, vou por cima , pernas flexionadas, o guiei na buceta e desci. Com minhas mãos no seu peito, minha buceta molhada recebeu aquela rola grossa, que não deixei relaxar. Comecei a subir e descer devagar, queria sentir cada centímetro entrando e saindo na minha buceta que necessitava daquele caralho. Logo comecei a descer rápido e gemer feito ordinária que eu era, falando que era uma delícia de pau.

Edson começou a mandar eu foder seu pau, me chamando de vagabunda, me fazendo gemer ainda mais alto ao subir e descer. Coisa que fazia com muito prazer, pedindo pra ele falar mais.


Após alguns minutos ele me pede pra ficar de quatro. Obedeci com as mãos na areia fina, com alguns tapinha na bunda percebi que queria minhas pernas juntas. Empinei o que deu minha bunda, quando seu pau toca e entra sem pedir licença. Dei aquele gemido de satisfação, sentindo suas mãos com areia me grudar pelas ancas e me socar. Metidas sem pena da minha bucetinha, que me faziam gemer. Mas era isso que a vagabunda aqui queria. Matar a saudade sendo socada por aquele safado de rola grossa. Que me comesse como sempre gostei, sem dó.


Edson só se ajeitava e me fodia do mesmo jeito, socava sua rola deliciosa para me ouvir gemer. Desse jeito iria me apaixonar por mais um safado e ter mais um orgasmo. Não gemia e sim dava gritinhos de prazer, ao meio de sussurros dizendo pra ele não parar. Já não lembrava de como era bom ser castigada desse jeito, gemia alto e pedia rola e mais rola.


*- Me fode vai.

*- Fode essa buceta safado.

*- Fala que sou sua puta.


Minhas palavras o deixou mais elétrico, batendo com sua virilha na minha bunda. Me segurando firme socava rápido, com força, ele era bom demais e iria me fazer gozar. Com ele metendo, me chamando de tudo que eu sabia que era, principalmente de puta. Ele se ajeitava e dava tapas na minha bunda, não me dando chance de reagir, só gemia alto. Até que tive mais um orgasmo com ele metendo, quando ele tira de dentro. Fiquei na mesma posição, sinto seu pau tocar no meu cuzinho e o esfregar, deixando sua porra sobre ele.


Se levantou respirando forte e bufando de alívio e disse que iria dar um mergulho. Eu me joguei na areia toda suada, tocava minha bucetinha e meu cuzinho gozado com meus dedos cheios de areia. Parecia estar acabada, rolando de um lado para outro até me levantar toda empanada de areia. Vou caminhando devagar olhando para os lados um pouco perdida até chegar na água. Com ela na minha cintura eu mergulhei algumas vezes, tirando a porra e o suor com areia do meu corpo.

Alguns minutos, volto para areia renovada e vejo aquele gostoso de pé me olhando. Com as ondas batendo nos calcanhares o moreno safado abre seus braços e me envolve pelas costelas, com um abraço apertando minha bunda. Nôs beijamos, querendo eu um pouco mais de safadeza.


Ele sabia que naquele momento eu era dele, mas , foi discreto a me falar que parecia ser uma safada insaciável. Pois ao mesmo tempo que escutava no pé do ouvido o que eu já sabia que era, tocava seu pau adormecido. O perguntei porque achava isso de mim. Me responde que eu estava louca pra me ajoelhar e sentir mais uma vez seu pau na minha boca. Era umas delas, mas, o chamei de convencido.


- Fala que estou mentindo? Pergunta ele com suas mãos pelo meu corpo. - Porque além de gostosa és uma safada. Escutei aquilo e foi com ascender de novo o pavio.


Botou suas mãos no meu ombro e foi me empurrando pra me abaixar. Coisa que sabia fazer e muito bem, mas fui devagar. Continuando a punhetar seu pau louca pra cair de boca. Ja de joelhos fui colocando na boca e comecei a mamar. O segurando comecei a bater com ele na minha cara e colocava na boca. Chupava sem tocar-lo com a mão, metia inteiro até o fundo da garganta, apertando com as mãos sua bunda. Me lambuzava na baba que deixava nas bolas, me divertia com na rola gostosa.


Aquele pau foi ficando duro e não demorou para estar pronto para me foder. Me levanto e vou me encostando no seu corpo, me pegando pela mão para irmos para o nosso cantinho. Disse que não. Queria ali mesmo. Fui me ajeitando de quatro, agora de pernas abertas com a água batendo e cobrindo minhas pernas. Me chamou atenção para uma luz longe dali, falando que seria alguém pescando. Falei pra não se preocupar e me foder.


Quando meteu em mim meus pensamentos de ordinária surgiram quase que instantâneamente, imaginei um amigo dele chegando e pedindo para me dividir com ele. Com ele aceitando, mandando meter na minha boca, enquanto ele metia na minha buceta. Começou devagar, logo parecia querer me ver gozar. Olhei na direção da luz, imaginando coisas, perguntei se era algum amigo seu. Entendendo ou não começou a me foder mais rápido. Eu apertava a areia com as mãos, mantia a posição de quatro, pedindo para o safado me foder. É o que ele fazia e muito bem, me segurando ainda mais firme pela cintura me fazia gritar de prazer, metendo sem parar aquela rola grossa na minha buceta. Gritei para todos ouvirem, pois sabia que era em vão, pois o barulho do mar escondia meus gritos de prazer. Falava alto para me foder todinha, quando tira, se ajoelha na minha frente e mete na minha boca. Segurando minha cabeça mete até eu engasgar me chamando de vaca. Nessa hora eu era tudo que ele falava, era assim, que eu gostava de ser para esses sacanas.


Depois de me fazer engasgar algumas vezes, se ajoelha atrás de mim e volta a meter na minha buceta. De quatro vou encostando meus seios na areia e empinando ainda mais minha bunda. Estava muito vaca como ele dizia, com as mãos embaixo do meu rosto sobre a areia, com ele me socando de cima para baixo.


Não sabia ele o quanto eu precisava daquilo, sentia desejo, tesão por um pau me fodendo assim, com força. Quando falei pra continuar que eu queria gozar.

Minutos de tesão e prazer, que mais uma vez me levou aos céus. Me fodendo, metendo e tirando da minha buceta, não sabia quando ele iria parar. Pois não parava de meter aquela rola gostosa, me parecia estar longe de parar. Mas falei para ele gozar bem gostoso para a sua puta. Quando ia pedir na minha boca, tirou e gozou sobre o meu cuzinho. Senti o quentinho mesmo sendo pouquinho. Ele exalto se jogou na areia, com a respiração ofegante, tirei a areia da mão na água, queria tocar meu cuzinho. Esfreguei meu dedo no pouco de porra no meu cuzinho e o enfiei todo meladinho pra dentro. Coisa que ele nem percebeu jogado na areia.


Bom, depois de relaxarmos e voltarmos a si, tirei a areia do corpo na água, nôs vestimos, arrumamos as coisas para irmos embora. Eu fui leve, sensação gostosa e aliviada em ter voltado ao meu habitat normal. Mesmo sentido minha bucetinha surrada pelo pescador tinha amado, adorado tudo.


Próximo de casa nôs despedimos e entrei. Estava satisfeita com a pescaria, por enquanto, mas nunca levei namoradinho ou ficante para dormir na minha casa. Esse papel sempre foi deles, sempre dormi fora de casa. Depois de um banho, fui dormir em plena madrugada, pensando em tudo que aconteceu.


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